Jesus de Ritinha de Miúdo

  • TJRN determina nova turma de formação para reforçar efetivo da Polícia Civil

    A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte determinou nesta terça-feira (1º) que o Estado convoque candidatos remanescentes do concurso da Polícia Civil para uma quarta turma do Curso de Formação Profissional. Depois da conclusão do treinamento, os aprovados deverão ser nomeados para os cargos de delegado, agente e escrivão.

    A decisão atende a pedidos apresentados pela 70ª Promotoria de Justiça de Natal em ação civil pública, com parecer favorável da 12ª Procuradoria de Justiça. As informações foram divulgadas pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte.

    O julgamento também manteve a determinação de nomeação dos aprovados na terceira turma do curso que ainda não haviam ingressado na corporação. Segundo o MPRN, porém, o próprio Estado realizou essas nomeações administrativamente durante a tramitação do recurso.

    Em junho, ao pedir o cumprimento provisório da sentença de primeira instância, o Ministério Público informou que a terceira turma reunia 185 candidatos ainda não investidos nos cargos: 18 delegados, 75 agentes e 92 escrivães. O órgão também apontou a existência de aproximadamente 125 candidatos aptos a integrar uma nova turma, entre 97 concorrentes ao cargo de delegado e 28 ao de escrivão. O concurso, regido pelo Edital nº 01/2020, tem validade até 11 de outubro de 2026, conforme o pedido apresentado pelo MPRN à Justiça.

    Plano para recomposição do quadro

    A Câmara modificou um ponto da sentença que obrigava o Estado a realizar um novo concurso público até o fim de 2027. No lugar dessa exigência, o Executivo deverá apresentar, no prazo de 180 dias, um plano de ação para preencher metade dos cargos previstos na Lei Complementar Estadual nº 270/2004, que organiza a Polícia Civil potiguar.

    Segundo o relato do MPRN sobre o julgamento, o plano deverá indicar etapas e meios administrativos e financeiros para a recomposição do quadro. O colegiado considerou ainda que o orçamento estadual já previa recursos para ampliar o efetivo e que despesas decorrentes de ordens judiciais recebem tratamento específico na Lei de Responsabilidade Fiscal.

    A decisão resulta de uma ação que aponta déficit estrutural de servidores e seus efeitos sobre os serviços de investigação e segurança pública no Rio Grande do Norte. O governo estadual ainda pode recorrer do julgamento.


  • Toffoli restringe campanha digital de Renan Santos por atraso no cadastro de redes

    O ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a suspensão cautelar da propaganda digital da chapa formada por Renan Santos e Aroldo Medina, candidatos do Missão à Presidência e à Vice-Presidência da República. A medida também interrompe repasses do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, impede gastos com recursos eventualmente já recebidos e proíbe a participação da dupla em debates.

    A decisão foi assinada no domingo (30) e permanece válida até nova deliberação no processo de registro da candidatura. O registro ainda não foi julgado definitivamente, e o despacho não proíbe expressamente atos presenciais de campanha.

    O que a campanha teria descumprido

    Segundo Toffoli, Renan apresentou o requerimento de registro em 7 de agosto, mas somente em 19 de agosto informou 16 perfis mantidos em redes sociais. A legislação eleitoral exige que sites, blogs, contas em redes sociais e outros canais preexistentes destinados à campanha sejam declarados no Requerimento de Registro de Candidatura.

    A Resolução TSE nº 23.610, atualizada para as eleições de 2026, estabelece ainda que um endereço preexistente omitido no registro somente pode ser usado em campanha 48 horas depois de ser comunicado à Justiça Eleitoral. Contas criadas durante a campanha devem ser informadas em até 24 horas.

    Os dados permitem à Justiça Eleitoral fiscalizar publicações, anúncios e impulsionamentos. Também possibilitam que as plataformas retirem os perfis oficiais de candidatos dos sistemas de recomendação, reduzindo o risco de favorecimento algorítmico.

    Na decisão, Toffoli afirmou ter identificado propaganda eleitoral e recomendações envolvendo ao menos um dos perfis declarados fora do prazo, que reunia 2,4 milhões de seguidores. Para o ministro, a omissão não seria apenas uma irregularidade formal, mas um possível rompimento da igualdade entre os concorrentes.

    As plataformas receberam ordem para preservar as publicações feitas desde 7 de agosto, suspender os perfis e fornecer informações sobre postagens, anúncios, impulsionamentos, alcance e recomendações. Renan e o Missão também foram intimados a explicar o atraso e informar a data de criação e de início do uso eleitoral de cada conta.

    Campanha alega problema técnico

    Renan classificou a decisão como injusta, ilegal e desproporcional. O candidato afirmou que o atraso decorreu de um problema técnico no sistema de registro e disse que outras campanhas teriam enfrentado dificuldade semelhante. Ele também atribuiu a medida a uma suposta retaliação por críticas feitas anteriormente a Toffoli, mas não apresentou provas de relação entre os episódios.

    Segundo a Folha de S.Paulo, ao menos três integrantes do TSE, ouvidos sem identificação, avaliaram que uma possível irregularidade na declaração dos perfis deveria ser examinada em processo sobre propaganda eleitoral ou abuso dos meios de comunicação, e não dentro do registro da candidatura. Magistrados também defenderam que a controvérsia seja submetida ao plenário.

    Toffoli sustentou, por outro lado, que os indícios identificados e a urgência da campanha justificam o uso do poder cautelar para impedir a continuidade de uma possível vantagem.

    Para o eleitorado do Rio Grande do Norte, o efeito é o mesmo observado no restante do país: enquanto a decisão estiver em vigor, Renan e Medina ficam fora de debates com alcance nacional e têm a campanha digital restringida. O impacto ganha peso porque, conforme o próprio despacho, o Missão não recebeu tempo no horário eleitoral gratuito para presidente no rádio e na televisão.


  • Horário eleitoral de 2026 segue até 1º de outubro; confira a grade no RN

    A propaganda eleitoral gratuita das eleições de 2026 está sendo transmitida no rádio e na televisão desde sexta-feira (28) e seguirá até 1º de outubro, três dias antes da votação do primeiro turno. No Rio Grande do Norte, a programação reúne candidaturas à Presidência da República, ao Governo do Estado, ao Senado, à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa.

    Segundo o calendário do Tribunal Superior Eleitoral, se houver segundo turno, o horário gratuito será retomado em 9 de outubro e permanecerá no ar até o dia 23.

    Programas em bloco

    Às segundas, quartas e sextas-feiras, a programação começa pelas candidaturas ao Senado, às 7h e às 12h no rádio e às 13h e às 20h30 na televisão. Cada bloco dura sete minutos.

    Na sequência, são apresentados os programas para deputado estadual, com nove minutos, a partir das 7h07 e das 12h07 no rádio e das 13h07 e das 20h37 na TV. As candidaturas ao Governo do RN ocupam os nove minutos seguintes, começando às 7h16 e às 12h16 no rádio e às 13h16 e às 20h46 na televisão.

    Às terças, quintas e sábados, os blocos são destinados às disputas para presidente e deputado federal. A propaganda presidencial começa às 7h e às 12h no rádio e às 13h e às 20h30 na televisão, com duração de 12 minutos e 30 segundos. Logo depois vem o bloco para deputado federal, com o mesmo tempo. Os horários seguem a hora de Brasília, que coincide com a de Natal.

    Inserções aparecem todos os dias

    Além dos programas em bloco, as emissoras reservam 70 minutos diários para inserções de 30 ou 60 segundos, distribuídas entre 5h e meia-noite, de segunda-feira a domingo. A resolução que disciplina a propaganda eleitoral determina que essas peças sejam distribuídas de maneira uniforme, com presença em diferentes faixas de audiência.

    Do tempo destinado a cada disputa, 90% são divididos proporcionalmente à representação dos partidos na Câmara dos Deputados e 10% de forma igualitária. Nas eleições proporcionais, cabe às legendas e federações distribuir sua parcela entre as candidaturas, observando também os critérios relativos à participação de mulheres, pessoas negras e indígenas.

    No estado, o plano de mídia foi definido em audiência pública realizada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte em 21 de agosto, com representantes de partidos, emissoras e do Ministério Público Eleitoral.

    O MP Eleitoral também recomendou às campanhas e emissoras do RN que a propaganda televisiva utilize simultaneamente legendas, janela com intérprete de Libras e audiodescrição, tanto nos blocos quanto nas inserções.


  • Renan sugere represália ao reagir a decisão de Toffoli que restringe campanha

    O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) classificou como “cassação branca” a decisão do ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que restringiu cautelarmente atividades de sua campanha. Em pronunciamento na segunda-feira (31), Renan sugeriu que a medida seria uma represália às críticas feitas por ele e pelo partido à atuação do magistrado no caso Banco Master.

    A acusação não foi acompanhada de provas de que as manifestações sobre o banco tenham influenciado a decisão eleitoral. Segundo a Folha de S.Paulo, o candidato apresentou imagens de declarações anteriores contra Toffoli e chamou a medida de “absurda”, além de falar em “ditadura do Judiciário”.

    Toffoli foi relator, no Supremo Tribunal Federal (STF), do inquérito relacionado ao Banco Master, mas deixou a condução do caso após questionamentos públicos sobre sua atuação. Esse histórico foi usado por Renan para sustentar sua versão política, que não consta entre os fundamentos formais da decisão do TSE.

    O que determinou Toffoli

    Na decisão assinada em 30 de agosto, Toffoli afirmou que 16 perfis em redes sociais foram comunicados à Justiça Eleitoral em 19 de agosto, 12 dias depois do pedido de registro da candidatura. Para o ministro, a informação tardia teria permitido que contas usadas na campanha continuassem beneficiadas por sistemas de recomendação das plataformas, em possível vantagem sobre os concorrentes.

    A medida suspendeu a propaganda eleitoral digital da chapa em endereços não informados tempestivamente, os repasses e gastos com recursos do Fundo Eleitoral e a participação de Renan e do candidato a vice, Aroldo Medina, em debates. As restrições valem até nova deliberação no processo e não representam, por enquanto, o indeferimento definitivo do registro da candidatura.

    O ministro também deu 24 horas para que o candidato e o Missão informassem quando os perfis foram criados e começaram a ser usados eleitoralmente, sob pena de indeferimento do registro.

    Defesa anuncia recurso

    Renan atribuiu o atraso a uma falha no sistema da Justiça Eleitoral, alegação ainda não comprovada no processo. O advogado Arthur Rollo, responsável pela defesa, afirmou que a medida é desproporcional e anunciou recurso ao TSE.

    Para os eleitores do Rio Grande do Norte, a controvérsia tem alcance nacional, pois envolve uma candidatura à Presidência. Os registros das candidaturas a governador, senador e deputados pelo estado são examinados separadamente pelo Tribunal Regional Eleitoral do RN.


  • Projeto de Orçamento de 2027 estima mínimo de R$ 1.741 e superávit de R$ 18,6 bilhões

    O governo federal enviou ao Congresso Nacional o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027 com salário mínimo estimado em R$ 1.741 e previsão de superávit primário de R$ 18,6 bilhões. A proposta, apresentada nesta segunda-feira (31), ainda será analisada e poderá ser modificada pelos parlamentares antes da votação definitiva.

    O valor projetado para o mínimo representa aumento nominal de R$ 120, ou aproximadamente 7,4%, sobre os R$ 1.621 vigentes em 2026. Segundo o Ministério do Planejamento e Orçamento, a estimativa considera inflação de 4,93% pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), acumulada em 12 meses até novembro, e crescimento real de 2,3%.

    O valor ainda não é definitivo. A quantia poderá ser revista após a divulgação do INPC efetivamente apurado, no fim de 2026. Para o Rio Grande do Norte, como para os demais estados, a mudança alcançará trabalhadores remunerados pelo piso nacional e pagamentos federais vinculados ao salário mínimo.

    Resultado fiscal

    O superávit primário de R$ 18,6 bilhões corresponde à diferença positiva entre receitas e despesas primárias, sem considerar os juros da dívida nem aplicar as exclusões permitidas pela legislação fiscal. Na conta utilizada para verificar o cumprimento da meta, já descontadas essas despesas, o governo projeta saldo positivo de R$ 83,4 bilhões.

    Esse resultado supera em R$ 10,1 bilhões o centro da meta fiscal de 2027, fixado em superávit de 0,5% do Produto Interno Bruto, equivalente a R$ 73,2 bilhões.

    O projeto estabelece limite de R$ 2,576 trilhões para as despesas primárias, crescimento de 7,7% em relação a 2026. De acordo com o Planejamento, as despesas obrigatórias deverão representar 91,7% desse total, ante 92,4% no orçamento anterior.

    A proposta reserva R$ 272,2 bilhões para a Saúde, R$ 141,2 bilhões para a Educação e R$ 133,8 bilhões para investimentos. O orçamento federal completo, incluindo despesas financeiras e o orçamento das empresas estatais, soma R$ 7,449 trilhões.

    O PLOA será examinado inicialmente pela Comissão Mista de Orçamento. Depois, seguirá para votação no Congresso e, caso aprovado, para sanção presidencial. Até a conclusão dessa tramitação, tanto as dotações destinadas aos estados quanto os demais valores da proposta poderão sofrer alterações.


  • Deputado estadual: Ezequiel tem 2,70%, Walter Alves 2,40% e Kleber 2,05%

    Ezequiel Ferreira foi citado por 2,70% dos entrevistados na pergunta espontânea para deputado estadual. Walter Alves registra 2,40% e Kleber Rodrigues, 2,05%, segundo a pesquisa Media/O Potengi divulgada em 1º de setembro.

    As diferenças entre os três primeiros nomes são inferiores à margem de erro de 2,2 pontos percentuais. O resultado, portanto, não sustenta uma leitura de vantagem isolada entre eles.

    Cenário tem 61 nomes citados

    Na sequência aparecem Robson Carvalho, com 1,90%; Adjuto Dias, com 1,80%; Neilton Diógenes, com 1,75%; e Tomba Farias, com 1,60%. Ao todo, 61 nomes receberam citações.

    Os entrevistados que não souberam ou não responderam somam 52,95%. Branco ou nulo registra 2,35%. Como a pergunta foi aberta, nenhum nome foi apresentado previamente aos participantes.

    Carrossel com os resultados completos da pesquisa espontânea para deputado estadual no RN Cartão 1 de 4.
    Pesquisa espontânea para deputado estadual. Media/O Potengi, registro RN-02043/2026. Cartão 1 de 4.
    Carrossel com os resultados completos da pesquisa espontânea para deputado estadual no RN Cartão 2 de 4.
    Pesquisa espontânea para deputado estadual. Media/O Potengi, registro RN-02043/2026. Cartão 2 de 4.
    Carrossel com os resultados completos da pesquisa espontânea para deputado estadual no RN Cartão 3 de 4.
    Pesquisa espontânea para deputado estadual. Media/O Potengi, registro RN-02043/2026. Cartão 3 de 4.
    Carrossel com os resultados completos da pesquisa espontânea para deputado estadual no RN Cartão 4 de 4.
    Pesquisa espontânea para deputado estadual. Media/O Potengi, registro RN-02043/2026. Cartão 4 de 4.

    Resultados completos

    RespostaPercentual
    Ezequiel Ferreira2,70%
    Walter Alves2,40%
    Kleber Rodrigues2,05%
    Robson Carvalho1,90%
    Adjuto Dias1,80%
    Neilton Diógenes1,75%
    Cintia de Allysson1,65%
    Tomba Farias1,60%
    Eudiane Macedo1,45%
    Dr Kerginaldo1,40%
    Dr Gustavo1,35%
    Coronel Azevedo1,30%
    Cristiane Dantas1,30%
    Ivanilson Oliveira1,30%
    Ériko Jácome1,30%
    Ubaldo Fernandes1,25%
    Galeno1,15%
    Terezinha Maia1,15%
    Francisco do PT1,10%
    Gustavo Carvalho1,10%
    Ivan Junior1,00%
    Camila Araújo0,95%
    Isolda Dantas0,95%
    Jorge do Rosário0,90%
    Nelter Queiroz0,85%
    Getúlio Rêgo0,80%
    Taveira Júnior0,80%
    Júlio César0,75%
    Bibi Costa0,70%
    Bibiano0,70%
    Kaline de Dr.Bernardo0,65%
    Divaneide Basílio0,60%
    Gabriel César0,40%
    Leo Souza0,35%
    Luiz Eduardo0,35%
    Anne Lagartixa0,30%
    Daniel Valença0,25%
    Eugênio Ribeiro0,25%
    Expedito0,25%
    Dr. Pio0,20%
    Professor Emerson0,20%
    Angela Paiva0,15%
    Antônio Jácome0,15%
    Aline Juliete0,10%
    Bispo Paulo Luiz0,10%
    Clóvis Jr0,10%
    Josemar Varela0,10%
    Kátia Pires0,10%
    Milkle Leite0,10%
    Brisa0,05%
    Cleiton da Policlínica0,05%
    Daiane Valentim0,05%
    Deivid Simão0,05%
    Delegado Leocádio0,05%
    Dr.Milano0,05%
    Garibaldi Leite0,05%
    Hermínio Felix0,05%
    Luciano Barbosa0,05%
    Neto Queiroz0,05%
    Nágila Diniz0,05%
    Pedro Lopes0,05%
    Branco/nulo2,35%
    NS/NR52,95%

    Nota metodológica

    A pesquisa Media/O Potengi ouviu presencialmente 2.000 eleitores do Rio Grande do Norte, entre 25 e 30 de agosto de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE/PesqEle sob o número RN-02043/2026. A pergunta foi espontânea, sem apresentação de nomes. Os percentuais foram calculados diretamente sobre as 2.000 entrevistas da base atual, retratam o período da coleta e não constituem previsão eleitoral.

    Como ler

    Em eleições proporcionais, a distribuição de vagas depende também do desempenho dos partidos e federações e das regras do sistema eleitoral. As citações desta pesquisa não projetam vagas nem a composição futura da Câmara dos Deputados ou da Assembleia Legislativa.


  • Pesquisa para o Governo do RN: Allyson tem 28,3% e Álvaro, 27,1%

    A pesquisa Media/O Potengi publicada nesta treça-feira, 1ª de setembro, mostra Allyson Bezerra (UB) na primeira colocação com 28,3% e tecnicamente empatado com Álvaro Dias (PL), que tem 27,1%. Em terceiro lugar, vem Cadu de Lula (PT) com 17,2%. Os números são do cenário estimulado para o Governo do Rio Grande do Norte.

    A diferença entre Allyson e Álvaro é de 1,2 ponto percentual, abaixo da margem de erro de 2,2 pontos percentuais do levantamento. Por isso, o resultado configura empate técnico.

    Outros candidatos

    Professor Robério Paulino (PSOL) tem 0,7%; Rodrigo Bolsonaro (Agir), 0,7%; Carlos Jararaca (DC) e Arinalda do MLB (UP), 0,4%; Dário Barbosa (PSTU) e Henrique Lyra (PCO), 0,1%. Os entrevistados que não souberam ou não responderam somam 20,1%; branco ou nulo registram 4,9%.

    Arte da pesquisa estimulada para o Governo do RN com Allyson em 28,3%, Álvaro Dias em 27,1% e Cadu de Lula em 17,2%.
    Pesquisa estimulada para o Governo do RN. Media/O Potengi, registro RN-02043/2026.

    Resultados completos

    RespostaPercentual
    Allyson (União Brasil)28,3%
    Álvaro Dias (PL)27,1%
    Cadu de Lula (PT)17,2%
    Professor Robério Paulino (Psol)0,7%
    Rodrigo Bolsonaro (Agir)0,7%
    Arinalda do MLB (UP)0,4%
    Carlos Jararaca (DC)0,4%
    Dário Barbosa (PSTU)0,1%
    Henrique Lyra (PCO)0,1%
    Branco/nulo4,9%
    NS/NR20,1%

    Nota metodológica

    A pesquisa Media/O Potengi ouviu 2.000 eleitores presencialmente no Rio Grande do Norte, entre 25 e 30 de agosto de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE/PesqEle sob o número RN-02043/2026. Os percentuais foram calculados diretamente sobre as 2.000 entrevistas da base atual e retratam o período de coleta; não constituem previsão do resultado eleitoral.


  • Deputado federal: Cabo Deivison tem 5,50%, Nina Sousa 5,45% e Natália 4,00%

    Cabo Deivison foi citado por 5,50% dos entrevistados na pergunta espontânea para deputado federal. Nina Sousa registra 5,45% e Natália Bonavides, 4,00%, segundo a pesquisa Media/O Potengi divulgada em 1º de setembro.

    As diferenças entre os três primeiros nomes são inferiores à margem de erro de 2,2 pontos percentuais. O resultado, portanto, não sustenta uma leitura de vantagem isolada entre eles.

    Citações se distribuem por 27 nomes

    Depois dos três primeiros aparecem Benes Leocádio, com 3,25%; Sargento Gonçalves, com 2,75%; Carla Dickson, com 2,75%; Pedro Filho, com 2,70%; e Dr Bernardo, com 2,25%. Ao todo, 27 nomes receberam citações.

    Os entrevistados que não souberam ou não responderam somam 55,45%. Branco ou nulo registra 2,55%. Como a pergunta foi aberta, nenhum nome foi apresentado previamente aos participantes.

    Carrossel com os resultados completos da pesquisa espontânea para deputado federal no RN Cartão 1 de 2.
    Pesquisa espontânea para deputado federal. Media/O Potengi, registro RN-02043/2026. Cartão 1 de 2.
    Carrossel com os resultados completos da pesquisa espontânea para deputado federal no RN Cartão 2 de 2.
    Pesquisa espontânea para deputado federal. Media/O Potengi, registro RN-02043/2026. Cartão 2 de 2.

    Resultados completos

    RespostaPercentual
    Cabo Deivison5,50%
    Nina Sousa5,45%
    Natália Bonavides4,00%
    Benes Leocádio3,25%
    Carla Dickson2,75%
    Sargento Gonçalves2,75%
    Pedro Filho2,70%
    Dr Bernardo2,25%
    Juninho Saia Rodada2,10%
    Odon junior2,00%
    João Maia1,95%
    Thabatta Pimenta1,90%
    General Girão1,45%
    Robinson Faria1,25%
    Matheus Faustino0,60%
    Fernando Mineiro0,50%
    Brisa0,40%
    Coronel Brilhante0,30%
    Silvério Filho0,20%
    Cintia Maia0,15%
    Jorge do Rosário0,15%
    Wilson Gari0,10%
    Zé Peixeiro0,10%
    Dr Daniel0,05%
    Leila Maia0,05%
    Nágila Diniz0,05%
    Patrícia Castro0,05%
    Branco/nulo2,55%
    NS/NR55,45%

    Nota metodológica

    A pesquisa Media/O Potengi ouviu presencialmente 2.000 eleitores do Rio Grande do Norte, entre 25 e 30 de agosto de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE/PesqEle sob o número RN-02043/2026. A pergunta foi espontânea, sem apresentação de nomes. Os percentuais foram calculados diretamente sobre as 2.000 entrevistas da base atual, retratam o período da coleta e não constituem previsão eleitoral.

    Como ler

    Em eleições proporcionais, a distribuição de vagas depende também do desempenho dos partidos e federações e das regras do sistema eleitoral. As citações desta pesquisa não projetam vagas nem a composição futura da Câmara dos Deputados ou da Assembleia Legislativa.


  • Pesquisa estimulada para o Senado: Styvenson tem 33,5% e Zenaide, 24,3%

    Styvenson Valentim soma 33,5% nas duas escolhas estimuladas para o Senado. Zenaide Maia registra 24,3% e Coronel Hélio, 15,0%, segundo a pesquisa Media/O Potengi divulgada em 1º de setembro.

    O quadro é um cálculo derivado da soma do primeiro e do segundo votos. Como cada entrevistado pode indicar dois nomes para as duas vagas em disputa, o conjunto fecha em 200 pontos percentuais. A soma não substitui a leitura separada de cada voto.

    1º voto: Styvenson tem 28,0%; Zenaide, 13,1%; e Coronel Hélio, 6,9%

    Na primeira escolha para o Senado, Styvenson Valentim registra 28,0%; Zenaide Maia, 13,1%; e Coronel Hélio, 6,9%. Branco ou nulo soma 5,9% e NS/NR, 32,8%.

    2º voto: Zenaide tem 11,2%; Coronel Hélio, 8,1%; e Samanda, 7,0%

    Na segunda escolha, Zenaide Maia registra 11,2%; Coronel Hélio, 8,1%; Samanda de Lula, 7,0%; e Styvenson Valentim, 5,6%. Branco ou nulo soma 8,0% e NS/NR, 49,5%.

    Demais nomes na soma

    Samanda de Lula tem 12,3%; Rafael Motta, 8,5%; Tércio Tinoco, 2,4%; Gari Wendel Batista, 1,3%; Linhares Jiboia, 1,4%; Clóvis Costa do Coletivo de Nós, 1,1%; Luciana Mandu, 1,1%; Sandro Pimentel, 0,8%; Rosália Fernandes, 0,8%; Professor Guilherme, 0,8%; e Sônia Godeiro, 0,5%. Na soma das duas escolhas, NS/NR totaliza 82,3% e branco ou nulo, 13,9%.

    Arte da soma dos dois votos estimulados para o Senado, com Styvenson em 33,5%, Zenaide Maia em 24,3% e Coronel Hélio em 15,0%.
    Soma derivada do primeiro e do segundo votos estimulados para o Senado. Media/O Potengi, registro RN-02043/2026.

    Resultados completos

    RespostaPercentual
    Styvenson Valentim (PSDB)33,5%
    Zenaide Maia (PSD)24,3%
    Coronel Hélio (PL)15,0%
    Samanda de Lula (PT)12,3%
    Rafael Motta (PDT)8,5%
    Tércio Tinoco (União)2,4%
    Linhares Jiboia (DC)1,4%
    Gari Wendel Batista (Agir)1,3%
    Luciana Mandu (PSTU)1,1%
    Clóvis Costa do Coletivo de Nós (Agir)1,1%
    Sandro Pimentel (Psol)0,8%
    Professor Guilherme (UP)0,8%
    Rosália Fernandes (PSTU)0,8%
    Sônia Godeiro (Psol)0,5%
    Branco/nulo13,9%
    NS/NR82,3%

    Nota metodológica

    A pesquisa Media/O Potengi ouviu 2.000 eleitores presencialmente no Rio Grande do Norte, entre 25 e 30 de agosto de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE/PesqEle sob o número RN-02043/2026. Os percentuais foram calculados diretamente sobre as 2.000 entrevistas da base atual e retratam o período de coleta; não constituem previsão do resultado eleitoral.

    Na disputa pelo Senado, o primeiro voto, o segundo voto e a soma das duas escolhas são quadros diferentes e devem ser lidos separadamente.


  • Emendas federais cresceram 315% em termos reais desde 2014, calcula Ipea

    O volume de emendas parlamentares empenhadas no Orçamento da União passou de R$ 11,3 bilhões, em 2014, para R$ 47,1 bilhões, em 2025. Descontada a inflação, o crescimento foi de 315% em 11 anos, segundo uma série de estudos produzida por pesquisadores do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

    O empenho representa o compromisso assumido pelo governo de realizar a despesa, mas não significa que o dinheiro tenha sido efetivamente pago. As emendas permitem que deputados e senadores indiquem a destinação de parte do Orçamento federal para estados, municípios, órgãos públicos e outras entidades autorizadas.

    De acordo com o levantamento, as emendas direcionadas a políticas sociais somaram R$ 35 bilhões em 2025, com crescimento real de 282% em relação a 2014. Saúde, educação, assistência social e outras áreas concentraram aproximadamente três quartos do total empenhado.

    Saúde concentra recursos

    A expansão ganhou força depois que as emendas individuais passaram a ter execução obrigatória, por meio da Emenda Constitucional nº 86, de 2015. A mesma regra foi posteriormente estendida às emendas de bancada pela Emenda Constitucional nº 100, de 2019.

    Na saúde, um relatório publicado pelo Ipea mostra que as despesas financiadas por emendas cresceram de R$ 5,1 bilhões, em 2014, para R$ 24,8 bilhões, em 2024, em valores corrigidos. A participação desses recursos nas despesas discricionárias do Ministério da Saúde subiu de 18,6% para 45,4%.

    O estudo também registra que 91,7% das emendas destinadas à saúde em 2024 financiaram custeio, como manutenção de serviços e compra de insumos. Para os pesquisadores, a dependência de indicações parlamentares para despesas recorrentes reduz a previsibilidade e dificulta o planejamento do Sistema Único de Saúde.

    Impacto no Rio Grande do Norte

    No Rio Grande do Norte, um estudo da Consultoria de Orçamento da Câmara identificou 11 emendas da bancada potiguar no projeto do Orçamento de 2025, que somavam R$ 528,9 milhões. O valor aprovado no orçamento, porém, não equivale necessariamente ao montante empenhado ou pago.

    A relevância desse acompanhamento já havia sido destacada pelo Tribunal de Contas do Estado. Segundo levantamento do TCE-RN, 154 municípios potiguares receberam, entre 2020 e 2023, R$ 270 milhões em transferências especiais conhecidas como “emendas Pix”. Outros 13 municípios não receberam recursos dessa modalidade no período.





Jesus de Ritinha de Miúdo





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