“Sigo sendo o presidente da Venezuela”, diz Maduro em tribunal, além de se declarar prisioneiro de guerra



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“Sigo sendo o presidente da Venezuela”, diz Maduro em tribunal, além de se declarar prisioneiro de guerra





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O ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro declarou-se inocente nesta segunda-feira (18) das acusações de narcoterrorismo apresentadas pela Justiça dos Estados Unidos e afirmou que ainda é o mandatário da Venezuela. “Sigo sendo o presidente de meu país”, disse.

Maduro, de 63 anos, falou diante de um tribunal federal em Nova York, onde responde por quatro acusações criminais, incluindo conspiração para importar cocaína, narcoterrorismo e posse de armas de uso restrito. A detenção causou forte repercussão internacional e gerou incertezas políticas em Caracas.

Diante do cenário todo, Maduro se considera um prisioneiro: “sou o presidente da Venezuela e me considero um prisioneiro de guerra. Fui capturado dentro de minha casa em Caracas”. Sua esposa, Cilia Flores, também negou as acusações e declarou confiança na absolvição do marido.

A próxima audiência de Maduro está marcada para 17 de março. As projeções é de que o julgamento devem durar em torno de um ano.




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