Em dois meses de ocupação do MLB Prefeitura de Natal gasta R$ 500 mil com galpão



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No dia 29 de março, completam-se dois meses desde que membros do Movimento de Lutas nos Bairros (MLB) ocuparam o terreno onde funcionou o jornal Diário de Natal, na avenida Deodoro da Fonseca, em Petrópolis. O MLB, movimento originado em 2020 após a ocupação do prédio da antiga faculdade de Direito da UFRN por mais de 30 famílias da ocupação Emmanuel Bezerra, continua sua presença no local.

A Poti Incorporações, proprietária da área, solicitou a reintegração de posse, mas o pedido ainda aguarda avaliação judicial. Enquanto isso, as famílias permanecem no terreno e em um galpão alugado pela Prefeitura de Natal, localizado no bairro da Ribeira.

Este aluguel, que custou R$ 500 mil aos cofres públicos nos últimos dois anos, foi questionado em meio à oferta de aluguel social de R$ 600 por família, proposta que o MLB teria recusado.

O compromisso do Governo do Estado em construir casas para o grupo é conhecido, mas a demora na efetivação dessa medida é apontada como uma das razões para a ocupação. A Companhia Estadual de Habitação e Desenvolvimento Urbano do estado (CEHAB/RN) comunicou que os programas habitacionais aguardam repasses do FGTS e estão em tratativas para retomar o Pró-Moradia.

O Tribunal de Justiça do RN informou que o processo de reintegração de posse está em andamento e aguarda o cumprimento das determinações judiciais.

Em dois meses de ocupação do MLB Prefeitura de Natal gasta R$ 500 mil com galpão



No dia 29 de março, completam-se dois meses desde que membros do Movimento de Lutas nos Bairros (MLB) ocuparam o terreno onde funcionou o jornal Diário de Natal, na avenida Deodoro da Fonseca, em Petrópolis. O MLB, movimento originado em 2020 após a ocupação do prédio da antiga faculdade de Direito da UFRN por mais de 30 famílias da ocupação Emmanuel Bezerra, continua sua presença no local.

A Poti Incorporações, proprietária da área, solicitou a reintegração de posse, mas o pedido ainda aguarda avaliação judicial. Enquanto isso, as famílias permanecem no terreno e em um galpão alugado pela Prefeitura de Natal, localizado no bairro da Ribeira.

Este aluguel, que custou R$ 500 mil aos cofres públicos nos últimos dois anos, foi questionado em meio à oferta de aluguel social de R$ 600 por família, proposta que o MLB teria recusado.

O compromisso do Governo do Estado em construir casas para o grupo é conhecido, mas a demora na efetivação dessa medida é apontada como uma das razões para a ocupação. A Companhia Estadual de Habitação e Desenvolvimento Urbano do estado (CEHAB/RN) comunicou que os programas habitacionais aguardam repasses do FGTS e estão em tratativas para retomar o Pró-Moradia.

O Tribunal de Justiça do RN informou que o processo de reintegração de posse está em andamento e aguarda o cumprimento das determinações judiciais.


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