Claudio Wagner









Claudio Wagner

  • Tudo que é maravilhoso e ruim nasce em Setembro…


  • O Som de um Trovão, de Ray Bradbury, o efeito borboleta e a teoria do caos


  • As terras da Vila de Índios de Extremoz sob duas facções: disputas políticas nos processos de territorialização indígena no Rio Grande do Norte (1760-1858)

    A pesquisa do historiador e professor Pedro Pinheiro é sobre nós, sobre descobrir o lugar a partir de novos olhares e compreender a quem, de fato, pertenceu o território. Vou destacar os pontos que considero cruciais da leitura, sem a pretensão de esgotar a tese, deixando a vocês a incumbência de conhecê-la integralmente.


  • Medo e Delírio e a Emoção de Uma Leitura Atemporal


  • Entre o ronco da alma e a Poesia do asfalto


  • Lê, por quê?


  • Eu sei quem você é


  • O Amor Enjaulado: A Hipocrisia Social em “O Segredo de Brokeback Mountain”


  • A trágica sombra do espetáculo e dos jogos de beleza nas redes sociais


  • A ILUSÃO DO DINHEIRO FÁCIL E A DESINFORMAÇÃO JUVENIL: um alerta necessário


  • DOIS PAPAS: a humanidade de Francisco e o diálogo como elo


  • O Sonho de um Homem Ridículo, de Fiódor Dostoiévski


  • O Sagrado em O Pequeno Príncipe – Uma Jornada Espiritual


  • A síndrome do vira-lata e a importância de escrever na língua nativa


  • Resenha crítica: A obra de Chris Cornell, um legado de paixão e profundidade


  • Sugar Baby: Os Perigos da Imersão no Mundo Virtual

    As vezes, esse degustador de filmes e séries assiste algo e passa dias pensando se vale ou não apena escrever sobre e trazer aqui para sua leitura. Isso acontece porque escrevo desenjando que assista o filme e veja se compartilha das mesmas impressões que passo no texto. Mas, no caso desse filme escrevi assim que…


  • Ponte para Terabítia e a Importância de Sonhar


  • O Rei do Povo: Uma crônica atemporal sobre o fanatismo religioso


  • Baleia: uma imersão na solidão e a busca pelo amor


  • A Elizabeth de Butterfly

    “Aquilo que se faz por amor está sempre além do bem e do mal.” – Friedrich Nietsche