Jesus de Ritinha de Miúdo
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Novo mercado público de Cajupiranga em Parnamirim inaugurado
O Mercado Público de Cajupiranga, em Parnamirim, já está de portas abertas e funcionando para atendimento ao público. O novo espaço comercial foi inaugurado no último sábado, com os 10 primeiros comerciantes habilitados.
Funcionando de segunda a segunda, das 7h30 às 17h, o mercado oferece uma diversidade de produtos. Entre os itens comercializados estão gêneros alimentícios como temperos, frutas, legumes, queijos e manteigas. Além disso, os visitantes podem encontrar roupas, panelas, churrasqueiras e acessórios para celular.
O Mercado Público de Cajupiranga contribui diretamente para a geração de emprego e renda de diversas famílias, fortalecendo a economia do bairro e das áreas vizinhas. A prefeitura informou que ainda há oito vagas disponíveis para novos boxes. Em breve, será aberto um novo edital de chamamento para preencher esses espaços, oferecendo mais oportunidades para os comerciantes do município.
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Mais de 50% dos municípios do Rio Grande do Norte enfrentarão desafios financeiros em 2025
A partir de janeiro de 2025, mais de 50% dos municípios do Rio Grande do Norte deverão enfrentar desafios financeiros significativos. Segundo dados da Secretaria do Tesouro Nacional sobre o índice de Capacidade de Pagamento (Capag), 93 cidades potiguares receberam nota C, indicando problemas preocupantes relacionados a endividamento, liquidez e poupança corrente.
Entre essas cidades estão Natal, Caicó, Assu, Goianinha, Ceará-Mirim, Extremoz, Guamaré, Monte Alegre, Pau dos Ferros e Tangará. Apenas 20 municípios, como Mossoró, Acari e Currais Novos, receberam nota A. Vinte e cinco municípios receberam nota B, e 29 não enviaram os dados ao Tesouro.
A Fundação Getúlio Vargas (FGV) atribui essa situação ao “baixo dinamismo econômico da região, a baixa expressão proporcional na economia brasileira e o recente crescimento baseado principalmente na transferência de recursos,” fatores que colocam os municípios do Rio Grande do Norte em uma posição fiscal vulnerável. No aspecto da liquidez, 76 municípios não possuem caixa financeiro.
Luciano Santos, presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn) e prefeito de Lagoa Nova, cujo município também recebeu nota C, ressalta que muitos municípios estão nessa situação devido a dívidas com a Previdência Social e internas, o que afeta o financiamento da administração municipal, incluindo o pagamento de salários.
Santos destaca que a PEC 66, em processo de aprovação no Congresso, pode melhorar a situação desses municípios, especialmente os que não têm receitas próprias. Ele enfatiza a necessidade de suporte financeiro dos governos estadual e federal, através de programas de assistência financeira, renegociação de dívidas e investimentos em infraestrutura para reduzir a pressão sobre as finanças municipais e incentivar o desenvolvimento local.
Para Ronaldo Rêgo, contador e coordenador da Comissão de Contas Públicas do CRC-RN, o índice Capag é um indicador que avalia a capacidade de pagamento dos entes federados, essencial para operações de crédito com garantia da União. O índice verifica três indicadores principais: endividamento, poupança corrente e índice de liquidez.
Rêgo explica que uma nota A indica boa capacidade de pagamento, B uma capacidade intermediária, C uma falta de capacidade de pagamento e D uma péssima capacidade. Municípios com problemas de liquidez são automaticamente classificados como nota C, impedindo operações de crédito com garantia da União e com o sistema bancário.
Diante desse cenário, Luciano Santos destaca que os futuros gestores municipais enfrentarão dificuldades para honrar compromissos financeiros e investir em áreas essenciais como saúde e educação básica. Ele enfatiza a importância de melhorar a classificação do Capag para garantir equilíbrio fiscal e atender às demandas da comunidade.
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Dr. Geraldo Pinho consolida liderança e avança no Progressistas
Dr. Geraldo Pinho, médico e candidato a vereador em Natal pelo partido Progressistas (PP), traz uma sólida trajetória de serviços prestados à população e um compromisso firme com a melhoria da saúde pública. Em sua carreira política, Geraldo tem se destacado por sua dedicação à causa pública e por sua postura democrática, sempre buscando entender e atender às demandas da comunidade.
Em sua primeira campanha eleitoral para vereador em 2020, Geraldo ficou como suplente. Na sequência, disputou uma vaga ao Senado em 2022 pelo partido Podemos, obtendo 10.000 votos – cerca de metade deles na capital. Essas experiências políticas consolidaram sua visão de renovação com qualidade para a Câmara Municipal de Natal.
Geraldo uniu-se ao projeto do presidente da Câmara, Eriko Jácome, no PP. Ele acredita que este projeto tem um grande potencial para eleger uma bancada significativa, fortalecendo ainda mais a representação popular na câmara.
No campo da saúde, Dr. Geraldo Pinho tem um currículo notável. Atuou nas estratégias de saúde da família em diversos municípios do RN e foi diretor médico do Hospital/Maternidade Carlindo Dantas em Jucurutu. Além disso, exerceu a função de diretor médico do Instituto de Radiologia de Natal, o maior centro de diagnóstico por imagem do estado.

Dr. Geraldo Pinho ganhou projeção em 2022 ao disputar o Senado e carregará para as urnas o reconhecimento por anos de trabalho dedicados à saúde da população. Imagem: cedida. Geraldo é conhecido por sua capacidade de escutar a população e por seu desejo de trazer soluções práticas e eficazes para os problemas enfrentados pelos natalenses. Durante uma reunião estratégica recente com seu grupo político, destacou a importância da união e do trabalho em equipe, reafirmando seu compromisso com a saúde pública.
Entre suas propostas estão a melhoria do sistema de saúde, com foco em gestão eficiente e resolutividade dos hospitais, além de transparência nas filas de cirurgias, consultas e exames. Ele também se compromete a trabalhar com emendas e apoio técnico para garantir que as verbas realmente melhorem os serviços de saúde.
Dr. Geraldo Pinho promete ser um dos prováveis novos nomes a figurar na Câmara de Vereadores de Natal a partir de 2025.
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Desânimo do eleitor reflete vazio de ideias na política
No fim das contas, a culpa é mesmo do eleitor. Afinal, é nisso que se baseia a democracia, na noção de que cada cidadão é responsável pela condução dos interesses coletivos a partir do exercício do voto.
O problema começa a ficar mais cinza quando nos defrontamos com os meios que tem o eleitor para julgar e decidir.
Não bastasse a maior parte da vida da maioria das pessoas ser consumida pelas atividades essenciais para a mera sobrevivência, há ainda um forte desestímulo institucional à participação. Campanhas de 45 dias mesmo para municípios com centenas de milhares de habitantes dão a mostra disso.
Outro fator que pesa é a falta de diferença entre os discursos dos candidatos. Vereador costuma defender interesses locais e ações pontuais – e suas bases, claro. Postulantes ao executivo se escondem atrás das assessorias e do marketing, que ao medir o gosto do eleitor promove o nivelamento no vazio. E assim, quem prestará atenção?
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A Fundação do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte
A fundação do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte – IHGRGN, aconteceu no dia 29/03/1902, numa das salas do antigo Ateneu Norte-Rio-Grandense, sua primeira sede, e onde funcionava também a Biblioteca do Estado. A fundação foi motivada pela “Questão de Grossos”, uma disputa territorial entre o Rio Grande do Norte e o Ceará. Notáveis da área política e jurídica do Estado, em busca de provas documentais sobre o pertencimento da área ao RN, foram em contato com o IHGB e o IAHGP, trazendo com eles a necessidade de criação de uma instituição de igual função ou valor.

Entre os primeiros membros do Instituto estavam Alberto de Albuquerque Maranhão, Augusto Tavares de Lyra e Eloy Castriciano de Souza. Imagem: reprodução.
No total, o Instituto teve cinco sedes. Hoje, ocupa sede própria, datada de 1906, construída em estilo neoclássico por ordem de Augusto Tavares de Lira, então governador do Estado.
O prédio ficou pronto em 1908. Porém, como o Tribunal de Justiça não encontrou sede adequada para o seu funcionamento, dividiram o espaço até 1926, quando o IHGRN passou por suas três sedes provisórias, voltando a ele apenas em 1938, ocupando-o até hoje.
Localizado na Rua da Conceição 622, Cidade Alta, o IHGRGN é de estilo neoclássico típico da Europa, segunda metade do século XIX. Tombado pelo Estado em 30/11/1984.
Fonte: Livro Institutos Históricos e Geográficos do Brasil – 1ª edição – Natal – 2019 – Offset Editora.
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Adrenalina e irmandade juntas em uma paixão
Viagens sobre duas rodas e uma segunda pele definem mais que um grupo, uma nova família movidos pelo espírito biker
por Taís Ramos e Rosinaldo Lobo
Foi no asfalto, sob o rugido dos motores e o vento cortante, que a paixão pela adrenalina de estar em cima de duas rodas levou um grupo de pessoas a formar uma comunidade que divide a mesma paixão. O moto clube é um grupo que vai além da paixão por moto, é também sobre irmandade e um estilo de vida que transcende o comum.
O primeiro moto clube do mundo foi fundado em 1903, conhecido como “Yonkers Motorcycle Club” em Nova York, quando veteranos de guerra dos Estados Unidos procuravam camaradagem e aventura após retornarem ao lar. O fenômeno cresceu ao longo dos anos, chegando a várias partes do mundo, origens e idades. No Brasil, chegaram por volta de 1927, em nosso país o primeiro grupo era conhecido como Moto Club do Brasil, no Rio de Janeiro.
Ao todo, Natal possui cerca de 300 motoclubes, alguns dos mais conhecidos são os Guardiões Negros MC e o Fúria em Duas Rodas MC, que têm em média 20 integrantes. Ambos os clubes têm dezesseis anos de existência.
Cada moto clube tem suas regras, estatutos e suas filosofias de vida, embora alguns levam como hobby e outros como sustento por meio de oficinas, lava jatos, artesanatos etc.

Missa reúne diversos moto clubes. Imagem: cedida. Carleton Rosemond, 56, conhecido como Pareia, é presidente e um dos fundadores do Guardiões Negros, sua relação com motos começou desde sua infância, é algo que vem de berço, até sua mãe tinha uma moto, mas somente em 1994 ele começou a pilotar.
Há mais de 15 anos Pareia faz viagens com o moto clube, já rodou algumas cidades do nosso estado, além de fazer uma viagem de 30 dias, passando pela Argentina e Paraguai. “Já percorri diversos estados da federação e algumas cidades do RN e o bom do motociclismo é a irmandade e o companheirismo que encontramos nas estradas, mesmo sem conhecer, parece que somos amigos há décadas, isso pra mim é o ápice de qualquer viagem”, conclui Pareia.

Imagem: cedida. Já o motociclista e tatuador Hodyson Ubiratam (HC) é o presidente do Fúria em duas rodas MC e conta de suas aventuras na comunidade e explica que é necessário haver uma comunicação sobre o trajeto que vão percorrer, para terem apoio durante o percurso.
“Fiz viagens com o grupo para Bahia e Petrolina-PE, como também várias cidades do RN, muitas vezes não podia ir com o grupo. Mas alguns componentes do clube fazem suas viagens dessa natureza, sempre comunicando aos diretores e ao presidente sua roteirização, para que tenham apoios por onde vão passar. Graças a Deus nunca passamos por situações sinistras em estradas e BRs pelo Brasil, mas procuramos fazer uma roteirização e estudos da área por onde vamos fazer o passeio”, afirma HC.

Fúria sobre duas rodas. Imagem: cedida. Os motoclubes sempre organizam eventos, sejam para sua própria comunidade ou ações sociais, como doação de sangue e ajuda a abrigos. Pareia relata que dentre esses eventos, um dos mais marcantes acontece no dia do motociclista.
“Geralmente no dia do motociclista tem inúmeras festas na cidade ou em alguma sede desses motoclubes amigo, escolhemos uma e participamos, o bom sempre é honrar nossas cores (brasão), nossa segunda pele”, comenta.
Dia nacional do motociclista
No dia 27 de julho é celebrado o Dia Nacional do Motociclista, a data ficou marcada em homenagem ao mecânico e piloto Marcus Bernardi, após seu falecimento. A homenagem comemora e honra a todos que utilizam de suas motos, seja como hobby ou apenas como meio de locomoção.
Anualmente, acontece uma missa em alusão ao dia do motociclista, no Santuário e Paróquia N.S de Fátima, no Parque das Dunas, na Zona Norte de Natal, onde todos os motoclubes da cidade são convidados. Na ocasião também acontece o tradicional café da manhã organizado por distintos motoclubes. No final da celebração, o Pe. abençoa a todos os presentes e suas motocicletas.
A missa começou como uma iniciativa de um dos integrantes dos Cavaleiros do Asfalto, mais conhecido como Lula, que por motivos de saúde está afastado. Mas há quem dê continuidade ao seu legado e faz com que a homenagem siga acontecendo ano após ano.
O padre João Maria é quem celebra a Missa, e também é apaixonado por duas rodas, adepto de bicicleta e vendo de perto o que move os motoclubes e as ações que são feitas. “Quem sabe futuramente quando eu me aposentar como padre, adquirir minha motocicleta eu possa ver a possibilidade de viajar com os irmãos motociclistas pelas as estradas da vida”, diz ele.
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Novas tecnologia auxiliam mapear florestas e transição verde
Cientistas empenhados em melhorar a tecnologia existente para criar um inventário de biodiversidade desenvolvem equipamentos inéditos durante a participação no concurso global XPrize Florestas Tropicais. Os novos equipamentos são capazes de monitorar, identificar e classificar árvores, além de atrair e capturar insetos, tudo de forma autônoma e em favor da ciência.
As soluções foram projetadas pelas equipes que chegaram à final da competição e disputam o prêmio de US$5 milhões (mais de R$25 milhões), que será pago ao primeiro colocado. Os últimos avanços tecnológicos foram apresentados durante o mês de julho no teste de validação ocorrido na Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Negro, próxima a Manaus, no estado Amazonas.
Preocupados com o impacto que uma tecnologia de uso ambiental poderia causar, a equipe norte-americana Welcome to the Jungle optou por desenvolver soluções de material biodegradável para posicionar suas plataformas capazes de coletar o material necessário para identificar espécies. Semelhante a uma teia de aranha, a estrutura se adequa a diferentes ambientes como copas de árvores, e é posicionada por meio de um drone.
Alta resolução
O grupo desenvolveu duas plataformas, uma equipada ao mesmo tempo por um sensor remoto do tipo Lider (Light Detection and Ranging), capaz de escanear em 3D e com alta definição; e por uma câmera multiespectral e de imagens térmicas mais adequada para áreas altas.
A ferramenta é capaz de classificar as espécies de árvore pela mancha da copa da árvore na imagem formada. “Não é um conceito novo, mas é um novo modelo que se baseia basicamente na morfologia e no tipo de mancha principal. Assim, podemos morfologizar a mancha para saber que tipo de distribuição ela é”, explica a especialista em DNA ambiental, Chai-Shian Kua.
A outra plataforma terrestre foi estruturada com armadilhas fotográficas, sensores bioacústicos e coleta de DNA ambiental para áreas secas e alagadas. “Nossos dados de DNA ambiental podem ser coletados de várias formas. Temos a capacidade de coletar a água, mas também de filtrar e coletar de forma isolada, por exemplo”, explica Matthew Spenko, especialista em robótica e coordenador da equipe.
Todas essas soluções foram equipadas com um aplicativo, também desenvolvido exclusivamente pela equipe, capaz de processar diferentes dados de forma automática e sequencial e reportar em pouco tempo os dados em painéis de fácil compreensão.
Monitoramento
Assim como a equipe norte-americana, o grupo hispano brasileiro Providence+ também apostou no desenvolvimento de uma tecnologia exclusiva chamada Drop (sigla de Plataforma Operacional de Floresta Tropical Profunda em inglês).
A ferramenta, similar a um disco atravessado por um eixo central, é capaz de coletar dados muito similares aos dos concorrentes, com a diferença que reúne todas as capacidades de captura em um mesmo equipamento, que pode se posicionado tanto dentro da água, quanto na copa de uma árvore.
Além de sensores de movimento, câmeras, microfones e compartimento para amostra de DNA ambiental de água ou solo, a solução também possui em sua estrutura bateria, GPS e sistema de comunicação sem fio que acessam uma inteligência artificial para identificação de espécies automatizada.
“Isso passa por identificar o que chamamos de classes de fontes acústicas, tipos de fontes que podem pertencer a uma espécie ou a rio, vento, chuva, porque o reconhecimento automático também inclui fontes não biológicas tipo física, como tormenta, chuva, ruído de motores, disparo de rifle. Há toda essa parte também que podemos falar que serve para a proteção desse terreno”, explica Michel André, que coordena a equipe.
A inteligência artificial recebeu como base de dados os estudos acústicos desenvolvidos desde 2017 pela equipe, que reúne estudiosos da Universidade da Catalunha e Pompeu Fabra de Barcelona, além da equipe de pesquisadores do Instituto Mamirauá, de Manaus.
Com esses dados, o equipamento já se tornou capaz de identificar 160 espécies por sons. “A gente criou um sistema que pode hoje muito bem assumir o papel de ser um sistema de monitoramento automatizado da biodiversidade brasileira. A gente já tem isso e já está pronto, foi implementado na unidade de conservação, no Instituto Mamirauá, e a gente está implementando em outras 20 unidades de conservação, no Brasil e fora do Brasil”, explica Emiliano Ramalho.
Insetos
Já a equipe Limelight Rainforest focou na biodiversidade de insetos. O grupo inovou nos modelos de armadilhas que foram acopladas em uma tecnologia também exclusiva desenvolvida pelo grupo norte-americano. Luzes noturnas trazem as inúmeras espécies até o ponto de captura das câmeras para que as imagens sejam finalmente analisadas por uma inteligência artificial.
“Percebemos que os insetos estão realmente ausentes nos dados e são um dos organismos mais biodiversos do planeta. São um alimento importante, são importantes em todos os aspectos do ecossistema. Portanto, uma das grandes partes que estamos tentando avançar é realmente construir esses bancos de dados e começar a entender quais insetos estão aqui”, explica Julie Allen, especialista em bioinformática.
O equipamento é uma plataforma de amostragem guiada por drone e que permite a coleta de informações e também de espécies para análise e sequenciamento de DNA nos laboratórios compactos.
“Estamos medindo várias formas diferentes de coletar dados, então temos dados acústicos, coletaremos sons de pássaros, sons de morcegos, outros sons, coletaremos eDNA, DNA ambiental da água, do ar e de superfícies, e também coletaremos os próprios insetos”, conta o coordenador do grupo Guillaume Charone.
Aplicabilidade
De acordo com o secretário de Economia Verde do Ministério Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Rodrigo Rollemberg, o desenvolvimento desse tipo de inovação pode favorecer a liderança brasileira na transição para uma economia verde. Por essa razão, o governo federal tem incentivado iniciativas como a realização da final do XPrize Florestas Tropicais na Amazônia.
Para o secretário, tecnologias como as que estão sendo desenvolvidas pelas equipes competidoras poderão favorecer as cadeias produtivas da biodiversidade amazônica, além de consolidar os conhecimentos tradicionais por meio da ciência e viabilizar soluções para problemas enfrentados pelas comunidades tradicionais e os povos originários da região.
“A monilíase é uma doença do cacaueiro e do cupuaçuzeiro e o corte da árvore é necessário para enfrentar a praga. Mas, muitas vezes, as pessoas escondem a existência da planta doente com medo de perdê-la. Drones ligados à inteligência artificial com algorítmo que identifique a monilíase, permitiam, por exemplo a atuação da defesa sanitária”, diz.
Para reunir as inovações ao conhecimento, o MDIC pretende aproximar as pesquisas desenvolvidas pelo Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA), em Manaus, às soluções tecnológicas que resultarem do concurso.
“Esse é o primeiro passo de uma parceria para que essas tecnologias possam se aproveitadas, possam ser disponibilizadas, possam ser reforçadas pelas instituições e pelas comunidades locais”, reforçou Rollemberg.
Fonte: Agência Brasil
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Banda Feras: ícone do estilo baile no RN
Natural da cidade de Parelhas, no interior do RN, a Banda Feras é conhecido por seu trabalho na área de baile – a única no Brasil a possuir esse estilo. O vocalista Canindé Moreno, 54 anos, é um dos integrantes mais antigos da banda, segundo ele a banda tem mais de 45 anos, sendo a mais antiga do estado.
Com seu estilo que vai de ritmos dos anos 60 a músicas atuais, entre axé, forró e até mesmo músicas do Pará, os shows contam sempre com a casa cheia, recebendo um público de todas as idades, mas, seus maiores fãs são pessoas da faixa dos 40 a 50 anos de idade.
Em seus shows, a banda Feras faz com que o público viaje no tempo e sintam-se em lugares especiais. A sensação é provocada pelo repertório voltado para o Rock pop, principalmente àqueles que fizeram grandes sucessos nas décadas de 60 e 80.
Andreza Dantas, 47, participou de um dos shows da banda, que aconteceu na última sexta-feira (26), na festa da Padroeira de Santana, na zona norte de Natal. Andreza, que é conterrânea de Parelhas, revelou que revelou que se sentiu de volta às suas origens.
“Fazia tempo que não curtia um show tão eletrizante como este, pra mim foi uma alegria enorme em senti as bênçãos de Santana e poder saborear o gostinho do Seridó aqui perto da minha casa, já que moro próximo da paróquia”. afirma.
Embora a banda tenha seu estilo único e eclético, também conquista o público através de sua simpatia e carinho, esse é um dos diferenciais da banda, que por onde passa encanta ainda mais o coração de seus fãs.
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Operação Lei seca em Caicó prende três por embriaguez ao volante
O Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE), por meio da Seção Lei Seca, realizou na noite deste sábado (27) uma operação em Caicó, resultando na prisão de três homens por dirigirem em estado de embriaguez. Os indivíduos, com idades de 35, 39 e 42 anos, foram encaminhados à delegacia de polícia.
Além das prisões, 13 notificações foram emitidas por infrações ao Código de Trânsito Brasileiro. As fiscalizações, realizadas de quinta-feira (25) a sábado (27), culminaram em 47 condutores notificados e 9 presos em flagrante.
Durante o período da operação, não houve registro de acidentes de trânsito com vítimas decorrentes de condutores alcoolizados.



