Jesus de Ritinha de Miúdo
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O novo colonialismo digital: Como a OpenAI ameaça a soberania dos dados globais
Em 13 de maio de 2025, um tribunal federal dos Estados Unidos ordenou que a OpenAI, criadora do ChatGPT, preservasse indefinidamente todas as conversas de seus usuários, mesmo quando solicitada a apagá-las. O argumento jurídico — de que quem apaga dados pode “estar tentando esconder violações de direitos autorais” — inaugurou um precedente alarmante: o direito ao esquecimento foi colocado sob suspeita.
A decisão, segundo analisa Jeff Xiong em artigo que, no Brasil, foi publicado no site Outras Palavras, transforma a comunicação cotidiana com sistemas de inteligência artificial em potenciais registros judiciais permanentes. Xiong é pesquisador de tecnologia e geopolítica, e o que ele está querendo dizer é que qualquer conversa com o ChatGPT pode agora ser considerada uma evidência em potencial — e, portanto, não pode ser esquecida.
O próprio Sam Altman, diretor-executivo da OpenAI, criticou a medida, afirmando que ela “compromete a privacidade dos usuários”. Mas, como observa Xiong, o problema é mais profundo: trata-se da normalização da vigilância como infraestrutura.
Da espionagem passiva à vigilância participativa
O ex-analista da NSA Edward Snowden reagiu duramente quando a OpenAI anunciou, em 2024, a nomeação do general Paul Nakasone — ex-diretor da própria NSA — para o conselho da empresa.
“Nunca confiem na OpenAI”, escreveu Snowden. “Esta é uma traição consciente dos direitos de todas as pessoas no planeta.”
A comparação feita por Xiong é contundente: se o programa PRISM da NSA espionava comunicações de forma passiva, o ChatGPT recruta os próprios usuários para uma vigilância participativa. Milhões de pessoas, todos os dias, entregam voluntariamente seus pensamentos, planos e emoções a um sistema que agora se torna juridicamente obrigado a armazená-los — e que mantém vínculos diretos com o aparato de segurança dos EUA.
A OpenAI admite: monitora conversas
A diferença entre paranoia e realidade, neste caso, é tênue, afinal a própria OpenAI reconhece, em relatórios públicos, que monitora o conteúdo das conversas para identificar o uso “indevido” de seus modelos. Em 2024, a empresa anunciou ter “detectado e bloqueado” redes ligadas a governos estrangeiros, como China e Irã. Para fazer isso, entretanto, é preciso algo perturbador: ler o que os usuários escrevem.
Não há como ignorar o viés político nessa informação. A empresa denunciou, com isso, atividades de países considerados adversários de Washington, mas permaneceu em silêncio diante de práticas semelhantes em países aliados. É por essas e outras que Xiong afirmou que “o ChatGPT tornou-se uma extensão informal da política externa dos Estados Unidos.”
Privacidade seletiva: a quem pertence o direito ao sigilo
A União Europeia tem reagido. Em 2024, a Itália multou a OpenAI em 15 milhões de euros por coleta ilegal de dados. Pesquisadores poloneses chegaram a concluir que o ChatGPT viola o GDPR, o regulamento europeu de proteção de dados.
Mas o caso mais simbólico vem dos próprios Estados Unidos. O governo norte-americano adquiriu uma versão exclusiva do ChatGPT, chamada ChatGPT Gov, por apenas 1 dólar por ano. Essa versão oferece “isolamento de dados” e segurança máxima, garantindo que as informações federais não sejam compartilhadas com servidores comerciais.
Ou seja: os dados do Estado americano estão protegidos, enquanto os meus dados, os seus dados, os dados do Potengi e dos demais cidadãos comuns, além de empresas e países periféricos na corrida tecnológica permanecem vulneráveis. A assimetria é a essência do novo poder digital.
O Sul Global na mira do império dos dados
Para países do chamado Sul Global, a dependência de plataformas como a OpenAI representa mais que risco: é uma forma de colonialismo digital, se quisermos aproveitar o conceito desenvolvido por Deivison Faustino e Walter Lippold em livro publicado em 2023 pela Editora Boitempo. A China e a Índia já restringiram o uso do ChatGPT em órgãos públicos, alegando risco de vazamento de dados estratégicos. No Brasil, pesquisadores pedem investigações sobre violações da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) — inclusive casos em que o sistema da OpenAI gerou CPFs reais de figuras públicas.
Segundo relatório da Unctad, o padrão é claro: o Sul fornece os dados (matéria-prima), os EUA os processam (indústria digital) e depois vendem de volta produtos baseados em IA. É a velha lógica colonial, agora travestida de inovação.
Soberania digital: a última fronteira
Não tem outro jeito: para combater essa tendência, é preciso que haja cooperação soberana entre países emergentes — com investimento em infraestrutura, regulação própria e formação de especialistas em IA fora da órbita das Big Techs norte-americanas. Uma referência é a China, que, segundo o Digital Sovereignty Index, é o único país com soberania digital plena — capaz de controlar o ciclo completo de dados, algoritmos e hardware.
Todos esses elementos reforçam que o escândalo da OpenAI é mais que um debate sobre privacidade. É um teste de soberania política, tecnológica e cultural em escala global. A vigilância já não é imposta de fora; ela é aceita, naturalizada e conversacional. O dilema, para nós, é simples, ainda que urgente: ou o Brasil redefine o controle sobre seus dados, ou cada brasileiro continuará falando com o próprio colonizador.
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Pela 33ª vez, ONU condena bloqueio a Cuba
Todo ano, a mesma coisa acontece: desde 1992, a ONU recoloca o tema do bloqueio a Cuba em votação na Assembleia Geral das Nações Unidas, e, como já é praxe, a resolução “Necessidade de pôr fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos contra Cuba” é aprovada, com pouquíssimos votos contrários.
Neste ano, a votação resultou em 165 votos favoráveis a Cuba, contra 12 abstenções e 7 votos contrários. Essa última posição só costumava ser assumida pelos Estados Unidos e Israel, com presenças eventuais de outros países. Neste ano, o número cresceu: Argentina, Paraguai, Ucrânia, Macedônia do Norte e Hungria, que costumavam votar pró-Cuba mudaram suas posições. Os cubanos alegam que os EUA exerceram uma pressão intimidatória sobre países menores para que eles votassem contra a resolução ou se abstivessem.
O documento aprovado afirma que somente entre março de 2023 e fevereiro de 2024, o bloqueio provocou em Cuba perdas materiais estimadas em 7,5 bilhões de dólares. Cuba está bloqueada no âmbito comercial, econômico e financeiro por meio de vários dispositivos há décadas, dentre os quais se destacam a Lei Torriceli e a Lei Helms-Burton, ambos estabelecendo restrições e punições a governos, países e cidadãos que mantiverem relações comerciais com cubanos.
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Com Flamengo e Atlético Mineiro já classificados, Brasil marca presença nas finais dos torneios sul-americanos
Racing deve ter jogado mil bolas aéreas na área flamenguista para tentar extrair um gol que pudesse levar a partida aos pênaltis, mas não adiantou. Com um persistente 0x0, o Flamengo se classificou para a semifinal da Taça Libertadores da América.
O rubro-negro aguarda o vencedor do duelo entre LDU x Palmeiras, que acontecerá na noite desta quarta (30), no Allianz Parque. A vantagem dos visitantes é ampla: os equatorianos meteram um sonoro 3×0 na partida de ida, em Quito.
Apesar da situação desconfortável, o Palmeiras tem procurado transmitir confiança a seu torcedor, que sonha em ver o resultado revertido, que levaria o torneio a uma re-edição da final de 2021, quando Palmeiras venceu o Flamengo no Estádio Centenário em Montevidéu (Uruguai) e conquistou o segundo título sul-americano consecutivo.
A final da Libertadores 2025 ocorrerá no Estádio Monumental, em Lima, Peru, no dia 29 de novembro.
Copa Sul-Americana também tem brasileiro na final
Nesta quarta, também conheceremos o segundo finalista da Copa Sul-Americana. Os argentinos do Lanús receberão a Universidade de Chile para o segundo confronto após um equilibrado 2×2 no jogo da ida. O vencedor enfrentará o Atlético Mineiro, que venceu o Independiente del Valle na terça-feira por 3×1.
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Estudantes e participantes do Enem terão gratuidade no transporte público de Natal nos dois domingos de prova
Todos os inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em Natal terão direito a transporte gratuito nos dias de realização das provas, 9 e 16 de novembro. É o que determina o Decreto nº 13.538, publicado pela Prefeitura, que pretende, assim, garantir mobilidade e equidade no acesso ao ensino superior.
A gratuidade valerá das 0h00 às 23h59 dos dias mencionados, e alcançará todo o sistema municipal de ônibus. Para usufruir desse benefício, o candidato deverá apresentar, no momento do embarque, a Carteira de Identificação Estudantil (CIE) ou o cartão de inscrição do Enem, emitido pelo Inep. Importante lembrar que os transportes opcionais não estão cobertos pela gratuidade.
Sobre o horário de funcionamento dos ônibus, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU) já comunicou que os operadores deverão seguir rigorosamente o quadro de horários, mantendo o transporte público em pleno funcionamento nos dois domingos.
As empresas não terão prejuízo com a medida, uma vez que a própria STTU fará o cálculo do custo operacional e o ressarcimento conforme o número de passageiros que faça uso desse recurso.
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O plano secreto dos EUA para capturar Nicolás Maduro
Uma operação digna de um romance de espionagem da Guerra Fria mobilizou o governo dos Estados Unidos na tentativa de capturar o presidente venezuelano Nicolás Maduro. No centro da trama estava Edwin López, agente do Departamento de Segurança Interna (DHS), que tentou convencer o piloto pessoal de Maduro, o general Bitner Villegas, a desviar o avião presidencial para um local onde o líder pudesse ser detido por autoridades americanas.
Segundo investigação da Associated Press, López fez a proposta durante um encontro secreto em 2024, quando ainda servia como adido na embaixada dos EUA na República Dominicana. O agente prometeu ao piloto “riqueza e reconhecimento” caso aceitasse colaborar. Embora Villegas tenha deixado o encontro sem se comprometer, forneceu seu número de telefone — gesto que López interpretou como um sinal de abertura.
Por mais de um ano, o agente manteve contato com o piloto por aplicativos criptografados, mesmo após sua aposentadoria em julho de 2025. A missão, no entanto, fracassou. Villegas resistiu às investidas e, quando confrontado novamente, reagiu chamando o agente de “covarde” e afirmando: “Os venezuelanos não somos traidores”.
A tentativa de cooptação ocorreu em meio a uma escalada de tensões entre Washington e Caracas. Desde o retorno de Donald Trump à Casa Branca, a política americana em relação à Venezuela tornou-se mais agressiva. O presidente autorizou operações militares no Caribe para interceptar embarcações suspeitas de tráfico de drogas e, neste mês, deu sinal verde à CIA para ações secretas no território venezuelano. Além disso, o governo dobrou a recompensa pela captura de Maduro — agora fixada em US$ 50 milhões.
O plano começou após uma denúncia recebida pela embaixada dos EUA em Santo Domingo, indicando que aviões usados por Maduro estavam em manutenção no país. López, então, obteve autorização para investigar os pilotos venezuelanos. O encontro com Villegas, membro da guarda presidencial e homem de confiança de Maduro, ocorreu em um hangar do aeroporto de La Isabela.
Embora o piloto tenha recusado o aliciamento, as autoridades americanas conseguiram apreender dois jatos executivos de Maduro — um Dassault Falcon 2000EX e um Falcon 900EX — por violação das sanções dos EUA. Durante uma coletiva, o então secretário de Estado Marco Rubio classificou as aeronaves como “um tesouro de inteligência”.
“Um patriota inabalável”
Mesmo aposentado, López continuou tentando convencer Villegas, enviando mensagens que apelavam para o “heroísmo” e o “futuro dos filhos” do militar. Sem sucesso, ele e aliados passaram a tentar desestabilizar Maduro. Um ex-funcionário americano publicou, em tom de provocação, uma mensagem de aniversário para Villegas no X (antigo Twitter), acompanhada de fotos do piloto com Maduro. A postagem viralizou, gerando rumores sobre sua prisão.
Dias depois, Villegas reapareceu em rede nacional ao lado de Diosdado Cabello, ministro do Interior da Venezuela, reafirmando sua lealdade ao governo. “Um patriota inabalável”, disse Cabello, enquanto o piloto, em silêncio, erguia o punho cerrado.
A saga, que terminou sem capturas, expôs as táticas arriscadas e improvisadas com que Washington tenta minar o regime venezuelano — e os limites do poder americano diante de um aliado ainda fiel ao presidente Nicolás Maduro.
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Em Ceará-Mirim, Polícia Militar prende “Gasparzinho” com dinheiro e drogas
O 17º Batalhão da Polícia Militar do Rio Grande do Norte estava em operação de rotina quando avistou o conhecido “Gasparzinho” e deu ordem de parada. Ele tentou fugir, mas a PM o capturou.
O Via Certa Natal acompanhou a prisão de Gasparzinho, que estava com dinheiro fracionado e saquinhos de drogas e foi conduzido à delegacia de plantão da Zona Norte de Natal para prestar esclarecimentos.
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Rio de Janeiro está “sozinho” no combate ao crime, disse o governador Cláudio Castro
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), afirmou nesta terça-feira (29) que o estado está “sozinho” no enfrentamento à criminalidade, ao criticar a ausência de apoio do governo federal nas operações policiais. A declaração, feita pela manhã, gerou reação em Brasília e foi posteriormente suavizada pelo próprio governador.
“As nossas polícias estão sozinhas. Infelizmente, mais uma vez, não temos auxílio nem de blindados nem de agentes federais. É o Rio de Janeiro completamente sozinho”, disse Castro, acrescentando que três pedidos de apoio das Forças Armadas haviam sido negados. Segundo ele, o governo estadual deixou de solicitar ajuda para a operação desta semana por entender que “a política federal é de não ceder”.
Horas depois, Castro afirmou ter sido mal interpretado, explicando que apenas respondeu a uma pergunta sobre a participação federal na operação.
Rio deSegundo o Ministério da Justiça, desde 2023 o governo federal atendeu a todas as 11 solicitações de renovação da Força Nacional de Segurança Pública no território fluminense. A atual operação da Força no estado segue em vigor até dezembro de 2025 e pode ser renovada.
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Megaoperação no Rio mobiliza 2,5 mil agentes e reacende debate sobre letalidade policial
Uma megaoperação das forças de segurança do Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho, classificada pelo governador Cláudio Castro (PL) como “a maior da história do estado”, mobilizou 2,5 mil agentes para cumprir cem mandados de prisão em uma área de 9 milhões de metros quadrados. A ação, parte da Operação Contenção — iniciativa permanente contra o Comando Vermelho —, resultou em dezenas de mortos, prisões e intensos confrontos nas zonas Norte e Metropolitana.
Pelo menos 64 pessoas morreram e 81 foram presas. Entre os mortos, contam-se quatro policiais. O Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da Universidade Federal Fluminense (UFF) apontou a operação como a mais letal desde 1990. O Alto Comissariado de Direitos Humanos das Nações Unidas se disse “horrorizado” com a cooperação, devido ao número de vítimas.
Segundo Castro, a ofensiva foi planejada durante mais de um ano e teve preparação operacional de 60 dias. Participaram policiais do Comando de Operações Especiais (COE), da CORE e de batalhões da capital e da Região Metropolitana. De acordo com o governo estadual, mais de 100 fuzis e grande quantidade de drogas foram apreendidos.
Os confrontos ocorreram principalmente em áreas de mata, mas criminosos tentaram bloquear vias como a Avenida Brasil, incendiar veículos e usar drones para atacar policiais. Em resposta, a Polícia Militar colocou todo o efetivo nas ruas e suspendeu atividades administrativas. Durante a madrugada desta quarta-feira (29), a Prefeitura informou que não havia mais obstruções nas vias.
Entre os presos estão Thiago do Nascimento Mendes, o Belão, apontado como líder do tráfico, e Nicolas Fernandes Soares, suposto operador financeiro do Comando Vermelho.
A operação causou fortes impactos na rotina da cidade: escolas e universidades suspenderam aulas, o transporte público foi afetado e ruas ficaram desertas durante a noite.
A alta letalidade da ação levou o Ministério Público Federal (MPF) e a Defensoria Pública da União (DPU) a pedirem explicações formais ao governador. Os órgãos cobram que o estado demonstre o cumprimento das determinações da ADPF 635, do Supremo Tribunal Federal, que estabelece medidas de controle da violência policial. Castro criticou a decisão, chamando-a de “maldita” e afirmando que ela “favorece criminosos”.
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62% dos alimentos no Brasil são ultraprocessados
Um levantamento do Ministério da Saúde, em parceria com a Anvisa, a Opas e a USP, revelou que 62% dos alimentos e bebidas embalados lançados no Brasil entre novembro de 2020 e novembro de 2024 são ultraprocessados. Apenas 18,4% se enquadram como produtos in natura ou minimamente processados. Os dados integram o projeto “Monitoramento da rotulagem de alimentos no Brasil”, que acompanha o perfil nutricional de novos produtos e subsidia políticas públicas voltadas à alimentação saudável.
De acordo com a pesquisadora Ana Paula Bortoletto, da USP, o estudo considerou lançamentos em todas as regiões do país, abrangendo mudanças de tamanho, sabor, embalagem e formulação. A classificação dos produtos segue o método Nova, adotado pelo Guia Alimentar para a População Brasileira, que divide os alimentos em quatro categorias conforme o grau de processamento industrial.
O levantamento também trouxe resultados positivos sobre a presença de gordura trans. O pesquisador Marcone Leal, da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), analisou mais de 300 amostras de óleos e alimentos processados e não encontrou vestígios dessa substância, o que confirma a eficácia das medidas de restrição implementadas pela Anvisa. Segundo a consultora da Opas, Luisete Bandeira, o Brasil está entre os países das Américas que mais avançaram na eliminação das gorduras trans da cadeia alimentar.
Ainda assim, o relatório do Nupens/USP aponta que alguns produtos continuam declarando gordura trans nos rótulos, o que reforça a importância do monitoramento contínuo da legislação. O projeto prevê a publicação de mais quatro relatórios até agosto de 2026, com atualizações sobre a composição dos alimentos disponíveis no mercado nacional.
Desde outubro de 2024, todos os produtos que se enquadram nos critérios da RDC nº 429/2020 devem apresentar rotulagem nutricional frontal, com informações claras e visíveis ao consumidor. Essa medida integra as políticas públicas de alimentação e nutrição e tem como objetivo orientar escolhas mais saudáveis, aumentar a transparência na indústria alimentícia e garantir maior proteção à saúde da população brasileira.
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Festival Sabores D’Praia 2025 leva gastronomia, música e cultura à Praça Cívica em Natal
Nos dias 8 e 9 de novembro, Natal recebe festival que celebra a gastronomia potiguar, com música ao vivo e áreas de convivência ao ar livre para toda a família.
A capital potiguar recebe nos dias 8 e 9 de novembro a nova edição do Festival Sabores D’Praia 2025, na Praça Cívica, com entrada gratuita. O evento celebra a identidade gastronômica potiguar, reúne atrações culturais e oferece um espaço de lazer para toda a família.
Mais do que uma feira gastronômica, o festival se consolida como plataforma de valorização cultural e da produção regional. Reunindo restaurantes de frutos do mar, chefs locais e operações gastronômicas variadas, o Sabores D’Praia reforça tradições e destaca a diversidade da culinária do Rio Grande do Norte para moradores e visitantes.
A programação vai além da degustação. Workshops de culinária oferecerão oportunidades de aprendizado para estudantes, cozinheiros iniciantes e amantes da boa mesa, com foco em técnicas e ingredientes típicos do estado.
O ambiente descontraído do evento será embalado por apresentações musicais ao vivo, com artistas potiguares que celebram a diversidade cultural e compõem a trilha sonora da experiência gastronômica.
O Festival Sabores D’Praia 2025 é uma realização da Viva Promoções, com patrocínio da Prefeitura do Natal, por meio da Lei Djalma Maranhão, com incentivo da Unimed Natal, e do Governo do Rio Grande do Norte, via Lei Câmara Cascudo, Secult-RN e Fundação José Augusto. A iniciativa conta ainda com o apoio de Coca-Cola Brasil, Sadio Alimentos e Sterbom.
A programação completa será divulgada em breve nas redes sociais oficiais do evento. As atualizações podem ser acompanhadas pelo Instagram @saboresdpraia.