20 anos sem Aluizio Alves: o homem que inventou o marketing político moderno no RN vê seus herdeiros partinarem em tempos digitais

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O Rio Grande do Norte relembrou hoje as duas décadas do falecimento do ex-governador Aluízio Alves. Líder da histórica “Cruzada da Esperança”, seu legado foi exaltado por figuras como o ex-deputado Henrique Eduardo Alves. A data marca uma reflexão sobre a trajetória do político que transformou a comunicação no estado. Aluízio inventou o marketing político moderno no estado; hoje, seus herdeiros tentam, com variados sucessos, manter o brilho de uma chama que, embora histórica, já há tempos vem enfrentando o vento frio da renovação digital.


A Justiça e o relógio: Polícia Civil efetuou prisão por crime cometido em 1996

Trinta anos de liberdade interrompidos em uma quarta-feira qualquer. A Polícia Civil de Natal efetuou, nesta quarta-feira, a prisão de um homem de 54 anos suspeito de um homicídio ocorrido há 30 anos, em São Paulo. A captura, realizada três décadas após o delito, destaca a persistência dos mandados em aberto e o fim de um longo período de impunidade. É o triunfo da burocracia sobre o esquecimento. Se a justiça brasileira fosse tão célere quanto é persistente em manter seus arquivos vivos, o suspeito talvez já estivesse progredindo de regime, em vez de apenas começar o processo.


A invasão chinesa no Rio Grande do Norte continua: agora Geely desbancou a BYD

O mercado de veículos elétricos no Rio Grande do Norte registrou uma troca de guarda em abril. O modelo EX2, da Geely, superou o Dolphin Mini, da BYD, tornando-se o carro mais vendido da categoria no estado. O movimento consolida a aceitação potiguar pelas marcas asiáticas, mesmo sob oscilações nacionais. A vitória da Geely sobre a BYD prova que a “invasão chinesa” não é um bloco único, mas uma guerra civil tecnológica disputada palmo a palmo nas concessionárias da Salgado Filho.


MP sacramenta: Hospital Municipal contém fissuras estruturais e falhas construtivas

Uma inspeção técnica do Ministério Público identificou falhas construtivas, infiltrações e fissuras estruturais nas obras do Hospital Municipal de Natal. O relatório aponta que os problemas podem comprometer a segurança da unidade, exigindo explicações urgentes da gestão municipal sobre a qualidade da execução de um equipamento tão essencial. No Rio Grande do Norte, parece que as obras de saúde sofrem de doenças crônicas antes mesmo da inauguração. O diagnóstico do MP é claro; falta agora administrar a medicação.

Alcolumbre anuncia “divórcio” com o Planalto ao afirmar não esperar nada do governo

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), subiu o tom nesta quarta-feira ao declarar que “não tem o que esperar do governo” de Luiz Inácio Lula da Silva. A frase, dita na saída do plenário, escancara o clima de tensão e a distância entre a cúpula do Senado e o Poder Executivo. Só que na política o “não espero nada” costuma ser o preâmbulo para “vou cobrar caro”. Alcolumbre parece ter guardado o otimismo na gaveta, sinalizando que a vida do Planalto no Congresso não terá refresco tão cedo.




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O Rio Grande do Norte relembrou hoje as duas décadas do falecimento do ex-governador Aluízio Alves. Líder da histórica “Cruzada da Esperança”, seu legado foi exaltado por figuras como o ex-deputado Henrique Eduardo Alves. A data marca uma reflexão sobre a trajetória do político que transformou a comunicação no estado. Aluízio inventou o marketing político moderno no estado; hoje, seus herdeiros tentam, com variados sucessos, manter o brilho de uma chama que, embora histórica, já há tempos vem enfrentando o vento frio da renovação digital.


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Trinta anos de liberdade interrompidos em uma quarta-feira qualquer. A Polícia Civil de Natal efetuou, nesta quarta-feira, a prisão de um homem de 54 anos suspeito de um homicídio ocorrido há 30 anos, em São Paulo. A captura, realizada três décadas após o delito, destaca a persistência dos mandados em aberto e o fim de um longo período de impunidade. É o triunfo da burocracia sobre o esquecimento. Se a justiça brasileira fosse tão célere quanto é persistente em manter seus arquivos vivos, o suspeito talvez já estivesse progredindo de regime, em vez de apenas começar o processo.


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