Jesus de Ritinha de Miúdo

  • Deputado estadual: Ezequiel tem 2,70%, Walter Alves 2,40% e Kleber 2,05%

    Ezequiel Ferreira foi citado por 2,70% dos entrevistados na pergunta espontânea para deputado estadual. Walter Alves registra 2,40% e Kleber Rodrigues, 2,05%, segundo a pesquisa Media/O Potengi divulgada em 1º de setembro.

    As diferenças entre os três primeiros nomes são inferiores à margem de erro de 2,2 pontos percentuais. O resultado, portanto, não sustenta uma leitura de vantagem isolada entre eles.

    Cenário tem 61 nomes citados

    Na sequência aparecem Robson Carvalho, com 1,90%; Adjuto Dias, com 1,80%; Neilton Diógenes, com 1,75%; e Tomba Farias, com 1,60%. Ao todo, 61 nomes receberam citações.

    Os entrevistados que não souberam ou não responderam somam 52,95%. Branco ou nulo registra 2,35%. Como a pergunta foi aberta, nenhum nome foi apresentado previamente aos participantes.

    Carrossel com os resultados completos da pesquisa espontânea para deputado estadual no RN Cartão 1 de 4.
    Pesquisa espontânea para deputado estadual. Media/O Potengi, registro RN-02043/2026. Cartão 1 de 4.
    Carrossel com os resultados completos da pesquisa espontânea para deputado estadual no RN Cartão 2 de 4.
    Pesquisa espontânea para deputado estadual. Media/O Potengi, registro RN-02043/2026. Cartão 2 de 4.
    Carrossel com os resultados completos da pesquisa espontânea para deputado estadual no RN Cartão 3 de 4.
    Pesquisa espontânea para deputado estadual. Media/O Potengi, registro RN-02043/2026. Cartão 3 de 4.
    Carrossel com os resultados completos da pesquisa espontânea para deputado estadual no RN Cartão 4 de 4.
    Pesquisa espontânea para deputado estadual. Media/O Potengi, registro RN-02043/2026. Cartão 4 de 4.

    Resultados completos

    RespostaPercentual
    Ezequiel Ferreira2,70%
    Walter Alves2,40%
    Kleber Rodrigues2,05%
    Robson Carvalho1,90%
    Adjuto Dias1,80%
    Neilton Diógenes1,75%
    Cintia de Allysson1,65%
    Tomba Farias1,60%
    Eudiane Macedo1,45%
    Dr Kerginaldo1,40%
    Dr Gustavo1,35%
    Coronel Azevedo1,30%
    Cristiane Dantas1,30%
    Ivanilson Oliveira1,30%
    Ériko Jácome1,30%
    Ubaldo Fernandes1,25%
    Galeno1,15%
    Terezinha Maia1,15%
    Francisco do PT1,10%
    Gustavo Carvalho1,10%
    Ivan Junior1,00%
    Camila Araújo0,95%
    Isolda Dantas0,95%
    Jorge do Rosário0,90%
    Nelter Queiroz0,85%
    Getúlio Rêgo0,80%
    Taveira Júnior0,80%
    Júlio César0,75%
    Bibi Costa0,70%
    Bibiano0,70%
    Kaline de Dr.Bernardo0,65%
    Divaneide Basílio0,60%
    Gabriel César0,40%
    Leo Souza0,35%
    Luiz Eduardo0,35%
    Anne Lagartixa0,30%
    Daniel Valença0,25%
    Eugênio Ribeiro0,25%
    Expedito0,25%
    Dr. Pio0,20%
    Professor Emerson0,20%
    Angela Paiva0,15%
    Antônio Jácome0,15%
    Aline Juliete0,10%
    Bispo Paulo Luiz0,10%
    Clóvis Jr0,10%
    Josemar Varela0,10%
    Kátia Pires0,10%
    Milkle Leite0,10%
    Brisa0,05%
    Cleiton da Policlínica0,05%
    Daiane Valentim0,05%
    Deivid Simão0,05%
    Delegado Leocádio0,05%
    Dr.Milano0,05%
    Garibaldi Leite0,05%
    Hermínio Felix0,05%
    Luciano Barbosa0,05%
    Neto Queiroz0,05%
    Nágila Diniz0,05%
    Pedro Lopes0,05%
    Branco/nulo2,35%
    NS/NR52,95%

    Nota metodológica

    A pesquisa Media/O Potengi ouviu presencialmente 2.000 eleitores do Rio Grande do Norte, entre 25 e 30 de agosto de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE/PesqEle sob o número RN-02043/2026. A pergunta foi espontânea, sem apresentação de nomes. Os percentuais foram calculados diretamente sobre as 2.000 entrevistas da base atual, retratam o período da coleta e não constituem previsão eleitoral.

    Como ler

    Em eleições proporcionais, a distribuição de vagas depende também do desempenho dos partidos e federações e das regras do sistema eleitoral. As citações desta pesquisa não projetam vagas nem a composição futura da Câmara dos Deputados ou da Assembleia Legislativa.


  • Pesquisa para o Governo do RN: Allyson tem 28,3% e Álvaro, 27,1%

    A pesquisa Media/O Potengi publicada nesta treça-feira, 1ª de setembro, mostra Allyson Bezerra (UB) na primeira colocação com 28,3% e tecnicamente empatado com Álvaro Dias (PL), que tem 27,1%. Em terceiro lugar, vem Cadu de Lula (PT) com 17,2%. Os números são do cenário estimulado para o Governo do Rio Grande do Norte.

    A diferença entre Allyson e Álvaro é de 1,2 ponto percentual, abaixo da margem de erro de 2,2 pontos percentuais do levantamento. Por isso, o resultado configura empate técnico.

    Outros candidatos

    Professor Robério Paulino (PSOL) tem 0,7%; Rodrigo Bolsonaro (Agir), 0,7%; Carlos Jararaca (DC) e Arinalda do MLB (UP), 0,4%; Dário Barbosa (PSTU) e Henrique Lyra (PCO), 0,1%. Os entrevistados que não souberam ou não responderam somam 20,1%; branco ou nulo registram 4,9%.

    Arte da pesquisa estimulada para o Governo do RN com Allyson em 28,3%, Álvaro Dias em 27,1% e Cadu de Lula em 17,2%.
    Pesquisa estimulada para o Governo do RN. Media/O Potengi, registro RN-02043/2026.

    Resultados completos

    RespostaPercentual
    Allyson (União Brasil)28,3%
    Álvaro Dias (PL)27,1%
    Cadu de Lula (PT)17,2%
    Professor Robério Paulino (Psol)0,7%
    Rodrigo Bolsonaro (Agir)0,7%
    Arinalda do MLB (UP)0,4%
    Carlos Jararaca (DC)0,4%
    Dário Barbosa (PSTU)0,1%
    Henrique Lyra (PCO)0,1%
    Branco/nulo4,9%
    NS/NR20,1%

    Nota metodológica

    A pesquisa Media/O Potengi ouviu 2.000 eleitores presencialmente no Rio Grande do Norte, entre 25 e 30 de agosto de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE/PesqEle sob o número RN-02043/2026. Os percentuais foram calculados diretamente sobre as 2.000 entrevistas da base atual e retratam o período de coleta; não constituem previsão do resultado eleitoral.


  • Deputado federal: Cabo Deivison tem 5,50%, Nina Sousa 5,45% e Natália 4,00%

    Cabo Deivison foi citado por 5,50% dos entrevistados na pergunta espontânea para deputado federal. Nina Sousa registra 5,45% e Natália Bonavides, 4,00%, segundo a pesquisa Media/O Potengi divulgada em 1º de setembro.

    As diferenças entre os três primeiros nomes são inferiores à margem de erro de 2,2 pontos percentuais. O resultado, portanto, não sustenta uma leitura de vantagem isolada entre eles.

    Citações se distribuem por 27 nomes

    Depois dos três primeiros aparecem Benes Leocádio, com 3,25%; Sargento Gonçalves, com 2,75%; Carla Dickson, com 2,75%; Pedro Filho, com 2,70%; e Dr Bernardo, com 2,25%. Ao todo, 27 nomes receberam citações.

    Os entrevistados que não souberam ou não responderam somam 55,45%. Branco ou nulo registra 2,55%. Como a pergunta foi aberta, nenhum nome foi apresentado previamente aos participantes.

    Carrossel com os resultados completos da pesquisa espontânea para deputado federal no RN Cartão 1 de 2.
    Pesquisa espontânea para deputado federal. Media/O Potengi, registro RN-02043/2026. Cartão 1 de 2.
    Carrossel com os resultados completos da pesquisa espontânea para deputado federal no RN Cartão 2 de 2.
    Pesquisa espontânea para deputado federal. Media/O Potengi, registro RN-02043/2026. Cartão 2 de 2.

    Resultados completos

    RespostaPercentual
    Cabo Deivison5,50%
    Nina Sousa5,45%
    Natália Bonavides4,00%
    Benes Leocádio3,25%
    Carla Dickson2,75%
    Sargento Gonçalves2,75%
    Pedro Filho2,70%
    Dr Bernardo2,25%
    Juninho Saia Rodada2,10%
    Odon junior2,00%
    João Maia1,95%
    Thabatta Pimenta1,90%
    General Girão1,45%
    Robinson Faria1,25%
    Matheus Faustino0,60%
    Fernando Mineiro0,50%
    Brisa0,40%
    Coronel Brilhante0,30%
    Silvério Filho0,20%
    Cintia Maia0,15%
    Jorge do Rosário0,15%
    Wilson Gari0,10%
    Zé Peixeiro0,10%
    Dr Daniel0,05%
    Leila Maia0,05%
    Nágila Diniz0,05%
    Patrícia Castro0,05%
    Branco/nulo2,55%
    NS/NR55,45%

    Nota metodológica

    A pesquisa Media/O Potengi ouviu presencialmente 2.000 eleitores do Rio Grande do Norte, entre 25 e 30 de agosto de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE/PesqEle sob o número RN-02043/2026. A pergunta foi espontânea, sem apresentação de nomes. Os percentuais foram calculados diretamente sobre as 2.000 entrevistas da base atual, retratam o período da coleta e não constituem previsão eleitoral.

    Como ler

    Em eleições proporcionais, a distribuição de vagas depende também do desempenho dos partidos e federações e das regras do sistema eleitoral. As citações desta pesquisa não projetam vagas nem a composição futura da Câmara dos Deputados ou da Assembleia Legislativa.


  • Pesquisa estimulada para o Senado: Styvenson tem 33,5% e Zenaide, 24,3%

    Styvenson Valentim soma 33,5% nas duas escolhas estimuladas para o Senado. Zenaide Maia registra 24,3% e Coronel Hélio, 15,0%, segundo a pesquisa Media/O Potengi divulgada em 1º de setembro.

    O quadro é um cálculo derivado da soma do primeiro e do segundo votos. Como cada entrevistado pode indicar dois nomes para as duas vagas em disputa, o conjunto fecha em 200 pontos percentuais. A soma não substitui a leitura separada de cada voto.

    1º voto: Styvenson tem 28,0%; Zenaide, 13,1%; e Coronel Hélio, 6,9%

    Na primeira escolha para o Senado, Styvenson Valentim registra 28,0%; Zenaide Maia, 13,1%; e Coronel Hélio, 6,9%. Branco ou nulo soma 5,9% e NS/NR, 32,8%.

    2º voto: Zenaide tem 11,2%; Coronel Hélio, 8,1%; e Samanda, 7,0%

    Na segunda escolha, Zenaide Maia registra 11,2%; Coronel Hélio, 8,1%; Samanda de Lula, 7,0%; e Styvenson Valentim, 5,6%. Branco ou nulo soma 8,0% e NS/NR, 49,5%.

    Demais nomes na soma

    Samanda de Lula tem 12,3%; Rafael Motta, 8,5%; Tércio Tinoco, 2,4%; Gari Wendel Batista, 1,3%; Linhares Jiboia, 1,4%; Clóvis Costa do Coletivo de Nós, 1,1%; Luciana Mandu, 1,1%; Sandro Pimentel, 0,8%; Rosália Fernandes, 0,8%; Professor Guilherme, 0,8%; e Sônia Godeiro, 0,5%. Na soma das duas escolhas, NS/NR totaliza 82,3% e branco ou nulo, 13,9%.

    Arte da soma dos dois votos estimulados para o Senado, com Styvenson em 33,5%, Zenaide Maia em 24,3% e Coronel Hélio em 15,0%.
    Soma derivada do primeiro e do segundo votos estimulados para o Senado. Media/O Potengi, registro RN-02043/2026.

    Resultados completos

    RespostaPercentual
    Styvenson Valentim (PSDB)33,5%
    Zenaide Maia (PSD)24,3%
    Coronel Hélio (PL)15,0%
    Samanda de Lula (PT)12,3%
    Rafael Motta (PDT)8,5%
    Tércio Tinoco (União)2,4%
    Linhares Jiboia (DC)1,4%
    Gari Wendel Batista (Agir)1,3%
    Luciana Mandu (PSTU)1,1%
    Clóvis Costa do Coletivo de Nós (Agir)1,1%
    Sandro Pimentel (Psol)0,8%
    Professor Guilherme (UP)0,8%
    Rosália Fernandes (PSTU)0,8%
    Sônia Godeiro (Psol)0,5%
    Branco/nulo13,9%
    NS/NR82,3%

    Nota metodológica

    A pesquisa Media/O Potengi ouviu 2.000 eleitores presencialmente no Rio Grande do Norte, entre 25 e 30 de agosto de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE/PesqEle sob o número RN-02043/2026. Os percentuais foram calculados diretamente sobre as 2.000 entrevistas da base atual e retratam o período de coleta; não constituem previsão do resultado eleitoral.

    Na disputa pelo Senado, o primeiro voto, o segundo voto e a soma das duas escolhas são quadros diferentes e devem ser lidos separadamente.


  • Emendas federais cresceram 315% em termos reais desde 2014, calcula Ipea

    O volume de emendas parlamentares empenhadas no Orçamento da União passou de R$ 11,3 bilhões, em 2014, para R$ 47,1 bilhões, em 2025. Descontada a inflação, o crescimento foi de 315% em 11 anos, segundo uma série de estudos produzida por pesquisadores do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

    O empenho representa o compromisso assumido pelo governo de realizar a despesa, mas não significa que o dinheiro tenha sido efetivamente pago. As emendas permitem que deputados e senadores indiquem a destinação de parte do Orçamento federal para estados, municípios, órgãos públicos e outras entidades autorizadas.

    De acordo com o levantamento, as emendas direcionadas a políticas sociais somaram R$ 35 bilhões em 2025, com crescimento real de 282% em relação a 2014. Saúde, educação, assistência social e outras áreas concentraram aproximadamente três quartos do total empenhado.

    Saúde concentra recursos

    A expansão ganhou força depois que as emendas individuais passaram a ter execução obrigatória, por meio da Emenda Constitucional nº 86, de 2015. A mesma regra foi posteriormente estendida às emendas de bancada pela Emenda Constitucional nº 100, de 2019.

    Na saúde, um relatório publicado pelo Ipea mostra que as despesas financiadas por emendas cresceram de R$ 5,1 bilhões, em 2014, para R$ 24,8 bilhões, em 2024, em valores corrigidos. A participação desses recursos nas despesas discricionárias do Ministério da Saúde subiu de 18,6% para 45,4%.

    O estudo também registra que 91,7% das emendas destinadas à saúde em 2024 financiaram custeio, como manutenção de serviços e compra de insumos. Para os pesquisadores, a dependência de indicações parlamentares para despesas recorrentes reduz a previsibilidade e dificulta o planejamento do Sistema Único de Saúde.

    Impacto no Rio Grande do Norte

    No Rio Grande do Norte, um estudo da Consultoria de Orçamento da Câmara identificou 11 emendas da bancada potiguar no projeto do Orçamento de 2025, que somavam R$ 528,9 milhões. O valor aprovado no orçamento, porém, não equivale necessariamente ao montante empenhado ou pago.

    A relevância desse acompanhamento já havia sido destacada pelo Tribunal de Contas do Estado. Segundo levantamento do TCE-RN, 154 municípios potiguares receberam, entre 2020 e 2023, R$ 270 milhões em transferências especiais conhecidas como “emendas Pix”. Outros 13 municípios não receberam recursos dessa modalidade no período.


  • IMD seleciona estudante da UFRN para projeto de inteligência artificial

    O Instituto Metrópole Digital da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (IMD/UFRN) está com inscrições abertas para selecionar um bolsista de graduação na área de inteligência artificial. A oportunidade oferece remuneração mensal de R$ 2,5 mil, além de formação de cadastro de reserva.

    Segundo o IMD, podem concorrer estudantes da UFRN matriculados em cursos da área de Computação ou afins. As inscrições devem ser realizadas pela internet até quinta-feira, 3 de setembro, conforme as orientações do Edital nº 02/2026.

    O bolsista selecionado trabalhará como desenvolvedor de inteligência artificial no projeto INSIDE 2.0, desenvolvido pelo instituto em parceria com o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN). A iniciativa é voltada à integração, análise e visualização de dados aplicadas a investigações criminais e à fiscalização de orçamentos e políticas públicas.

    Requisitos e atividades

    O edital exige conhecimentos em aprendizado de máquina, aprendizado profundo e processamento de linguagem natural. Também são requeridas habilidades em Python e em ferramentas como PyTorch, TensorFlow, Hugging Face, scikit-learn, pandas e LangChain.

    A atuação será híbrida, no turno diurno, com carga de 30 horas semanais e duração prevista de 22 meses.

    A seleção terá três etapas. A homologação das inscrições está prevista para 4 de setembro, seguida de análise curricular, com divulgação em 8 de setembro, e entrevista por videoconferência a partir do dia 9. Para aprovação, será necessário alcançar nota mínima sete.

    O resultado final deverá ser publicado a partir de 11 de setembro na área de editais do IMD.


  • CGU mantém processos sobre R$ 48,7 milhões pagos por respiradores não entregues

    A Controladoria-Geral da União (CGU) mantém em andamento processos administrativos para apurar supostas irregularidades na compra de 300 respiradores pelo Consórcio Nordeste durante a pandemia de Covid-19. Os equipamentos, contratados por R$ 48,7 milhões e pagos antecipadamente em abril de 2020, não foram entregues.

    Em maio deste ano, a CGU reconduziu por mais 180 dias as comissões responsáveis pelos processos contra a Hempcare Pharma Representações, fornecedora contratada pelo consórcio, e a Gespar Administração de Bens.

    No processo envolvendo a Gespar, a comissão também intimou o empresário Fernando Galante Leite a apresentar defesa sobre um termo de indiciação. O edital, publicado após tentativas de comunicação por correio eletrônico e via postal, registra a possibilidade de desconsideração da personalidade jurídica da empresa. A medida não representa condenação e está sujeita ao contraditório.

    Compra foi paga antecipadamente

    O Contrato nº 005/2020 foi firmado entre o Consórcio Nordeste e a Hempcare para o fornecimento de 300 ventiladores pulmonares. Segundo o Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte, o pagamento antecipado somou R$ 48.748.572,82.

    A Bahia receberia 60 aparelhos. Cada um dos outros oito estados nordestinos, incluindo o Rio Grande do Norte, teria direito a 30 unidades. Os respiradores não foram entregues, e o contrato acabou rescindido.

    Em maio de 2025, a CGU instaurou processos de responsabilização para apurar supostas irregularidades atribuídas à Hempcare, Biogeoenergy, Gespar, Copaca Consultoria Imobiliária, Nunavut Participações, Star Soho Consultoria e duas empresas do grupo Ágil. Os procedimentos derivam de uma investigação administrativa comum, mas tramitam separadamente.

    RN destinou quase R$ 5 milhões

    O Governo do Rio Grande do Norte transferiu R$ 4.947.535,80 ao consórcio para a aquisição dos 30 equipamentos destinados ao estado. Em 2020, a Procuradoria-Geral do Estado informou que buscava ingressar como assistente na ação de ressarcimento ajuizada na Bahia.

    O caso também tramita no Tribunal de Contas da União. Em abril de 2025, o TCU acolheu as justificativas do então secretário-executivo do consórcio, Carlos Gabas, e do então gerente administrativo, Valderir Claudino de Souza. Ao mesmo tempo, determinou a abertura de tomada de contas especial exclusivamente contra a Hempcare para quantificar o prejuízo relacionado aos recursos federais sob sua competência.

    Em junho de 2026, o tribunal citou a empresa para apresentar defesa ou recolher R$ 14,1 milhões, valor atualizado e sujeito ao abatimento de quantias eventualmente ressarcidas. Esse procedimento não abrange sozinho a totalidade dos R$ 48,7 milhões pagos pelos nove estados.

    Tanto os processos da CGU quanto a tomada de contas do TCU permanecem sujeitos à apresentação de defesas e a decisões administrativas definitivas.


  • Operação contra fraudes cumpre sete mandados de prisão no RN

    A Polícia Civil cumpriu sete mandados de prisão no Rio Grande do Norte durante a Operação Fraude Zero, mobilização nacional voltada à localização de pessoas procuradas pela Justiça por processos relacionados a estelionato e outros crimes associados a fraudes. O resultado foi divulgado pela corporação nesta segunda-feira (31).

    Segundo a Polícia Civil, as diligências no território potiguar começaram em 20 de julho. A instituição informou que os sete alvos alcançados no estado eram procurados por determinação judicial, mas não detalhou os municípios onde ocorreram as prisões nem a situação processual individual de cada pessoa.

    Além dos mandados cumpridos no RN, as equipes identificaram dois alvos ligados às diligências potiguares que já estavam sob custódia em outras unidades da Federação: um no Tocantins e outro no Amapá. Ao todo, portanto, nove pessoas relacionadas ao trabalho desenvolvido no estado foram localizadas e permanecem à disposição da Justiça.

    Integração entre os estados

    De acordo com a Polícia Civil, a operação reúne forças de segurança de diferentes estados para compartilhar informações e localizar investigados ou condenados que estejam fora da unidade da Federação onde tramita o respectivo processo.

    A corporação atribui à integração nacional a possibilidade de verificar a situação dos dois alvos encontrados em presídios de outros estados. A Operação Fraude Zero tem como foco o cumprimento de decisões judiciais referentes a suspeitas ou condenações por golpes, estelionatos e crimes correlatos.

    A existência de mandado de prisão não representa, por si só, condenação definitiva. A responsabilidade penal e a situação processual de cada alvo dependem das decisões tomadas nos respectivos processos judiciais.


  • TSE julga nesta terça uso de avatar de Bolsonaro em convenção de Flávio

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve julgar nesta terça-feira (1º) uma ação contra o uso de um vídeo produzido por inteligência artificial que reproduziu a imagem e a voz do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O material foi exibido em 25 de julho, durante a convenção nacional do PL que oficializou a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência.

    Segundo o UOL, a gravação simulava um pronunciamento no qual Bolsonaro manifestava apoio ao filho. A própria peça informava ao público que a imagem e a voz haviam sido criadas com inteligência artificial.

    A representação foi apresentada pela Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV. A entidade sustenta que houve propaganda eleitoral antecipada e uso irregular de inteligência artificial para favorecer uma candidatura.

    A defesa de Flávio Bolsonaro contesta as acusações. Os advogados afirmam que o material não tentou se passar por uma gravação verdadeira, estava devidamente identificado e não continha pedido explícito de voto. Em manifestação noticiada pela CNN Brasil, a defesa também argumentou que representações artificiais evidentes não deveriam ser automaticamente classificadas como deepfake.

    O que está em discussão

    A Resolução nº 23.610 do TSE determina que conteúdos sintéticos usados em propaganda sejam identificados de maneira explícita, destacada e acessível. A mesma norma proíbe o emprego de áudio ou vídeo manipulado digitalmente para criar ou alterar imagem e voz com a finalidade de favorecer ou prejudicar candidaturas.

    O julgamento deverá esclarecer se a identificação ostensiva da tecnologia é suficiente para diferenciar um avatar ou representação artificial de um deepfake proibido. Também caberá aos ministros decidir se houve irregularidade no caso concreto e quais consequências podem ser aplicadas.

    Embora o processo envolva a disputa presidencial, o entendimento adotado pelo TSE poderá orientar a aplicação das regras em todas as Eleições Gerais de 2026. Isso inclui a propaganda de candidaturas ao Governo, Senado, Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa no Rio Grande do Norte, além da atuação do TRE-RN diante de casos semelhantes.


  • Toffoli retira da pauta análise do registro da chapa de Renan Santos

    O ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), retirou da pauta o processo de registro da chapa formada por Renan Santos e Aroldo Medina, candidatos a presidente e vice-presidente da República pelo partido Missão. A decisão interrompeu a análise que começaria nesta segunda-feira (31), no plenário virtual da Corte.

    No despacho assinado no sábado (29), Toffoli registrou que os dois candidatos informaram 18 perfis em redes sociais no dia 19 de agosto, como complemento ao pedido apresentado à Justiça Eleitoral em 7 de agosto.

    O relator afirmou haver “indícios de ilicitudes” decorrentes de possível descumprimento da Lei das Eleições e de resoluções do TSE. A retirada de pauta, porém, não representa deferimento nem indeferimento da candidatura. O despacho também não informa uma nova data para o julgamento.

    O que determina a regra eleitoral

    A Resolução 23.609 do TSE exige que candidatos declarem, no pedido de registro, os endereços de sites, blogs, redes sociais, serviços de mensagens e aplicações semelhantes que já existam.

    A Resolução 23.610 acrescenta que endereços preexistentes não incluídos inicialmente só podem ser utilizados em campanha 48 horas depois de comunicados à Justiça Eleitoral. Caberá ao TSE avaliar se o caso da chapa do Missão configura infração e quais seriam suas consequências.

    Defesa pede audiência com o relator

    O advogado Arthur Rollo, que representa Renan Santos, disse ao SBT News que solicitou uma audiência com Toffoli. Segundo ele, eventual irregularidade na indicação das redes sociais deveria ser examinada separadamente e não impedir o julgamento do registro da candidatura. Essa é a posição da defesa e ainda será apreciada pela Justiça Eleitoral.

    Para os eleitores do Rio Grande do Norte, a decisão tem alcance nacional: o TSE é responsável por julgar os registros das chapas presidenciais. Os pedidos relativos a governador, senador e deputados pelo estado tramitam separadamente no Tribunal Regional Eleitoral do RN.





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