• Comida de rua: diversidade de sabores

    Quando pensamos em comida de rua, logo nos vem à mente imagens de barracas coloridas, aromas tentadores e uma variedade de pratos deliciosos. Ela é uma verdadeira explosão de sabores, capaz de satisfazer os paladares mais exigentes e proporcionar uma experiência gastronômica única, seja boa ou ruim.

    Uma de suas grandes vantagens é a sua diversidade. Em qualquer bairro da cidade, é possível encontrar desde os tradicionais hotdogs e hambúrgueres até pratos típicos da culinária local.

    Ao caminhar pelas ruas de Natal, é possível se deparar com vendedores de pastéis, churros, espetinho e tantas outras opções. Essa variedade reflete não apenas a diversidade cultural, mas também a criatividade dos vendedores, que estão constantemente inovando e criando novos pratos para atrair os clientes.

    Diante de tantas opções, é impossível não se render aos seus encantos. Seja para um lanche rápido no intervalo do trabalho, um jantar descontraído com os amigos, ou até mesmo altas horas da noite pós balada, a comida de rua sempre nos surpreende e nos conquista com sua autenticidade e sabor (e com lugares abertos altas horas da madrugada). Temos no bairro de Petrópolis algumas lanchonetes pioneiras que ficam ali na praça cívica. O Passaporte, há mais de 40 anos alimentando os perdidos na noite. O Tanaka, com seus famosos baurus gigantes.

    Apreciemos a comida de rua, pois ela é surpreendente!


  • O Retorno de um Clássico

    Nos bastidores da cena gastronômica de Natal, um rumor está gerando grande entusiasmo: a Galeteria DuChiquinho, um verdadeiro ícone da gastronomia local, pode estar prestes a reabrir suas portas. Fechada desde os anos 2000, a galeteria deixou uma marca indestrutível na memória dos natalenses, que ainda recordam com carinho os deliciosos frangos assados e o ambiente acolhedor.

    Inaugurada em 1976, a Galeteria DuChiquinho rapidamente se tornou um ponto de encontro popular para famílias, amigos e até celebridades. A combinação de frangos assados suculentos, uma receita secreta bem guardada e um ambiente descontraído fez do restaurante um local especial para todos que o frequentavam.

    “Meus pais eram muito amigos do proprietário e frequentávamos regularmente a galeteria durante minha infância e adolescência. Ainda lembro na parada obrigatória durante várias edições do Carnatal. Em respeito a memória do fundador, conversamos com a família antes de colocar o projeto pra frente”, conta Thiago Haddad, um dos sócios da galeteria.

    Agora, depois de mais de 20 anos, há sinais de que os aromas e sabores que marcaram época estão voltando. Embora os detalhes ainda não tenham sido divulgados, os proprietários contam que a galeteria está sendo preparada para uma grande reabertura.

    Até o momento, nenhuma data exata foi divulgada. No entanto, rumores sugerem que a reabertura pode acontecer ainda este ano, trazendo de volta um pedaço importante da história gastronômica de Natal.

    Você está ansioso para ver a Galeteria DuChiquinho de volta? O que você mais sente falta do restaurante? Enquanto aguardamos mais informações, a expectativa e a nostalgia por reviver esses momentos especiais continuam a crescer. Fique atento às novidades e prepare-se para, em breve, saborear novamente o frango assado que conquistou tantos corações.


  • Quase lá

    Ocupando a 14ª posição, com 19 pontos, o ABC enfrenta o Caxias neste domingo (18), no Estádio Centenário, em Caxias do Sul-RS. O ABC precisa retornar a Natal com pelo menos um ponto na bagagem.

    Com o rebaixamento confirmado do São José-RS e a situação quase irreversível do Ferroviário-CE, restam duas vagas para a Série D de 2025.
    Restando duas rodadas para o término da primeira fase da Série C, o ABC luta contra a Aparecidense (16 pontos), Sampaio Corrêa (16 pontos), Caxias (18 pontos), Confiança (19), Floresta (19) e CSA (19 pontos). Duas dessas equipes serão rebaixadas à Série D.

    A tendência é que o Sampaio Corrêa e Aparecidense fiquem com as últimas vagas do rebaixamento.
    O que preocupa o torcedor Alvinegro é o baixo poder ofensivo da equipe, que marcou apenas 15 gols em 17 partidas e o desempenho da nos jogos realizados no Frasqueirão.

    Com aproveitamento de 37,25%, o ABC terá que alcançar 50% de aproveitamento nas partidas contra o Caxias (fora) e Aparecidense (casa).
    É possível escapar do rebaixamento com 21 pontos, mas aí passaria a depender de outros resultados.
    Mesmo que fique dependendo apenas de uma vitória na última rodada, a torcida continuará apreensiva, pois o aproveitamento nos jogos realizados no Estádio Frasqueirão é de apenas 33,3%.

    Em oito jogos em casa, o ABC somou apenas oito pontos. São duas vitórias (Floresta e Remo), dois empates (São Bernardo e São José) e quatro derrotas (Náutico, Londrina, Volta Redonda e CSA).

    Erros no planejamento no futebol levaram o ABC a brigar até as últimas rodadas para permanecer numa competição de tão baixo nível técnico como foi a Série C de 2024.

    Diante da fragilidade dos adversários que lutam contra o rebaixamento e com os confrontos dessas equipes, podemos afirmar que o ABC está quase confirmado na Série C de 2025.


  • O Brasil refém das “cismas” de Alexandre de Moraes, o novo “herói” da democracia

    Mensagens vazadas revelam que Alexandre de Moraes tem “mania” por críticos de sua atuação no STF e que não se constrange ao usar
das prerrogativas do cargo de ministro para perseguir adversários; “ele está com tempo para ficar procurando”, disse seu assessor

    Triste do país que precisa escolher entre Bolsonaro e Alexandre de Moraes. Fugindo a esta dupla chantagem, é preciso pôr as coisas em seu lugar e ter perspectiva histórica. Os crimes que são imputados a Jair Bolsonaro e muitos de seus aliados foram exaustivamente divulgados pela imprensa, que assim cumpriu seu papel de fiscalizar o poder a serviço do cidadão.

    O que surge com ainda maior clareza diante de nós, agora, é a outra face da moeda. O vazamento das conversas entre assessores diretos do ministro do STF Alexandre de Moraes revelam que a democracia é atacada pelos dois flancos: o do bolsonarismo e o de seus opositores.

    Foto: Marcelo Camargo/EBC

    A pretexto da defesa da democracia, Alexandre de Moraes tem sido investido de poderes cada vez mais incompatíveis com um regime democrático. Investigações direcionadas e predileção por determinados alvos. Penas e sanções desproporcionais. Censura e boicote à renda de veículos da imprensa e ativistas da comunicação. Ah, mas são bolsonaristas, golpistas, dirão. O fato é que – se quisermos realmente preservar a democracia – precisamos aceitar que a lei vale para todos, até mesmo para aqueles com quem somos incapazes de ao menos conversar.

    Bolsonarista ou não, o livre exercício da opinião e do direito à crítica é indispensável para uma democracia de fato. E é a democracia real que, pelas mãos dos que dizem defendê-la, está ameaçada. Alexandre de Moraes é o principal exemplo desta escalada autoritária, como veremos.

    Do combate às fake news à censura, a saga de Xandão

    No caso de Alexandre de Moraes, muito tem se falado sobre o respeito (ou a falta dele) aos ritos legais que deveriam reger a ação da Justiça. Embora seja um tema importante e revelador do que acontece em nosso país, nem de longe é o fato mais importante revelado pelo vazamento das mensagens entre assessores do ministro do STF, nas quais orquestram a produção de provas contra agentes bolsonaristas.

    O teor das conversas torna patente que a ação de Alexandre de Moraes tem sido politicamente orientada a determinados fins. Tais fins podem até incluir, em certos momentos, a preservação das instituições democráticas. Mas – no mar sem fim dos poderes atribuídos a Moraes – abriram-se também as portas para a censura e a perseguição política.

    O inquérito das fake news, instaurado de ofício em março de 2019 pelo então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, foi criado para investigar “notícias fraudulentas, denunciações caluniosas, ameaças e infrações” contra a Corte. Relatado pelo ministro Alexandre de Moraes, o inquérito se tornou um verdadeiro vale-tudo, do qual emanam os poderes extraordinários que hoje se concentram nas mãos de Moraes.

    Desde o início, o inquérito não seguiu os trâmites habituais: Alexandre de Moraes foi designado relator sem passar por sorteio, o que gerou críticas por parte de juristas e parlamentares. Sob sua condução, várias figuras públicas e influenciadores ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro foram alvo de investigações e medidas restritivas. Muitas vezes com punições desproporcionais e sem respeitar o devido direito de defesa.

    Entre os investigados estão o blogueiro Paulo Figueiredo Filho e o comentarista Rodrigo Constantino, cujas publicações nas redes sociais, criticando a atuação da Justiça durante as eleições de 2022, serviram de base para Moraes determinar a quebra de sigilo bancário, o bloqueio de perfis na internet e o cancelamento dos passaportes de ambos.

    Apesar de o processo tramitar em sigilo, o principal alvo do inquérito é o ex-presidente Jair Bolsonaro, incluído na investigação em agosto de 2021 após uma transmissão ao vivo em que atacou o sistema eleitoral e as urnas eletrônicas. Antes disso, em fevereiro do mesmo ano, o então deputado federal Daniel Silveira foi preso em flagrante após divulgar um vídeo com insultos e ameaças aos ministros do STF.

    Em maio de 2020, Moraes ordenou uma grande operação que incluiu 29 mandados de busca e apreensão contra blogueiros, ativistas e empresários, como Allan dos Santos, Sara Winter, Luciano Hang e Roberto Jefferson. A ação visava desarticular o chamado “gabinete do ódio”, supostamente criado para disseminar fake news e promover ataques contra as instituições democráticas.

    Mais recentemente, o Partido da Causa Operária (PCO) também se tornou alvo de decisões de Moraes. Em junho de 2022, o ministro ordenou o bloqueio dos perfis do partido em diversas redes sociais após publicações que defendiam a dissolução do STF e chamavam Moares de “skinhead de toga” com “sanha por ditadura”.

    Foto: Marcelo Camargo/EBC

    O gabinete de Moraes justificou que as solicitações de informações ao TSE eram práticas normais dentro do escopo de investigações existentes, e o próprio ministro afirmou que todos os procedimentos respeitaram a integridade legal. O caso, no entanto, reacendeu debates sobre a atuação de Moraes como relator dos processos sobre fake news, milícias digitais e os atos de 8 de janeiro de 2023.

    Desde que assumiu o posto no STF, Moraes acumulou poderes significativos como relator de investigações que se originaram do inquérito das fake news – hoje já são várias investigações sob o mesmo arcabouço. Todas elas nas mãos de um único homem, Alexandre de Moraes.

    “Quando ele cisma é uma tragédia”

    As conversas entre o juiz instrutor Airton Vieira (principal assessor de Alexandre de Moraes no STF) e Eduardo Tagliaferro (então chefe da Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação do TSE) contém trechos onde os próprios envolvidos declaram o receio de que os pedidos informais pudessem vir a público. “Formalmente, se alguém for questionar, vai ficar uma coisa muito descarada”, afirmou Vieira. Ele ressaltou que, caso essa atuação fosse exposta, “ficaria chato”. Eles sabiam que faziam algo errado.

    De acordo com as mensagens, o setor de combate à desinformação do TSE, durante a presidência de Moraes, foi transformado em um braço investigativo do gabinete do ministro no STF. Vieira e Tagliaferro trocavam frequentemente solicitações e relatórios para embasar medidas judiciais, como bloqueio de contas em redes sociais e multas, muitas vezes relacionadas a publicações críticas à lisura do processo eleitoral ou apenas críticas diretas a Alexandre de Moraes.
    As conversas costumavam ocorrer pela madrugada.

    Em um dos áudios, Vieira sugere que, para evitar exposições, os relatórios passassem a ser formalmente atribuídos ao TSE, com o timbre do tribunal e sob o comando de um juiz auxiliar do TSE. “Para todos os fins, fica de ordem dele, do dr. Marco [Antônio Martins Vargas, juiz auxiliar de Moraes no TSE], que ele manda enviar pra gente [no STF] e aí tudo bem”, comentou Vieira.

    O receio expresso nas mensagens também se refletiu na tentativa de ocultar a origem dos relatórios. Vieira sugeriu a alteração do timbre nos documentos de “Supremo Tribunal Federal” para “Tribunal Superior Eleitoral”, o que teria sido debatido com Cristina Yukiko Kusahara Gomes, chefe de gabinete de Moraes no STF.

    Em nota, após a publicação das reportagens, o gabinete de Moraes afirmou que “todos os procedimentos foram oficiais, regulares e estão devidamente documentados nos inquéritos e investigações em curso no STF, com integral participação da Procuradoria-Geral da República”. Tagliaferro, por sua vez, declarou que cumpria todas as ordens recebidas e não se recorda de ter cometido qualquer ilegalidade.

    Os áudios expõem a linha tênue entre as funções do STF e do TSE e levantam dúvidas sobre a legalidade e transparência na condução de inquéritos que têm como alvo figuras públicas e aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro. O episódio expõe o delicado equilíbrio entre o combate à desinformação e a preservação de garantias constitucionais.


  • Mobilização de Genivan Vale ficou devendo

    Na descida do Alto de São Manoel, tradicional point político de Mossoró, na noite de ontem, 16, a candidatura a prefeito do ex-vereador Genivan Vale (PL) ficou devendo. Com uma participação aquém do esperado, o estrondo que o Partido Liberal (PL) queria causar não chegou nem arranhar o ápice estelar que se pretendia.

    O comício, aliás, foi um puro comício de Bolsonaro, e não do candidato à prefeitura que será votado nas urnas. Quase nada se ouviu e viu de Vale, seu próprio jingle foi pouco tocado nos paredões de som.

    Outro fato que não passou despercebido, dada a expressiva notoriedade, foi a falta de veículos adesivados com a logo de Vale. Se contava os carros e motos com adesivos do candidato a prefeito.

    Genivan dificilmente desceria a Avenida Presidente Dutra, via que corta o Alto de São Manoel e uma das mais importantes da cidade, se não fosse a presença do ex-presidente Bolsonaro, e mesmo com ele, a mobilização ficou a desejar.

    Ficou visível que Vale terá uma dura eleição pela frente, como atestam as pesquisas que lhe dão menos de dois dígitos nas intenções de votos.


  • Associação Agapto vem há quase 20 anos formando atletas

    A Associação Agapto foi fundada em 2005 pelo professor Canindé Agapto, idealizador da associação juntamente com sua sua filha Pâmela Thays, a sede está situada na rua João Carlos, no centro da cidade de Tangará, no Agreste potiguar.

    A associação atende em média 80 crianças, de 4 à 17 anos, através do projeto social “Disciplina e cidadania: descobrindo talentos”, aprovado em 2022, pela Lei de Incentivo RN+, com o apoio da Paulo Moto Peças e do deputado estadual Ubaldo Fernandes (PSDB), os principais apoiadores do projeto.

    A associação já colhe os frutos do projeto social, participando de competições escolares, estaduais, regionais e nacionais.

    Neste ano, a equipe conseguiu 4 medalhas, uma de 2º lugar e 3 de 3º lugar, na etapa classificatória do Campeonato Brasileiro de Karatê. Os atletas estão classificados para a etapa final do campeonato, que acontecerá em Recife, durante os dias 12 e 17 de novembro.

    No ano de 2010 a professora Pâmela Thays fez parte da Seleção Brasileira de Karatê, participando de diversas competições nacionais e internacionais, conquistando o vice-campeonato brasileiro, sendo 4 vezes 3º lugar na etapa final do Campeonato Brasileiro de Karatê, 3º lugar no Sul-Americano, na Venezuela, 3º lugar no Open Curação, em Curação, campeã brasileira escolar em 2013 e 2014, e 3 vezes campeã dos Jogos Universitários Brasileiros.


  • Projeto Sementes do Amanhã desenvolve trabalho de relevo social

    O Projeto Sementes do Amanhã (PSA) é um projeto esportivo que visa a iniciação e desenvolvimento no futebol de crianças e adolescentes da rede pública de ensino no povoado de Massaranduba, distrito rural de Ceará Mirim, na Grande Natal, tendo como objetivo proporcionar a esses jovens a prática de uma atividade esportiva, aprimorando o desenvolvimento motor, físico e emocional, na construção de valores ético e moral.

    O PSA busca a revelação de talentos esportivos, a integração na sociedade, a garantia de direitos, a transformação da realidade econômica, cultural e de cidadania dos jovens.


    Iran Oliveira, coordenador do projeto, fala sobre a proposta do Sementes do Amanhã, “nosso projeto é desenvolvido no campo de Massaranduba, no contraturno escolar, podendo se estender a outros espaços, como ginásio de esportes ou quadra esportiva, conforme condições climáticas. O PSA beneficia 120 crianças e adolescentes, com faixa etária de 5 à 18 anos.”

    O Projeto Sementes do Amanhã foi fundado em 14 de agosto de 2020, é uma instituição com utilidade pública municipal que tem o intuito de promover, através do esporte, a sociabilização de crianças e adolescentes, interferindo de forma direta no combate às drogas e evasão escolar, bem como dar orientação a essas crianças e adolescentes em sua formação cidadã.

    Iran fala sobre a atuação do PSA, “após observações, constatamos que o município não oferece na região de Massaranduba treinamento esportivo voltado ao futebol de forma gratuita. É notório que projetos que oferecem essa prática, possibilitam aos jovens um futuro melhor, não somente pela profissão, mais também pela formação humana, pois desenvolve valores para vida, tais como trabalho em equipe, respeito e responsabilidade.”

    A criação do PSA se justifica pela importância da prática esportiva como opção de lazer e prática de atividade física, alternativa aos riscos e vulnerabilidades sociais, tempo ocioso e a evasão escolar.

    Para conhecer mais sobre o Sementes do Amanhã, siga a rede social do projeto: https://www.instagram.com/psementesdoamanha/.


  • Mili Oliveira e banda LUMA

    Mili Oliveira é uma cantora e compositora potiguar que sempre quis mostrar sua música. Residindo em Extremoz, município da Grande Natal, em meados de 2018 funda o projeto autoral, Banda LUMA, uma proposta que mistura Indie, Pop e Rock, com elementos fortes da Música Popular Brasileira (MPB).

    Em 2021 a banda entra em estúdio para gravar o 1º álbum. No mesmo ano lança os singles “Um café pra nós” e “Menina da calçada”.

    Em março de 2022 lança “Sejamos então” e “Em todo lugar”. Em 2023 lança “Eu vejo hipocrisia”, em meados deste ano lança outra música, e o clipe, de “Migalhas”. Em outubro próximo será lançado o 1º álbum do projeto LUMA, que já ganhou vários prêmios dentro e fora de Extremoz. As músicas da LUMA estão disponíveis nas principais plataformas digitais.

    Siga a banda em suas redes sociais:

    • https://www.instagram.com/lumarnbr/
    • https://www.youtube.com/@lumarnbr

  • Zé Figueiredo lidera disputa pela prefeitura de São José de Mipibu

    A pesquisa Ranking/O Potengi quis saber dos eleitores de São José de Mipibu em quem pretendem votar para prefeito no dia 6 de outubro.

    No cenário estimulado a pesquisa revela que o prefeito Zé Figueiredo lidera as intenções de voto com 45,8% da preferência dos eleitorado. Segundo colocado, Severino Rodrigues soma 36,2%. Brancos, nulos e indecisos são 2,2%; já os que declararam não saber ou não responderam são 15,8%.

    O cenário da pesquisa estimulada é aquele no qual são apresentados ao eleitor os nomes dos candidatos.

    Sobre a pesquisa

    A pesquisa Ranking/O Potengi ouviu 500 eleitores com 16 anos ou mais, nos dias 7 e 8 de agosto de 2024, em todas as regiões do município de São José de Mipibu. A amostra a nível municipal tem uma margem de erro de 4,3% para um intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número RN-06905/2024 e foi encomendada à Ranking Brasil Inteligência pela Potengi Comunicação LTDA.


  • Espontânea: Zé Figueiredo lidera disputa pela prefeitura de São José de Mipibu

    A pesquisa Ranking/O Potengi quis saber dos eleitores de São José de Mipibu em quem pretendem votar para prefeito no dia 6 de outubro.

    No cenário espontâneo – quando não são apresentados os nomes dos candidatos – 36,6% dos entrevistados declararam a intenção de votar em Zé Figueiredo, enquanto Severino Rodrigues contabilizou 32,8%. Outros nomes que não concorrem nesta eleição foram citados por 1,4% dos eleitores.

    25% disseram não saber ou não responderam. Brancos, nulos e indecisos são 4,2%.

    Sobre a pesquisa

    A pesquisa Ranking/O Potengi ouviu 500 eleitores com 16 anos ou mais, nos dias 7 e 8 de agosto de 2024, em todas as regiões do município de São José de Mipibu. A amostra a nível municipal tem uma margem de erro de 4,3% para um intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número RN-06905/2024 e foi encomendada à Ranking Brasil Inteligência pela Potengi Comunicação LTDA.





Jesus de Ritinha de Miúdo