Jesus de Ritinha de Miúdo
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Isaac da Casca pula do barco da oposição
Isaac da Casca (MDB), vereador oposicionista até o início da semana passada, desembarcou na base do prefeito Allyson Bezerra (UB). O edil esteve, inclusive, na convenção de Bezerra, ocorrida no último sábado, 3.
Há tempos que da Casca pleiteava um espaço na base de Allyson para ter o mandato do grupo salvo. Enquanto os vereadores de oposição estão apoiando a pré-candidatura do vereador Lawrence Amorim (PSDB), da Casca preferiu pular fora do barco.
Inclusive, o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), a qual Isaac está filiado, tem a vice na chapa de Lawrence, a também vereadora Carmem Júlia (MDB).
O grupo de da Casca tem a pré-candidatura a vereadora de sua mãe, Heliane Duarte (REP). O Republicanos (REP) fechou com Allyson na última semana, selando o desembarque de Heliane na base governista.
Contudo, a chegada no governismo não garante uma vitória para Heliane. A nominata do REP tem baixa competitividade eleitoral e precisará muito da estrutura da Prefeitura para conseguir, ao menos, eleger 1 nome.
Isaac ao que parece entendeu a gravidade da situação, e abraçou Allyson, a quem batia com força no plenário da Câmara Municipal, com entusiasmo, nem parece que há até poucos dias era oposicionista ferrenho. Coisas da política.
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Marcílio Dantas anuncia seu vice-prefeito
Na noite de domingo (04), o vermelho tomou conta de Ceará-mirim com a convenção do pré-candidato a prefeito Marcílio Dantas, pelo Partido Progressista (PP). Na ocasião, estiveram presentes algumas lideranças políticas, entre eles, estavam o Deputado Federal João Maia e o Deputado Estadual Taveira Júnior.
Diante das inúmeras suposições que rolavam sobre o nome de quem seria o vice-prefeito, a convenção de ontem acabou com os murmurinhos e foi anunciado que Antônio Peixoto, ex-prefeito e ex-delegado da cidade, seria a dupla de Marcílio para concorrer a prefeitura da cidade.
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Secretaria de Cultura realiza pagamento do “Tangará Junino”
Na última quinta-feira, 1º, a Secretaria Municipal de Cultura de Tangará realizou o pagamento das quadrilhas juninas, os valores já estão disponíveis nas contas dos grupos. A ação é uma forma de valorizar e apoiar a cultura local, especialmente a tradição das quadrilhas. Vale destacar que este ano, o 25° “Tangará Junino” contou com a maior premiação da história do festival, totalizando mais de R$ 30 mil reais.
O 25° “Tangará Junino” acolheu a todos com emoção e celebrou a alegria e a criatividade das quadrilhas. No festival os participantes tiveram a oportunidade de mostrar seus talentos e vivenciar momentos inesquecíveis, além de promover a integração junto a comunidade local.
“Agradecemos a todos os envolvidos na organização e realização deste festival, e desejamos sucesso a todas as quadrilhas participantes. Vamos juntos celebrar a cultura junina com muito amor e alegria”, destaca o secretário de Cultura Jucie Agapto.






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Danielle Mafra assume Secretaria de Cultura
Com a saída de Dácio Galvão da Secretaria de Cultura de Natal, a pasta passará a ser conduzida interinamente por Danielle Mafra. Atualmente ocupando o cargo de Secretária Executiva de Parcerias Público-Privada do município, Danielle traz consigo uma vasta experiência e uma trajetória marcada por resultados significativos em diversas secretarias.
A mudança será oficializada no Diário Oficial do Município desta segunda-feira (5), que também apresentará outras alterações na equipe do prefeito Álvaro Dias.
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A vingança fantasiada na Rua do Patu
Por Gláucio Tavares Costa*
Na cara de homem não se bate. Homem se mata! Certificou a vítima ao seu algoz ao ser esbofeteada, ainda prometendo a si que não tiraria a sua barba enquanto não matasse o vil ofensor. No Carnaval de anos após o dia da agressão, fantasiado de caçador dos Caboclinhos, com espingarda em punho, quando a barba já escondia completamente o rosto, a vítima concretizou a sua vingança na Rua do Patu, em Ceará-Mirim, nos anos de 1950.
Atualmente em Ceará-Mirim no cruzamento entre a Rua Mussolino China, mais conhecida como a Rua do Sindicato Rural e a Rua Euclides Cavalcante, aquela que desce da Rua do SAAE até o Mercado da Fruta, encontra-se uma movelaria. Neste local, nos interessa lembrar que há cerca de oitenta anos era instalada a Bodega de João Granjeiro, na qual antes das variedades corria extenso balcão, cuja extremidade continha o recanto do consumo de cachaças, vinhos e conhaques, como de costumes nas bodegas daquela época.
Um dos frequentadores da mencionada mercearia era Antônio Mulato, cujo ofício, naquele tempo em que não havia sistema de abastecimento de água encanada, era botador de água, com a missão diária de encher barricas no olheiro situado às margens do Rio dos Homens, arrumar as pipas no lombo dos burros, subir a ladeira pela Rua do Burros, depois apelidada de Rua do Bacurau, certamente por conta da marcante campanha do ex-governador Aluísio Alves em 1960, e distribuir água pela cidade. Afora ser conhecido por tal serventia, Antônio Mulato tinha por marca a valentia e a insolência. Era do tipo que não levava desaforo para casa.Como nas mercearias da época, na Bodega de João Granjeiro havia um caderno para anotar as compras feitas com promessa de pagamento adiante. Entre essas anotações estava o nome de Antônio Mulato, que certa feita estava bem atrasado com os seus compromissos creditícios, sendo pertinente para o comerciante frustrar novas compras a míngua de pagamento das antecedentes registradas no caderno dos fiados. Nestas circunstâncias de velhacaria, Antônio Mulato chegou na Bodega de João Granjeiro e requisitou uma dose de cachaça. Contudo, não olvidando da dívida em demora, o bodegueiro negou a pinga, condicionando: “para beber aqui ou você paga a dose ou paga a conta.”
Neste ensejo, Antônio Mulato recebeu a rejeição do seu pedido de beber cachaça fiado como grave ofensa e de pronto, desferiu um tapa no rosto de João Granjeiro, que imediatamente teve todas as veredas neuronais atiçadas pelo bofete, articulando-se os humores do corpo de forma a produzir e elevar os sentimentos de ira, de indignação e de fúria ardente. Diagnostica-se que o sangue ferveu, mas que, no entanto, teve por travão de um embate corpo a corpo com ofensor o temor do histórico de brigas e desacatos do corpanzil de Antônio Mulato. Mesmo assim, o ultrajado comerciante, ainda atordoado, num impulso de valentia, advertiu: na cara de homem não se bate. Homem se mata!
Na ocasião da confusão, havia outras pessoas presentes na mercearia e na calçada da venda, vindo a intervir a turma do deixa disso, levando Antônio Mulato para fora da bodega e para mais além. Do lado de dentro da mercearia, a injusta agressão deflagrou sentimentos abjetos em João Granjeiro. A dor física era imperceptível, mas a dor moral era excruciante e persistente. Ao se ver no espelho após o insulto, com o rosto avermelhado, a vergonha de ter a sua reputação enxovalhada levou a uma promessa insólita: “de agora em diante, só vou tirar a barba quando matar Antônio Mulato”, sentenciou João Granjeiro.Solidariedade de muitos vieram em conforto à vítima, que, no entanto, mantinha incólume a cólera, eis que o tapa na cara constitui especial falta de respeito e violou profundamente a dignidade. Decerto, a mãozada no rosto feriu mais do que mil chutes e bofetes em outras partes do corpo. Quando desses trágicos episódios, normalmente a vítima não se recorda da nobre lição de Jesus Cristo talhada no Livro do apóstolo Mateus: “Se alguém lhe der um tapa na face, ofereça o outro lado para ele bater também.” João Granjeiro não atentou para tal ensinamento e nem o passar do tempo aplacou o seu enfurecimento: a vingança é um dos sentimentos mais poderosos.
Passados anos do fatídico dia, os fios da barba de João Granjeiro já estavam enormes. Maior do que a barba só o persistente desejo de vingança, que somente não fora consolidada ainda porque lhe era desfavorável um confronto direto com Antônio Mulato, que além da compleição física avantajada, era acostumado a brigas e querelas, nas quais sempre levava vantagem. Desta feita, era preciso para o sucesso da vindita, quem sabe uma emboscada, ardil ou um disfarce?Se aproximava o Carnaval de um daqueles anos da década de 1950, quando haveria a apresentação dos Caboclinhos, caracterizado pela encenação de vigorosas coreografias em ritmo marcado pelo estalido das preacas, espécie de arco e flecha de madeira. Na dança folclórica, grupos fantasiados de índios que, com vistosos cocares, adornos de pena na cinta e nos tornozelos, colares, representam cenas de caça e combate, os nativos revoltam-se contra um caçador, matando-o ao final da exibição. A vítima vislumbrou nesta particularidade carnavalesca a oportunidade de sair armado pelas ruas, sem chamar atenção. Para tanto, a vítima cuidou em adquirir uma fantasia de caçador. Logo, estavam prontos o macacão, o chapéu, o suporte do carregador, o alforje e a espingarda.
Os preparativos da vingança ainda estavam incompletos, eis que faltava municiar a espingarda, razão pela qual a vítima ressentida foi até a Rua do Patu, nas proximidades do SAAE, na Oficina de Zé da Luz, onde adquiriu pequenos fragmentos de ferro, perguntando ao oficineiro se três bolotas de ferro eram suficientes para matar um veado quando arremessadas por uma espingarda de soca. A reposta foi positiva.
Tudo estava pronto para a vindita. Chegou o Carnaval. Os Caboclinhos apresentavam-se no final da tarde da Rua do Patu, nas proximidades do Bar de Dona Alice, em frente a Escola General João Varela. Na tradicional coreografia folclórica, os índios investem contra um caçador que invade o paraíso dos nativos.O disfarce de caçador coube a João Granjeiro vestir, depois de carregar cuidadosamente a espingarda de soca, com a pólvora, a limalha, dentre as quais se arrumou as bolotas de ferro. Na fantasia de carnaval, agregava-se a longa barba esculpida pela promessa de vingança e um certo tropeço aqui e acolá a fingir uma embriaguez, com aptidão de afastar desconfianças acerca do intuito vingativo. E de fato ninguém imaginou que João Granjeiro subia na Rua do Patu a procura do seu algoz, ao meio das festividades carnavalesca.
Imbuído da ideia de dente por dente e olho por olho, o caçador tal como uma águia faminta, com visão aguçada pelo desejo de vingança, avistou de longe a sua caça, que se encontrava festejando o Carnaval, tomando uns bons bocados no Bar de Dona Alice, onde depois se instalou a Lanchonete de Dona Santa e atualmente é uma açaiteria, na esquina do encontro entre a Rua do Patu e a Rua Manoel Marques, mais conhecida como a Rua do Enéas. Numa das mesas do bar estava Antônio Mulato, já flertando com estado de embriaguez, contemplando o Carnaval.
Ao perceber a distração da presa, uma certa altivez cresceu em João Granjeiro, que teve a perspicácia de passar direto pelo outro lado da rua, a procura da melhor posição para abater a infame caça. Arrodeou a presa, cruzou a rua entre o vai e vem dos foliões, aproximou-se do bar, rente a parede exterior do prédio, esperou Antônio Mulato dirigir toda atenção às alegorias carnavalescas em desfile na rua, quando então aprumou a espingarda e atirou, atingindo de cheio o odiado inimigo.
As bolotas de ferro e demais detritos deflagrados da arma de fogo rasgaram à queima-roupa o corpanzil de Antônio Mulato, causando-lhe imediata hemorragia e concomitantemente o despertar da fúria, quando olhou no olho do atirador, reconhecendo João Granjeiro ainda que no escondedura de caçador com o rosto encoberto pela longa barba. Antônio Mulato, muito ferido, ainda conseguiu levantar-se e correr, deixando um rastro de sangue, na perseguição do atirador.
João Granjeiro partiu primeiro, imaginando que as bolotas de ferro não teriam sido suficientes para abater Mulato, que, por sua vez, no ínterim do encalce de João Granjeiro, foi faltando-lhe oxigênio e força à proporção que deixava porções de sangue no caminho, até que João Granjeiro, em sua aflita fuga, deixou cair a espingarda, que fez Antônio Mulato tropeçar e cair pela derradeira vez na vida a demonstrar que a vingança suplantou a valentia nas proximidades da Oficina de Zé da Luz, de onde se adquiriu as mortíferas bolotas de ferro.
Esta história foi-me contada pelo senhor Augusto Cavaco em um dos dias do Carnaval de 2022 na Praia de Jacumã. Adverte-se que boa parte deste conto é mera ficção, obra de criação literária.Gláucio Tavares Costa é Assessor Jurídico do TJRN, mestrando em Direito pela Universidad Europea del Atlántico, graduado em Farmácia pela UFRN e cronista.
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Seleção brasileira feminina de vôlei sai na frente em Paris

Circulou no Instagram antes da cerimônia de abertura, um vídeo da Confederação Brasileira de Vôlei mostrando nossas atletas treinando Pilates na vila olímpica de Paris, na França. O vídeo gerou muitos comentários e comemoração por parte dos brasileiros profissionais do movimento, pela importância do feito e por saber que a nossa equipe de vôlei feminino tem profissionais incríveis e atualizados na sua preparação física.
Através do Instagram do José Proença, preparador físico da seleção, é possível ver que existe um longo trabalho sendo feito também na pré olimpíada, deixando nossas atletas ainda mais preparadas fisicamente, e claro, deixando quem trabalha com Pilates extremamente feliz pela grandeza que o método tem alcançado.
Já no perfil da Rosamaria, que joga como oposta e ponteira na seleção, pudemos ver um vídeo dela praticando o método junto a outra atleta e seu preparador, com a seguinte legenda: “Pilates é parte fundamental dos nossos treinamentos por aqui! Melhora na flexibilidade, postura, força muscular, concentração, foco e por aí vai! Os benefícios são muitos.”
Nada de novo pra você que lê essa coluna, né? Pois a fisio aqui já vem falando há muito tempo! E não é de agora que atletas de alto rendimento tem o Pilates como parte do seu treinamento. Inclusive, no nosso primeiro artigo aqui no jornal, citei o nome de alguns atletas olímpicos, como Gabriel Medina do surf e o LeBron James do basquete.
As meninas da nossa seleção saem na frente das adversárias por ser a primeira seleção do mundo a levar equipamentos e treinar pilates em uma olimpíada! Três sets a zero para nossas meninas! Parabéns a equipe! VAI BRASIIIIIL!
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Já está nas bancas a edição deste domingo
A 10ª edição do impresso semanal de O Potengi já está nas bancas. Garanta a sua ou leia online neste link.

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Convenção de Paulinho Freire lotou ginásio da Zona Norte
Na tarde deste sábado (03), o ginásio de esporte Nélio Dias, na Zona Norte de Natal, foi palco para mais uma convenção, dessa vez, a do Partido Liberal (PL), na pré-candidatura da chapa de Paulinho Freire e Joana Guerra.
Na ocasião estiveram presentes várias lideranças políticas, como o ex-senador e ex-governador José Agripino, que discursou por cerca de 40 minutos, onde foi aplaudido pelas lideranças, correligionários e o povo presente.
O prefeito Álvaro Dias, em seu discurso de apoio ao pré-candidato Paulinho Freire, frizou as obras de Natal que vão a todo vapor como também a entrega da obra da praia da Redinha, que segundo Álvaro será entregue nos próximos dias, além do hospital municipal da Cidade Satélite.Álvaro ainda fez uma comparação em relação a gestão de um dos atuais pré-candidatos a prefeitura, e que já foi prefeito da cidade, alegando que o mesmo havia deixando a zona norte a desejar.
Fernandes de Souza, 47 anos, um dos eleitores presentes, afirma ter visto uma das maiores conversões e que o PL vem crescendo de forma ascendente. Fernandes também mencionou que pelo andar da carruagem, vai ter um 2° turno e que embora seja um admirador da gestão atual, ele acredita que desta vez o PL acertou nos candidatos escolhidos para o pleito eleitoral.
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Allyson faz mistério, mas Marcos Medeiros é o vice
O prefeito Allyson Bezerra (UB) ainda não anunciou o vice, contudo, o ungido é Marcos Medeiros (PSD).
O nome será oficializado hoje, 3, na convenção governista, às 17 horas, no Complexo Esportivo do Sementes, bairro Planalto 13 de Maio, na zona leste de Mossoró.
A coligação é composta por União Brasil (UB), Partido Social Democrático (PSD), Solidariedade (SDD), federação REDE/PSOL, com o reforço do Republicanos (REP), que desembarcou na base nesta semana.
Todas as legendas terão nominatas à Câmara Municipal.
Espera-se que a convenção seja a maior da história de Mossoró, a equipe do alcaide está empenhada nisso.
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Chapa Lawrence/Carmem Júlia será oficializada em instantes
Daqui a algumas horas os vereadores Lawrence Amorim (PSDB) e Carmem Júlia (MDB) serão apresentados como pré-candidato a prefeito e pré-candidata a vice.
O nome de Carmem foi decido ao longo da semana, e cumpre o que Lawrence queria, de ter uma vice mulher e não ser dos quadros do Partido dos Trabalhadores (PT).
A oposição oficializará os pré-candidatos hoje às 14 horas, no hotel Vitória Palace, na zona Oeste mossoroense.
A coligação é composta pela federação PSDB/CID, Movimento Democrático Brasileiro (MDB), federação PT/PV/PCdoB, Partido Socialista Brasileiro (PSB), Partido Democrático Trabalhista (PDT) e Partido Renovação Democrática (PRD).
Da aliança, PSDB/CID, MDB e PT/PV/PCdoB terão nominatas concorrendo à Câmara Municipal de Mossoró.






