Assú se despede de Paulo Varela, um dos maiores nomes da poesia popular nordestina

Em sinal de homenagem, a Prefeitura de Assú decretou luto oficial de três dias e divulgou nota destacando a importância do artista para a história e a identidade cultural do município

por

Ícone de crédito Foto: Reprodução

O poeta, escritor e memorialista Paulo Varela faleceu nesta terça-feira (9), aos 62 anos. Natural de Assú, no interior do Rio Grande do Norte, ele era considerado uma das principais referências da poesia popular nordestina e da literatura de cordel no estado.

Em sinal de homenagem, a Prefeitura de Assú decretou luto oficial de três dias e divulgou nota destacando a importância do artista para a história e a identidade cultural do município, conhecido como a “Terra da Poesia”.

Ao longo de sua trajetória, Paulo Varela dedicou-se à valorização das tradições populares, tornando-se uma figura marcante na preservação da memória regional. Sua obra conquistou reconhecimento dentro e fora do Rio Grande do Norte, especialmente pela forma simples e autêntica com que retratava o cotidiano e a cultura do sertão.

Um dos momentos mais emblemáticos de sua carreira ocorreu em 2005, quando participou do Programa do Jô, da TV Globo. Na ocasião, apresentou sua poesia para um público nacional, levando o nome de Assú para todo o país e conquistando admiradores com seu talento e carisma.

Recentemente, o escritor recebeu novas homenagens durante as apresentações do espetáculo Auto de São João Batista 2026, realizadas nos dias 6 e 7 de junho. Sua contribuição para a construção da memória histórica e cultural da cidade foi lembrada durante as celebrações pelos 300 anos do padroeiro assuense.

Em nota, a administração municipal ressaltou que Paulo Varela deixa uma herança cultural de grande valor para as futuras gerações. O poeta é lembrado não apenas por sua produção literária, mas também pelo compromisso em manter vivas as tradições, os saberes populares e a identidade do povo de Assú.

Com sua partida, a cultura potiguar perde uma de suas vozes mais representativas, mas sua obra permanece como testemunho de uma vida dedicada à poesia e à valorização das raízes nordestinas.




Ícone de crédito Foto: Reprodução

Assú se despede de Paulo Varela, um dos maiores nomes da poesia popular nordestina


Em sinal de homenagem, a Prefeitura de Assú decretou luto oficial de três dias e divulgou nota destacando a importância do artista para a história e a identidade cultural do município






O poeta, escritor e memorialista Paulo Varela faleceu nesta terça-feira (9), aos 62 anos. Natural de Assú, no interior do Rio Grande do Norte, ele era considerado uma das principais referências da poesia popular nordestina e da literatura de cordel no estado.

Em sinal de homenagem, a Prefeitura de Assú decretou luto oficial de três dias e divulgou nota destacando a importância do artista para a história e a identidade cultural do município, conhecido como a “Terra da Poesia”.

Ao longo de sua trajetória, Paulo Varela dedicou-se à valorização das tradições populares, tornando-se uma figura marcante na preservação da memória regional. Sua obra conquistou reconhecimento dentro e fora do Rio Grande do Norte, especialmente pela forma simples e autêntica com que retratava o cotidiano e a cultura do sertão.

Um dos momentos mais emblemáticos de sua carreira ocorreu em 2005, quando participou do Programa do Jô, da TV Globo. Na ocasião, apresentou sua poesia para um público nacional, levando o nome de Assú para todo o país e conquistando admiradores com seu talento e carisma.

Recentemente, o escritor recebeu novas homenagens durante as apresentações do espetáculo Auto de São João Batista 2026, realizadas nos dias 6 e 7 de junho. Sua contribuição para a construção da memória histórica e cultural da cidade foi lembrada durante as celebrações pelos 300 anos do padroeiro assuense.

Em nota, a administração municipal ressaltou que Paulo Varela deixa uma herança cultural de grande valor para as futuras gerações. O poeta é lembrado não apenas por sua produção literária, mas também pelo compromisso em manter vivas as tradições, os saberes populares e a identidade do povo de Assú.

Com sua partida, a cultura potiguar perde uma de suas vozes mais representativas, mas sua obra permanece como testemunho de uma vida dedicada à poesia e à valorização das raízes nordestinas.