• Primeiro Seminário Regional discute preconceitos na educação médica e estratégias de enfrentamento

    Do Portal UERN

    No próximo dia 19 de outubro de 2024, ocorrerá o 1º Seminário Regional com o tema “Preconceitos na Educação Médica: Desafios Contemporâneos e Estratégias de Enfrentamento”. O evento, que será realizado por docentes e discentes da Faculdade de Ciências da Saúde (Facs), visa promover um espaço de discussão e reflexão sobre os preconceitos que permeiam a formação médica, seus desafios e as possíveis estratégias para enfrentá-los.

    Liderado pelos professores Dr. Thalles Fernandes e Dra. Ellany Gurgel, o seminário contará com a participação de convidados especiais como a Prof. Denize Ornelas, Lázaro Fabrício e José Antonio, que abordarão tópicos essenciais como o cenário atual dos preconceitos na educação médica e as estratégias de combate a essas questões.

    O seminário será dividido em dois principais painéis:

    Preconceitos na Educação Médica: Cenário Atual e Desafios Contemporâneos, em que serão discutidos os diversos tipos de preconceitos que afetam estudantes e profissionais da área médica, como questões de gênero, raça e orientação sexual, e como esses fatores impactam na qualidade da formação e no bem-estar dos envolvidos.

    Estratégias de Enfrentamento na Educação Médica, painel focado em apresentar soluções e medidas que podem ser adotadas para criar um ambiente mais inclusivo e acolhedor nas instituições de ensino médico.

    O evento está sendo amplamente divulgado nas redes sociais, como no perfil do Instagram SemEduc_Med, onde os interessados podem obter mais informações e realizar sua inscrição.


  • Justiça autoriza Natália Bonavides a afirmar que Paulinho Freire pagou R$ 213 mil a instituto de pesquisa e usou blogueiros para espalhar fake news

    A Justiça Eleitoral decidiu que a campanha da deputada Natália Bonavides pode continuar veiculando uma inserção eleitoral que acusa o candidato Paulinho Freire de pagar R$ 213 mil ao instituto Consult e de utilizar blogueiros para disseminar fake news. A decisão foi tomada após Paulinho, candidato pelo União Brasil, tentar suspender a exibição da propaganda na televisão e no rádio.

    Inicialmente, a Justiça havia dado parecer favorável a Paulinho Freire, bloqueando a veiculação da peça publicitária. No entanto, após nova análise, a Justiça Eleitoral reconsiderou e autorizou a equipe de Natália Bonavides a continuar utilizando o vídeo em sua campanha.


  • Justiça Eleitoral pune Marciano Júnior por ataques a Nilda e determina remoção de publicações impulsionadas

    A Justiça Eleitoral decidiu nesta terça-feira (24) pela remoção de duas publicações nas redes sociais que continham ataques à Professora Nilda, candidata à Prefeitura de Parnamirim pela coligação “Parnamirim nas Mãos do Povo”. As postagens, feitas e impulsionadas ilegalmente pelo candidato adversário Marciano Júnior (Avante), foram consideradas ofensivas e contrárias à legislação eleitoral.

    As publicações, divulgadas no Instagram e no Facebook, traziam acusações contra Nilda, com insinuações sobre sua conduta, referindo-se a ela como “banqueira de índole duvidosa”. A juíza Ilná Rosado da Mota, da 50ª Zona Eleitoral, entendeu que Marciano Júnior impulsionou o conteúdo de forma ilegal, pagando para que as redes sociais ampliassem o alcance das postagens, o que é proibido por lei.

    De acordo com a legislação eleitoral, o impulsionamento de conteúdo só pode ser utilizado para promover ou beneficiar candidatos, sendo vedada a propagação de propaganda negativa. Com a decisão, Marciano Júnior foi obrigado a cessar o impulsionamento do material imediatamente. Além disso, o Facebook, responsável tanto pelo Facebook quanto pelo Instagram, também foi notificado a remover as publicações, sob pena de multa.

    A magistrada destacou que o impulsionamento da propaganda negativa ultrapassa o direito constitucional de liberdade de expressão, infringindo a norma eleitoral que regula o uso da internet nas campanhas. “Em que pese a liberdade de expressão ser direito individual do cidadão, esse não possui natureza absoluta, podendo ser restringido seu alcance a depender do bem jurídico tutelado, que, no caso, é o equilíbrio e a regularidade do pleito eleitoral”, concluiu a juíza.


  • Toada para engabelar candidatos a vereadores está a todo vapor

    Candidatos a vereadores de Mossoró, de nominatas com pouca densidade eleitoral, estão jurando que serão eleitos com menos 1 mil votos. Nas reuniões dos partidos, tal “informação” é passada aos postulantes, que acreditam piamente do que escutam dos manda-chuvas das legendas.

    Com a nova regra das sobras eleitorais, vigente desde o pleito de 2022, estima-se que nenhum candidato será eleito com menos de 1.400 votos. Por mais que a nominata atinja o patamar mínimo de 80% do quociente eleitoral, que deve rondar em torno de 5.600 votos, o postulante que não atingir os 20% do quociente, algo em torno de 1.400 sufrágios, não será eleito.

    Os dirigentes dos partidos passam informações infundadas sem corar, e os candidatos acreditam sem pestanejar. Entra e sai eleição e o rame-rame para enrolar as chapas a vereadores continua quase o mesmo.


  • Algumas palavras sobre as eleições municipais de 2024

    Peço licença para dirigir-lhe algumas palavras sobre as eleições do próximo dia 06 de outubro de 2024.

    O sistema político brasileiro estabelece que a cada dois anos os(as) brasileiros(as) expressem suas preferências político-eleitorais, separando as eleições nacionais (presidência da República, Senado, Câmara dos Deputados) e estaduais (Governos Estaduais e Assembleias Legislativas) e as eleições municipais (Prefeituras e Câmaras Municipais).

    Os estudos e as pesquisas em Sociologia e Ciência Política no Brasil pós-redemocratização têm conferido mais atenção e, consequentemente, importância às eleições nacionais e estaduais. Há investigações sobre as eleições municipais, porém em números bem menores.

    A meu juízo, todavia, o problema maior não está na evidente secundarização do conhecimento sobre as eleições municipais e a importância dos seus resultados sobre o sistema político nacional.

    O que preocupa é a insuficiência das análises e do conhecimento produzido sobre as relações existentes entre as eleições nacionais e estaduais e as eleições municipais, constituindo lacunas importantes sobre como esses diferentes processos eleitorais determinam a estruturação do sistema político brasileiro e suas tendências de desenvolvimento histórico.

    Isso se aplica, sobretudo, às preocupações acadêmicas e, curiosamente, à falta de entendimento das forças políticas mais democráticas, progressistas e dos partidos de esquerda sobre o caráter estratégico das eleições municipais para a configuração da correlação entre as forças políticas e a disputa de hegemonia entre as diversas visões de mundo no sistema político brasileiro.

    Por outro lado, as forças políticas conservadoras e a extrema-direita demonstram, principalmente nas quatro últimas eleições, uma aguçada percepção da importância das eleições municipais na disputa nacional pela direção moral e intelectual de sua visão de mundo, que legitima o exercício do poder e do governo no Brasil.

    Esse é o momento em que os(as) futuros(as) postulantes aos cargos de deputado estadual, deputado federal e senador mobilizam seus financiadores públicos e privados, muitas vezes à margem da lei, para dispor de muito dinheiro para prover as necessidades de financiamento das campanhas de prefeitos(as) e vereadores nas chamadas “bases” eleitorais. Também em política, em especial quando se trata de eleições no Brasil, “não se dá ponto sem nó”.

    As eleições municipais são o palco para a constituição de redes de apoio político-eleitoral mútuo firmadas entre os(as) postulantes, em 2026, a deputado estadual, a deputado federal e a senador e os(as) prefeitos(as) e vereadores(as) eleitos ou, mesmo, aqueles candidatos que obtiveram significativa votação nos diversos municípios.

    Não tenhamos ilusão. No Brasil, a democracia coexiste de forma subordinada ao poder do dinheiro. As práticas políticas dominantes caracterizam na verdade a existência de uma plutocracia. Os donos do dinheiro e da propriedade são os donos do poder.

    Em linguagem direta, as lideranças políticas do campo conservador, de direita e de extrema-direita literalmente “compram” seus mandatos. Nas eleições municipais, acontece o pagamento da primeira “parcela” dessa relação mercantil de compra de mandatos. Em 2026, sobretudo nas eleições parlamentares para deputados estaduais e deputados federais, verificar-se-á o pagamento da segunda “parcela”, quando essa relação mercantil se completa.

    A política é reduzida ao espaço da compra e venda de mandatos e votos. Não é preciso muito esforço intelectual para imaginar as consequências práticas disso tudo. A política se degrada e aparece como o espaço social do suborno, da corrupção e do enriquecimento ilícito de muitos políticos profissionais, de cima a baixo do nosso sistema político.

    Não é por acaso que, hoje, há um sentimento amplamente disseminado de repulsa à política e aos políticos em geral. A crise e a deslegitimação das instituições políticas é o resultado mais visível disso. O paradoxo criado é que esse sentimento atinge em cheio a credibilidade das forças políticas que poderiam liderar um processo de transformação estrutural da sociedade brasileira e, pasmem, a direita e a extrema-direita podem aparecer ilusoriamente para muitos como portadores de propostas contra o “sistema”.

    A disseminação da antipolítica é a antessala do fim da política e da democracia como esfera plural e republicana de organização e explicitação dos diferentes e contraditórios interesses sociais e projetos de país que são constitutivos da sociedade brasileira. A história nos ensina que estamos próximos da implantação da tirania e da barbárie.

    Esse, em termos muito resumidos e esquemáticos, é o resultado dos estudos e das pesquisas realizados sobre os processos eleitorais, nos quais procuramos desvendar as conexões entre as eleições municipais e as eleições estaduais e nacionais que caracterizam o sistema político brasileiro.

    Pelas razões acima expostas, precisamos mudar radicalmente o nosso entendimento e comportamento políticos e tratarmos as eleições municipais como estratégicas para a definição da correlação de forças entre os muitos partidos e facções que constituem o sistema político no Brasil. O futuro se decide hoje!

    Em outras palavras, o nosso voto agora decide o futuro da democracia e dos contornos dos direitos e da cidadania que queremos construir na sociedade brasileira. A hegemonia de uma determinada visão de mundo define o projeto de país e de sociedade que teremos.

    Por isso, voto e peço o seu voto para elegermos prefeitos(as) comprometidos(as) com a defesa e a ampliação da democracia e com a luta para derrotarmos o neofascismo que é uma ameaça em várias partes do mundo, especialmente no Brasil.

    E, também muito importante, elegermos e ampliarmos as bancadas de vereadores(as) que adotam uma perspectiva democrática e popular e priorizam a luta, a organização e a representação das classes populares e dos movimentos sociais nas pautas das Câmaras Municipais.

    É a partir da construção de um projeto de cidade, que rompa de vez com a reprodução das desigualdades estruturais entre ricos e pobres e que contemple as utopias de uma vida social boa e digna para todas as pessoas de todas as idades, gêneros, raças e classe social. Esse é o caminho para recuperarmos a capacidade de sonhar com um mundo que mereça ser humanamente vivido.

    Precisamos, coletivamente, construir uma sociedade que possa favorecer a nossa realização como seres humanos singulares e plurais, capazes de exercer e usufruir da liberdade e da autonomia para tornar realidade uma vida social na qual todas as pessoas tenham os mesmos direitos à uma cidadania ampliada e em constante ampliação, baseada na multiplicidade de necessidades e desejos e na indispensável preservação da natureza numa relação de equilíbrio e respeito ao nosso meio-ambiente.

    É para isso que voto e peço o seu voto para Natália 13 para prefeita e João Oliveira 13013 para vereador em Natal nessas eleições de 2024.


  • Auto de São Miguel será encenado no próximo domingo

    No próximo domingo, 29, ocorrerá mais uma edição do Auto de São Miguel. O espetáculo intitulado “Extremoz: Etnias, Lendas e Religiosidade” celebra o padroeiro da cidade, São Miguel Arcanjo, e será encenado às 20h nas ruínas da antiga igreja de São Miguel. A direção e o roteiro é de Dimas Carlos, com participação cênica de 8 grupos artístico-culturais da cidade.

    O auto propõe uma imersiva jornada pela rica tapeçaria cultural e histórica de Extremoz. A produção oferece uma visão das raízes indígenas, o impacto da colonização e a profunda religiosidade que moldou a identidade do município ao longo dos séculos, se aprofundando nas lendas locais, como a do Carro-Caído.

    O espetáculo é dividido em 3 atos: o 1º é o “Ritual Indígena”, o 2º é “A Feira e a Missa”, o 3º é “Ode a São Miguel Arcanjo”.

    O 1º ato retrata o confronto entre colonizadores e indígenas, encerrando com a lenda do Carro-Caído e o nascimento da cidade. O 2º oferece uma visão do cotidiano e da prática religiosa, enfatizando a interação entre o sagrado e o profano. O 3º ato encerra com a cerimônia de hasteamento do sino nas ruínas da antiga igreja, com a aparição de São Miguel Arcanjo, celebrando a fé e a renovação espiritual da comunidade.

    O auto tem produção de Gleydson Almeida e Francisco Canindé, figurinos de Marcelo Honorius, com assistência de direção de Talles Atyhê e Cida Gertrudes.


  • Por que comemos o que comemos?

    Você já se perguntou por que, em momentos de tristeza, tantas vezes recorremos ao chocolate? Ou por que uma tigela de sopa quente nos faz sentir instantaneamente acolhidos em um dia frio? A comida vai muito além de simplesmente alimentar nosso corpo; ela também nutre nossa alma e nossas emoções. A relação que temos com a comida é profundamente influenciada por fatores psicológicos e emocionais. Mas, afinal, por que comemos o que comemos?

    Em muitos casos, a comida está intimamente ligada às nossas memórias. Pense nos pratos que você mais ama: quantos deles remetem à infância, à casa dos avós, a festas de família ou a momentos especiais? A comida tem o poder de nos transportar para momentos felizes ou nostálgicos, funcionando como uma máquina do tempo emocional. Esses alimentos, que nos remetem a momentos de conforto, são chamados de comfort foods. Eles são um refúgio em tempos de estresse e um abraço caloroso quando nos sentimos sozinhos.

    Outro fator importante na escolha do que comemos é a influência social. Já reparou como é comum adotar hábitos alimentares semelhantes aos das pessoas com quem convivemos? Nossas escolhas alimentares são frequentemente moldadas pelo que vemos ao nosso redor. Se seus amigos estão explorando a nova moda dos sucos detox ou se os colegas de trabalho estão aderindo ao vegetarianismo, há grandes chances de você se sentir inclinado a experimentar também. Esse fenômeno, conhecido como “contágio social”, mostra o quanto nossas decisões alimentares são influenciadas pelo ambiente e pelas pessoas ao nosso redor.

    Estudos comprovam o impacto significativo desse contágio social nas escolhas alimentares. Pesquisadores da Universidade de Aston, no Reino Unido, descobriram que as pessoas que veem amigos postando sobre alimentos saudáveis nas redes sociais têm uma probabilidade significativamente maior de aumentar sua própria ingestão de alimentos saudáveis. Inversamente, se as postagens forem sobre alimentos menos saudáveis, a tendência é seguir esse padrão também. Isso revela como as redes sociais podem funcionar como um espelho, refletindo e amplificando nossas escolhas alimentares com base no que vemos outros fazendo.

    Além das redes sociais, o estresse também tem um papel crucial em nossas escolhas alimentares. Quantas vezes, após um dia difícil, você procurou uma recompensa na forma de uma pizza ou de um sorvete? O estresse ativa o nosso sistema de recompensa no cérebro, fazendo com que busquemos por alimentos ricos em açúcar e gordura, que liberam dopamina, o “hormônio do prazer”. Essa é uma das razões pelas quais é tão difícil resistir a doces e junk food quando estamos sob pressão.

    Smoothie de Banana e Cacau para Alegrar o Dia =)

    Ingredientes:

    1 banana congelada
    1 colher de sopa de cacau em pó
    1 colher de sopa de mel
    1 copo de leite de amêndoas (ou o leite de sua preferência)
    Gelo a gosto

    Modo de Preparo:

    1. No liquidificador, coloque a banana congelada, o cacau em pó, o mel, o leite de amêndoas e o gelo.
    2. Bata até obter uma mistura cremosa e homogênea.
    3. Sirva imediatamente e aproveite!

    Esse smoothie é uma alternativa deliciosa para os momentos em que o desejo por algo doce aparecer. O cacau, além de saboroso, é rico em antioxidantes e pode melhorar o humor, ajudando a combater o estresse. A banana proporciona energia de maneira saudável, e o mel é um adoçante natural. Essa é uma maneira simples de satisfazer os desejos e, ao mesmo tempo, cuidar do corpo e da mente.

    Ao entender que nossas escolhas alimentares são fortemente influenciadas pelo ambiente e pelas pessoas com quem convivemos, podemos usar essa consciência para fazer escolhas mais conscientes e alinhadas com nossos objetivos de saúde e bem-estar. Que tal usar a influência social a seu favor? Comece a seguir influenciadores que promovem um estilo de vida saudável e balanceado, participe de grupos que valorizam a alimentação consciente e conecte-se com pessoas que compartilham dos mesmos valores.

    A ciência nos mostra que não estamos sozinhos em nossas decisões alimentares; somos constantemente moldados pelo que vemos e vivenciamos em nosso entorno. Então, por que não criar um ambiente onde as boas escolhas sejam incentivadas e celebradas? Da próxima vez que sentir a influência das redes sociais ou do grupo de amigos, pergunte-se: “Isso faz sentido para mim? Contribui para o meu bem-estar?” Com essa reflexão, cada refeição se torna uma oportunidade de alimentar não só o corpo, mas também a mente. Está pronto para transformar sua relação com a comida e fazer escolhas que verdadeiramente nutram você?


  • 4ª Edição do Festival “Eita Camarão Gostoso

    A 4ª edição do Festival “Eita Camarão Gostoso” será realizada de 15 a 24 de novembro na praia de São Miguel do Gostoso, no litoral norte. Este evento anual visa atrair turistas, impulsionar a economia local e promover o turismo na região.

    Organizado pela Associação dos Empresários de São Miguel do Gostoso (AEGostoso) em parceria com as empresas Camanor e Potiporã, o festival destaca o camarão, um dos ingredientes mais amados da cozinha brasileira. Com uma proposta de oferecer pratos variados e acessíveis, o evento promete agradar a todos os gostos.

    Diversos restaurantes e bares da área participarão, apresentando uma ampla variedade de preparações com camarão. Desde pratos tradicionais até criações inovadoras, os visitantes poderão desfrutar de uma experiência gastronômica rica e diversificada. O festival também visa fortalecer a economia local, gerando empregos temporários e promovendo o trabalho dos pequenos produtores e comerciantes.

    O “Eita Camarão Gostoso” é uma excelente oportunidade para os amantes da gastronomia e do turismo, oferecendo uma combinação perfeita de sabores e um cenário deslumbrante. Não perca a chance de saborear pratos deliciosos e aproveitar a beleza de São Miguel do Gostoso durante este evento imperdível.


  • Escola de Mossoró sofre mais um furto

    A Escola Municipal Nono Rosado, localizada no bairro Presidente Costa e Silva, na zona leste de Mossoró, sofreu o 5º arrombamento por criminosos. Desta vez, furtaram 240 ovos e um botijão de gás.

    O furto ocorreu na madrugada da última segunda-feira, 23. Foi destruído uma parte do forro que dá acesso a cozinha, pelos rastros deixados na escola, a direção acredita que duas pessoas participaram do assalto.

    Um Boletim de Ocorrência foi registrado na Polícia Civil pela direção da escola. O caso segue para investigação.


  • Amazon lança método de pagamento que permite parcelar compras sem cartão de crédito

    A Amazon lançou um novo método de pagamento que permite aos consumidores parcelar suas compras sem a necessidade de um cartão de crédito. Chamado de “Parcele sem cartão”, o serviço foi desenvolvido em parceria com a fintech Geru e oferece a possibilidade de dividir compras em até 24 vezes via Pix ou boleto bancário, com valores entre R$ 50 e R$ 10 mil. A novidade tem como objetivo ampliar o acesso ao crédito para milhões de brasileiros que não possuem registros financeiros, como cartões de crédito ou contas de consumo ativas.

    O parcelamento é facilitado por uma análise rápida de crédito e oferece taxas de juros que variam de 4% a 9% ao mês, dependendo do perfil de cada cliente. Ao optar pelo “Parcele sem cartão”, o usuário fornece dados como CPF e endereço para a verificação do histórico de crédito, e, se aprovado, recebe um limite para utilizar nas compras na Amazon.

    Como funciona o “Parcele sem cartão”

    Os clientes poderão escolher entre parcelar suas compras por meio do Pix ou do boleto bancário. A Geru Pay, parceira da Amazon nessa iniciativa, será responsável por financiar as compras. O número de parcelas pode variar entre 3 e 24 vezes, dependendo da análise de crédito do consumidor, com uma parcela mínima de R$ 20.

    O “Parcele sem cartão” estará disponível para compras de produtos vendidos e entregues pela Amazon, assim como por vendedores terceirizados. No entanto, essa modalidade de pagamento não se aplica a conteúdos digitais, como eBooks, músicas, filmes e assinaturas.

    Ampliando o acesso ao crédito

    A decisão da Amazon de criar o “Parcele sem cartão” foi baseada em uma pesquisa da Serasa Experian, que identificou que cerca de 35,7 milhões de brasileiros não têm registros financeiros no Cadastro Positivo, dificultando o acesso a crédito e a compras parceladas. Com essa nova opção, a Amazon busca democratizar o e-commerce e oferecer mais flexibilidade de pagamento aos seus clientes.

    “O objetivo é trazer maior conveniência e facilidade, disponibilizando uma opção de parcelamento sem cartão para ampliar o acesso ao e-commerce”, explicou Daniel Mazini, presidente da Amazon Brasil.





Jesus de Ritinha de Miúdo