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De acordo com o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias divulgado pelo Executivo, as estatais brasileiras enfrentam a perspectiva de encerrar o ano com um déficit de aproximadamente R$ 6 bilhões.

Conforme informações da CNN Brasil, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) inicialmente previa que as empresas estatais apresentassem um déficit de até R$ 3 bilhões em 2023. Entretanto, o último relatório do governo federal atualizou essa projeção, indicando um rombo significativamente maior do que o inicialmente estabelecido.

Entre as estatais afetadas por esse cenário, destacam-se a Dataprev, com previsão de perdas aproximadas de R$ 200 milhões; os Correios, enfrentando um déficit estimado em torno de R$ 600 milhões; as Indústrias Nucleares do Brasil (INB), com um déficit de R$ 300 milhões, e a Emgepron, com um déficit de R$ 3 bilhões.

Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, sugere que uma das razões para esse desempenho negativo pode ser a queda na receita das estatais. O especialista ressalta que no ano passado as contas dessas empresas foram beneficiadas pelo Imposto Inflacionário, resultante da emissão adicional de papel-moeda pelo governo.

O Potengi

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Estatais brasileiras preveem déficit de quase R$ 6 bilhões neste ano



De acordo com o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias divulgado pelo Executivo, as estatais brasileiras enfrentam a perspectiva de encerrar o ano com um déficit de aproximadamente R$ 6 bilhões.

Conforme informações da CNN Brasil, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) inicialmente previa que as empresas estatais apresentassem um déficit de até R$ 3 bilhões em 2023. Entretanto, o último relatório do governo federal atualizou essa projeção, indicando um rombo significativamente maior do que o inicialmente estabelecido.

Entre as estatais afetadas por esse cenário, destacam-se a Dataprev, com previsão de perdas aproximadas de R$ 200 milhões; os Correios, enfrentando um déficit estimado em torno de R$ 600 milhões; as Indústrias Nucleares do Brasil (INB), com um déficit de R$ 300 milhões, e a Emgepron, com um déficit de R$ 3 bilhões.

Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, sugere que uma das razões para esse desempenho negativo pode ser a queda na receita das estatais. O especialista ressalta que no ano passado as contas dessas empresas foram beneficiadas pelo Imposto Inflacionário, resultante da emissão adicional de papel-moeda pelo governo.


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