• Servidores da UFRN, IFRN e UFERSA promovem paralisação de 48 horas

    Nos dias 29 e 30 de outubro, dias da Paralisação Nacional pelo cumprimento integral do Acordo de Greve e contra a Reforma Administrativa. Com isso, as atividades administrativas na UFRN, UFERSA, IFRN e INSS poderão sofrer alterações, como o fechamento ou o horário reduzido em algumas unidades.

    As forças sindicais do Rio Grande do Norte estarão mobilizadas em Brasília, participando da Marcha Nacional Unificada, que reunirá trabalhadoras e trabalhadores de todo o país, no dia 29, na luta por um Estado forte, justo e a serviço do povo.

    Entidades como Sintest, Sindprevs e Sinasefe integram uma caravana com cerca de 40 pessoas, representando o estado nessa importante mobilização nacional.

    O Potengi apoia a luta em defesa do serviço público, dos acordos firmados e da valorização de todas e todos que constroem diariamente a universidade e o país.


  • Assembleia Legislativa do RN concede título de Cidadão Norte-Rio-Grandense a Waldonys

    O cantor, sanfoneiro, compositor e piloto acrobático Waldonys José Torres de Menezes, conhecido nacionalmente como Waldonys, será homenageado com o título de Cidadão Norte-Rio-Grandense pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte.

    A proposição é do deputado Hermano Morais (PV) e reconhece o legado artístico, cultural e humano de um dos mais autênticos representantes da música nordestina.

    Natural de Fortaleza (CE), Waldonys é considerado um dos principais nomes do forró contemporâneo e herdeiro direto da tradição de Luiz Gonzaga e Dominguinhos, de quem foi discípulo. O músico começou a tocar sanfona ainda na infância e, aos 15 anos, gravou uma faixa com o próprio “Rei do Baião”, que o chamava carinhosamente de “meu afilhado musical”.

    Vínculo com o Rio Grande do Norte

    Ao longo da carreira, o artista construiu uma relação de forte vínculo com o Rio Grande do Norte. Waldonys já se apresentou em projetos culturais de destaque, como o Seis & Meia, realizado no Teatro Alberto Maranhão, em Natal.

    Entre suas passagens mais marcantes pelo estado está um show beneficente na capital potiguar, cuja arrecadação foi integralmente destinada à Casa de Apoio Irmã Gabriela, unidade da Liga Contra o Câncer que acolhe pacientes do interior em tratamento médico.

    O gesto, lembrado pelo parlamentar, reforça o compromisso social e a ligação afetiva de Waldonys com o povo potiguar.

    “Waldonys é mais do que um músico talentoso. Ele é a expressão viva da alegria, da solidariedade e da identidade nordestina. Sua arte ultrapassa fronteiras e toca o coração de todos nós potiguares”, destacou Hermano Morais.

    Com o título de Cidadão Norte-Rio-Grandense, a Assembleia reconhece não apenas a trajetória musical de Waldonys, mas também sua contribuição cultural e humana para o fortalecimento da identidade nordestina e sua relação especial com o Rio Grande do Norte.


  • Google usará energia nuclear em projetos de inteligência artificial nos EUA

    O Google assinou um acordo de 25 anos com a NextEra Energy, uma das maiores empresas de energia dos Estados Unidos, para utilizar eletricidade gerada por uma usina nuclear que será reativada no estado de Iowa. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (27) e representa um passo importante no uso de fontes limpas e estáveis para sustentar o avanço da inteligência artificial (IA).

    A NextEra, que completará 100 anos em dezembro próximo, será responsável por reestruturar e reabrir a usina Duane Arnold Energy Center, que funcionou por 45 anos e está fechada desde 2020. A previsão é que a planta volte a operar em 2029. Segundo a empresa, o contrato com o Google viabiliza o investimento estimado em mais de US$ 1,6 bilhão, de acordo com o Financial Times.

    “A parceria serve como modelo para os investimentos necessários em todo o país para ampliar a capacidade energética e fornecer energia limpa e confiável, sem comprometer a acessibilidade e com geração de empregos que impulsionarão a economia movida por IA”, afirmou Ruth Porat, presidente e diretora de investimentos da Alphabet e do Google.

    O Google também informou que pretende explorar novas oportunidades de geração nuclear em parceria com a NextEra, diante do aumento da demanda por eletricidade causada pela expansão da IA.

    Energia nuclear vive “renascimento”

    O avanço da inteligência artificial vem ampliando significativamente o consumo de energia dos data centers. A Agência Internacional de Energia (AIE) estima que o gasto global do setor deve dobrar até 2030. Nesse cenário, cresce o interesse por fontes de energia de baixo carbono e fornecimento contínuo.

    Segundo o Financial Times, a energia nuclear vive um “renascimento” após um período de declínio que começou com o desastre de Fukushima, em 2011, e o avanço do gás de xisto como alternativa mais barata.

    Em 2023, a Microsoft firmou acordo semelhante com a Constellation Energy para reabrir a usina de Three Mile Island, na Pensilvânia. Especialistas, no entanto, alertam que qualquer reativação de plantas nucleares deve seguir rigorosos padrões de segurança e regulação.


  • Mundo deve começar a reduzir emissões de gases do efeito estufa antes de 2030, aponta ONU

    Pela primeira vez desde a assinatura do Acordo de Paris, há dez anos, o mundo caminha para iniciar uma redução efetiva nas emissões globais de gases do efeito estufa antes de 2030. A constatação está em um novo relatório divulgado nesta terça-feira (28) pela ONU, que analisa o avanço das promessas feitas pelos países para conter a crise climática.

    O documento avaliou 64 novos planos climáticos nacionais, as chamadas NDCs (Contribuições Nacionalmente Determinadas), entregues até 30 de setembro de 2025. Juntas, essas metas cobrem cerca de 30% das emissões globais e indicam um avanço concreto no cumprimento dos compromissos assumidos no Acordo de Paris.

    Escritório da COP30 em Belém do Pará. Evento é estratégico para reunir mais propostas de controle das emissões.

    Segundo o relatório, a implementação dessas metas deve levar a um pico das emissões antes de 2030, seguido por uma redução média de 11% a 24% até 2035, em comparação com os níveis de 2019. É a primeira vez que o conjunto das NDCs apresenta uma trajetória de queda, e não apenas uma desaceleração no crescimento das emissões.

    “A humanidade está agora claramente curvando a trajetória das emissões para baixo pela primeira vez”, afirmou Simon Stiell, secretário-executivo da UNFCCC, o braço de clima da ONU.

    Avanço inédito no combate à crise climática

    O relatório destaca que as novas metas nacionais são mais robustas, transparentes e amplas do que as anteriores, consolidando um avanço sem precedentes desde o início da vigência do Acordo de Paris. Embora ainda sejam necessários esforços adicionais para conter o aquecimento global a 1,5 °C, os dados mostram que a comunidade internacional começa a mudar a direção das emissões.

    Entre os principais sinais positivos, 89% dos países passaram a estabelecer metas que abrangem toda a economia — incluindo setores como energia, transporte e agricultura. Além disso, 73% das novas NDCs incluem planos de adaptação para lidar com os impactos já observados das mudanças climáticas.

    Outro destaque é que 88% das metas foram elaboradas com base no Global Stocktake, o primeiro balanço global do Acordo de Paris, concluído em 2023. O levantamento também aponta avanços sociais, como a incorporação de temas de igualdade de gênero, participação de jovens e povos indígenas, e o compromisso com uma transição justa para trabalhadores e comunidades afetadas pela transformação energética.

    “O Acordo de Paris está entregando progresso real”

    Para Simon Stiell, os novos resultados comprovam que o Acordo de Paris “está entregando progresso real” e que o sistema internacional de cooperação climática funciona. Segundo ele, a prioridade agora é acelerar a implementação das metas e garantir que a transição seja mais rápida e equitativa entre os países.

    A expectativa é que a COP30, marcada para ocorrer em Belém, funcione como uma plataforma de aceleração, reunindo propostas concretas para transformar metas em políticas efetivas, especialmente nos setores que ainda concentram grande parte das emissões globais.

    “A COP30 precisa enviar um sinal claro: as nações continuam comprometidas com a cooperação climática, porque ela funciona — e precisa funcionar mais rápido”, reforçou Stiell.

    União Europeia mantém debate sobre metas

    Na Europa, os ministros do Meio Ambiente seguem discutindo as novas metas climáticas para 2035 e 2040. A Comissão Europeia propôs uma redução de 90% das emissões até 2040, com o objetivo de atingir a neutralidade climática em 2050. O plano ainda enfrenta resistência de alguns países, mas o bloco mantém o compromisso de apresentar uma proposta concreta nas próximas negociações internacionais.


  • Cidade do interior do RN é a que mais arrecadou com bets

    Bodó (RN), uma cidade com apenas 2,3 mil habitantes, é a que mais avançou na criação de bets municipais, chegando a arrecadar R$ 8 milhões em 10 meses com a Lotseridó. Ocorre, no entanto, que o prefeito Horison José da Cruz (PL) precisou suspender esse serviço.

    A razão para isso é que o Governo Federal considera irregular a prestação desse serviço por municípios. Ele se fundamenta na lei federal 14.790/2023, que regulamenta as apostas de quota fixa, e que autoriza somente os estados e o Distrito Federal, além da União, a explorarem esse tipo de atividade.

    A Lotseridó arrecadou R$ 400 milhões, um valor maior do que o PIB do município de Bodó de 2021, que ficou em torno de R$ 287 milhões.

    Segundo a Prefeitura, em publicação feita no Diário Oficial, a razão para a suspensão envolveu “a necessidade de adoção imediata de medida cautelar para evitar a continuidade de possíveis irregularidades e resguardar o interesse público”, uma vez que foram identificadas inconsistências na atuação da Lotseridó.

    Brecha na legislação

    Bodó aproveitou uma brecha legal que não exclui os municípios do direito de criar seus próprios serviços de apostas. É bom lembrar, também, que a capital potiguar é a que está mais avançada nesse campo, mas há pelo menos outras 70 leis aprovadas por municípios para criação de loterias e bets.

    A Prefeitura de Bodó autorizou 32 empresas a atuar, o que conferia mais de 50 sites ofertando o serviço. Os R$ 8 milhões arrecadados pelo município representam 2% da receita bruta obtida pelas empresas com apostas, que ultrapassou os R$ 400 milhões, um valor maior que o PIB local, que, em 2021, se aproximava de R$ 287 milhões.

    A razão para isso é que as empresas forneciam o serviço de apostas para todo o país, logo essa arrecadação não foi alcançada junto à miúda população de Bodó.


  • Margem Equatorial: Ibama libera exploração e RN vê horizonte de crescimento

    O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) concedeu licença ambiental para que a Petrobras realize perfuração exploratória de petróleo na Margem Equatorial, uma região que se estende do Amapá ao Rio Grande do Norte. A decisão, anunciada no dia 20 de outubro, é considerada um marco estratégico na expansão da produção nacional de energia e pode abrir novas perspectivas para a economia potiguar.

    A licença autoriza a estatal a iniciar a perfuração em um dos blocos já concedidos pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). A atividade será feita em alto-mar, com monitoramento ambiental e plano de contingência exigido pelo Ibama. O objetivo inicial é confirmar o potencial das reservas de óleo e gás, estimadas por técnicos e pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em bilhões de barris de petróleo.

    Soberania energética

    “Essa liberação do Ibama para a Petrobras produzir petróleo na Margem Equatorial é um importante marco na garantia da soberania energética do Brasil”

    Marcos Brasil, Sindpetro-RN

    Para Marcos Brasil, coordenador-geral do Sindipetro-RN, a decisão representa um passo decisivo para garantir a autonomia do país diante da crescente demanda mundial por energia.

    “Essa liberação do Ibama para a Petrobras produzir petróleo na Margem Equatorial é um importante marco na garantia da soberania energética do Brasil e, portanto, da própria soberania do Brasil enquanto nação, já que a economia toda é movida por energia e o setor petróleo faz parte do setor energético.

    Porque se a gente não aumentar nossas reservas e nossa produção, a partir de 2030, 2032, teremos que importar petróleo e isso vai causar uma pressão brutal na inflação brasileira, porque o petróleo é importado em dólar.

    Então, é uma notícia muito boa e que mostra que o Brasil está dando passos no caminho certo para sua soberania energética e para o desenvolvimento”, afirmou ao jornal O Potengi.

    A fala reflete a visão de parte do setor energético de que ampliar a exploração nacional é também uma questão de soberania energética e econômica, reduzindo a dependência de importações e fortalecendo a Petrobras como empresa estratégica do Estado.

    Perspectivas para o Rio Grande do Norte

    O Rio Grande do Norte, que nos anos 2000 liderou a produção em terra e no mar raso, agora vislumbra uma nova janela de oportunidades. Caso as perfurações confirmem reservas viáveis, o estado poderá atrair investimentos em logística, manutenção naval, hotelaria, transporte marítimo e qualificação profissional.
    Segundo projeções da CNI e estudos setoriais, o desenvolvimento pleno da Margem Equatorial pode gerar centenas de milhares de empregos diretos e indiretos no país e ampliar significativamente a arrecadação de royalties e participações especiais, o que beneficiaria diretamente os cofres estaduais e municipais.

    Além disso, a infraestrutura portuária potiguar, especialmente os portos de Natal e Areia Branca, pode ganhar papel estratégico nas operações de apoio offshore. Empresas locais que prestam serviços à Petrobras, como transporte marítimo e manutenção de equipamentos, também devem ser beneficiadas.

    Desenvolvimento

    Apesar do otimismo econômico, o processo de licenciamento ambiental foi marcado por cautela. Técnicos do Ibama e organizações ambientais alertaram para a necessidade de medidas rigorosas de prevenção a impactos em ecossistemas sensíveis, como recifes e áreas de pesca.

    O órgão condicionou a autorização à execução de monitoramento permanente, planos de emergência e protocolos de comunicação com comunidades costeiras, garantindo que qualquer incidente seja rapidamente identificado e controlado.
    A Petrobras, em nota, destacou que cumpre todas as exigências ambientais e que a exploração na Margem Equatorial será realizada com o mais alto padrão técnico e de segurança.


  • Espanhol obrigatório nas escolas: mais que uma disciplina, um exercício de soberania

    Há uma luta corrente no país, com atuação importante no Rio Grande do Norte, e que passa ao largo do conhecimento de muita gente: trata-se da campanha pelo caráter obrigatório e permanente do ensino de espanhol nas escolas. Já houve obrigatoriedade da oferta desse idioma no Brasil, quando, em 2005, o primeiro governo Lula sancionou a Lei nº 11.161, conhecida como Lei do Espanhol. Naquele momento, havia uma aproximação entre o país e o Mercosul, e a norma então aprovada preconizava esse esforço de integração e intercâmbio com os vizinhos.

    De lá para cá, no entanto, tivemos retrocessos. O impacto maior se deu com a reforma do ensino médio, aplicada por Michel Temer em 2017, que removeu a obrigatoriedade do espanhol, entre outras mudanças que trouxeram prejuízo à formação humanística dos estudantes. Desde então, a luta para que a discipline recupere seu caráter obrigatório assumiu diferentes frentes: nacionalmente, movimentos como o Fica Espanhol promovem, há quase uma década, atividades e pressões junto a parlamentares e a governos (estaduais e federal); mas, em cada estado, a campanha tem seus representantes, entre acadêmicos, políticos e ativistas voluntários, e obtendo, em alguns casos, vitórias importantes.

    Em nossas terras, o Instituto Ágora, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, é um importante pólo de discussão e pressão a respeito desse tema, levando-o ao conhecimento da comunidade externa à UFRN e chamando a atenção da imprensa.

    Em entrevista ao Portal Saiba Mais no ano passado, a professora Izabel Nascimento, que coordena o projeto o ensino de língua espanhola no Ágora desde sua fundação, reforçou alguns elementos que expressavam a necessidade de inserção da língua espanhola nas escolas potiguares: “Quando venezuelanos e demais refugiados [falantes de espanhol] entram nas escolas públicas do estado, dificilmente terá um aluno que possa interagir com essas pessoas, pois ninguém ali estuda espanhol”.

    Ela também levanta outros campos em que o espanhol oferece potencial positivo, como o turismo: “Estamos numa cidade litorânea com muitos turistas, precisamos saber o espanhol nas escolas públicas, pelo menos no ensino médio, uma vez que nem todas as pessoas podem pagar um curso para aprender a língua ou mesmo ingressar no ensino superior”.

    Outros fatores que destacam a importância do espanhol residem no fato de ser o idioma mais escolhido pelos estudantes inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), além, é claro, de ser uma língua rica, difundida em mais de vinte países, com vários prêmios Nobel.

    Em declaração fornecida a O Potengi, José Amane, que leciona Espanhol e tem feito militância por essa causa há anos, aponta o prejuízo existente na exclusão desse idioma: “quando se abre o espaço para derrubar uma disciplina do currículo, abre-se o espaço para derrubar todas as outras”. Amane, que também tem formação em Pedagogia, lembra que conhecimentos ligados às Humanidades são os mais afetados por esse tipo de ação arbitrária.

    Um exemplo disso foi a já mencionada reforma do ensino médio imposta por Temer, à revelia dos debates que ocorriam no meio segmento educacional, tanto entre docentes como entre estudantes e outros profissionais ligados à área.

    No Rio Grande do Norte, a governadora Fátima Bezerra demonstrou apoio parcial à causa, acolhendo-a no Referencial Curricular do Ensino Médio Potiguar, em 2021. Isso, no entanto, tem efeitos precários, pois não estabelece a obrigatoriedade do ensino desse idioma, reduzindo-se a uma política de governo.

    O esforço é de regulamentar o ensino para que ele independa da simpatia de políticos que passam pelo cargo mais importante do estado. Segundo Amane, a pressão precisa ser constante, uma vez que só assim eles conseguem ser ouvidos pelo governo estadual, como em reunião-relâmpago com a Secretaria de Educação em maio passado.

    Além disso, são poucos políticos que dedicam tempo a essa campanha; nessa reunião mencionada, o único parlamentar presente era o vereador de Natal Daniel Valença, do Partido dos Trabalhadores.

    A luta, no entanto, não pode parar, e O Potengi apoia a causa. Quando menos se espera, as conquistas aparecem. Em alguns estados brasileiros, o espanhol já conquistou o seu lugar de obrigatoriedade no currículo, como Rondônia, Paraná, Rio Grande do Sul, Pará e Paraíba — aliás, essa política aplicada pelos nossos vizinhos paraibanos talvez seja um dos elementos que ajudam a entender porque eles têm nos superado em diversos campos. No mais, embora as campanhas continuem em cada estado, Amane lembra que essa é uma pauta de “soberania nacional e de defesa de um país livre de imperialismos”.

    Hoje, há um projeto de lei na Comissão de Educação e Cultura do Senado (PL nº 3059/2021), sob relatoria da senadora Dorinha Seabra, que é do União Brasil e está ao lado dos que defendem a obrigatoriedade do espanhol — demonstrando que o interesse nessa matéria vai muito além da polarização entre esquerda e direita.


  • Deputado federal: Natália e Girão seguem disparados; Thabatta, Nina e Kelps são novidades no pelotão da frente

    Nesta segunda rodada da pesquisa Media/oPotengi, 37 nomes foram lembrados pelos eleitores potiguares para a disputa pelas oito cadeiras da bancada de deputados federais do RN.

    A pesquisa pediu aos eleitores que nomeassem, sem o apoio de uma lista prévia de possíveis candidatos, em quem pretendem votar para deputado federal em 2026.

    Mais de 1/3 dos eleitores potiguares disseram já ter um candidato de preferência para a Câmara dos Deputados.

    Confira o número de citações de todos os 37 nomes lembrados pelos eleitores.

    • Natália Bonavides: 81
    • General Girão: 73
    • João Maia: 54
    • Thabatta Pimenta: 53
    • Dra. Carla Dickson: 49
    • Robinson Faria: 47
    • Benes Leocádio: 43
    • Nina Souza: 34
    • Kelps Lima: 30
    • Sargento Gonçalves: 28
    • Fernando Mineiro: 26
    • Dr. Bernardo: 21
    • Kátia Pires: 18
    • Rafael Motta: 17
    • Matheus Faustino: 16
    • Carlos Eduardo Alves: 15
    • Odon Jr.: 14
    • Garibaldi Filho: 11
    • Juninho Saia Rodada: 10
    • Beto Rosado: 8
    • Samanda Alves: 8
    • Daniel Marinho: 6
    • Dra. Vanessa: 5
    • Allan Silveira: 4
    • Coronel Hélio: 3
    • Milena Galvão: 2
    • Jean Paul Prates: 2
    • Daniel Rizzi: 1
    • Leo Souza: 1
    • Major Brilhante: 1
    • NS/NR: 1.209
    • Branco/Nulo: 10

    Sobre a pesquisa

    A pesquisa Instituto Media/oPotengi ouviu 2.000 eleitores com 16 anos ou mais, em 72 municípios do Rio Grande do Norte, entre os dias 18 e 21 de outubro de 2025. A margem de erro da amostragem é de 2,2% para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.


  • Deputado estadual: Kleber e Ezequiel disputam liderança; Robson Carvalho, Júlio César, Dr. Gustavo, Eriko Jácome e Cíntia Pinheiro urgem entre prováveis eleitos

    Ano que vem, os potiguares irão eleger seus 24 representantes no Legislativo Estadual.

    Nesta segunda rodada estadual da série de pesquisas edia/oPotengi para o Rio Grande do Norte, 63 nomes foram citados pelos eleitores entrevistados.

    Para deputado estadual, são 37,85% os potiguares que dizem já saber em quem votarão nas eleições de 2026.

    A escolha é feita pelo entrevistado sem o auxílio de uma relação prévia de possíveis candidatos. Confira o total de citações dos nomes lembrados pelos potiguares.

    • Kleber Rodrigues: 32
    • Ezequiel Ferreira: 30
    • Tomba: 28
    • Eudiane Macedo: 27
    • Isolda Dantas: 26
    • Adjuto Dias: 26
    • Francisco do PT: 25
    • Dr. Bernardo: 25
    • Galeno Torquato: 25
    • Robson Carvalho: 25
    • Cristiane Dantas: 24
    • Gustavo Carvalho: 23
    • Dr. Kerginaldo: 23
    • Coronel Azevedo: 21
    • Júlio César: 21
    • Ubaldo Fernandes: 20
    • Dr. Gustavo: 19
    • Eriko Jácome: 19
    • Divaneide Basílio: 18
    • Ivanilson Oliveira: 18
    • Nélter Queiroz: 18
    • Luiz Eduardo: 18
    • Taveira Jr.: 18
    • Getúlio Rego: 16
    • Hermano Moraes: 16
    • Terezinha Maia: 15
    • Cíntia Pinheiro: 15
    • Neilton Diógenes: 15
    • Jorge do Rosário: 12
    • Carol Pires: 12
    • Camila Araújo: 11
    • Ivan Júnior: 11
    • Dr. Thiago Almeida: 11
    • Dr. Tadeu: 11
    • Larissa Rosado: 9
    • Bibi Costa: 9
    • Albert Dickson: 6
    • Anne Lagartixa: 6
    • Vivaldo Costa: 5
    • Kaline de Dr. Bernardo: 5
    • Flávio de Beroi: 5
    • Subtenente Eliabe: 5
    • Dison Lisboa: 4
    • Antônio Macaco: 3
    • Ney Lima: 2
    • Zé Lins: 2
    • Márcia Maia: 2
    • Sancler: 2
    • Cabo Deyvison: 2
    • César Maia: 2
    • Maurício Filho: 2
    • Clóvis Júnior: 1
    • Michael Diniz: 1
    • Júlia Arruda: 1
    • Clarissa Matias: 1
    • Luciano Santos: 1
    • Dr. Cubano: 1
    • Wellington Bernardo: 1
    • Jumária: 1
    • Babá Pereira: 1
    • Dr. Pio: 1
    • Giovani do Melão: 1
    • Clorisa Linhares: 1
    • NS/NR: 1165
    • Branco/Nulo: 78

    Sobre a pesquisa

    A pesquisa Instituto Media/oPotengi ouviu 2.000 eleitores com 16 anos ou mais, em 72 municípios do Rio Grande do Norte, entre os dias 18 e 21 de outubro de 2025. A margem de erro da amostragem é de 2,2% para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.


  • Lula lidera em todos os cenário para presidente entre os eleitores potiguares

    O presidente Lula, que acaba de declarar que será candidato ao quarto mandato presidencial em 2026, lidera as intenções de voto da nova pesquisa Media/oPotengi para o Rio Grande do Norte.

    A confirmação já esperada da candidatura se deu em recente viagem pela Ásia. “Estou prestes a completar 80 anos, mas podem ter certeza de que tenho a mesma energia que tinha quando tinha 30. E vou concorrer a um quarto mandato no Brasil ”, anunciou Lula, que comemora seu aniversário nesta segunda-feira (17).

    Nas ocasiões em que foi eleito, Lula sempre venceu no estado. Em 2022, foram 62,98% dos votos válidos no 1º turno. Já em 2002 e 2006 foram 43,67% e 60,16%, respectivamente.

    Os cenários da pesquisa

    Com Jair Bolsonaro inelegível por decisão da Justiça Eleitoral, a oposição se recompõe e testa alternativas como Tarcísio de Freitas, Michelle Bolsonaro e Romeu Zema, na tentativa de herdar o voto antipetista e reduzir a vantagem do presidente no estado.

    Diante disso, a pesquisa testou três diferentes cenários, com e sem o ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente inelegível por determinação da Justiça Eleitoral.

    Nossos entrevistadores perguntaram ao eleitor norte-riograndense: Se as eleições fossem hoje e os candidatos fossem estes, em quem você votaria para Presidente da República? Confira as respostas.

    Cenário 1

    • Lula: 56,15%
    • Jair Bolsonaro: 33,90%
    • Eduardo Leite: 1,05%
    • Romeu Zema: 1,00%
    • Ronaldo Caiado: 0,75%
    • NS/NR: 5,25%
    • Branco/Nulo: 1,90%

    Cenário 2

    • Lula: 57,00%
    • Tarcísio de Freitas: 30,65%
    • Romeu Zema: 1,65%
    • Ronaldo Caiado: 1,45%
    • NS/NR: 5,00%
    • Branco/Nulo: 4,25%

    Cenário 3

    • Lula: 58,80%
    • Michelle Bolsonaro: 30,05%
    • Romeu Zema: 2,00%
    • Ronaldo Caiado: 1,55%
    • NS/NR: 5,10%
    • Branco/Nulo: 2,50%

    Sobre a pesquisa

    A pesquisa Instituto Media/oPotengi ouviu 2.000 eleitores com 16 anos ou mais, em 72 municípios do Rio Grande do Norte, entre os dias 18 e 21 de outubro de 2025. A margem de erro da amostragem é de 2,2% para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.





Jesus de Ritinha de Miúdo