Jesus de Ritinha de Miúdo
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Ministério da Saúde investe R$ 1,08 milhão em bancos de leite humano no RN
O Ministério da Saúde autorizou o repasse de R$ 1,08 milhão para seis bancos de leite humano (BLHs) no Rio Grande do Norte. Os recursos, no valor de R$ 180 mil para cada unidade, têm como objetivo qualificar os serviços prestados por essas instituições em 2025. A medida foi publicada em portaria no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (1º).
No total, o governo federal destinará R$ 40,6 milhões para 226 bancos de leite integrantes da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano (rBLH-BR), considerada a maior e mais complexa do mundo. O Fundo Nacional de Saúde (FNS) fará a transferência em parcela única, e a prestação de contas será realizada por meio do Relatório Anual de Gestão (RAG), aprovado pelos conselhos municipais de saúde.
Bancos de leite beneficiados no RN
- Caicó: Banco de Leite Humano de Caicó – R$ 180 mil
- Natal:
- Banco de Leite Humano do Hospital Dr. José Pedro Bezerra – R$ 180 mil
- Banco de Leite Humano da Maternidade Escola Januário Cicco – R$ 180 mil
- Banco de Leite Humano do Hospital Central Coronel Pedro Germano – R$ 180 mil
- Mossoró: Banco de Leite Humano do Hospital Regional Parteira Maria Coreia – R$ 180 mil
- Parnamirim: Banco de Leite Humano da Maternidade do Divino Amor – R$ 180 mil
A rBLH-BR promove o aleitamento materno por meio da coleta, processamento e distribuição de leite humano a recém-nascidos prematuros ou com baixo peso, cujas mães não podem amamentá-los. A iniciativa é reconhecida internacionalmente por combinar tecnologia, qualidade e baixo custo.
Os recursos devem ser aplicados até dezembro deste ano, reforçando a estrutura e a capacidade de atendimento dessas unidades no estado.
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Moraes afirma que STF não cederá a sanções de Trump
Em pronunciamento durante a abertura do semestre judiciário no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Alexandre de Moraes declarou que a Corte não se dobrará a “ameaças covardes e infrutíferas” e ignorará as sanções impostas contra ele pelo governo dos Estados Unidos. A declaração foi sua primeira resposta pública após ser incluído na lista de sanções da Lei Magnitsky, medida americana que bloqueia bens e proíbe transações financeiras com indivíduos acusados de violações de direitos humanos ou corrupção.
Firmeza institucional e continuidade dos processos
Moraes, relator dos processos sobre o suposto golpe de 8 de janeiro de 2023, afirmou que as ações judiciais seguirão seu curso normal, sem pressões externas. “O rito processual do STF irá ignorar as sanções que lhe foram aplicadas e continuar trabalhando”, disse. Ele criticou tentativas de interferência estrangeira e acusou uma “organização criminosa” de agir em conluio com interesses externos para arquivar processos penais e favorecer réus.Críticas a “pseudopatriotas” e defesa da Constituição
O ministro denunciou que brasileiros investigados ou processados estão promovendo ações no exterior para pressionar o STF, comparando tais condutas ao modus operandi de milícias. Sem citar nomes, fez alusão a figuras como o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que reside nos EUA, acusando-os de traição à soberania nacional. “Acham que estão falando com milicianos, mas estão falando com ministros da Suprema Corte brasileira”, afirmou.Moraes também condenou projetos de anistia no Congresso, classificando-os como inconstitucionais, e vinculou as sanções a uma estratégia mais ampla de desestabilização: “Incentivo a taxações, crise econômica, crise social e, por fim, crise política para viabilizar novos ataques golpistas”.
Reações e contexto
O discurso reforçou a unidade do STF, após manifestações de apoio do presidente Luís Roberto Barroso e do decano Gilmar Mendes. O governo Lula também repudiou as sanções, com o Itamaraty buscando diálogo com Washington. A medida americana, inédita contra um ministro do STF, amplia a tensão diplomática entre os países, agravada pelos recentes tarifações de Trump a produtos brasileiros.Moraes encerrou reafirmando o compromisso do Judiciário com a Constituição: “A soberania nacional não será negociada ou extorquida. É fundamento da República”. O STF retoma os julgamentos sobre o 8 de janeiro no segundo semestre, incluindo processos contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados.
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Moraes defende soberania do STF e critica interferência externa em pronunciamento
Em cerimônia de abertura do semestre judiciário, o ministro Alexandre de Moraes (STF) denunciou nesta sexta-feira (1º) uma “organização criminosa” que estaria agindo de forma “covarde e traiçoeira” para submeter o Supremo a pressões de um Estado estrangeiro. O pronunciamento foi sua primeira manifestação pública após ser incluído na lista de sanções dos EUA pela Lei Magnitsky.
Críticas a “pseudopatriotas” e comparação com milícias
Moraes acusou brasileiros investigados pela PGR ou PF de promoverem ações no exterior para interferir no STF, chamando-os de “pseudopatriotas” – em aparente referência ao deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que reside nos EUA. “São condutas ilícitas e imorais que buscam submeter o Judiciário brasileiro a autoridades estrangeiras”, afirmou, comparando tais ações ao modus operandi de milícias. O ministro também atacou projetos de anistia no Congresso, classificando-os como inconstitucionais.Firmeza institucional frente a sanções
Sobre as sanções americanas – que incluem bloqueio de bens e restrições financeiras -, Moraes declarou: “Este relator vai ignorar as sanções e continuar trabalhando”. Ele reforçou que os processos sobre o 8 de janeiro seguirão seu curso normal: “O STF cumprirá sua missão constitucional, especialmente nos julgamentos das ações penais sobre a tentativa de golpe”.Defesa da soberania nacional
O ministro encerrou afirmando que a soberania brasileira “não será negociada ou extorquida”, recebendo apoio público do presidente Barroso e do decano Gilmar Mendes. O governo Lula já repudiou as sanções, enquanto o Itamaraty busca resolver a crise diplomaticamente. A Lei Magnitsky, originalmente criada para punir violações de direitos humanos, foi usada pela primeira vez contra um ministro de Suprema Corte no mundo.
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Justiça italiana mantém Carla Zambelli presa e inicia processo de extradição
A deputada federal licenciada Carla Zambelli (PL-SP) permanecerá no presídio de Rebibbia, em Roma, após decisão da Quarta Seção do Tribunal de Roma nesta sexta-feira (1º). A Justiça italiana rejeitou um pedido de libertação da parlamentar, que agora aguarda o processo de extradição solicitado pelo Brasil.
Zambelli está foragida da Justiça brasileira desde maio, quando deixou o país dias após ser condenada pelo STF a 10 anos de prisão por envolvimento na invasão hacker ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em 2023. A pena já transitou em julgado, sem possibilidade de novos recursos.
Localizada na terça-feira (29) em um apartamento em Roma, a deputada foi presa pelas autoridades italianas, que atuaram com base em um alerta da Interpol. A defesa alega que ela se entregou espontaneamente, mas relatos policiais indicam que houve uma operação para impedir sua fuga.
O processo de extradição na Itália envolverá duas instâncias:
- Corte de Apelação de Roma – Analisará a legalidade do pedido brasileiro
- Corte de Cassação – Última palavra sobre aspectos jurídicos
Caso ambas aprovarem a extradição, a decisão final caberá ao ministro da Justiça italiano, em uma avaliação que incluirá fatores políticos. Autoridades brasileiras estimam que o trâmite possa levar até dois anos.
No Brasil, o STF já determinou a perda do mandato de Zambelli. A Câmara dos Deputados deve analisar a decisão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a partir de agosto, o que formalizaria a vacância da cadeira.
O embaixador brasileiro na Itália, Renato Mosca, afirmou confiar na Justiça local: “Estamos acompanhando todos os desdobramentos com atenção”. Enquanto isso, a defesa de Zambelli prepara novo pedido de liberdade, que será analisado em meados de agosto.
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Governo do RN anuncia pacote de medidas para amenizar impacto do tarifaço americano
Em resposta às novas tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos exportados pelo Rio Grande do Norte, a governadora Fátima Bezerra (PT) anunciou nesta sexta-feira (1º) um pacote de medidas emergenciais para reduzir os impactos na economia local. O chamado “tarifaço”, decretado pelo presidente americano Donald Trump, afeta diretamente setores estratégicos do estado, como pesca, indústria de ração e outros produtos exportados.
Principais medidas anunciadas:
- Ampliação temporária do Proedi (Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial) para empresas mais afetadas;
- Duplicação dos créditos de ICMS sobre exportações para setores específicos;
- Liberação antecipada de créditos acumulados por empresas com histórico de exportação (baseado no desempenho de janeiro a junho de 2025);
- Aumento proporcional de incentivos fiscais para empresas sem créditos acumulados, conforme o impacto sofrido.
O secretário estadual da Fazenda, Carlos Eduardo Xavier, explicou que as medidas visam “proteger empregos e manter a competitividade” das empresas potiguares. “Vamos garantir que as empresas mais afetadas tenham condições de atravessar esse período sem demissões em massa ou perda de mercado”, afirmou.
Setores mais impactados
Dos 47 produtos exportados pelo RN aos EUA, apenas castanha de caju e óleos combustíveis ficaram isentos da sobretaxa. Os principais prejudicados são:
🔹 Pesca industrial (que tem os EUA como principal destino);
🔹 Indústria de ração animal;
🔹 Fruticultura e outros produtos agrícolas.As medidas já foram formalizadas por decreto estadual e começam a valer ainda em agosto. O governo também está em diálogo com o setor privado para avaliar novas ações, como a busca por mercados alternativos na Europa e Ásia.
“Não vamos cruzar os braços. Vamos proteger nossa economia e nossos trabalhadores”, reforçou Fátima Bezerra.
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COP30 permanece em Belém; organização garante hospedagem acessível para países pobres
O presidente da COP30, André Corrêa do Lago, reafirmou nesta sexta-feira (1º) que a conferência climática não será transferida de Belém, apesar das pressões de alguns países devido aos altos custos de hospedagem. A organização anunciou medidas para garantir diárias acessíveis, incluindo opções de até US$ 220 para nações em desenvolvimento e ilhas vulneráveis.
Plataforma de hospedagem sob gestão da ONU
- Países menos desenvolvidos terão acesso prioritário a acomodações com diárias de até US$ 220
- Demais participantes (incluindo mídia e observadores) pagarão até US$ 600
- Sistema inclui hotéis, aluguéis temporários e navios-hotel
- Distribuição será feita por etapas coordenadas pela ONU
Corrêa do Lago reconheceu os desafios logísticos, mas destacou esforços conjuntos com a UNFCCC (Convenção-Quadro da ONU sobre Mudança do Clima): “Estamos trabalhando para que o único obstáculo – os preços das hospedagens – não impeça a participação de nenhum país”. O governo brasileiro deve apresentar um relatório com soluções definitivas até 11 de agosto.
A decisão mantém Belém como sede do maior evento ambiental do planeta em 2025, reafirmando a importância da Amazônia nas discussões climáticas globais.
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Mulher agredida por namorado em Natal passará por cirurgia para reconstrução facial, diz hospital
A vítima de uma agressão brutal cometida pelo namorado no último dia 26 de julho, em Natal, passará por uma cirurgia para reconstrução facial nesta sexta-feira (1º), conforme informou o Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol). A mulher sofreu múltiplas fraturas no rosto e no maxilar após ser atingida por mais de 60 socos dentro de um elevador de condomínio.
O agressor, identificado como Igor Eduardo Cabral, ex-jogador de basquete, foi preso em flagrante e, após audiência de custódia, teve a prisão convertida em preventiva. Ele responde por tentativa de feminicídio.
De acordo com o hospital, a paciente respondeu bem ao tratamento inicial, com redução de hematomas e edemas, mas ainda sente dores devido às fraturas na região média e inferior da face. A cirurgia, chamada osteossíntese, será realizada por uma equipe multidisciplinar, incluindo cirurgiões bucomaxilofaciais, anestesistas e enfermeiros. O procedimento visa reposicionar e fixar os ossos fraturados com miniplacas e parafusos, além de reconstruir estruturas nasais.
“O objetivo é restaurar a função e a estética do rosto, evitando sequelas futuras”, explicou o cirurgião-dentista Kerlison Paulino de Oliveira, responsável pelo caso. A paciente foi internada na quinta-feira (31) para preparação pré-operatória e deve permanecer no hospital por pelo menos dois dias após a cirurgia, dependendo de sua evolução.
Relato da vítima e detalhes do crime
Em depoimento à polícia, a mulher afirmou, por meio de um bilhete, que o agressor ameaçou matá-la durante a agressão. “Eu sabia que ele ia me bater. Então, não saí do elevador. Ele começou a me bater e disse que ia me matar”, escreveu.
As imagens de segurança do condomínio registraram o momento em que Igor desferiu os golpes contra a vítima, deixando-a com o rosto ensanguentado. O segurança do local acionou a Polícia Militar, que prendeu o agressor no térreo. A vítima foi encaminhada ao Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, onde os médicos constataram fraturas no zigomático, órbita ocular e mandíbula.
A delegada Victória Lisboa, da Delegacia de Atendimento à Mulher, afirmou que o crime foi motivado por ciúmes. O caso segue sob investigação, e Igor Cabral permanece preso.
Como denunciar violência contra a mulher
- Polícia Militar: 190 (emergências)
- Polícia Civil: 181 (disque-denúncia)
- Central de Atendimento à Mulher: 180 (orientação e encaminhamento)
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Bancos definem restrições financeiras a Moraes após sanções dos EUA
Instituições financeiras no Brasil concluíram nesta sexta-feira (1º) a primeira análise sobre as limitações impostas ao ministro Alexandre de Moraes após as sanções aplicadas pelo governo dos EUA. A decisão foi tomada após consultas a escritórios especializados em legislação americana:
Operações permitidas:
✔ Todas as transações em reais dentro do sistema bancário brasileiro
✔ Movimentações em contas domiciliadas no BrasilOperações bloqueadas:
✖ Transações em dólar ou outras moedas estrangeiras
✖ Uso de cartões de crédito de bandeiras americanas (Visa, Mastercard, Amex)Detalhes da decisão:
- As instituições adotaram interpretação cautelosa, bloqueando cartões de bandeira americana mesmo para compras em reais
- A análise considerou a ordem executiva de Trump como genérica – sem especificar todas as restrições possíveis
- Bancos alertaram que novas determinações dos EUA podem ampliar as proibições
A medida mais drástica (“morte financeira”) – que impediria qualquer operação inclusive em reais – só ocorreria se os EUA especificassem novas restrições. Por enquanto, Moraes mantém acesso a serviços básicos no sistema financeiro brasileiro, mas com limitações significativas em transações internacionais.
Os bancos informaram ao STF que esta é uma avaliação preliminar e que o quadro pode mudar conforme evoluam as determinações do governo americano. A decisão mantém o ministro funcionalmente ativo no Brasil, mas com restrições a operações globais.
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Pesquisa aponta que 46% dos brasileiros atribuem tarifaço dos EUA à família Bolsonaro
Um levantamento do PoderData divulgado nesta quinta-feira (31) revela que quase metade dos brasileiros (46%) responsabiliza a família Bolsonaro pelo “tarifaço” imposto pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros. O estudo, realizado entre 26 e 28 de julho, ouviu 2.500 pessoas em 182 municípios e mostra que 32% atribuem a culpa ao presidente Lula, enquanto 23% não souberam responder.
O presidente americano Donald Trump assinou na quarta-feira (30) o decreto que oficializa a sobretaxa de 50% sobre produtos brasileiros, que entra em vigor em 6 de agosto. No documento, Trump citou explicitamente a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro, alegando “perseguição política” e “abusos de direitos humanos” no Brasil.
Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, admitiu ter trabalhado por sanções contra o ministro do STF Alexandre de Moraes, reforçando o caráter político da medida. “As sanções deixam claro que o objetivo dessas medidas não é comercial, mas sim político e jurídico”, afirmou o deputado.
Percepção pública
A pesquisa mostra que o tema divide a opinião dos brasileiros:
- 46% culpam a família Bolsonaro
- 32% responsabilizam o governo Lula
- 23% não souberam opinar
Os números consideram apenas os 74% dos entrevistados que afirmaram estar cientes da sobretaxa. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
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Binário Jaguarari/São José terá tráfego liberado neste sábado (2)
A Secretaria de Mobilidade Urbana de Natal (STTU) anunciou a liberação do tráfego na ampliação do binário Jaguarari/São José a partir das 5h deste sábado (2). A obra, que está com a pintura da sinalização horizontal em fase final, promete melhorar a fluidez no local, que recebe cerca de 25 mil veículos por dia.
A requalificação do binário deve reduzir o tempo médio de deslocamento para até 12 minutos, além de minimizar cruzamentos perigosos e acidentes. O projeto inclui ainda calçadas acessíveis, rampas dentro das normas técnicas e a expansão da malha cicloviária em 6,36 km na região.
A secretária da STTU, Jódia Melo, destacou que a iniciativa é “um passo essencial para a mobilidade de Natal”, alinhada ao Plano de Mobilidade da cidade. A expectativa é que o binário, que redistribui os fluxos de veículos em sentidos opostos, contribua também para a redução da emissão de poluentes.
A obra faz parte de um conjunto de intervenções para melhorar o trânsito em uma das áreas mais movimentadas da capital potiguar, onde os congestionamentos são frequentes. A STTU monitorará o fluxo nos primeiros dias para ajustes necessários na sinalização e operação do binário.
Jesus de Ritinha de Miúdo
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