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A recente pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na qual se revelou que mais de 420 mil pessoas convivem com a fome no Rio Grande do Norte, não causou assombro ao governo da professora Fátima Bezerra.

Como em tudo se consegue encontrar algo de bom, o governo conseguiu extrair dos números vergonhosos uma boa notícia, como se vê na imagem acima.

São 428 mil potiguares que têm dificuldades em conseguir acesso à quantidade de calorias diárias que é necessária para a sobrevivência.

Os números são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua). Mas não apenas números, são centenas de milhares de indivíduos, pessoas reais que diariamente convivem com a fome.

Segundo o IBGE, o RN apresenta 167 mil pessoas em situação de insegurança alimentar grave e outras 261 mil em insegurança alimentar moderada. Para o instituto, insegurança moderada ocorre quando as famílias precisam reduzir a quantidade e a qualidade da alimentação. Já a insegurança alimentar grave inclui a falta de alimentação por determinados períodos, afetando idoso, gestantes e crianças.

“O RN tem ainda a menor proporção de insegurança alimentar grave: 4,9%”, celebra a propaganda oficial.

O IBGE esclarece ainda que os números representam não apenas indivíduos isolados, mas famílias inteiras que enfrentam essa realidade.

Enquanto o governo anuncia com pompa programas sociais pouco efetivos e cujos dados não são claros, o trabalhador sente no dia a dia a escassez de recursos, a deterioração das vagas de emprego, o aumento no preço dos alimentos.

Incapaz de fomentar a economia e colocar o estado nos trilhos do desenvolvimento – o que estados vizinhos conseguem fazer – o governo Fátima segue em sua missão de produzir notícias fantasiosas que – se iludem ainda a alguns poucos crédulos – de forma alguma é capaz de disfarçar a fome da população do Rio Grande do Norte. Aliás, a quem se pergunta o porquê dos crescentes índices de reprovação da governadora, aí está uma parte da resposta.

O Potengi

Portal de notícias e conteúdos do Rio Grande do Norte



428 mil potiguares passam fome; governo comemora números



A recente pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na qual se revelou que mais de 420 mil pessoas convivem com a fome no Rio Grande do Norte, não causou assombro ao governo da professora Fátima Bezerra.

Como em tudo se consegue encontrar algo de bom, o governo conseguiu extrair dos números vergonhosos uma boa notícia, como se vê na imagem acima.

São 428 mil potiguares que têm dificuldades em conseguir acesso à quantidade de calorias diárias que é necessária para a sobrevivência.

Os números são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua). Mas não apenas números, são centenas de milhares de indivíduos, pessoas reais que diariamente convivem com a fome.

Segundo o IBGE, o RN apresenta 167 mil pessoas em situação de insegurança alimentar grave e outras 261 mil em insegurança alimentar moderada. Para o instituto, insegurança moderada ocorre quando as famílias precisam reduzir a quantidade e a qualidade da alimentação. Já a insegurança alimentar grave inclui a falta de alimentação por determinados períodos, afetando idoso, gestantes e crianças.

“O RN tem ainda a menor proporção de insegurança alimentar grave: 4,9%”, celebra a propaganda oficial.

O IBGE esclarece ainda que os números representam não apenas indivíduos isolados, mas famílias inteiras que enfrentam essa realidade.

Enquanto o governo anuncia com pompa programas sociais pouco efetivos e cujos dados não são claros, o trabalhador sente no dia a dia a escassez de recursos, a deterioração das vagas de emprego, o aumento no preço dos alimentos.

Incapaz de fomentar a economia e colocar o estado nos trilhos do desenvolvimento – o que estados vizinhos conseguem fazer – o governo Fátima segue em sua missão de produzir notícias fantasiosas que – se iludem ainda a alguns poucos crédulos – de forma alguma é capaz de disfarçar a fome da população do Rio Grande do Norte. Aliás, a quem se pergunta o porquê dos crescentes índices de reprovação da governadora, aí está uma parte da resposta.


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