América-RN deixa a Copa do Brasil com orgulho e frustração



Imagem Foto: Gabriel Leite
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A eliminação na Copa do Brasil trouxe sensações diferentes para o América-RN. Apesar da frustração após a derrota por 2 a 1 para o Corinthians, há também um sentimento de orgulho pela forma que a equipe rubra se comportou na Neo Química Arena, em um confronto que destacou realidades bem distintas do futebol brasileiro.

O técnico Marquinhos Santos destacou a dedicação dos jogadores ao plano de jogo e à estratégia traçada. “Temos que enaltecer a forma como os jogadores se entregaram ao plano de jogo, à estratégia de jogo. Nós conseguimos estudar muito bem a equipe do Corinthians. Fizemos um grande jogo. Sabemos o quanto é difícil jogar aqui (na Neo Química Arena). Várias equipes vieram aqui, como Fluminense e Argentinos Juniors, e acabaram saindo goleados. Nós tivemos muita atitude, muita personalidade e, numa plataforma de jogo diferente da qual nós estamos adaptados e acostumados, mas os atletas entenderam e executaram muito bem o plano de jogo”, comentou Marquinhos Santos em entrevista coletiva.

O América iniciou a partida com uma formação mais cautelosa, com três zagueiros, e saiu atrás no placar no primeiro tempo. O empate rubro veio no início da segunda etapa, com um golaço de Wenderson. A esperança reacendeu e o Alvirrubro ainda assustou em chute de Souza, defendido por Carlos Miguel. No fim, os donos da casa conseguiram o segundo gol devido a uma desatenção da defesa americana.

Marquinhos Santos ressaltou a quase virada que poderia ter levado a partida para os pênaltis, expressando orgulho pela equipe. “Por pouco não saímos com a virada que nos daria uma oportunidade de buscar classificação nas penalidades, mas foi um grande jogo. Um orgulho da equipe. Saímos com sentimento de tristeza pela não conquista da vitória e uma possível classificação. Gostaríamos de entregar isso ao torcedor do América, mas acredito também que o torcedor sai orgulhoso. O torcedor que acompanhou sai chateado pela derrota, chateado pela eliminação, mas orgulhoso sabendo que tem um horizonte. O mais importante é voltar às atenções para a competição mais importante da temporada, que é justamente tirar o América dessa situação que se encontra”, disse Marquinhos.

O técnico também destacou o desempenho do América contra equipes de Série A, reforçando que, embora o time esteja na Série D, ele não é um time de Série D. “Tirando o jogo do Bahia, nos demais jogos em que enfrentamos equipes de Série A, mostramos que somos capazes, que o América está na Série D, mas não é um time de Série D. A postura, a dignidade, a maneira de jogar, o orgulho de vestir essa camisa e trabalhar por essa instituição. É um grupo de atletas que se dedica, é um grupo enxuto. A gente viu as dificuldades no jogo de domingo. Nós tivemos imensa dificuldade com os atletas que acabaram sentindo, indo ao hospital, tendo que tomar soro, ser medicado. É claro que paga-se um preço. A equipe teve muita honra, muita hombridade, mesmo saindo daqui derrotada e eliminada, mas orgulhosa por aquilo que fizeram”, concluiu.




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América-RN deixa a Copa do Brasil com orgulho e frustração



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A eliminação na Copa do Brasil trouxe sensações diferentes para o América-RN. Apesar da frustração após a derrota por 2 a 1 para o Corinthians, há também um sentimento de orgulho pela forma que a equipe rubra se comportou na Neo Química Arena, em um confronto que destacou realidades bem distintas do futebol brasileiro.

O técnico Marquinhos Santos destacou a dedicação dos jogadores ao plano de jogo e à estratégia traçada. “Temos que enaltecer a forma como os jogadores se entregaram ao plano de jogo, à estratégia de jogo. Nós conseguimos estudar muito bem a equipe do Corinthians. Fizemos um grande jogo. Sabemos o quanto é difícil jogar aqui (na Neo Química Arena). Várias equipes vieram aqui, como Fluminense e Argentinos Juniors, e acabaram saindo goleados. Nós tivemos muita atitude, muita personalidade e, numa plataforma de jogo diferente da qual nós estamos adaptados e acostumados, mas os atletas entenderam e executaram muito bem o plano de jogo”, comentou Marquinhos Santos em entrevista coletiva.

O América iniciou a partida com uma formação mais cautelosa, com três zagueiros, e saiu atrás no placar no primeiro tempo. O empate rubro veio no início da segunda etapa, com um golaço de Wenderson. A esperança reacendeu e o Alvirrubro ainda assustou em chute de Souza, defendido por Carlos Miguel. No fim, os donos da casa conseguiram o segundo gol devido a uma desatenção da defesa americana.

Marquinhos Santos ressaltou a quase virada que poderia ter levado a partida para os pênaltis, expressando orgulho pela equipe. “Por pouco não saímos com a virada que nos daria uma oportunidade de buscar classificação nas penalidades, mas foi um grande jogo. Um orgulho da equipe. Saímos com sentimento de tristeza pela não conquista da vitória e uma possível classificação. Gostaríamos de entregar isso ao torcedor do América, mas acredito também que o torcedor sai orgulhoso. O torcedor que acompanhou sai chateado pela derrota, chateado pela eliminação, mas orgulhoso sabendo que tem um horizonte. O mais importante é voltar às atenções para a competição mais importante da temporada, que é justamente tirar o América dessa situação que se encontra”, disse Marquinhos.

O técnico também destacou o desempenho do América contra equipes de Série A, reforçando que, embora o time esteja na Série D, ele não é um time de Série D. “Tirando o jogo do Bahia, nos demais jogos em que enfrentamos equipes de Série A, mostramos que somos capazes, que o América está na Série D, mas não é um time de Série D. A postura, a dignidade, a maneira de jogar, o orgulho de vestir essa camisa e trabalhar por essa instituição. É um grupo de atletas que se dedica, é um grupo enxuto. A gente viu as dificuldades no jogo de domingo. Nós tivemos imensa dificuldade com os atletas que acabaram sentindo, indo ao hospital, tendo que tomar soro, ser medicado. É claro que paga-se um preço. A equipe teve muita honra, muita hombridade, mesmo saindo daqui derrotada e eliminada, mas orgulhosa por aquilo que fizeram”, concluiu.


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