• Procuradoria-Geral do Município abre vagas para estágio de pós-graduação

    A Procuradoria-Geral do Município de Natal abriu nesta segunda-feira (29) um processo seletivo com vagas para estagiários de pós-graduação na área de Ciências Contábeis ou Economia. São duas vagas para chamamento imediato e 20 para cadastro de reserva. As inscrições podem ser realizadas, gratuitamente, no período de 30.04.2024 a 12.05.2024, exclusivamente pelo link  do formulário.

    A carga horária do estágio será de 30h semanais (6h/dia) com o recebimento de uma bolsa-auxílio no valor de R$ 2 mil e mais um auxílio-transporte de R$ 9 por dia de trabalho. O contrato é válido por um ano com possibilidade de renovação por igual período.

    O Programa de Estágio de Pós-graduação da Procuradoria-Geral destina-se a selecionar estudantes,
    graduados no curso de Ciências Contábeis ou Economia, que estejam matriculados e frequentando regularmente cursos de pós-graduação, lato ou stricto sensu. As regras para concorrência estão listadas no Edital n° 1 da PGM/Natal, publicado no Diário Oficial do Município.

    Entre as regras para participação do processo seletivo destaca-se: Ter concluído curso de graduação nos últimos 06 (seis) anos, a contar da data de publicação do Edital, com apresentação de cópia do diploma ou do certificado de conclusão reconhecido pelo Ministério da Educação; Estar devidamente matriculado e com regular frequência em curso de pós-graduação, stricto ou lato sensu, em instituições de ensino oficialmente reconhecidas pelo Ministério da Educação ou pelo Conselho Estadual de Educação, em área afeta às funções institucionais da Procuradoria-Geral do Município de Natal, ou com elas afins; Possuir Índice de Rendimento Acadêmico (IRA) ou Coeficiente de Rendimento (CR) – média das notas de todas as disciplinas cursadas com aproveitamento no curso de
    graduação – igual ou superior a 8,0 (oito) e obter a pontuação mínima no processo seletivo.

    Confira o edital completo no link abaixo: Aqui


  • Especialista alerta: manchas arroxeadas na pele, palidez e febre podem ser sinais de leucemia

    Uma doença com causa indeterminada e genética*, a leucemia é a neoplasia maligna (câncer) da medula óssea, local onde são produzidas as células sanguíneas do corpo e que ocupa o centro dos ossos. Os principais tipos são: a leucemia linfoide aguda e a leucemia mieloide aguda. O oncologista pediátrico do Real Hospital Português, Francisco Pedrosa, orienta que os pais fiquem atentos às queixas da criança e observem a presença de sinais como: palidez, febre persistente, dores osteoarticulares e manchas arroxeadas na pele. “Geralmente, são os pais que percebem os primeiros sintomas, mas a escola também desempenha papel importante e deve comunicar de imediato aos pais sobre apatia e mudanças no comportamento da criança, para que eles encaminhem ao pediatra”, reforça.

    Como não existe formas de prevenção, o diagnóstico precoce é fundamental. “Na presença dos sintomas mencionados, a avaliação do paciente e exames como o hemograma auxiliam o diagnóstico”, explica o médico. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estimou a ocorrência de 11.540 novos casos de leucemia no país, para o ano de 2022. Com o diagnóstico, o tratamento pode ser definido, tendo como possibilidades a quimioterapia e o transplante de medula óssea.

    “O percentual de cura em crianças é de 80%, desde que seja identificada no estágio inicial. O tratamento feito de forma correta, em um centro especializado e com uma equipe multiprofissional, como é o caso do Real Hospital Português, é de extrema importância para os pacientes”, ressalta.

    Além de referência em Oncologia e integrante da Rede Einstein de Oncologia e Hematologia, o Real Hospital Português, em Recife/PE, também é um centro transplantador de medula óssea. O consolidado programa está prestes a completar 25 anos e já realizou mais de 3 mil transplantes. “É importante trabalhar com essa proximidade das equipes. O ganho é para os profissionais e, sobretudo, para os pacientes”, reforça Pedrosa.

    Confira alguns mitos e verdades sobre a Leucemia

    1 – Alimentação e outros hábitos de vida aumentam o risco de ter leucemia? 
    Não, isso é um mito.

    2 – A criança pode ter uma vida social normal?
    Sim, verdade. É importante que possa levar a vida dentro da normalidade, frequentar a escola para o convívio com outras crianças e o desenvolvimento cognitivo e intelectual.  Desde que os exames não mostrem baixa na imunidade (glóbulos brancos), o convívio social com outras crianças é importante e deve ser estimulado.

    3 – A anemia é uma das causas de leucemia? 
    Mito. A anemia não é a causa, mas um sintoma.

    4 – A leucemia é mais comum em crianças?
    Sim, verdade. É a principal neoplasia da criança.

    5 – Leucemia tem cura?
    Sim. Quando o diagnóstico é precoce, a taxa de cura é de 80%.

    *As doenças genéticas estão relacionadas a um distúrbio, dano ou erro no material genético, causados por fatores como estresse, má alimentação, infecções e radiação. Já a doença hereditária é uma herança genética transmitida entre gerações.


  • Defesa aguarda laudos psiquiátricos para tentar soltura de suspeito de matar psicóloga

    O servidor da Justiça João Batista Carvalho Neto, suspeito de matar a psicóloga Fabiana Veras, em Assu, segue preso na cadeia pública de Caraúbas, no Oeste potiguar. A defesa do suspeito está aguardando laudos psiquiátricos para dar entrada a um pedido de soltura do homem, que teve a saída da prisão negada durante audiência de custódia. A expectativa é que somente na segunda quinzena de maio seja solicitada a soltura.

    O advogado André Dantas, que comanda a defesa do suspeito, explicou que, neste momento, não seria viável a solicitação da soltura já que a família está solicitando laudos de três psiquiatras forenses privados para que façam uma explanação sobre a psicose que supostamente afeta João Batista. Na audiência de custódia, foi apresentado somente um laudo que apontava para uma doeça que não seria capaz de gerar inimputabilidade, que é quando o suspeito é considerado incapaz de assumir pelos seus atos.

    “A família solicitou os laudos e vamos apresentar o parecer completo, para fazermos o pedido de soltura com esse embasamento. Os indícios de materialidade delitiva, temos que admitir, estão bem comprovados e não faria sentido pedirmos a soltura sem esses laudos”, explicou o advogado.

    Psicose

    A análise sobre o quadro de saúde de João Batista será primordial para indicar se ele poderá ou não responder pela morte da psicóloga Fabiana Veras. A avaliação sobre os possíveis transtornos mentais será realizada, inicialmente, por profissionais contratados pela defesa do servidor público. Contudo, a tendência é que a própria Justiça indique uma junta médica com psiquiatras forenses para analisar o caso.

    O fato do paciente ser psicótico não necessariamente justifica um ato criminoso. De acordo com o médico psiquiatra do Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol) e responsável pelo ambulatório de questões psicóticas da unidade, Walter Barbalho, casos como o que ocorreu em Assu precisam de uma perícia detalhada para determinar se o crime foi cometido, de fato, dentro da suposta psicose do suspeito.

    Segundo o psiquiatra, em média, as pessoas que têm o primeiro surto psicótico passam seis meses em surto até começarem o tratamento. Porém, casos de violência envolvendo pacientes psicóticos são raros. “Pode acontecer, mas não é comum (caso de violência). Pacientes psicóticos não são violentos. É um ato atípico. Qualquer tipo de violência é atípica. É uma crença popular de que pacientes psicóticos são violentos, mas não são”, disse o médico.

    O fato do crime ter sido arquitetado também é considerado incomum para um paciente supostamente em surto. “Pode arquitetar? Poder até pode, mas não seria comum. Não seria algo trivial. Mas que ele pode tomar atitudes dentro do delírio dele”, explicou o psiquiatra. Um exemplo dado de ação dentro de um surto psicótico foi de um paciente que, com uma arma de papelão, foi até a frente do Quartel da PM por pensar que ele era de uma força especial e que o local era o quartel de inimigos.

    Contudo, mesmo que fique comprovado que qualquer pessoa está em surto psicótico, é necessária a perícia para saber se o crime foi cometido devido à psicose ou se por outra razão. Por isso, é imprescindível a perícia por parte de uma equipe especializada.

    “Exemplos diferentes seriam se um paciente alegasse que era perseguido pela mãe, sem que houvesse essa perseguição, e a matasse. Isso não seria algo dentro da psicose. Por outro lado, se o paciente dentro de seu delírio acredita que teve um chip implantado em sua cabeça e recebeu a ordem para matar alguém, ele pode ter o ato criminoso justificado pelo sintoma psicótico dele”, exemplificou o médico.


  • Câmera de segurança flagra fugitivos de Alcaçuz andando de bicicleta após escaparem do presídio

    Imagens de uma câmera de segurança instalada em uma casa mostram os dois detentos do Complexo Penitenciário de Alcaçuz fugindo de bicicleta. As imagens foram gravadas por volta de 12h20, em uma cas que fica nas imediações do presídio.

    Os dois fugitivos aparecem na imagem em apenas uma bicicleta. Um pedala e o outro é levado de carona.

    Identificados como Ricardo Campelo da Silva, de 43 anos, e Gustavo da Rocha Dias, de 30 anos, os dois presos fugiram nesta terça-feira (30) de Alcaçuz. Os detentos escaparam do Pavilhão 5, oficialmente chamado de Presídio Estadual Rogério Coutinho Madruga.

    A Polícia Penal já está em diligências para tentar recapturar os dois fugitivos.

    De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), os dois internos eram “qualificados para serviços”.

    A fuga mais recente no complexo penitenciário de Alcaçuz havia ocorrido em julho de 2021, quando 12 presos escaparam do presídio.


  • Justiça nega 3º pedido de prisão contra motorista de Porsche

    A Justiça negou nesta terça-feira (30) o terceiro pedido de prisão feito pela Polícia Civil e pelo Ministério Público (MP) contra o motorista de Porsche que causou um acidente de trânsito que deixou um morto e um ferido, no mês passado, na Zona Leste de São Paulo.

    A batida ocorreu em 31 de março deste ano na Avenida Salim Farah Maluf, no Tatuapé, Zona Leste, e foi gravada por câmeras de segurança.

    Apesar disso, o juiz Roberto Zanichelli Cintra, da 1ª Vara do Júri, aceitou a denúncia do MP e tornou o empresário Fernando Sastre de Andrade Filho, condutor do carro de luxo, réu por homicídio doloso qualificado e lesão corporal gravíssima, ambos na modalidade por dolo eventual, que é, respectivamente, assumir o risco de matar e ferir.

    Segundo o magistrado, o pedido de prisão preventiva foi negado porque não estava amparado por provas e se baseava por “presunções e temores abstratos”.

    Com essa decisão, Fernando responderá aos crimes em liberdade. Caberá ao magistrado marcar futuramente uma audiência de instrução para ouvir as testemunhas do caso e interrogar o acusado. Depois dessa etapa do processo, o juiz poderá pronunciar o réu, ou seja, submetê-lo a júri popular para ser julgado. Se for condenado, a pena dele poderá chegar a mais de 20 anos de prisão.

    O 30º Distrito Policial (DP), no Tatuapé, e a Promotoria queriam, no entanto, que a Justiça decretasse antes a prisão preventiva do empresário para que ele ficasse detido até o seu eventual julgamento. O entendimento da investigação e do MP é de Fernando assumiu o risco de matar o motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana e de ferir gravemente o estudante de medicina Marcus Vinicius Machado Rocha.

    Na hora do acidente, ele dirigia em alta velocidade, de acordo com a perícia, e embriagado, pelo relato de testemunhas.

    Quais eram os argumentos do MP para pedir a prisão

    A promotora Monique Ratton, responsável pela denúncia do MP, entendia que a prisão de Fernando era necessária “para evitar que o denunciado, como já fez ao longo das investigações, influencie as testemunhas”, segundo comunicado divulgado pelo MP em seu site oficial, por meio de sua assessoria de imprensa.

    A reportagem apurou ainda que, no entendimento da Promotoria, um dos motivos para prender Fernando é de que ele coagiu sua namorada a prestar depoimento em seu favor, negando que o empresário tenha bebido. E que isso é uma prova de que ele descumpriu uma das medidas cautelares impostas pela Justiça que é a de não se aproximar das testemunhas do caso.

    Além disso, de acordo com a denúncia, a prisão tinha de ser decretada pela Justiça porque ficou evidente pelas imagens das câmeras corporais dos PMs que Fernando teve ajuda da mãe para convencer os agentes a o liberarem sem passar pelo bafômetro, o que poderia confirmar que ele bebeu e acarretar em sua detenção em flagrante. Prejudicando, desse modo, a investigação.


  • Dois presos fogem de penitenciária na Grande Natal

    Dois presos fugiram nesta terça-feira (30) da Penitenciária Estadual Rogério Coutinho Madruga, que fica no Complexo de Alcaçuz, em Nísia Floresta, na Grande NatalA informação foi confirmada pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seap).

    De acordo com a pasta, as forças de segurança foram mobilizadas para recapturar os detentos, mas até a atualização mais recente desta reportagem eles seguiam foragidos.

    Os fugitivos, segundo a Seap, são:

    • Gustavo da Rocha Dias, 30 anos; e
    • Ricardo Campelo da Silva, 43 anos


    A Seap informou ainda que os fugitivos são “dois internos qualificados para serviços” e que iniciou a apuração das circunstâncias da fuga. A pasta não informou como a fuga ocorreu e nem o horário.

    Segundo a Seap, informações que possam levar a recaptura dos foragidos devem ser repassadas através do Disque Denúncia 181 ou pelo 190.

    A fuga mais recente no complexo penitenciário de Alcaçuz havia ocorrido em julho de 2021, quando 12 presos escaparam do presídio.

    Massacre

    Em 2017, o Complexo Penitenciário de Alcaçuz, onde está inserida a Penitenciária Estadual Rogério Coutinho Madruga, passou por uma rebelião que terminou com a morte de pelo menos 26 presos – quase todos decapitados – e a fuga de outros 56. O episódio ficou conhecido como “Massacre de Alcaçuz”.

    Criada em 1998, a Penitenciária de Alcaçuz seria a solução para acabar com os problemas gerados pela Penitenciária Central Doutor João Chaves, conhecida por “Caldeirão do Diabo”, na Zona Norte de Natal.


  • Familiares de presos do RN protestam na Governadoria: “Nossos entes queridos estão com fome”

    Familiares de presos custodiados no sistema penitenciário do Rio Grande do Norte realizam, na manhã desta terça-feira (30), um protesto em frente à Governadoria do Estado, no Centro Administrativo, cobrando melhores condições para os detentos.

    O ato é realizado por um grupo de cerca de 20 pessoas, que levaram cartazes e faixas com frases como “Preso tem família” e “Chega de opressão no sistema prisional”.

    Antes do ato na porta da Governadoria, as famílias fizeram uma caminhada pela Avenida Senador Salgado Filho. Os manifestantes tentaram entrar no Centro Administrativo, mas os portões foram fechados pelos seguranças.

    De acordo com os parentes, os presos estão sendo submetidos a condições degradantes nos presídios potiguares. Eles reclamam de alimentação precária e falta de acesso a medicamentos e materiais de higiene.

    “Estamos em um protesto pacífico lutando pelos direitos dos nossos familiares. Nós queremos medicação, que os presos tenham acesso a alimentação digna, que sejam ressocializados. Chegamos na visita e nossos entes queridos estão com fome, desidratados, sem medicação. Os materiais de higiene, chega para uns, para 50 falta. O momento da visita é cada 30 dias, 2 horas, só de relato triste”, disse uma mulher que não se identificou, em entrevista ao Via Certa Natal.

    Os manifestantes também reclamam da conduta dos policiais penais e dos gestores da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap). “Os presos são seres humanos, são nossos parentes. Vários saem mortos por negligência médica. O sistema está criando verdadeiros monstros”, afirmou a mesma mulher.

    Procurada, a Seap informou que a Ouvidoria da Secretaria está recebendo as queixas dos familiares e vai apurar as denúncias.


  • TJRN determina fornecimento de Canabidiol para criança com epilepsia refratária em Parnamirim

    Os desembargadores da 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) votaram de forma unânime para que um plano de saúde forneça Canabidiol, de acordo com a prescrição médica, para uma criança residente em Parnamirim que sofre de epilepsia refratária, ou seja, resistente a tratamentos convencionais.

    O voto favorável à concessão da tutela de urgência, inicialmente negada em primeira instância, foi redigido pelo relator Eduardo Pinheiro, juiz convocado atuando em substituição ao desembargador Amaury Moura Sobrinho.A criança está passando por uma investigação genética para confirmar a Síndrome de Dravet e Lennox–Gastaut, conforme recomendado pela médica especialista que prescreveu o uso de Canabidiol. Segundo a responsável pela criança, nenhum dos medicamentos anti-crises utilizados até então mostrou eficácia.As crises diárias, que chegavam a cerca de 100, foram drasticamente reduzidas para até três dias sem sintomas. Além disso, a mãe relatou melhorias no equilíbrio, comportamento e comunicação da criança, bem como uma melhora no padrão do eletroencefalograma desde o início do uso da substância.A decisão de reformar a sentença levou em consideração a jurisprudência do próprio TJRN, além da Resolução nº 2.324/2022 do Conselho Federal de Medicina, que aprovou o uso do Canabidiol para o tratamento de epilepsias refratárias em crianças e adolescentes, particularmente nas Síndromes de Dravet e Lennox-Gastaut, bem como no Complexo de Esclerose Tuberosa.O relator também ponderou sobre os riscos de complicações decorrentes do retorno das crises, como traumatismo facial ou craniano, regressão neurológica, piora comportamental ou até mesmo morte súbita.O acórdão concedeu provimento ao agravo de instrumento para que o plano de saúde autorize e custeie, em até 15 dias, o fornecimento de Canabidiol 50 mg/ml conforme necessário, sob pena de multa diária de R$ 500,00, nos termos da prescrição médica.


  • Multas por câmeras de videomonitoramento podem ser suspensas em Natal

    O vereador Anderson Lopes (PSDB) colocou em tramitação, na Câmara Municipal de Natal, um projeto de lei que deseja proibir multas de trânsito através das câmeras de videomonitoramento no âmbito da capital. O texto foi apresentado no dia 24 de abril deste ano e consta como encaminhado à Procuradoria Jurídica da casa legislativa.

    No documento, a expectativa é que o videomonitoramento deverá ser utilizado apenas para fins de segurança pública e controle do tráfego de veículos, ou ainda, para efeitos pedagógicos e informativos.

    “As multas de trânsito aplicadas por meio de videomonitoramento, ferem o artigo 5º da Constituição Federal, que trata de direitos fundamentais, como a intimidade e a privacidade. Por esse motivo o Ministério Público Federal tem solicitado a suspensão das multas, justificando a violação desses direitos fundamentais constitucional”, cita a justificativa do vereador Anderson Lopes.


  • Documentário resgatará a história da Fazenda Experimental da Ufersa

    A Fazenda Experimento Rafael Fernandes, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) terá a sua história resgatada e contada em documentário pela equipe de Comunicação Social da instituição. “Laboratório a Céu Aberto”, na verdade, apresentará a fazenda à comunidade acadêmica e ao próprio município, uma vez que a sua história é desconhecida do grande público.

    O documentário é um produto de extensão universitária com cadastro na Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC). Participam da produção Eduardo Mendonça, na captação das imagens e, Diego Faria, na sonoplastia e edição e, o jornalista Carlos Adams, na produção e entrevistas.

    A Fazenda Experimental da Ufersa é o maior laboratório da instituição com 416 hectares, localizada em Alagoinha, zona rural de Mossoró, distante 20 quilômetros do campus universitário. O local é ocupado por atividades de ensino, pesquisa e extensão, principalmente dos cursos na área de ciências agrárias.

    O chefe do setor de comunicação da Ufersa, jornalista Passos Júnior, explica que a iniciativa do filme é mostrar a importância do equipamento para a Universidade. O conteúdo está sendo elaborado com depoimentos de pesquisadores e estudantes que utilizam ou utilizaram a Fazenda Rafael Fernandes nos últimos 50 anos.

    “Vamos mostrar a dinâmica da Fazenda que tem estrutura para receber pesquisadores, inclusive, com espaço para acomodações e cursos”, frisa Carlos Adams. O filme vai explorar três pontos essenciais: a importância do espaço para o desenvolvimento das pesquisas na área da agronomia, o trabalho com apicultura que é referência na Região Nordeste, e a preservação da floresta nativa.

    O casarão da fazenda tem data de construção no fim da década de 30, pelo Serviço de Plantas Têxteis, com recursos do Governo. A casa grande funciona como alojamento durante as atividades, com capacidade para abrigar até 25 pessoas, em dormitórios com beliches, e cozinha para o preparo das refeições.

    “É mais um registro histórico que queremos deixar documentado em vídeo”, considera Passos Júnior, que idealizou e dirige mais esse trabalho de resgate da memória institucional da Esam/Ufersa. O primeiro, a Ufersa já foi Esam, lançado no ano passado com essa mesma proposta.

    Fonte: Ufersa





Jesus de Ritinha de Miúdo