Jesus de Ritinha de Miúdo
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Decisão do TSJ transfere comando do Executivo a Delcy Rodríguez após ausência forçada de Maduro
A Sala Constitucional do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) determinou, em decisão de urgência, que a vice-presidenta executiva Delcy Rodríguez Gómez assuma imediatamente a Presidência Encarregada da República Bolivariana da Venezuela. O tribunal afirmou ter atuado de ofício diante da crise nacional.
Segundo comunicado lido pela magistrada Tania D’Amelio, a medida decorre da “agressão militar estrangeira” registrada em 3 de janeiro de 2026, que, de acordo com o TSJ, teve como objetivo o sequestro do presidente constitucional Nicolás Maduro Moros. O tribunal sustenta que o episódio provocou um vácuo de poder em razão da impossibilidade material do chefe do Executivo de exercer suas funções.
A decisão se apoia em uma interpretação sistemática e teleológica dos artigos 234, 239 e 335 da Constituição da República Bolivariana da Venezuela. Para a Corte, trata-se de uma situação excepcional e de força maior não prevista de forma literal no texto constitucional, o que justificaria a adoção de medidas cautelares urgentes para garantir a continuidade administrativa do Estado e a defesa da nação. A ausência do presidente foi classificada como “ausência forçada”.
Com base no artigo 239, inciso 6, o TSJ atribuiu à vice-presidenta a prerrogativa de suprir as faltas do presidente. Com isso, Delcy Rodríguez passa a comandar o Conselho de Defesa da Nação, liderar o Alto Comando Militar e assegurar a operacionalidade do Estado diante da intervenção estrangeira.
A decisão determinou a notificação imediata da Assembleia Nacional, do Poder Cidadão e das Forças Armadas, sob a fórmula “Notifique-se e cumpra-se”. O movimento busca conferir respaldo jurídico interno e externo à nova configuração do poder, em meio a repercussões internacionais e declarações recentes do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que sinalizou a possibilidade de reconhecer Delcy Rodríguez como autoridade legítima sob um modelo de “tutela profissional” para a gestão dos recursos petrolíferos
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Quem procura acha?
Olá, queridos! Como vão?
Essa época de ano que acaba e outro inicia é sempre momento de muitas reflexões, mas para quem resolve trilhar o caminho do autoconhecimento isso não é mais do que uma terça-feira. Auto observar-se vira rotina. Auto questionamento fica mais presente que parente chato.
Nos questionamos sobre nosso próprio comportamento, nossos pensamentos e sentimentos. Investigamos nossas reações e nos colocamos à prova, para testar se realmente estamos conseguindo nos melhorar naquilo que nos propomos.
Conhecer quem somos é, sim, entender quem habita no mais puro da nossa essência, mas também é entender quais ferramentas esse ser possui. Nascemos com algumas já prontas, outras aprendemos a desenvolver, como músculos na academia.
Fato é que de nada adianta entender nosso real potencial se não colocamos ele para jogo. Se não praticamos aquilo que de melhor sabemos fazer. Muitas vezes nos perdemos porque simplesmente não conseguimos enxergar o que temos.
Um grande amigo me contou uma vez que queria muito comprar um livro, mas ele estava custando caríssimo na época, tinha virado moda e o preço subiu bastante. Ele foi para casa escolher algo para ler de sua própria biblioteca e descobriu esse mesmo livro lá, entre os seus. Nem preciso dizer a alegria que ele teve.
Todos nós já passamos por situações assim várias vezes. Só esses dias foram duas vezes em que percebi que já tinha aquilo que buscava. Uma delas foi por conta do barulho da minha nova vizinhança. Nos últimos dias do ano que passou, época que dá mais confraternização que chuchu na serra, estava tendo dificuldade de dormir com cantorias que iam até 5h da manhã, em dia de semana.
Passei dias chateada com o barulho, pensando em como conversaria com o gerente do estabelecimento comercial (que não é local de festa e fica em uma região residencial), quando me lembrei que na minha mesa de cabeceira, em um potinho, estava guardado meu protetor auricular.
Outra situação foi uma enorme tristeza que fiquei por perder um objeto muito especial para mim só para depois encontrá-lo guardado no meu bolso. Eu já começando a me conformar que o tinha perdido, e ele o tempo todo comigo.
Podem dizer que foi um simples esquecimento, que isso é normal, que acontece com qualquer um. Eu não discordo totalmente disso.
Mas, o ponto que quero abordar é que costumamos esquecer aquilo que não usamos. Como aprender um idioma, por exemplo. Se não praticamos vamos esquecendo, pouco a pouco.
E os objetos que quase não usamos podem ser esquecidos assim como nossas habilidades que não colocamos em prática. Temos inúmeras delas, algumas já conhecemos, outras descobrimos ao longo do caminho. Acabamos usando mais umas do que outras, acontece. Daí quando nos deparamos com uma situação difícil, “lembramos” que temos exatamente a ferramenta certa para sair de tal situação.
Então, sim, quem procura, acha! Especialmente se nos propomos a procurar dentro de nós, como um hábito constante, tudo aquilo que temos de melhor, todas as nossas habilidades ainda não conhecidas, e até mesmo as adormecidas.
E, com o mesmo afinco, manter a prática de todas que já descobrimos, para que não fiquem esquecidas nem enferrujadas.
Quem sabe onde conseguiremos chegar e o que poderemos fazer se utilizarmos todas as nossas habilidades em conjunto? Até onde pode alcançar nosso potencial quando olhamos para dentro com olhar investigativo e descobrimos, e colocamos em prática, tudo aquilo de bom que habita em nós?
Desejo que nesse novo ano vocês procurem, e encontrem, incontáveis habilidades e ferramentas dentro de vocês e que elas sirvam de incentivo tanto para praticar a melhor versão que podem ser, quanto para continuar a incrível jornada que é o caminho do autoconhecimento.
Até a próxima!
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Queda de Maduro gera indefinição sobre o futuro da Venezuela; três políticos chavistas podem vir a assumir
A eventual queda de Nicolás Maduro, caso confirmada, abre um dos cenários políticos mais incertos da história recente da Venezuela. Segundo declarações do governo dos Estados Unidos, trata-se da ação mais direta de Washington na América Latina desde a invasão do Panamá, em 1989, quando o general Manuel Noriega foi derrubado. Para setores mais linha-dura do governo Trump, a remoção de Maduro representaria uma vitória estratégica, especialmente diante das acusações norte-americanas de que o líder venezuelano estaria à frente de uma organização criminosa ligada ao narcotráfico — acusações que ele sempre negou.
Os Estados Unidos também não reconhecem a legitimidade das eleições venezuelanas de 2024, consideradas amplamente fraudulentas, enquanto Caracas acusa Washington de buscar o controle de suas vastas reservas de petróleo, as maiores do mundo. Nesse contexto, a prisão ou deposição de Maduro levanta uma questão central: quem governará a Venezuela agora?
Analistas apontam que a saída de Maduro não implica, automaticamente, o fim do chavismo. Três figuras-chave surgem como possíveis herdeiros do poder: a vice-presidente Delcy Rodríguez, o ministro do Interior Diosdado Cabello e o ministro da Defesa Vladimir Padrino López, todos com forte influência política e respaldo institucional. O fato de as Forças Armadas e grupos paramilitares terem permanecido leais ao regime até agora sugere que a transição pode ser controlada internamente.
Do outro lado, a oposição, liderada por María Corina Machado — vencedora simbólica das eleições de 2024 —, exige uma mudança profunda de governo e pode não aceitar uma simples substituição no topo do poder. Assim, mesmo sem novos ataques previstos, o futuro da Venezuela permanece indefinido, marcado por disputas internas, pressões externas e o risco de maior instabilidade política.
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Rubio diz que não prevê novas ações dos EUA na Venezuela; Caracas anuncia mobilização militar
Autoridades dos Estados Unidos e da Venezuela divulgaram neste sábado declarações que indicam posições opostas após a ofensiva americana contra o país sul-americano. Segundo o senador republicano Mike Lee, de Utah, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que não são esperadas novas ações militares na Venezuela após a detenção do presidente Nicolás Maduro.
Em publicação na rede social X, Mike Lee relatou que conversou por telefone com Rubio na manhã de sábado. De acordo com o senador, o secretário de Estado disse que Maduro está sob custódia dos Estados Unidos e teria sido detido para responder a processos judiciais em território americano. Ainda segundo Lee, Rubio afirmou que a operação realizada teve como objetivo proteger e defender os agentes responsáveis pelo cumprimento do mandado de prisão.
Marco Rubio integra a ala mais ideológica e linha-dura do governo Donald Trump, sendo um dos principais críticos de governos como os de Cuba, Venezuela e China. Atualmente, ele também foi designado para liderar as negociações com o Brasil sobre a tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, além de outras sanções direcionadas a autoridades do país.
Enquanto Washington sinaliza a ausência de novas ações imediatas, o governo venezuelano adota um discurso de mobilização e resistência. Em pronunciamento em vídeo, o ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino López, anunciou o envio imediato de tropas militares para todo o território nacional.
Padrino classificou os ataques como a “pior agressão” já sofrida pela Venezuela e afirmou que todas as forças armadas do país estão sendo mobilizadas conforme ordens de Nicolás Maduro. “Eles nos atacaram, mas não nos subjugarão”, declarou o ministro, pedindo união nacional diante da crise.
As declarações reforçam o clima de forte tensão e incerteza sobre os próximos desdobramentos do conflito.
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Ataque dos EUA à Venezuela provoca distintas reações internacionais; Brasil segue em silêncio
O ataque realizado pelos Estados Unidos contra a Venezuela na madrugada deste sábado (3) e o anúncio da captura do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama por forças militares americanas provocaram reações imediatas de governos da América Latina e da Europa. As manifestações ocorreram após relatos de explosões em Caracas e em outras cidades venezuelanas, indicando uma escalada rápida da tensão regional.
Um dos primeiros a se pronunciar foi o presidente da Colômbia, Gustavo Petro. Em publicação nas redes sociais, ele afirmou que o governo colombiano observa “com profunda preocupação” os relatos de explosões e atividades aéreas incomuns no país vizinho. Petro destacou que a Colômbia defende a preservação da paz regional e fez um apelo urgente pela desescalada do conflito, pedindo que todas as partes priorizem o diálogo e os canais diplomáticos.
Cuba, tradicional aliada política de Caracas, também reagiu duramente. O presidente Miguel Díaz-Canel classificou a ação dos Estados Unidos como um “ataque criminoso” e cobrou uma resposta imediata da comunidade internacional. Segundo ele, a região estaria sofrendo um “terrorismo de Estado” contra o povo venezuelano e contra a América Latina.
Em posição oposta, o presidente da Argentina, Javier Milei, comemorou publicamente a ofensiva. Em uma mensagem curta nas redes sociais, escreveu: “A liberdade avança. Viva a liberdade, cara**o”. Milei é aliado de Donald Trump e crítico declarado de Maduro, mantendo relação próxima com Washington desde que assumiu o governo argentino.
Na Europa, a Espanha divulgou um comunicado pedindo desescalada, moderação e respeito ao direito internacional e à Carta da ONU. O país se ofereceu como mediador para uma solução pacífica e negociada. Até o momento, o governo brasileiro não se pronunciou oficialmente.
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Venezuela investiga possíveis mortos e feridos após ataques e cobra aos EUA prova de vida de Maduro
O governo da Venezuela informou que investiga a existência de mortos e feridos após os ataques registrados nas primeiras horas deste sábado, enquanto seguem as incertezas sobre os danos causados e o paradeiro do presidente Nicolás Maduro. As informações foram divulgadas pelo ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino, em meio à escalada de tensões com os Estados Unidos.
Segundo Padrino, as autoridades venezuelanas estão reunindo dados para apurar o número de vítimas e avaliar os impactos sobre a infraestrutura atingida. O ministro afirmou ainda que os ataques não se limitaram a alvos militares e atingiram áreas civis, o que, segundo ele, agrava a gravidade da situação. Em declaração oficial, Padrino ressaltou que a Venezuela “resistirá” à presença de tropas estrangeiras em seu território e que os planos de defesa nacional estão sendo executados conforme previsto.
Até o momento, permanecem sem resposta questões centrais sobre a extensão dos danos provocados pelos ataques, incluindo quais instalações militares foram efetivamente atingidas e o alcance das interrupções em serviços básicos, como energia elétrica e comunicações, relatadas por moradores de Caracas.
Paralelamente, o governo venezuelano intensificou a pressão sobre Washington após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que Nicolás Maduro teria sido capturado durante a operação. Trump não apresentou detalhes sobre as circunstâncias da suposta captura nem informou para onde o presidente venezuelano teria sido levado.
A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, declarou que o governo desconhece o paradeiro de Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores, e exigiu que os Estados Unidos apresentem provas de que ambos estão vivos. As declarações foram feitas em pronunciamento na televisão estatal.
“Exigimos do governo dos Estados Unidos provas de vida do presidente Maduro e da primeira-dama”, afirmou Rodríguez, acrescentando que o presidente já havia alertado sobre a possibilidade de uma situação desse tipo. Segundo ela, Maduro deixou instruções claras para a ativação de todos os planos de defesa do país em “perfeita unidade”, conforme informou a Agência Venezuelana de Notícias.
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Trump anuncia ataque de grande escala à Venezuela e captura Nicolás Maduro; país classifica ação como “guerra colonial”
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na madrugada deste sábado que forças americanas realizaram um ataque de grande escala contra a Venezuela e capturaram o presidente do país, Nicolás Maduro. A declaração foi feita por meio da rede social Truth Social, onde Trump disse que Maduro e sua esposa teriam sido detidos e retirados do território venezuelano por via aérea em uma operação conduzida em conjunto com forças de segurança dos Estados Unidos.
Segundo Trump, mais detalhes sobre a ação seriam divulgados posteriormente. O presidente norte-americano anunciou ainda uma coletiva de imprensa para as 11h no horário local (13h em Brasília), a ser realizada em Mar-a-Lago, sua propriedade no estado da Flórida. Até o momento, a Casa Branca não divulgou informações adicionais sobre a operação nem confirmou oficialmente os termos da suposta captura.
De acordo com a emissora americana CBS, parceira da BBC nos Estados Unidos, Trump teria ordenado ataques em várias regiões da Venezuela, incluindo instalações militares estratégicas. Ainda segundo a emissora, a ofensiva teria ocorrido de forma simultânea em diferentes pontos do país, indicando uma ação coordenada e de grande alcance.
Na capital venezuelana, Caracas, moradores relataram explosões e intensa movimentação militar durante a madrugada. Colunas de fumaça puderam ser vistas em diferentes áreas da cidade, enquanto vídeos gravados por civis mostravam detonações e aeronaves voando a baixa altitude. As explosões começaram a ser ouvidas pouco depois das 2h, especialmente nas proximidades da base aérea de La Carlota e em regiões adjacentes.
Relatos de jornalistas e moradores indicam que diversas áreas de Caracas ficaram sem energia elétrica após os ataques. A jornalista venezuelana Vanessa Silva, que vive na capital, afirmou ter presenciado uma explosão de grandes proporções a partir da janela de sua residência. Segundo ela, o impacto foi intenso e chegou a fazer o prédio tremer. “Foi mais forte que um raio. O coração disparou e minhas pernas tremiam”, relatou.
Antes mesmo da publicação de Trump sobre a suposta captura de Maduro, o governo venezuelano havia denunciado o ocorrido como uma “agressão militar” promovida pelos Estados Unidos. Em comunicado oficial, Caracas repudiou o ataque e afirmou que ações militares atingiram tanto áreas civis quanto instalações militares em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.
“O governo da República Bolivariana da Venezuela rejeita, repudia e denuncia perante a comunidade internacional a gravíssima agressão militar perpetrada pelo atual Governo dos Estados Unidos da América contra o território e a população venezuelanos”, diz o texto divulgado pelas autoridades. O comunicado acrescenta que a ofensiva ameaça a paz e a estabilidade internacional, especialmente na América Latina e no Caribe, e coloca em risco a vida de milhões de pessoas.
O governo venezuelano classificou a ação como uma tentativa de impor uma “guerra colonial” com o objetivo de forçar uma mudança de regime. Segundo o texto, essa ofensiva estaria sendo realizada em aliança com setores da oposição, descritos pelo governo como parte de uma “oligarquia fascista”. Ainda de acordo com o comunicado, a tentativa estaria fadada ao fracasso, assim como iniciativas anteriores.
As autoridades venezuelanas convocaram todas as forças sociais e políticas do país a ativarem planos de mobilização nacional em repúdio ao que chamaram de ataque imperialista. O governo informou ainda que Nicolás Maduro assinou um decreto estabelecendo “estado de comoção externa” em todo o território nacional.
No mesmo comunicado, a Venezuela declarou que, com base no artigo 51 da Carta das Nações Unidas, reserva-se o direito de exercer a legítima defesa para proteger sua população, seu território e sua independência. Até o momento, não há confirmação independente sobre o paradeiro de Maduro nem sobre a extensão dos danos causados pelos ataques. A comunidade internacional acompanha a situação com atenção diante do risco de escalada do conflito na região.
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Mega da Virada 2025: saiba quem ganhou e como sacar prêmio de até R$ 1,09 bilhão
Após atraso devido a problemas técnicos, a Caixa Econômica Federal realizou, na manhã desta quinta-feira (1º), o sorteio da Mega da Virada 2025. O prêmio recorde de R$ 1,09 bilhão foi dividido entre seis apostas vencedoras, cada uma levando R$ 181.892.881,09.
Os números sorteados foram: 09 – 13 – 21 – 32 – 33 – 59. Entre os vencedores, três apostas foram registradas em lotéricas de João Pessoa (PB), Ponta Porã (MS) e Franco da Rocha (SP), enquanto as outras três foram feitas pelo portal Loterias Caixa e pelo aplicativo, sem identificação da localização.
Além do prêmio principal, 3.921 apostas acertaram a quina, recebendo R$ 11.931,42 cada, e 308.315 acertaram a quadra, levando R$ 216,76 cada. Esta 17ª edição da Mega da Virada registrou uma arrecadação superior a R$ 3 bilhões, 22,6% a mais que em 2024.
O atraso no sorteio, originalmente marcado para a noite de 31 de dezembro, se deu por instabilidade nos sistemas digitais, que registraram até 120 mil transações por segundo. Outros sorteios, como Quina, Lotofácil, +Milionária, Lotomania e Super Sete, também tiveram resultados divulgados com atraso.
Historicamente, a Mega da Virada já contemplou 130 apostas que acertaram as seis dezenas desde sua primeira edição em 2009. A probabilidade de ganhar o prêmio varia de acordo com a quantidade de números apostados: uma aposta simples de seis números oferece chance de 1 em mais de 50 milhões, enquanto uma aposta com 20 números aumenta a chance para 1 em 1.292.
A Caixa esclarece que todas as bolinhas utilizadas nos sorteios têm peso e diâmetro padronizados (66 gramas e 50 mm), garantindo aleatoriedade e imparcialidade no sorteio. O valor do prêmio é formado principalmente pela arrecadação das apostas e é destinado em parte a programas sociais, como educação, esporte, cultura, segurança e seguridade social.
Como retirar o prêmio
Para valores acima de R$ 2.428,80, como no caso do prêmio principal, o ganhador deve comparecer a uma agência da Caixa, apresentando bilhete premiado ou comprovante da aposta e documento de identificação com CPF. Para valores acima de R$ 10 mil, o pagamento ocorre em no mínimo dois dias úteis.
Prêmios de até R$ 2.428,80 podem ser sacados em qualquer lotérica. Apostas realizadas pelo portal ou aplicativo da Caixa também podem ser resgatadas em lotéricas usando QR Code ou código de resgate gerado pelo sistema. O prazo para retirada do prêmio é de 90 dias após o sorteio; após esse período, o valor é destinado ao Fundo de Financiamento Estudantil (FIES).
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Fim de ano em Natal: 260 toneladas de lixo recolhido em Ponta Negra
A Prefeitura do Natal, por meio da Urbana, realizou uma operação especial de limpeza urbana durante o período de Natal e Réveillon. Na Praia de Ponta Negra, cerca de 260 toneladas de resíduos foram recolhidas, resultado de trabalho contínuo em três turnos — manhã, tarde e noite — com equipes atuando antes, durante e após os eventos.
Na orla, aproximadamente 160 trabalhadores atuaram diariamente na faixa de areia, no calçadão e nas áreas próximas, garantindo manutenção constante da limpeza no principal cartão-postal da cidade. As equipes também reforçaram a limpeza em vias de grande circulação, como a Avenida Praia de Ponta Negra e a Avenida Engenheiro Roberto Freire, melhorando a organização e as condições de trânsito durante os dias de festa.
No Réveillon, o efetivo foi ampliado para cerca de 260 trabalhadores, com atuação simultânea em Ponta Negra, Redinha, Praia de Miami, Praia do Meio e Planalto, para atender ao aumento do público nos diversos polos de celebração.
Segundo o presidente da Urbana, Alvamar Vale, o sucesso da operação é resultado de planejamento e integração: “Trabalhamos com antecedência, sistema de revezamento de equipes e ampliação de turnos, garantindo limpeza antes, durante e depois dos eventos”, afirmou.
Além das ações especiais, a Urbana mantém atenção permanente à limpeza urbana em todas as zonas da cidade, desenvolvendo frentes de trabalho diariamente para manter Natal organizada, limpa e bem cuidada ao longo de todo o ano.
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Música e solidariedade se encontram em show beneficente no Tirol
A Cidade da Criança, no bairro Tirol, em Natal, recebe neste domingo (4), a partir das 16h, mais uma edição do projeto Música por uma Boa Causa, evento beneficente que une música e solidariedade em apoio a crianças em tratamento contra o câncer. A entrada é uma lata de leite em pó, que será destinada ao Grupo de Apoio à Criança com Câncer (GACC). O evento acontece na Cidade da Criança, Av. Rodrigues Alves, Tirol, Natal/RN.
O show contará com apresentações de artistas da cena musical local, como Claudiana Antunes, Riva Andrade, Marcondes Brasil, Giancarlo Vieira e Moisés de Lima. O repertório abrange diferentes estilos e gerações, reforçando o caráter plural e coletivo da iniciativa.
Criado em 1999, o projeto nasceu para mobilizar artistas e a sociedade em torno do Hospital Infantil Varela Santiago, referência em atendimento pediátrico no Rio Grande do Norte. Desde a primeira edição, realizada no antigo Bar Blecaute, na Ribeira, os ingressos sempre foram revertidos em doações, consolidando a união entre cultura e solidariedade.
Idealizadora do projeto, Claudiana Antunes soma décadas de carreira e participação em importantes iniciativas culturais, como o Seis e Meia e a Assembleia Cultural. Marcondes Brasil, Riva Andrade, Giancarlo Vieira e Moisés de Lima também possuem trajetórias destacadas na música local e experiências em projetos sociais.
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