Jesus de Ritinha de Miúdo
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Camisa reserva da Seleção para 2026 será vermelha e terá logo da Jordan, diz site
A Seleção Brasileira deve entrar em campo na Copa do Mundo de 2026 com uma camisa reserva surpreendente: vermelha. A informação foi revelada nesta segunda-feira (28) pelo site especializado Footy Headlines, conhecido por antecipar lançamentos de uniformes de grandes seleções e clubes. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) teria aprovado o novo modelo ainda em 2023.
O novo uniforme, que será utilizado nos jogos da Copa disputada nos Estados Unidos, México e Canadá, traz mais do que uma mudança de cor. Além do vermelho predominante, a camisa contará com detalhes em preto e o escudo centralizado no peito, mesma posição do atual modelo. Mas o que mais chama atenção é a substituição do tradicional símbolo da Nike pela logomarca da Jordan, onde a marca também tem parceria.
A ousadia no design marca uma quebra com a tradição da amarelinha e também resgata um lado pouco lembrado da história do futebol brasileiro. Embora inusitada, a cor vermelha não será inédita na história da Seleção. Em duas ocasiões, o Brasil precisou vestir camisas rubras em partidas oficiais.
A primeira foi em 1917, durante o Campeonato Sul-Americano, quando várias seleções utilizavam uniformes brancos. Sem opção, o time brasileiro improvisou e entrou em campo de vermelho. A segunda vez foi em 1936, também no Sul-Americano, realizado na Argentina. Na ocasião, Brasil e Peru tinham uniformes semelhantes e, sem alternativas, a delegação brasileira vestiu camisas emprestadas do Club Atlético Independiente, tradicional equipe argentina com uniforme vermelho.
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Prefeito Jaime Calado concede benefícios fiscais à Zurich Airport para impulsionar o desenvolvimento e geração de emprego
A Prefeitura de São Gonçalo do Amarante deu mais um passo estratégico para o fortalecimento da economia local com a assinatura do ato de concessão de benefício fiscal à Zurich Airport, operadora do Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves. A assinatura do documento aconteceu nesta segunda-feira (28) pelo prefeito Jaime Calado e o secretário municipal de Tributação, Valério França, e garante a redução da base de cálculo da alíquota do Imposto Sobre Serviços (ISS) para 2% pelo prazo de dez anos.
“São Gonçalo do Amarante possui hoje uma das legislações mais modernas do Brasil para fomentar a instalação e a permanência de empresas em nosso município. Essa política de incentivo garante a geração de empregos, o crescimento econômico e a qualidade de vida da nossa população”, afirmou Jaime Calado.
Durante a cerimônia, o prefeito destacou que novas parcerias estão sendo articuladas para impulsionar ainda mais o desenvolvimento do Complexo Aeroportuário.
“Nosso objetivo é tornar São Gonçalo do Amarante um polo de desenvolvimento econômico, gerando oportunidades para quem vive aqui. Estamos trabalhando de forma planejada para garantir um futuro de progresso e mais dignidade para a nossa gente”, disse Jaime Calado.

Para Ricardo Gesse, CEO da Zurich Airport Brasil, a habilitação da concessionária no programa municipal de incentivo fiscal consolida a confiança no município e no Estado.
“É fundamental estarmos enquadrados no decreto do ISS 2%. Operamos há um ano em São Gonçalo e agora celebramos essa habilitação, que reforça nosso compromisso com o Rio Grande do Norte e com a cidade. Anunciamos R$ 25 milhões em novos investimentos e a criação de mais de 60 postos de trabalho”, disse Gesse.
“A relação da gestão municipal com a iniciativa privada é marcada pelo profissionalismo e pela transparência, o que nos dá segurança para investir ainda mais”, acrescentou o CEO.
A cerimônia também marcou a inauguração da Sala Multissensorial do aeroporto, espaço dedicado ao acolhimento de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e suas famílias. A expectativa é atender de três a cinco famílias por semana.
O evento contou com a presença de secretários do Governo do Estado, representando a governadora Fátima Bezerra, funcionários da empresa Zurich Airport e secretários municipais.
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Canal de acesso ao Porto de Natal passa por dragagem emergencial para remoção de banco de areia
O canal de acesso ao Porto de Natal passará por uma dragagem emergencial a partir desta terça-feira (29), com o objetivo de remover o banco de areia que provocou o encalhe de um navio no dia 10 de novembro de 2023. A intervenção é fundamental para garantir a segurança das operações portuárias.
Os trabalhos serão executados pela draga Ortelius, da empresa holandesa Jan de Nul, ao custo de R$ 6,4 milhões. A previsão é retirar aproximadamente 70.000 metros cúbicos de sedimentos do canal.
A dragagem emergencial foi anunciada em coletiva à imprensa pelos diretores da Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN): Paulo Henrique Macedo (Presidente), Paulo Sidney (Diretor Técnico e Comercial) e Ana Valda Galvão (Diretora Administrativa e Financeira).
Durante todo o processo, a CODERN mantém um diálogo permanente e alinhado com a Marinha do Brasil, por meio da Capitania dos Portos, e com a Praticagem, garantindo que todas as ações sejam realizadas com máxima segurança e em conformidade com as normas de navegação.
Além da intervenção emergencial, a CODERN informou que a dragagem de manutenção de todo o canal de acesso está programada para o segundo semestre de 2025, com a licitação prevista para o final de junho.
O Governo do Estado do RN atuou como parceiro da CODERN junto ao Governo Federal para garantir os recursos de melhorias no Porto de Natal.
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Uern promove encontro para popularizar o conhecimento e incentivar as mulheres na ciência
Na manhã desta segunda-feira, 28, a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) promoveu o I Encontro de Divulgação e Popularização da Ciência (Edipoc) e I Simpósio Nacional de Mulheres na Ciência (Simnac). A programação foi realizada no auditório de música, da Faculdade de Letras e Artes.
A programação tem como objetivo promover a troca de conhecimentos, incentivar a comunicação científica de forma acessível e destacar o protagonismo das mulheres na ciência. Durante os encontros, serão realizados palestras, mesas-redondas, oficinas e apresentações de Teatro de Temática Científica que discutem a divulgação e a popularização científica e o papel das meninas e mulheres na ciência e sociedade.
“Este não é apenas um evento. É um encontro de caminhos, um entrelaçar de vozes, um florescer de ideias. É a ciência que dança com a arte, que escuta as comunidades, que se pinta com as cores da diversidade”, destaca a professora Kelânia Mesquita, representante da Comissão Organizadora do evento.
A programação de abertura contou com o lançamento do livro “O Show da Química”, organizado pelo Grupo FANATicos da Química e Rabiscos Científicos, com autoria dos professores Anne Gabriella Dias, Fernando Rodrigo Dantas Fernandes, Kelânia Freire Martins Mesquita e Keurison Figueredo Magalhães. O evento contou ainda com Exposição Itinerante “Mulheres” e a exposição “Lugar de mulher é onde quiser”, inclusive nas ciências exatas!”.
A reitora Cicília Maia destacou que o evento é bastante significativo. “É uma alegria participar desse momento. Iniciativas como esta é de suma importância para incentivar mulheres e meninas a ingressar nas ciências exatas e nos cursos que desejarem. Temos aqui referências de mulheres importantes que inspiram outras mulheres a seguirem o caminho que quiserem, inclusive nas ciências exatas. Parabenizo a todos da coordenação do evento e por essa importante iniciativa”, declara.
As atividades seguem à tarde com a palestra sobre “Relevância do Teatro Científico para Formação Inicial de Professores de Química” e a oficina “Popularizando a Educação Musical e a Ciência na diversidade: a educação com perspectiva crítica, inclusiva e anticapacitista como prática da liberdade”.
Também haverá uma oficina de experimentação, ministrada pelos professores Kelânia Mesquita, Gabriella Dias e Keurison Figueiredo, e tem como foco a apresentação das “Maletas de Experimentos Lúdicos” desenvolvidas pelo Grupo FANATicos da Química. Destinada aos professores do ensino básico, a oficina tem o objetivo de demonstrar a utilização dessas maletas, que contêm diversos experimentos lúdicos para serem incorporados no ensino de Química.
“Os participantes terão a oportunidade de conhecer o material disponível e entender a logística de empréstimo das maletas, permitindo que possam utilizar esses recursos em suas aulas. Uma oportunidade valiosa para enriquecer a prática pedagógica e promover a aprendizagem dos estudantes de forma interativa e significativa”, afirma a professora.
O encontro segue nesta terça-feira, 29, as oficinas Corpo e Movimento e Voz. No período da tarde, será apresentada a peça “Periodicamente”, produzida pelo grupo FANATicos da Química, e o espetáculo “Balada Brilhante”, com o Grupo Tubo de Ensaio – CE.
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UFRN revoga homenagens a ex-presidentes da ditadura militar após revisão histórica
A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) decidiu, na última sexta-feira (25), revogar os títulos de Doutor Honoris Causa concedidos aos ex-presidentes Humberto de Alencar Castelo Branco e Emílio Garrastazu Médici, figuras centrais da ditadura militar no Brasil. A decisão foi aprovada por unanimidade no Conselho Universitário (Consuni) da instituição.
A medida, segundo a UFRN, visa corrigir uma distorção histórica, já que os dois militares governaram durante períodos marcados por graves violações de direitos humanos. A revogação contou com o apoio de movimentos estudantis, docentes, parlamentares e representantes da sociedade civil.
Conforme o regimento geral da universidade, o título de Doutor Honoris Causa deve ser concedido apenas a personalidades que tenham contribuído de forma notável para o progresso das ciências, letras ou artes, ou que tenham beneficiado a humanidade, o país ou a própria UFRN. No entendimento do Consuni, as concessões feitas em 1966 (Castelo Branco) e 1971 (Médici) não atendem a esses critérios e entram em conflito com os princípios do atual Estatuto da instituição.
A proposta de revogação foi apresentada pelo reitor José Daniel Diniz Melo e teve como base os relatórios da Comissão Nacional da Verdade e da Comissão da Verdade da UFRN. Os documentos apontam os dois ex-presidentes como responsáveis diretos ou indiretos pelas violações aos direitos humanos ocorridas no período militar.
Segundo o relatório nacional, o marechal Castelo Branco é listado como o principal autor dessas violações. Já o governo de Emílio Garrastazu Médici é descrito como “a época mais obscura” da ditadura, marcada por medo generalizado e repressão severa, conforme relatos reunidos pela comissão interna da UFRN.
Para o reitor Daniel Diniz, a revogação dos títulos é um ato de responsabilidade histórica. “Não se trata apenas de um gesto simbólico. É uma maneira de afirmar que períodos sombrios como aquele não podem ser esquecidos, para que jamais se repitam”, declarou.
Resgate da memória e ações recentes
Em meio às ações de resgate da memória institucional, a UFRN também revogou, em 2024, 33 atos normativos editados entre 1964 e 1984, que refletiam as imposições autoritárias do regime militar. Além disso, promoveu a outorga simbólica de títulos a estudantes que foram mortos ou perseguidos durante a ditadura.
A decisão da universidade potiguar acompanha movimentos semelhantes realizados por outras instituições federais, como a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e a Universidade Federal de Pelotas (UFPel), que também reavaliaram e anularam homenagens concedidas a figuras ligadas à repressão militar.
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Zenaide Maia cobra mais investimentos em ‘educação pública de qualidade em tempo integral’
Nascida em uma família de 16 filhos no sertão do Seridó, a senadora Zenaide Maia (PSD) usou as redes sociais nesta segunda-feira (28), Dia Mundial da Educação, para fazer um emocionado relato sobre sua trajetória e criticar os baixos investimentos públicos em áreas sociais. Filha de um agricultor e uma dona de casa que também trabalhava como costureira, ela destacou como o incentivo dos pais aos estudos superou as dificuldades da infância pobre.
“Parece que foi ontem, e eu me emociono em falar disso hoje”, escreveu a parlamentar, antes de apontar o que considera um descaso do poder público: “Nos últimos Orçamentos da União, apenas 4% foram destinados à educação pública, outros 4% para a saúde e menos de 0,5% para segurança”.
A senadora foi enfática ao relacionar a falta de recursos com os problemas sociais do país: “O Brasil nunca vai combater a violência e as desigualdades brutais enquanto não destinar recursos para uma educação pública de qualidade em tempo integral”. Segundo ela, quase metade do orçamento federal é consumido por “juros e serviços de uma dívida pública jamais auditada” – referência aos pagamentos ao sistema financeiro.
Em tom de alerta, Zenaide afirmou que é “tarefa urgente” para Congresso e Executivo reverem as prioridades orçamentárias: “Nenhum investidor sério se interessa por um país socialmente falido”, destacou, defendendo maior financiamento para educação, saúde, segurança e infraestrutura.
A postagem da parlamentar ressoa sua própria história – uma das 16 crianças criadas em meio à escassez, que se tornou enfermeira, professora universitária e agora ocupa uma cadeira no Senado. Seu discurso reforça a bandeira de que o desenvolvimento nacional exige, antes de tudo, investimento em pessoas.
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MEC e IFRN lançam formação em EJA na educação profissional
O Ministério da Educação (MEC), através da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), em parceria com o Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), lançou, nesta sexta-feira, 25 de abril, o curso “Currículo Integrado para Educação de Jovens e Adultos (EJA) e Educação Profissional e Tecnológica (EPT)”.
Com carga horária de 60 horas, o curso já está com inscrições abertas pela plataforma Avamec. A formação é voltada para profissionais da educação das redes públicas de ensino de todo o Brasil.
O webinário que marcou o lançamento do curso foi transmitido pelo Canal do MEC e do IFRN no Youtube. A secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão do MEC, Zara Figueiredo, definiu o encontro como histórico. “Para que a EJA funcione temos que criar condições para que ela esteja no centro da política educacional. E assim, com uma formação de qualidade e articulada à EPT, isso é a vanguarda da EJA. Isso é histórico”, afirmou.

Mesa diretiva do evento de lançamento do curso EJA-EPT “A relação da vida do cidadão com uma perspectiva voltada para o mundo do trabalho precisa envolver a educação. Por isso, investimos nesse curso e acreditamos nessa interlocução com a EJA”, destacou a diretora de Políticas de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos do MEC, Ana Lúcia Sanches.
O reitor do IFRN, professor José Arnóbio de Araújo, declarou que “o Instituto está completamente envolvido nesta ação que é de fundamental importância para reparar um passivo histórico que o país tem, buscando ter de volta o número de matrículas na Educação de Jovens e Adutos”. Já a pró-reitora de Ensino da Instituição, professora Anna Catharina Dantas, coordenadora do curso, destacou que “um dos principais objetivos do curso é transformar a Educação de Jovens e Adultos, articulando com a Educação Profissional e Tecnológica”.
O curso integra o Programa Nacional de Formação para a Docência na EJA (ProfEJA), desenvolvido no âmbito do Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da EJA. O objetivo é apoiar profissionais da educação da EJA das redes públicas de ensino na construção de currículos que possibilitem a elevação de escolaridade com capacitação profissional. A formação se estenderá até o final de julho.
Dividido em quatro módulos, o curso abordará os diálogos e aproximações entre EJA e EPT; o currículo integrado; as abordagens pedagógicas baseadas na integração curricular entre EJA e EPT; e as estratégias didáticas para a construção de propostas curriculares unificadas.
O evento de lançamento debateu o Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da EJA e o Programa Nacional de Formação para a Docência na EJA. Ao final, foi realizado um painel sobre “a oferta de EJA-EPT na escola pública: a necessária articulação entre os institutos federais e as redes de ensino”, proferida pelo professor Márcio Azevedo, do IFRN, e pela professora Caroline Jango, do IFSP.

Aula inaugural do evento de lançamento do curso de EJA-EPT Pacto EJA – Instituído pelo Decreto nº 12.048/2024, o Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação na Educação de Jovens e Adultos é uma política pública construída de forma colaborativa pelo MEC com a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios. Os objetivos são superar o analfabetismo; elevar a escolaridade; ampliar a oferta de matrículas da educação de jovens e adultos (EJA) nos sistemas públicos de ensino, inclusive entre os estudantes privados de liberdade; e aumentar a oferta da EJA integrada à educação profissional.
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UFRN promove Mostra gratuita de curtas-metragens potiguares
A partir do dia 30 de abril, terá início a edição 2025.1 do Cine CCSA. O projeto, do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA/UFRN), em parceria com a Cooperativa Cultural, tem como objetivo unir o potencial educacional e cultural do cinema como recurso pedagógico com a prática social de entretenimento.
Nesta quarta-feira, às 17h, serão exibidos o curta-metragem potiguar A Cartomante, dirigido por Arthur Marques e o longa japonês Assunto de Família, do diretor Hirokazu Koreeda. No final das exibições, serão sorteados brindes aos espectadores do local.
O curta A Cartomante relata a história de Jéssica que, tomada pela ansiedade, busca em uma cartomante as respostas para suas suspeitas de traição, mas o que as cartas revelam pode ser apenas parte de um segredo ainda mais profundo. Já Assunto de Família, lançado em 2018, conta a história de uma menina órfã que é adotada por uma família de ladrões.
A programação é constituída de curtas e longas-metragens locais, nacionais e internacionais. Neste semestre, mais de 30 filmes foram inscritos. Destes, 10 foram escolhidos pela comissão organizadora para fazer parte da exibição do primeiro semestre e mais duas animações, que farão parte da Mostra do segundo semestre.
Após os filmes, acontecerão debates com os realizadores potiguares dos curtas. A entrada é gratuita e aberta para toda a comunidade. As sessões iniciarão às 17h no auditório do NEPSA I.
Confira a programação completa da edição 2025.1:
30/04:
A CARTOMANTE [Potiguar, 04’39”]
Direção: Arthur Marques
Assunto de família [Japonês, 2h19]
14/05:
MEMÓRIAS DO CANTO [Potiguar, 11:20”]
Direção: Diene Cristina
21/05 – Mostra Trilogia do Reduto:
JULIÃO FILHOS DA PRAIA (Potiguar, 20’,2024), A DEUS QUERER (potiguar, 19’,
2022) e A ROSA DE AROEIRA (Potiguar, 20’, 2020)
Direção, Fotografia e Roteiro: Mônica Mac Dowell
04/06:
A SUA ESPERA [Potiguar, 12’08”, 2025]
Direção: Jade Cunha & Ana Clara Ribeiro
18/06:
MELATONINA [Potiguar, 13’40”]
Direção: Eduarda Soares
02/07 – Mostra RN Resistências:
DIÁLOGOS INDÍGENAS DO NOSSO TEMPO [Potiguar,20’16”, 2023]
(Dir. Gustavo Guedes)
CANTO DE ACAUÃ [Potiguar, 20′, 2024]
Direção: Jaya Pereira
SOB AS LUZES DESSA AVENIDA (Potiguar, 16’31”, 2021)
Direção: Doc Câmara
CINE CCSA 2025.2 – Mostra Animação:
DIVAGAR (Dir. Lupa Silva)
LAGRIMAR (Dir. Paula Vanina)
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Empresário é condenado por crime tributário em Natal por falta de recolhimento de ICMS
A 11ª Vara Criminal da Comarca de Natal aplicou uma pena de oito meses de detenção ao gestor de uma empresa que “deixou de recolher, no prazo legal, valor relativo ao ICMS descontado e cobrado na qualidade de sujeito de obrigação tributária”. Conforme consta no processo, no decorrer dos anos de 2016 e 2017, o empresário realizou atividade econômica e suprimiu o pagamento do referido imposto devido pela empresa no montante de R$ 84.400,92 e em razão disso foi lavrado auto de infração.
Ao analisar o processo, o juiz de direito Francisco Brasil destacou que o réu, ao ser interrogado em juízo, ressaltou que não existiu fraude e que teria “deixado de recolher o tributo porque possuía outras prioridades em sua empresa, tais como honrar o pagamento da folha de pessoal, do aluguel”, de modo que tal inadimplência decorreu de uma “contingência do comércio”.
Todavia, o magistrado explicou que essas alegações não desconfiguram a conduta criminosa do réu e que tanto a materialidade quanto autoria do crime se encontram “devidamente provadas nestes autos, aquela pela vasta documentação aportada ao inquérito policial e à ação penal e essa através dos depoimentos das testemunhas”. Assim, o juiz fez alusão ao artigo 2º, da Lei 8137/90, a qual define crimes contra a ordem tributária, econômica e contra as relações de consumo.
Ressaltou que o referido diploma legal considera crime “deixar de recolher, no prazo legal, valor de tributo ou de contribuição social, descontado ou cobrado, na qualidade de sujeito passivo de obrigação e que deveria recolher aos cofres públicos”, trazendo também a previsão de pena de detenção, de seis meses a dois anos, e multa para quem cometer tal infração. Em seguida, na parte final da sentença o magistrado fixou a pena em oito meses de detenção por restritiva de direitos em razão qualidades subjetiva do réu.
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Plano deve fornecer medicamento relacionado a complicações gestacionais
A 3ª Câmara Cível do TJRN voltou a destacar, em uma recente decisão, que a Lei nº 9.656/1998 obriga, aos planos de saúde, a cobertura de procedimentos relacionados a complicações gestacionais, sendo abusiva a negativa do medicamento essencial ao tratamento da gestante e à preservação da vida do feto.
O destaque se deu na sessão do dia 18 de março, no julgamento de uma apelação cível movida por uma beneficiária contra sentença que havia julgado improcedente o pedido de fornecimento do medicamento ‘enoxaparina sódica’, prescrito para tratar trombofilia durante a gestação.
A operadora negou sob a justificativa de que o fármaco se destinaria a uso domiciliar e a sentença revogou a tutela anteriormente concedida e condenou a autora ao pagamento de custas processuais e honorários advocatícios. Contudo, o órgão julgador no TJRN reformou a sentença.
Conforme a decisão em segunda instância, o Código de Defesa do Consumidor se aplica aos contratos de plano de saúde, conforme a Súmula 608 do STJ, e veda cláusulas que restrinjam indevidamente procedimentos médicos essenciais e a Lei nº 14.454/2022 determina a cobertura de tratamentos não incluídos no rol da ANS quando houver comprovação de eficácia científica ou recomendação de órgãos competentes, requisitos preenchidos no caso concreto.
“Em estando os serviços atinentes às seguradoras ou planos de saúde submetidos às disposições do CDC, enquanto relação de consumo, as cláusulas do contrato firmado pelas partes, devem ser interpretadas de modo mais favorável ao consumidor, conforme prevê o artigo 47, do referido Diploma Consumerista e são reputadas nulas aquelas que limitam ou restringem procedimentos médicos”, destaca o relator do recurso, desembargador Amílcar Maia.
Ainda de acordo com o julgamento, o próprio STJ já estabeleceu que, os casos como do Clexane (Enoxaparina Sódica), apresentados em solução injetável de uso intravenoso ou subcutâneo e que necessitam de supervisão direta de profissional habilitado em saúde, não consistem em tratamento domiciliar, como alegou a operadora.
Jesus de Ritinha de Miúdo
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