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Extremoz, (14) de maio de 2024 – Uma noite de violência em Extremoz resultou na morte trágica de Maria Aparecida dos Santos, de 60 anos, que foi fatalmente atingida por tiros enquanto dormia em sua residência na madrugada desta terça-feira. O crime, segundo informações da Polícia Militar, tinha como alvo o filho da vítima, que também estava no local, mas escapou ileso.

O incidente ocorreu por volta da 1h na Rua Presidente Café Filho, no centro de Extremoz. Relatos indicam que um indivíduo não identificado invadiu a casa e disparou contra Maria Aparecida, que estava dormindo no mesmo cômodo que seu filho. A Polícia Militar especula que a escuridão ou a disposição do ambiente pode ter confundido o atirador, levando à morte equivocada da idosa.

Apesar das buscas intensas realizadas imediatamente após o crime, o autor dos disparos permanece foragido. O caso está sob investigação da Polícia Civil, que busca elucidar as motivações e identificar o responsável pelo ataque.

O corpo de Maria Aparecida foi encaminhado ao Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep) para a realização de exames periciais, que contribuirão para as investigações em curso.

Este crime choca a comunidade de Extremoz pela brutalidade e pelo trágico erro que custou a vida de uma mulher inocente, ampliando o debate sobre segurança pública e a necessidade de medidas mais eficazes para proteger os cidadãos.

O Potengi

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Tragédia em Extremoz: Idosa é morta a tiros enquanto dormia; filho era o alvo



Extremoz, (14) de maio de 2024 – Uma noite de violência em Extremoz resultou na morte trágica de Maria Aparecida dos Santos, de 60 anos, que foi fatalmente atingida por tiros enquanto dormia em sua residência na madrugada desta terça-feira. O crime, segundo informações da Polícia Militar, tinha como alvo o filho da vítima, que também estava no local, mas escapou ileso.

O incidente ocorreu por volta da 1h na Rua Presidente Café Filho, no centro de Extremoz. Relatos indicam que um indivíduo não identificado invadiu a casa e disparou contra Maria Aparecida, que estava dormindo no mesmo cômodo que seu filho. A Polícia Militar especula que a escuridão ou a disposição do ambiente pode ter confundido o atirador, levando à morte equivocada da idosa.

Apesar das buscas intensas realizadas imediatamente após o crime, o autor dos disparos permanece foragido. O caso está sob investigação da Polícia Civil, que busca elucidar as motivações e identificar o responsável pelo ataque.

O corpo de Maria Aparecida foi encaminhado ao Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep) para a realização de exames periciais, que contribuirão para as investigações em curso.

Este crime choca a comunidade de Extremoz pela brutalidade e pelo trágico erro que custou a vida de uma mulher inocente, ampliando o debate sobre segurança pública e a necessidade de medidas mais eficazes para proteger os cidadãos.


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