Gasolina subindo, estoque de medicamentos caindo, mas há sempre um amanhã (que pode ser pior, é verdade)

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O noticiário desta terça revela um Estado tensionado entre economia doméstica, fragilidades estruturais e rearranjos políticos. Dimensões que, no cotidiano potiguar e nas relações globais, raramente caminham separadas.


Gasolina chega a R$ 7,49 e pressiona o já inflacionado custo de vida em Natal

O preço da gasolina atingiu até R$ 7,49 em Natal, reacendendo o peso silencioso da inflação cotidiana. Mais que um número na bomba, trata-se de um efeito cascata: transporte, alimentos e serviços sentem. Combustíveis seguem movendo mais o humor da população do que os veículos.


Estado dispõe de apenas 60% dos medicamentos essenciais (pelo menos ainda dispõe)

Dados apresentados na Assembleia Legislativa revelam que o RN conta com apenas 60% dos medicamentos necessários. A escassez, mais do que estatística, traduz uma precariedade concreta: políticas públicas que falham onde não deveriam…


Carlos Eduardo, sem apoio pela milésima vez, desistiu de candidatura ao Senado

Carlos Eduardo Alves retirou sua pré-candidatura ao Senado, após perda de apoio partidário. A decisão reorganiza o tabuleiro eleitoral potiguar, revelando que, na política, alianças pesam mais que projetos… não que o ex-prefeito de Natal tivesse algum, é claro.

Trump suspende operação no Estreito de Ormuz enquanto Rússia eleva a temperatura na Ucrânia

Os EUA interromperam missão de escolta a navios no Golfo após pedido internacional, tentando abrir espaço para acordo com o Irã. Região segue como foco crítico do petróleo mundial,o que mostra que, quando o petróleo esquenta, até superpotência vira diplomata zen. Há alguns milhares de quilômetros dali, bombardeios russos atingiram cidades como Zaporizhzhia e Dnipro, deixando mortos e ampliando a escalada do conflito em 2026. A guerra segue naquele estágio em que ninguém vence, mas todo mundo perde.

Senado aprova criação da Universidade Federal Indígena

Projeto cria a primeira universidade federal voltada a povos indígenas no Brasil. Texto segue para sanção presidencial. Um avanço histórico — mas… tem orçamento para isso?




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