Jovem de 18 anos é julgado em Portugal por incentivar ataque escolar em São Paulo pela internet

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Um português de 18 anos começou a ser julgado nesta quinta-feira (19), no norte de Portugal, acusado de incentivar ataques violentos pela internet, incluindo um atentado ocorrido em 2023 em uma escola no estado de São Paulo.

O processo corre sob sigilo no tribunal de Santa Maria da Feira, onde o jovem morava até ser preso preventivamente, em maio de 2024. Ele responde por provocação pública para crime, incitação ao ódio, associação criminosa e mais de 200 acusações ligadas à pornografia infantil.

Segundo a investigação, o acusado administrava grupos na plataforma Discord usados para incentivar agressões e divulgar conteúdos violentos. O ataque em território paulista deixou uma estudante morta e três feridos, além de outros planos semelhantes terem sido evitados no Brasil.

Na primeira audiência, o réu permaneceu em silêncio. O advogado Carlos Duarte negou que ele liderasse o grupo. Já a inspetora Ana Rita Alves, da Polícia Judiciária, afirmou que o jovem exercia forte influência no ambiente virtual.




Jovem de 18 anos é julgado em Portugal por incentivar ataque escolar em São Paulo pela internet







Um português de 18 anos começou a ser julgado nesta quinta-feira (19), no norte de Portugal, acusado de incentivar ataques violentos pela internet, incluindo um atentado ocorrido em 2023 em uma escola no estado de São Paulo.

O processo corre sob sigilo no tribunal de Santa Maria da Feira, onde o jovem morava até ser preso preventivamente, em maio de 2024. Ele responde por provocação pública para crime, incitação ao ódio, associação criminosa e mais de 200 acusações ligadas à pornografia infantil.

Segundo a investigação, o acusado administrava grupos na plataforma Discord usados para incentivar agressões e divulgar conteúdos violentos. O ataque em território paulista deixou uma estudante morta e três feridos, além de outros planos semelhantes terem sido evitados no Brasil.

Na primeira audiência, o réu permaneceu em silêncio. O advogado Carlos Duarte negou que ele liderasse o grupo. Já a inspetora Ana Rita Alves, da Polícia Judiciária, afirmou que o jovem exercia forte influência no ambiente virtual.




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