Mina pode colapsar em Maceió e obriga população a evacuar regiões da capital alagoana

Risco de afundamento A mina é operada pela Braskem, que foi quem forneceu o alerta. A mil metros de profundidade, ela foi medida em 500 mil m³, o equivalente a aproximadamente 200 piscinas olímpicas.


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Imagem Secom/Maceió





A Defesa Civil de Maceió trabalha com a hipótese de que uma mina está na iminência do colapso, podendo causar um tremor e formação de cratera. Inicialmente previsto para às 6h desta sexta-feira, o evento ainda não ocorreu, mas a área do Mutange e entorno foi desocupada como medida preventiva.

Cerca de 60% da área da mina está submersa na lagoa Mundaú, gerando temores infundados de um pequeno tsunami, que foram prontamente desmentidos pela Defesa Civil.

O colapso, quando ocorrer, deverá causar um tremor de terra, mas estima-se que a magnitude não será suficiente para causar danos físicos a imóveis nas áreas vizinhas, de acordo com as autoridades locais.

A área está sob monitoramento constante, utilizando diversos equipamentos, incluindo drones. Abelardo, representante da Defesa Civil, destaca que, com o colapso, a água deverá entrar na cavidade, reduzindo o nível da lagoa Mundaú. Alertas foram emitidos para evitar a navegação na região até nova orientação.

O processo de exploração da mina pela Braskem envolve a injeção de água para a camada de sal, gerando salmoura. Parte dessas minas teve vazamento ao longo dos anos, levando ao afundamento de solo em cinco bairros e ao deslocamento de quase 60 mil pessoas.

A área de risco foi ampliada por determinação judicial, incluindo mais 1.700 lotes que precisarão ser evacuados. Cada lote abriga ao menos uma residência, de acordo com a Defesa Civil.

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Risco de afundamento A mina é operada pela Braskem, que foi quem forneceu o alerta. A mil metros de profundidade, ela foi medida em 500 mil m³, o equivalente a aproximadamente 200 piscinas olímpicas.


A Defesa Civil de Maceió trabalha com a hipótese de que uma mina está na iminência do colapso, podendo causar um tremor e formação de cratera. Inicialmente previsto para às 6h desta sexta-feira, o evento ainda não ocorreu, mas a área do Mutange e entorno foi desocupada como medida preventiva.

Cerca de 60% da área da mina está submersa na lagoa Mundaú, gerando temores infundados de um pequeno tsunami, que foram prontamente desmentidos pela Defesa Civil.

O colapso, quando ocorrer, deverá causar um tremor de terra, mas estima-se que a magnitude não será suficiente para causar danos físicos a imóveis nas áreas vizinhas, de acordo com as autoridades locais.

A área está sob monitoramento constante, utilizando diversos equipamentos, incluindo drones. Abelardo, representante da Defesa Civil, destaca que, com o colapso, a água deverá entrar na cavidade, reduzindo o nível da lagoa Mundaú. Alertas foram emitidos para evitar a navegação na região até nova orientação.

O processo de exploração da mina pela Braskem envolve a injeção de água para a camada de sal, gerando salmoura. Parte dessas minas teve vazamento ao longo dos anos, levando ao afundamento de solo em cinco bairros e ao deslocamento de quase 60 mil pessoas.

A área de risco foi ampliada por determinação judicial, incluindo mais 1.700 lotes que precisarão ser evacuados. Cada lote abriga ao menos uma residência, de acordo com a Defesa Civil.

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