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A Polícia Federal prendeu em flagrante uma mulher suspeita de usar documentos falsos para transferir o título de eleitor. Uma adolescente que tentava emitir o primeiro título de eleitor também com documentos falsos foi apreendida.

O caso aconteceu no cartório eleitoral de Extremoz, na Grande Natal, na manhã desta quarta (7). cometimento de crime eleitoral.

De acordo com a Polícia Federal, as duas mulheres compareceram ao cartório eleitoral de Extremoz com o objetivo de realizar alistamento eleitoral. Uma delas buscava a inscrição inicial, enquanto a outra solicitava a transferência do título. No entanto, o servidor da Justiça Eleitoral identificou que os documentos apresentados pelas suspeitas eram falsificados e acionou a PF.

A menor de idade foi encaminhada à Polícia Civil para as providências cabíveis, e a outra, levada à sede da Superintendência Regional para os procedimentos de prisão em flagrante.

De acordo com o Artigo 289 do Código Eleitoral Brasileiro, a conduta de inscrever-se fraudulentamente como eleitor é punida com reclusão de até cinco anos e o pagamento de cinco a quinze dias-multa.

O Potengi

Portal de notícias e conteúdos do Rio Grande do Norte



Mulher é presa na Grande Natal suspeita de usar documento falso para transferir título de eleitor



A Polícia Federal prendeu em flagrante uma mulher suspeita de usar documentos falsos para transferir o título de eleitor. Uma adolescente que tentava emitir o primeiro título de eleitor também com documentos falsos foi apreendida.

O caso aconteceu no cartório eleitoral de Extremoz, na Grande Natal, na manhã desta quarta (7). cometimento de crime eleitoral.

De acordo com a Polícia Federal, as duas mulheres compareceram ao cartório eleitoral de Extremoz com o objetivo de realizar alistamento eleitoral. Uma delas buscava a inscrição inicial, enquanto a outra solicitava a transferência do título. No entanto, o servidor da Justiça Eleitoral identificou que os documentos apresentados pelas suspeitas eram falsificados e acionou a PF.

A menor de idade foi encaminhada à Polícia Civil para as providências cabíveis, e a outra, levada à sede da Superintendência Regional para os procedimentos de prisão em flagrante.

De acordo com o Artigo 289 do Código Eleitoral Brasileiro, a conduta de inscrever-se fraudulentamente como eleitor é punida com reclusão de até cinco anos e o pagamento de cinco a quinze dias-multa.


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