Aumento no valor do botijão de gás pesará no bolso do consumidor do RN

Economia


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são paulo do potengi





Depois do anúncio do aumento do preço da gasolina no estado, chegou a vez do gás de cozinha. A partir de fevereiro, os moradores do Rio Grande do Norte deverão preparar-se para um aumento no custo do botijão de gás de cozinha. 

Segundo informações do Sindicato dos Revendedores de Gás do estado, um reajuste entre 4% e 5% está previsto para a próxima quinta-feira. 

O presidente do Sindicato, Francisco Santos, explica que o incremento no preço, que atualmente gira em torno de R$ 100, é resultado da conjunção de diversos fatores de custo, podendo elevar o valor médio para até R$ 105.

Os motivos citados para tal aumento incluem o reajuste no Imposto Sobre Mercadorias e Serviços – CMS, a retomada da cobrança do Pis/Cofins sobre o diesel e o recente aumento do salário mínimo. Estes fatores, combinados, afetam diretamente os custos operacionais do setor, especialmente considerando que o gás utilizado no estado é transportado de locais como Fortaleza e Recife. A elevação do preço do diesel, por exemplo, impacta diretamente nos custos de transporte.

O setor de revenda de gás no Rio Grande do Norte é significativo, vendendo aproximadamente 650 mil botijões mensalmente e empregando cerca de 30 mil pessoas, tanto diretamente quanto indiretamente. Santos também aponta que os preços podem variar de acordo com a região e até mesmo dentro de uma mesma cidade, refletindo as diferenças nos custos individuais de cada empreendimento.

Adicionalmente, em outubro de 2023, o Comitê Nacional de Secretários de Estado da Fazenda (Comsefaz) aprovou um aumento na cobrança do ICMS sobre o botijão de gás, alterando o valor por quilo de R$ 1,25 para R$ 1,41. Esse reajuste, que também afeta a gasolina e o óleo diesel, entrará em vigor na mesma data do aumento anunciado pelo sindicato.

Fonte: Redação

Imagem: Internet

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Segundo informações do Sindicato dos Revendedores de Gás do estado, um reajuste entre 4% e 5% está previsto para a próxima quinta-feira. 

O presidente do Sindicato, Francisco Santos, explica que o incremento no preço, que atualmente gira em torno de R$ 100, é resultado da conjunção de diversos fatores de custo, podendo elevar o valor médio para até R$ 105.

Os motivos citados para tal aumento incluem o reajuste no Imposto Sobre Mercadorias e Serviços – CMS, a retomada da cobrança do Pis/Cofins sobre o diesel e o recente aumento do salário mínimo. Estes fatores, combinados, afetam diretamente os custos operacionais do setor, especialmente considerando que o gás utilizado no estado é transportado de locais como Fortaleza e Recife. A elevação do preço do diesel, por exemplo, impacta diretamente nos custos de transporte.

O setor de revenda de gás no Rio Grande do Norte é significativo, vendendo aproximadamente 650 mil botijões mensalmente e empregando cerca de 30 mil pessoas, tanto diretamente quanto indiretamente. Santos também aponta que os preços podem variar de acordo com a região e até mesmo dentro de uma mesma cidade, refletindo as diferenças nos custos individuais de cada empreendimento.

Adicionalmente, em outubro de 2023, o Comitê Nacional de Secretários de Estado da Fazenda (Comsefaz) aprovou um aumento na cobrança do ICMS sobre o botijão de gás, alterando o valor por quilo de R$ 1,25 para R$ 1,41. Esse reajuste, que também afeta a gasolina e o óleo diesel, entrará em vigor na mesma data do aumento anunciado pelo sindicato.

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