Jesus de Ritinha de Miúdo
-
Obra do desvio da BR-304 está 50% concluída, diz DNIT
Desde o dia 3 de abril, as obras do desvio da ponte da BR-304, próxima ao município de Lajes, estão em andamento, ms devido a forte chuvas, o trabalho foi afetado causando o adiamento do prazo. Segundo o Departamento de Infraestrutura de Transportes (DNIT), as obras atingiram 50% de conclusão, conforme comunicado emitido na quinta-feira (25).
Inicialmente, a governadora Fátima Bezerra anunciou que a obra, sob responsabilidade do DNIT, seria concluída em 15 dias. Contudo, devido às condições climáticas adversas, especialmente as intensas chuvas, esse prazo não foi cumprido. Uma nova estimativa para a segunda quinzena de abril foi estabelecida, a previsão agora é para a primeira quinzena de maio.
O DNIT informou que o desvio terá 500 metros de extensão e uma largura de 10,5 metros, incluindo dois acostamentos de 1,5 metro cada, com pavimentação de Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ). A pista temporária está planejada para ser integrada posteriormente ao canteiro de obras para a construção da nova ponte.
Atualmente, o anteprojeto para a contratação emergencial da empresa responsável pela construção da nova ponte está em análise pela equipe técnica do DNIT. Após a aprovação do anteprojeto, será iniciado o processo de contratação da empresa especializada. Vale ressaltar que a nova estrutura terá configurações diferentes da travessia anterior, visando aumentar a capacidade de vazão na área e mitigar o risco de sinistros, como destacado na nota do DNIT.
A ponte da BR-304, próxima a Lajes, desabou no final de março devido às intensas chuvas na região. Como alternativa para os motoristas que precisam se deslocar entre Natal e Mossoró, foram estabelecidos desvios que aumentam a distância percorrida.
Recentemente, foi divulgada a existência de um desvio construído em uma propriedade privada nas proximidades da ponte. Este local não está sujeito a fiscalizações, e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) não tem jurisdição sobre ele. O trajeto pelo desvio, desde o início até o retorno à rodovia federal, leva aproximadamente 11 minutos. Conforme relatos de motoristas, o valor cobrado pelo uso do desvio através da propriedade privada varia entre R$ 20 e R$ 30.
Confira os desvios indicados pelo DNIT para quem realiza o trajeto entre Natal e Mossoró:
Sentido Natal – Mossoró
Rota 1: BR-226/RN, seguindo por Currais Novos e Jucurutu (via Florânia), até Triunfo Potiguar, pela RN-233 até Açu, acessando A BR-304, em direção a Mossoró;
Rota 2: BR-406/RN até Macau, seguindo pela RN-118, acessando a BR-304/RN (acesso no km 118, após o ponto de interdição), em direção a Mossoró.
Sentido Mossoró – Natal
Rota 3: Saindo pela BR-304/RN e acessando a RN- 118 (acesso a Ipanguaçu), no sentido Macau ingressar na BR-406/RN, em direção à capital Natal;
Rota 4: BR-304/RN, acessar RN-118 (acesso a São Rafael), via Jucurutu para BR-226/RN;
Rota 5: Sair pela BR-110/RN e pegar a BR-226/RN até Natal;
Rota 6: Santana dos Matos saída única via Jucurutu na BR-226/RN.
-
Sindilojas do RN informa o funcionamento do comércio no feriado do Dia do Trabalhador
O Sindicato do Comércio Varejista no Estado do RN (Sindilojas RN), informa o horário do funcionamento do comércio no feriado do 1º de Maio, Dia do Trabalhador. Na quarta-feira (01/05), o comércio de rua estará fechado na capital potiguar. Os shoppings terão horários especiais de funcionamento, conforme especificado abaixo.
Importante ressaltar, que conforme convenções coletivas de trabalho (CCT), no feriado do Dia do Trabalhador, as empresas do comércio varejista só poderão funcionar autorizadas através do Termo de Adesão do Sindicato do Comércio Varejista no Estado do RN (Sindilojas RN).
Confira os horários:
Shoppings
Midway Mall• Lojas e quiosques: fechados
• Alimentação e lazer: 11h às 21hCidade Jardim
• Lojas e quiosques: fechados
• Alimentação: a partir das 11hNatal Shopping
• Alimentação e lazer: facultativo (das 11h às 22h/ Alpendre: 14h à 23h)
• Quiosques de alimentação: fechado
• Âncoras e Megalojas: fechado
• Demais lojas e quiosques: fechado
• Academia Bodytech:08 às 18h
• Cinema: conforme programaçãoCidade Verde
• Lojas diversas: fechadas;
• Alimentação e lazer: facultativo
• Clínicas fechadas.Partage Norte Shopping
• Lojas e quiosques – Fechados
• Alimentação das 11h às 22h
• Academia – fechada
• Hipermercado – Fechado
• Cinema – Conforme programaçãoPraia Shopping
• Praça de Alimentação (facultativo): a partir das 11h
• Lojas: fechadas
• Moviecom conforme programaçãoComércio de rua
Alecrim
FechadoCidade Alta
FechadoZona Norte
Fechado
Bancos:
Fechados
-
A história de superação que fez de Ana Arcanjo exemplo para muitos
Vivendo nas ruas com a incerteza da sobrevivência, tendo como companhia a fome, o frio, a saudade de casa e o peso do que a levou até ali. A dependência das drogas chegou de maneira rápida e quase letal na vida de Ana Arcanjo, 29 anos. O consumo de maconha e cocaína, como refúgio da sua inocência roubada, abriu as portas para que experimentasse outras drogas. De forma rápida, a pedra pequena e poderosa mostrou à jovem seus dois lados da moeda: o prazer e a devastação.
Os nove anos nos quais sofreu abuso sexual, por seu próprio pai adotivo, fizeram com que algo morresse dentro de Ana. Os abusos tiveram início quando ela ainda estava com seis anos de idade. A falta de esperança e o medo de que o pesadelo não tivesse fim levaram a jovem ao mundo da dependência química.
17 anos, grávida e imersa no vício, Ana teve que fazer uma escolha. Durante a gestação conseguiu ficar limpa e deu à luz uma menina saudável. Mas os dias longe do crack não duraram muito. Aos 18 anos foi expulsa de casa – já havia vendido todos os objetos que existiam em seu quarto, tudo para alimentar a dependência.

Abandonada à própria sorte, passou a morar em uma comunidade comandada pelo tráfico de drogas. A luta pela sobrevivência era constante, passou a trabalhar com reciclagem – catando latinhas -, e diariamente batia de porta em porta para pedir um prato de refeição. O crack, que foi seu companheiro durante quase uma década, era sustentado pelos “corres” que fazia para os traficantes, ou em último caso, recorria à prostituição.
Aceitando a fatalidade que seria terminar sua vida naquela situação, Ana foi vivendo um dia após o outro. “Não tinha esperanças de sair daquela vida, mas sempre orava. Eu ainda tinha fé, uma bem pequenina”, contou. Ela só não imaginava que o rumo da sua vida estava prestes a mudar.
Após oito anos vivendo ao acaso dos perigos da rua, teve que ser hospitalizada devido a uma grave tuberculose. Cada suspiro era um lembrete doloroso de sua fragilidade. Os dias que passou no Giselda Trigueiro lhe deram forças para que ela rompesse definitivamente com o vício.Ressocialização

“Deus tem um propósito para cada um de nós, é ele que nos dá vida em abundância, fé, coragem e força de vontade para enfrentar as adversidades”, diz Ana. Foto: Anderson Régis. Ana finalmente teve alta. Mas voltar para perto de sua família não era uma possibilidade, seu pai não permitiria. Com medo de retornar para as ruas e determinada a sair daquela situação, contou com a ajuda da assistência social do hospital, que encaminhou a jovem para um dos albergues municipais de Natal.
A luz no fim do túnel veio com a ajuda de uma equipe multidisciplinar, que contava com psicólogo, cuidadores e assistentes sociais que ajudariam Ana na jornada.
O desejo de voltar a estudar batia em seu peito. Concluiu o ensino médio e passou para o Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), conquistando o diploma de técnica em gás e petróleo. Hoje, Ana é graduanda em Segurança Pública. Mas seu grande sonho é se formar em direito e tornar-se policial.
Durante o período que passou no albergue, Ana conheceu Breno Henrique Costa de Mello, coordenador do local, que lhe ofereceu uma oportunidade de emprego. Ela começou atuando como Assistente de Serviços Gerais (ASG), foi promovida a recepcionista e hoje é auxiliar administrativa do setor de benefícios da SEMTAS (Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social).
Para Breno é gratificante relembrar a história de superação de Ana. Ele diz que o que o motiva é “saber que todo o trabalho vale a pena, quando nós vemos resultados como este. Nosso trabalho é conseguir trazer de volta a dignidade e o sentimento de ser humano para pessoas que depositam todas as suas esperanças nesse objetivo”.
Breno também reafirma a importância de projetos como esse. “Sabemos que, para conseguir recalcular a rota e traçar um novo caminho, precisa do apoio das políticas públicas e da força de vontade da pessoa, como foi o caso de Ana.”
Os sete meses nos quais fez do alojamento seu lar deram a Ana a esperança de um recomeço. Há dois anos os vestígios do crack são apenas lembranças de dias ruins em uma época distante. O laço com a família foi refeito. Depois de retomar o comando de sua vida, ela retomou também o contato com sua filha, que continua sendo criada pela mãe de Ana.
Para Ana, sem a fé e as boas pessoas, nada disso seria possível. “Deus tem um propósito para cada um de nós, é ele que nos dá vida em abundância, fé, coragem e força de vontade para enfrentar as adversidades”, comentou Ana, com o enorme sorriso de quem nasceu de novo.
-
“Posso olhar seu carro?”: a controversa atuação dos flanelinhas na capital
Muitas vezes “invisíveis” aos olhos da sociedade e das autoridades, os guardadores de carros são um típico produto da realidade brasileira. A prestação de serviços, ou mesmo seu trabalho informal, tornou-se essencial pelas ruas do País.
“Posso olhar o carro?”, “Vai uma lavagem aí?”, “Tem um trocado pra me dar?”. Motoristas se deparam diariamente com as abordagens dos guardadores de carros ou “flanelinhas”, que fazem parte do “ecossistema do trânsito”, em meio ao tumultuado trânsito das grandes cidades.
O que poucos sabem é o preconceito que sofrem essas pessoas, que atuam há décadas à margem da lei, sem nenhum amparo jurídico e muitas vezes sem atuação do poder público.
A vida sob o sol

O chefe de família de 43 anos Yuri Manoel conquistou a confiança de muitos com seu trabalho sério, mas ainda enfrenta preconceitos. Foto: Anderson Régis Eles costumam oferecer serviços como limpeza do veículo ou vigilância, principalmente nos centros comerciais. Mas de onde vem essa “cultura dos flanelinhas” no Brasil? Por que muita gente aceita pagar por outros serviços parecidos, mas não vê os guardadores de carros da mesma forma?
As contradições dessa situação são mais complexas e têm mais nuances do que a aparência pode nos levar a crer. Há registros de que os guardadores de carro começaram a atuar no Brasil na década de 1930, principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro, e se expandiram para outras regiões a partir da década de 1960.
Além disso, entre os anos de 1960 e 1990, o Brasil passou por um processo de êxodo rural e as grandes cidades não absorveram toda a mão de obra disponível, o que acarretou no crescimento desses trabalhos informais.
Dois atores, dois problemas
Há quem compreenda e até aprecie o trabalho. Há quem simplesmente o considere extorsão.
A reportagem de O Potengi conversou com dois guardadores e alguns motoristas. Afinal, você pode ter motivos justos para se queixar deles, mas já parou para pensar quem são as pessoas que, em regra, conhecemos por apenas uma frase: “posso olhar o carro?”.
“Tem de haver fiscalização”, diz a médica Ana Luíza, ao entrar em seu veículo, próximo à clínica de sua propriedade no bairro de Petrópolis.
Para ela, a prática é vista como extorsão. “A não ser que o guardador seja cadastrado pela prefeitura, use jaleco de identificação e atue em área permitida pelo município”, pondera.
Pensamento igual é o do motorista de Uber Luís Abreu, que acha errado a ter de pagar para “não acontecer nada com seu veículo”, mas reconhece que esse é o único “ganha pão” de muitos. “Apesar de em alguns casos ter a sensação de sermos extorquidos”.
Haveria uma contradição em ter de pagar para usar espaços públicos que deveriam ser preservados pelos governos.
Já o empresário Eduardo Montenegro vê com tranquilidade a atividade e diz sempre cooperar: “Eles estão trabalhando e não vejo nenhum problema em dar uma gorjeta”, afirma.
Da informalidade ao sustento da família

Júlio César de Amorim, de 54 anos, trabalha há 27 anos próximo a restaurantes e clínicas no bairro de Cidade Alta. Foto: Anderson Régis. A atuação dos guardadores e flanelinhas tem uma relação estreita com o processo de desemprego e a informalidade. É o caso de Yuri Manoel do Nascimento (foto), de 43 anos, que trabalha há 32 anos como guardador de carros e também realiza lavagem de veículos próximo ao Colégio Atheneu.
Todos os dias ele trabalha das 8hs às 20hs, chegando a sair em à 1h da manhã nos fins de semana. Yuri conta que o desemprego o levou a esse trabalho, mas afirma que é feliz por ter conquistado a amizade e respeito de muitos motoristas, e que assim consegue o sustento de sua família. Em média ele chega a ganhar R$ 30 Reais por dia em gorjetas. Yuri acredita que respeito e confiança são primordiais. “Aqui ninguém obriga o motorista a pagar por nada”, frisa.
Por outro lado, Yuri conta que o trabalho de guardador é coisa séria. “Nós temos muitas responsabilidades. O motorista confia no nosso trabalho para não ter o seu carro arranhado ou até mesmo furtado. Graças a Deus, nunca um veículo e nem mesmo pertences foram furtados no meu setor”, enfatiza.
Júlio César de Amorim, de 54 anos, trabalha há 27 anos próximo a restaurantes e clínicas no bairro de Cidade Alta. E, como Yuri, a falta de oportunidade o levou a trabalhar como guardador. Para Júlio, hoje o seu sustento vem do trabalho de guardador de carros. Em média, ele fatura mil reais por mês, em uma jornada de trabalho diária que vai das 7 às 19 horas. Mesmo assim muitos motoristas veem com desconfiança o seu trabalho.
“Faz 27 anos que trabalho aqui. Todos já me conhecem, mas às vezes somos vistos com desconfiança por alguns motoristas que sequer dão um bom dia ou boa tarde”, se queixa Júlio.
Regularização e fiscalização
Um decreto de 1977, assinado pelo então presidente da República, Ernesto Geisel, regulamentou a profissão e exigiu registro trabalhista e uso de cartão de identificação.
A própria Constituição Federal de 1988, em seu inciso XIII do artigo 5º, garante aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no Brasil a liberdade de escolha e execução de qualquer trabalho, ofício ou profissão de acordo com o interesse e a vocação de cada pessoa. Dessa forma, se tal trabalho pode ser exercido por esforço próprio, o Estado não pode proibir ou constranger a escolha do indivíduo.
Além disso, para que a liberdade profissional seja protegida, as ações do trabalhador não podem ir contra as leis, e devem se guiar pelas diretrizes das profissões que foram regulamentadas.
Dentre as poucas capitais a regularizar o trabalho dos guardadores estão Rio de Janeiro e São Paulo. Outras capitais, como Recife e Belo Horizonte, realizam o credenciamento dos guardadores – no qual o motorista decidirá se quer ou não pagar pelo serviço, que não tem preço estipulado. Por outro lado, em Joinville (SC), o poder público prevê multa de até R$ 2 mil para flanelinhas.
Em Natal, não há uma lei municipal específica que regulamente ou mesmo fiscalize o trabalho dos guardadores de carros. Procurada pela reportagem, a STTU – Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana – confirmou que não há uma fiscalização por parte do órgão, mas que aguarda uma regulamentação para qualificar os profissionais que atuam neste setor.
-
Marta anuncia data para se aposentar da seleção brasileira: “Chegou a hora”
Eleita por seis vezes como melhor jogadora de futebol do mundo e atualmente no Orlando Pride, dos Estados Unidos, Marta anunciou em entrevista à “CNN” que este será seu último ano na seleção brasileira. Aos 38 anos, a craque espera que os Jogos Olímpicos de Paris sejam sua última passagem com a “Amarelinha”.
“Se eu for para a Olimpíada, vou curtir cada momento, porque, independentemente de ir para Olimpíada ou não, este é meu último ano com a seleção. Não tem mais Marta a partir de 2025 na seleção como atleta, não tem”, cravou Marta.
Ainda na entrevista, a seis vezes melhor do mundo elogiou os novos nomes que têm aparecido no futebol brasileiro e projetou um futuro de sucesso para o futebol feminino.
“Este é o meu último ano, e eu já posso confirmar aqui. Tem um momento em que a gente tem que entender que chegou a hora. Eu estou muito tranquila com relação a isso, porque eu vejo com muito otimismo esse desenvolvimento que a gente está tendo com relação às atletas jovens”, afirmou.
A gente tem uma equipe muito qualificada, com meninas muito talentosas e que, no decorrer dos anos, vocês vão ver que realmente é o que eu estou falando, é um terreno muito fértil”.
“Por esse motivo, eu me sinto muito confortável em dizer: ‘Olha, estou passando para vocês, vou passar o bastão, e vocês continuem a levar esse legado’”, finalizou.
Pela seleção brasileira, Marta acumula como principais conquistas as medalhas de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo, em 2003, e do Rio de Janeiro, em 2007, e três edições de Copa América, em 2003, 2010 e 2018.
-
Procon Natal realiza pesquisa de preço de Produtos de Proteção Individual (EPI´s)
O Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor do Natal (Procon Natal) realizou pesquisa de preço de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), como luvas de látex para procedimentos e máscaras descartáveis de tripla proteção no comércio da capital. Foram pesquisados um total de 39 estabelecimentos comerciais, farmácias, drogarias e comércio de produtos hospitalares, nas quatro regiões administrativas. A pesquisa foi realizada entre os dias 11 e 18 do mês de abril; no entanto, em apenas 29 estabelecimentos foram encontrados produtos em quantidade satisfatória para venda ao consumidor.
O estudo do Núcleo de Pesquisa do Procon tem por objetivo esclarecer aos consumidores onde encontrar Equipamentos de Proteção Individual com os melhores preços nos dias de pós-pandemia de Covid-19. Neste ano o preço médio encontrado na caixa de luvas de procedimentos de látex, com 100 unidades, foi de R$ 35,36. Em 2023 esse mesmo produto custava R$ 59,98. Uma redução de R$ 24,62 de um ano para o outro, com variação negativa de 69,63%. Em relação às máscaras descartáveis com tripla proteção nasal, caixa com 50 unidades, foi verificado o mesmo comportamento, ou seja, uma redução nos preços do comércio. No ano passado, o preço médio das máscaras pesquisado foi de R$ 20,86, e neste ano a pesquisa encontrou o mesmo produto sendo vendido, em média nos estabelecimentos pesquisado, por R$ 17,98, uma diferença em reais de um ano para o outro de R$ 2,88. Isso representa uma variação negativa de 16,02%. O comportamento de queda nos preços vem sendo observado consecutivamente a cada ano da pesquisa. É o que mostram os dados analisados pelo Procon Municipal.
O Instituto ressalta a importância do consumidor pesquisar os preços em vários bairros, se possível, uma vez que a pesquisa abrangeu todas as regiões da cidade, em localidades próximas a hospitais, bairros distantes dos grandes centros e até mesmo em grandes redes nacionais e regionais do comércio da capital potiguar. O estudo apontou também que a caixa de luvas da marca Medix é a mais popular e está presente em 65% dos estabelecimentos. O maior preço encontrado para o produto foi de R$ 79,99 e o menor preço de R$ 25,00. Isso representa uma variação de 219,96% entre o maior e o menor preço pesquisado do mesmo produto, ou seja, uma diferença em reais de R$ 54,99. Analisando as máscaras, o Procon verificou que a Medix está presente em 62% dos estabelecimentos pesquisados. O produto teve variação de 461,69% entre o maior preço (R$ 49,99) e o menor (R$ 8,90), ou seja, uma diferença em reais do mesmo produto em estabelecimentos diferentes de R$ 41,09.
A máscara é muito utilizada por consumidores que necessitam de cuidados e cuidadores em seu lar. A pesquisa encontrou, ainda, preços e marcas diferentes, e o consumidor deve avaliar a qualidade e os preços nos estabelecimentos, prevalecendo seus direitos antes da compra. Diante disso, o Procon Natal elaborou uma lista com variações entre o maior e o menor preço, com os endereços e telefones dos estabelecimentos pesquisados, assim como os preços mais baratos encontrados na pesquisa, e disponibilizou em sua página no endereço eletrônico www.natal.rn.gov.br/procon/pesquisa. É permitido cópia dos dados da pesquisa, desde que seja citada a fonte: Núcleo de Pesquisa Procon Natal. No entanto, é vedada a utilização do material, integral ou parcial, para fins de anúncio publicitário comercial de qualquer espécie.
O Instituto adverte, ainda, os consumidores que pretendam fazer compras pela internet, que fiquem atentos ao frete, que encarecem o produto, como também estejam atentos a golpes ou fraudes nas compras. Na hora de adquirir um produto na web o consumidor deve observar alguns cuidados, tais como verificar se o site é seguro e confiável, preferência a marcas conhecidas, desconfiar de ofertas com preço muito baixo e ficar atento ao compartilhar seus dados pessoais.
O Procon Natal está com sua equipe de atendimento pronta para atender as demandas do consumidor natalense, e caso tenha sido infringido o seu direito, ele deve denunciar pelo telefone (84) 3232-9050 e WhatsApp 84 98870-3665, ou até mesmo presencialmente na sede do órgão, localizado na rua Ulisses Caldas, 181 – Cidade Alta – Natal.
-
Ocupação Literária promove encontros entre leitores, editores, livreiros e autores em Natal
A Pinacoteca do Estado recebe neste sábado (27) e domingo (28) a Ocupação Literária, evento que vai promover encontros entre leitores, editores, livreiros, sebistas e autores, oficinas e a comercialização de livros. A programação acontece das 14h às 21h no sábado e das 14h às 20h no domingo.
O evento conta com uma programação intensa, com ações que acontecem simultaneamente em diferentes espaços do prédio e também no seu jardim: mesas temáticas, oficinas de prosa e poesia, rodas de conversa, saraus, leituras públicas, venda de livros e sessões de autógrafos.
Dos autores convidados e oficineiros, mais de 90% são potiguares. Estarão na Ocupação Literária: Clotilde Tavares, Eva Potiguara, Josimey Costa, Marize Castro, Carlos Fialho, Michelle Ferret, Bia Madruga, Candice Azevedo, Octávio Santiago, Bia Crispim, Helena Monteiro, Fabiane Marques, Aureliano, Gustavo Sobral, Lara Paiva, Márcio Benjamim, Drika Duarte, Clarissa Torres, Anchella Monte, Leander Moura, Rafael Barbosa, Paulo Nascimento, Lucas Der Leyweer, Samysia Almeida, Cristhiano Aguiar, Julie Fank, Bruna Beber, Itamar Vieira Junior, entre outros.
-
Prefeitura entrega sábado nova Praça Paranaguá durante Participa Natal
A Prefeitura do Natal, por meio da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), inaugura neste sábado (27), a nova Praça Paranaguá, no bairro Potengi, por ocasião do Participa Natal que, pela primeira vez, será realizado em praça pública. Acompanhado de secretários, autoridades e servidores das secretarias que prestam serviços no Participa Natal, o prefeito Álvaro Dias entregará aos moradores do conjunto Santarém uma praça totalmente reformada e revitalizada.
Situada nas proximidades da avenida Itapetinga, entre as ruas Maracaju e Cruzeiro do Oeste, a nova praça oferece mais condições de lazer, segurança e bem-estar à população da zona Norte. O Projeto arquitetônico, que compreende uma área total de 2.597 metros quadrados, contempla um passeio público com recomposição de piso, rampas de acessibilidade, bancos e lixeiras novas.
As crianças do bairro ganharam um novo parquinho infantil em madeira de eucalipto e os desportistas receberam uma nova quadra de areia com alambrado e refletores, além de uma Academia da Terceira Idade (ATI).
De acordo com Adson Soares, Secretário Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), a reforma e modernização da Praça Paranaguá é uma importante reivindicação dos moradores do bairro por melhorias no espaço público que proporcionasse bem-estar e mais qualidade de vida à população. “A nova praça Paranaguá atende aos anseios da comunidade. Possui equipamentos modernos e com acessibilidade a portadores de necessidades especiais, fazendo um ambiente muito seguro e agradável para a recreação de toda família”, declarou o secretário
-
Estação da Coroa, Padre, ou Pedra Preta: ruínas com nossa história
A Estação da Coroa, Padre, ou Pedra Preta, como muitos a chamavam (hoje ruínas), foi a primeira estação ferroviária do primeiro trecho ferroviário da Estrada de Ferro Central do Rio Grande do Norte – (E.F.C.R.G.N.).
O trecho era composto por três estações ferroviárias, sendo elas as seguintes: Estação da Coroa – Natal, na outra margem do rio Potengi, em frente ao caís da Tavares de Lira na Ribeira (hoje ruínas); Estação de Extremoz; e Estação de Ceará-Mirim. Todas elas inauguradas pelo presidente Afonso Pena, no dia 13 de junho de 1906.
Os trens paravam na estação da Coroa, do outro lado do rio Potengi, de frente para Natal, vindo da Estação de Ceará-Mirim. Era nesta última onde passageiros e mercadorias eram atravessados para o caís da Tavares de Lira, na Ribeira, por embarcações.

Vista aérea da ruína da estação. Arquivo histórico de Ricardo Cobra.
Em 20 de abril de 1916 concluiu-se a construção da ponte de ferro de Igapó.
Posteriormente, com o fim dos imbróglios das desapropriações na ferrovia na Ribeira, finalmente foram ligados os trilhos à Esplanada Silva Jardim e à Estação da Coroa, que hoje está desativada.
Por nossa sugestão, o trecho ferroviário Natal-Ceará-Mirim foi denominado “Ferrovia Doutor José Pacheco Dantas”. A iniciativa se concretizou através do Projeto de Lei nº 6.699/2013, do então deputado Felipe Maia.
O Dr José Pacheco Dantas foi um grande defensor da construção do trecho que hoje leva seu nome.
Ainda sobre a Estação da Coroa, na condição de presidente do Instituto IAPHACC,provocamos a 41ª Promotoria do Ministério Público Estadual (MPE), solicitando proteção para o local onde repousam suas ruínas. Na época – por uma parceria entre IAPHACC, MPE e Departamento de História da UFRN – conseguimos fazer com que a ruína da Estação da Coroa fosse inscrita como sitio arqueológico.
Procedemos ao preenchimento da Ficha para Registro de Sítios Arqueológicos, editada nos termos da Portaria IPHAN nº 241 de 19/11/1998, que foi encaminhada ao Centro Nacional de Arqueologia. A ação garantiu proteção ao local, consoante ao que dispõe a Lei nº 3.924/1961, relativa aos monumentos arqueológicos e pré-históricos. Esta proteção, foi extensiva ao Cemitério dos Ingleses na praia da Redinha.
-
Duas pessoas morrem em grave acidente na BR-226, o interior do RN
Um trágico acidente ocorreu na BR-226, entre as cidades de Tangará e Serra Caiada, no interior do Rio Grande do Norte. Dois carros colidiram frontalmente, resultando na morte de duas pessoas e deixando uma terceira gravemente ferida.
A Polícia Rodoviária Federal isolou a área e prestou atendimento, enquanto o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também esteve presente. As circunstâncias que levaram ao acidente ainda são desconhecidas e serão investigadas pela Polícia Civil.
Os corpos das vítimas foram recolhidos pelo Instituto Técnico-Científico de Perícia do Rio Grande do Norte (Itep-RN).



