Jesus de Ritinha de Miúdo

  • A teoria na prática é complemento.

    Olá, queridos! Como vão?

    Gosto de pensar que tudo isso que escrevo aqui, de alguma forma, ajuda vocês a se aproximar cada vez mais desse universo incrível que é o do autoconhecimento. Ou, até mesmo, se apaixonar por esse caminho. Eu sou uma pessoa esperançosa e otimista, pode acreditar que me dou o direito de pensar assim, sim!

    Eu falo sobre formas de alcançar e praticar o autoconhecimento, mantendo a premissa que já estabeleci, de que não sou especialista no assunto, ao menos não no aspecto acadêmico da coisa. Trago reflexões sobre o tema, técnicas que já utilizei, coisas que deram certo ou não.

    Vez por outra faço do texto quase que um testemunho, contando o que de fato acontece comigo, como lido, aplico e pratico tudo que falo aqui para vocês. Acredito que quando nos mostramos, sem filtros, contribuímos para que as pessoas se identifiquem conosco, de verdade. E essa identificação pode ajudar muito mais do que um manual de instruções.

    Não que manuais sejam inúteis e exemplos sejam o pulo do gato. Gosto de vê-los como complementares, promovendo um resultado muito mais eficaz quando juntos. Assim como fazer terapia (quando é possível, claro!) e estudar/praticar autoconhecimento. Um só potencializa o outro.

    Enfim, hoje é um desses dias. Hoje, eu quero trazer um exemplo bem detalhado, transparente e sincero de como praticar o autoconhecimento pode facilitar nosso dia a dia de formas que nem imaginávamos que seria possível. Mesmo através das coisas mais simples.

    Recentemente eu experimentei uma montanha russa de emoções, uma bagunça interna que se estendeu por uns três dias. Não foi uma montanha russa das mais radicais e que fazem a gente ter medo só de olhar, mas foi o suficiente para abalar o emocional, literalmente.

    No primeiro desses dias eu estava me sentindo ótima. Saí para caminhar e fui até um local aqui na cidade com uma vista linda. Porque a gente até faz a parte do esforço, mas gosta mesmo é da recompensa, não é?

    Pois é, estava eu lá caminhando e me senti invadida por um sentimento maravilhoso, proporcionado por aquela vista incrível, como só essa cidade consegue oferecer. (Prefeitura de Natal: me patrocina!)

    Fiquei um tempo parada, olhando para o mar, as nuvens, o céu, as ondas batendo nas pedras. Só absorvendo aquela imagem e me deixando maravilhar com aquilo. Era como se eu me sentisse mais leve, a meio metro do chão. Flutuando de tanta alegria e gratidão por poder contemplar aquela beleza sem fim.

    (Nossa ela é melosa assim?)

    Sim, sou. Internamente milhões de vezes mais que externamente. Agradecer é meu primeiro e último pensamento de todos os dias. Para mim, gratidão é muito mais um sentimento sem palavras do que a verbalização dele. E aquilo que agradecemos e a quem agradecemos é algo tão particular que funciona melhor no silêncio.

    Esse é meu normal. Sempre pensando e agindo conectada com o “obrigada” meu de cada dia. Já deixo claro que também reclamo, tá! Também me incomodo com coisas, me aborreço. Não sou nenhuma iludida da vida que acha tudo lindo o tempo todo, não.

    Eu só passo mais tempo agradecendo que reclamando, e me policio para sempre procurar algo para agradecer quando me percebo uma chata reclamona do dia. Eu tenho um propósito comigo mesma de reclamar cada vez menos e, como toda mudança na vida, para alcançar isso é preciso praticar. Por isso me ponho a fazer sempre que consigo.

    Terminada a contemplação daquela vista, terminada a caminhada, voltei para casa me sentindo maravilhosamente bem. Tomei um banho, comi algo e fui deitar para ficar assistindo série até dar a hora de dormir. Uma forma excelente de terminar a semana e me preparar para o início da próxima.

    Só que no dia seguinte eu acordei sem nem um resquício do sentimento maravilhoso que adormeceu comigo. Mal consegui acordar no horário de ir para a academia. Na verdade, não tive forças para levantar e nem fui me exercitar. Levantei apenas a tempo de me arrumar para o trabalho.

    Comecei a perceber que toda aquela alegria e leveza do dia anterior tinham dado lugar a uma melancolia estranha, quase uma apatia. Estava me sentindo sem forças, meio que sem vida.

    Enquanto fazia meu café da manhã percebi que estava de cara amarrada, nada estava bom. Fazia tudo no automático, com a vontade de voltar para debaixo do lençol e ficar lá por uma semana inteira só aumentando. Bateu uma coisa ruim no peito, fiquei incomodada por estar daquele jeito, num contraste tão grande com o humor do dia anterior.

    Oras, eu estava fazendo comida — eu adoro comer —, e logo café da manhã — minha refeição favorita —, e tinha tudo que eu precisava ao meu alcance. Lembrei logo daquele clássico, e verdadeiro, argumento de pai e mãe para fazer a gente comer quando é criança de que tem muita gente pelo mundo passando todo tipo de necessidade e que adoraria ter acesso ao que estava bem ali na minha frente.

    Na mesma hora chamei minha atenção: “Que coisa feia, Fernanda! Deixe de ser ingrata e fique feliz pelo que você tem!”. — Sim, eu brigo comigo mesma, já tinha dito isso aqui antes —. Se tem algo que eu detesto com todas as forças é me perceber ingrata. Eu não sou assim. Eu não sou assim. Quando falei isso a mim mesma percebi o quanto isso era verdade. Devia estar lendo errado a situação.

    Olhei com atenção para aquele sentimento e percebi que não, não era ingratidão. Mas eu também não tinha nenhum outro motivo para estar no modo “reclamona”, nada estava errado ao meu redor, não tinha acontecido nada desde o dia anterior, que tinha sido leve e tranquilo, que justificasse uma queda de ânimo tão brusca.

    E foi aí que eu me toquei. Queda. Não era reação a qualquer acontecimento ruim, nem insatisfação com algo ao redor, nem muito menos ingratidão. Era simplesmente a boa e velha queda hormonal. Aquela época “abençoada” de todo mês em que estrogênio e progesterona praticam queda livre no organismo, levando a produção de serotonina com eles para as profundezas do oceano.

    (Tá, mas, nessa idade ainda não se acostumou com TPM? Como que ela ainda se confunde tão fácil?)

    Não é tão simples assim. Às vezes a gente é pega de surpresa e até lembrar de conferir o calendário a confusão dos sentimentos permanece sem justificativa. Eu já me desesperei por sentir essa tristeza e não entender de onde vinha.

    Mesmo lidando com meu ciclo há anos e anos. Não foi logo de cara que percebi que essa tristeza tinha dia certo e motivo químico-biológico. Apesar de ter percebido desde cedo que sou do tipo que fica tristinha, e não irritada, no ponto crítico da TPM.

    Acontece que às vezes essa queda hormonal bate tão forte, como foi o caso desses dias, que a gente pode acabar nem considerando que se trate de algo tão familiar. Quando bate nessa intensidade, a primeira coisa que o cérebro faz, ao menos o meu, é buscar uma justificativa à altura.

    Para vocês verem como se conhecer é um caminho trabalhoso, por vezes ardiloso. Já demorei muito mais tempo para identificar a origem desse desânimo de proporções faraônicas e relacioná-lo com o período do mês. Dessa vez consegui ligar os pontos em bem menos tempo. Acreditem ou não, isso é um grande avanço.

    Sem contar que é uma situação feita para se retroalimentar, afinal, quem que vai conseguir manter o raciocínio ágil, prático e direto quando se encontra com as forças física, emocional, psicológica, e etc, reduzidas por questões químico-biológicas?

    Mas, ainda que não de imediato, é um alívio perceber que esse marasmo energético é uma resposta hormonal, que não há nada de errado, que isso não faz de mim uma pessoa menos capaz — só mais lenta. Mesmo que eu continue sentindo isso o dia todo. E dura o dia todo mesmo.

    Entender o motivo do que eu estava sentindo não fez aquilo passar, mas me ajudou a direcionar e facilitar a forma como eu ia lidar com o dia que estava apenas começando. Além de garantir que eu fizesse tudo que precisava ser feito, mas respeitando meus limites, me acolhendo e cuidando de mim.

    Estabeleci como ia agir. Não tomaria decisões importantes, nem pensaria em questões pendentes que sei que me trariam angústia. Nem muito menos faria qualquer coisa que me levasse além do pouco que eu estava conseguindo dar conta. Estava igualzinha ao meme: “Dei meu máximo e era o mínimo”.

    Segui meu dia focando o máximo que podia no trabalho, querendo manter a mente sempre ocupada. Só me permiti concentrar em uma tarefa por vez, fiz tudo no ritmo que consegui, falei somente com quem foi preciso falar, mesmo sem energia para isso. Tive paciência comigo mesma e, no fim do dia, cumpri com todas as minhas obrigações.

    Encerrado expediente, meu destino certo era minha cama. Depois de comer e tomar um banho quente, fiquei lá encolhidinha — ou o máximo encolhida que uma pessoa do meu tamanho consegue ficar —, e coloquei uma série para assistir, até a hora que me deu vontade. Sem pensar em nada, apenas quietinha. E sem falar com ninguém.

    Antes de dormir agradeci pelo dia, mesmo ainda me sentindo péssima e com vontade de permanecer encolhida debaixo do lençol por uma semana.

    No dia seguinte, acordei agradecendo pelo novo dia e toda trabalhada na disposição. Levantei numa boa e fui para a academia, com a mesma energia caótica de quase todo dia, cumprimentando a todos cheia de animação, às 5h da manhã.

    Vejam que esse acontecimento não foi algo que mudou minha vida, nem foi a maior lição que já aprendi. Mas o caminho é construído com passos de todos os tamanhos. Para mim, o importante no meu aprendizado é ver que aproveitei todas as oportunidades que consegui para me conhecer um pouquinho mais.

    Depois que tudo passou, parei para pensar com a objetividade de quem já está fora da situação. Analisei o seguinte: no primeiro dia estava na crista da onda energética da animação. No segundo, essa animação foi tirar férias nas Fossas Marianas. No terceiro, tudo normal de novo.

    Imediatamente fiz um paralelo com aquela história, tão enraizada na nossa cultura, de alguém que ressuscitou ao 3º dia. Pensei se essa história não quer nos mostrar mais do que aquilo que sempre interpretamos. Se não pode ser vista, também, como uma forma de nos ensinar a não julgar nossos acontecimentos pelo primeiro impacto e ter paciência de esperar para ver o que realmente aquilo significa, esperar para ver antes de se deixar desesperar.

    O que eu sei, mesmo, é que aprender a me conhecer e colocar isso em prática já me salvou muito mais vezes do que eu consigo contar ou lembrar. Aprender a me conhecer e colocar isso em prática me torna cada vez mais dona de mim mesma e me ajuda a enxergar o mundo com muito mais clareza, menos sofrimento e mais esperança.

    É um ciclo virtuoso no qual quanto mais eu aprendo, melhor me sinto. E quanto melhor me sinto, mais eu quero aprender.

    Até a próxima!


  • Espontânea para deputado estadual tem Ezequiel Ferreira com 1,80%

    Na espontânea para deputado estadual, Ezequiel Ferreira aparece numericamente à frente, com 1,80%. Coronel Azevedo registra 1,60% e Kléber Rodrigues aparece com 1,40%.

    O cenário é de alta dispersão de citações entre nomes proporcionais. NS/NR soma 62,05% e Branco/Nulo registra 5,40%.

    A pesquisa Media/O Potengi, registrada no TSE sob o número RN-08092/2026, ouviu 2.000 eleitores no Rio Grande do Norte entre os dias 3 e 8 de julho de 2026. O levantamento tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

    Gráfico: Espontânea para deputado estadual tem Ezequiel Ferreira com 1,80%
    Pesquisa Media/O Potengi RN-08092/2026.

    Resultado

    Resposta Percentual
    Ezequiel Ferreira 1,80%
    Coronel Azevedo 1,60%
    Kléber Rodrigues 1,40%
    Tomba Farias 1,35%
    Dr. Kerginaldo 1,25%
    Francisco do PT 1,05%
    Divaneide Basílio 1,05%
    Gustavo Carvalho 1,05%
    Adjuto Dias 1,05%
    Walter Alves 1,05%
    Nélter Queiroz 1,05%
    Ubaldo Fernandes 1,00%
    Robson Carvalho 1,00%
    Neilton Diógenes 0,95%
    Eudiane Macedo 0,95%
    Eriko Jácome 0,95%
    Gustavo Soares 0,90%
    Isolda Dantas 0,85%
    Cristiane Dantas 0,85%
    Luiz Eduardo 0,85%
    Getúlio Rêgo 0,80%
    Kaline Amorim 0,75%
    Ivan Jr. 0,70%
    Anne Lagartixa 0,70%
    Cíntia Bezerra 0,70%
    Taveira Jr. 0,70%
    Ivanilson Oliveira 0,65%
    Júlio César 0,60%
    Terezinha Maia 0,60%
    Camila Araújo 0,60%
    Galeno Torquato 0,55%
    Bibi Costa 0,50%
    Flávio Beroi 0,50%
    Jorge do Rosário 0,40%
    Dra. Júlia Almeida 0,35%
    Dr. Pio 0,35%
    Bibiano 0,20%
    Daniel Valença 0,20%
    Gabriel Ribeiro 0,10%
    Léo Souza 0,10%
    Márcia Maia 0,10%
    Carlos Eduardo 0,10%
    Clóvis Júnior 0,10%
    Carol Pires 0,05%
    Professor Emerson 0,05%
    Ivan Baron 0,05%
    Gabriel César 0,05%
    NS/NR 62,05%
    Branco/Nulo 5,40%

    Ficha técnica

    • Registro TSE/PesqEle: RN-08092/2026.
    • Abrangência: Rio Grande do Norte.
    • Amostra: 2.000 entrevistas.
    • Período de coleta: 03 a 08/07/2026.
    • Margem de erro: 2,2 pontos percentuais.
    • Nível de confiança: 95%.
    • Instituto: MEDIA – INTELIGENCIA EM PESQUISA LTDA / MEDIA – INTELIGENCIA EM PESQUISA.
    • Contratante: POTENGI COMUNICACAO LTDA.

  • Espontânea para deputado federal tem Nina Souza com 3,05% e Natália Bonavides com 2,90%

    Na pesquisa espontânea para deputado federal, Nina Souza aparece numericamente à frente, com 3,05%. Natália Bonavides registra 2,90% e Thábata Pimenta aparece com 2,10%.

    A disputa proporcional aparece pulverizada, como é comum em perguntas espontâneas. NS/NR soma 66,25% e Branco/Nulo registra 5,55%.

    A pesquisa Media/O Potengi, registrada no TSE sob o número RN-08092/2026, ouviu 2.000 eleitores no Rio Grande do Norte entre os dias 3 e 8 de julho de 2026. O levantamento tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

    Gráfico: Espontânea para deputado federal tem Nina Souza com 3,05% e Natália Bonavides com 2,90%
    Pesquisa Media/O Potengi RN-08092/2026.

    Resultado

    Resposta Percentual
    Nina Souza 3,05%
    Natália Bonavides 2,90%
    Thábata Pimenta 2,10%
    João Maia 1,95%
    Cabo Deyvison 1,75%
    General Girão 1,70%
    Benes Leocádio 1,55%
    Juninho Saia Rodada 1,45%
    Robinson Faria 1,45%
    Dr.Bernardo 1,40%
    Sargento Gonçalves 1,40%
    Carla Dickson 1,40%
    Pedro Filho 1,35%
    Fernando Mineiro 1,20%
    Kelps Lima 1,10%
    Coronel Brilhante 0,70%
    Odon Jr 0,60%
    Matheus Faustino 0,55%
    Gabi Trajano 0,35%
    Alexandre Lima 0,15%
    Marleide Cunha 0,10%
    NS/NR 66,25%
    Branco/Nulo 5,55%

    Ficha técnica

    • Registro TSE/PesqEle: RN-08092/2026.
    • Abrangência: Rio Grande do Norte.
    • Amostra: 2.000 entrevistas.
    • Período de coleta: 03 a 08/07/2026.
    • Margem de erro: 2,2 pontos percentuais.
    • Nível de confiança: 95%.
    • Instituto: MEDIA – INTELIGENCIA EM PESQUISA LTDA / MEDIA – INTELIGENCIA EM PESQUISA.
    • Contratante: POTENGI COMUNICACAO LTDA.

  • Na soma das duas opções para o Senado, Styvenson tem 53,3% e Zenaide 39,8%

    Na soma das duas opções estimuladas para o Senado, Styvenson Valentim lidera com 53,3%. Zenaide Maia aparece em seguida, com 39,8%.

    Rafael Motta registra 24,1%, Samanda Alves tem 23,7% e Coronel Hélio aparece com 20,9%. O indicador agrega o primeiro e o segundo voto, por isso a escala total da pergunta corresponde a 200 pontos percentuais.

    A pesquisa Media/O Potengi, registrada no TSE sob o número RN-08092/2026, ouviu 2.000 eleitores no Rio Grande do Norte entre os dias 3 e 8 de julho de 2026. O levantamento tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

    Gráfico: Na soma das duas opções para o Senado, Styvenson tem 53,3% e Zenaide 39,8%
    Pesquisa Media/O Potengi RN-08092/2026.

    Resultado

    Resposta Percentual
    Styvenson Valentim 53,3%
    Zenaide Maia 39,8%
    NS/NR 29,3%
    Rafael Motta 24,1%
    Samanda Alves 23,7%
    Coronel Hélio 20,9%
    Branco/Nulo 5,6%
    Sandro Pimentel 1,5%
    Sônia Godeiro 1,0%
    Rosália Fernandes 0,5%
    Luciana Lima 0,3%

    Ficha técnica

    • Registro TSE/PesqEle: RN-08092/2026.
    • Abrangência: Rio Grande do Norte.
    • Amostra: 2.000 entrevistas.
    • Período de coleta: 03 a 08/07/2026.
    • Margem de erro: 2,2 pontos percentuais.
    • Nível de confiança: 95%.
    • Instituto: MEDIA – INTELIGENCIA EM PESQUISA LTDA / MEDIA – INTELIGENCIA EM PESQUISA.
    • Contratante: POTENGI COMUNICACAO LTDA.

  • Álvaro lidera estimulada para governador com 32,1%; Allyson tem 27,5%

    No cenário estimulado para governador, Álvaro Dias lidera com 32,1%. Allyson Bezerra aparece em seguida, com 27,5%, e Cadu Xavier registra 18,1%.

    Entre os demais itens, NS/NR soma 16,8% e Branco/Nulo aparece com 3,3%. O resultado mostra a disputa em um cenário no qual os nomes são apresentados ao eleitor.

    A pesquisa Media/O Potengi, registrada no TSE sob o número RN-08092/2026, ouviu 2.000 eleitores no Rio Grande do Norte entre os dias 3 e 8 de julho de 2026. O levantamento tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

    Gráfico: Álvaro lidera estimulada para governador com 32,1%; Allyson tem 27,5%
    Pesquisa Media/O Potengi RN-08092/2026.

    Resultado

    Resposta Percentual
    Álvaro Dias 32,1%
    Allyson Bezerra 27,5%
    Cadu Xavier 18,1%
    NS/NR 16,8%
    Branco/Nulo 3,3%
    Robério Paulino 1,6%
    Dário Barbosa 0,3%
    Rodrigo Vieira 0,3%

    Ficha técnica

    • Registro TSE/PesqEle: RN-08092/2026.
    • Abrangência: Rio Grande do Norte.
    • Amostra: 2.000 entrevistas.
    • Período de coleta: 03 a 08/07/2026.
    • Margem de erro: 2,2 pontos percentuais.
    • Nível de confiança: 95%.
    • Instituto: MEDIA – INTELIGENCIA EM PESQUISA LTDA / MEDIA – INTELIGENCIA EM PESQUISA.
    • Contratante: POTENGI COMUNICACAO LTDA.

  • Espontânea para governador tem Álvaro com 19,9%, Allyson com 19,4% e 43,4% de NS/NR

    Na sondagem espontânea para o Governo do Rio Grande do Norte, em que os entrevistados respondem sem a apresentação de uma lista de nomes, Álvaro Dias aparece com 19,9%, numericamente à frente de Allyson Bezerra, que registra 19,4%.

    Cadu Xavier é citado por 12,3%. A pesquisa também mostra um contingente expressivo de eleitores ainda sem definição espontânea: NS/NR soma 43,4%, enquanto Branco/Nulo registra 4,2%.

    A pesquisa Media/O Potengi, registrada no TSE sob o número RN-08092/2026, ouviu 2.000 eleitores no Rio Grande do Norte entre os dias 3 e 8 de julho de 2026. O levantamento tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

    Gráfico: Espontânea para governador tem Álvaro com 19,9%, Allyson com 19,4% e 43,4% de NS/NR
    Pesquisa Media/O Potengi RN-08092/2026.

    Resultado

    Resposta Percentual
    Álvaro Dias 19,9%
    Allyson Bezerra 19,4%
    Cadu Xavier 12,3%
    Robério Paulino 0,3%
    Styvenson Valentim 0,2%
    Dário Barbosa 0,1%
    Rogério Marinho 0,1%
    Fátima Bezerra 0,1%
    NS/NR 43,4%
    Branco/Nulo 4,2%

    Ficha técnica

    • Registro TSE/PesqEle: RN-08092/2026.
    • Abrangência: Rio Grande do Norte.
    • Amostra: 2.000 entrevistas.
    • Período de coleta: 03 a 08/07/2026.
    • Margem de erro: 2,2 pontos percentuais.
    • Nível de confiança: 95%.
    • Instituto: MEDIA – INTELIGENCIA EM PESQUISA LTDA / MEDIA – INTELIGENCIA EM PESQUISA.
    • Contratante: POTENGI COMUNICACAO LTDA.

  • Álvaro Dias discute articulação eleitoral com Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira no PL

    O ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (PL), pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, participou na sexta-feira, 3 de julho de 2026, no Rio de Janeiro, do 3º Seminário Nacional de Comunicação do Partido Liberal. A informação foi publicada pela Tribuna do Norte em 4 de julho de 2026.

    O encontro reuniu lideranças políticas, parlamentares, dirigentes partidários e equipes de comunicação para discutir estratégias de comunicação, mobilização e organização eleitoral para 2026.

    Durante a programação, Álvaro se reuniu com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato do PL à Presidência da República, e com o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). As conversas trataram de comunicação política, mobilização e fortalecimento do partido nos estados, com atenção ao cenário eleitoral do Rio Grande do Norte.

    Segundo a fonte original, Flávio Bolsonaro manifestou apoio político a Álvaro e defendeu a necessidade de ampliar a conexão com o eleitorado, a mobilização e a divulgação das propostas do partido no processo eleitoral.

    No contexto local, a agenda ocorre depois de movimentações internas do PL que colocaram Rogério Marinho fora da disputa estadual e posicionaram Álvaro como nome do grupo para o Governo do RN, com apoio ao projeto presidencial de Flávio Bolsonaro.


  • Prefeito Jaime Calado entrega quatro viaturas para reforçar a Guarda Municipal de São Gonçalo

    Na manhã desta sexta-feira (3), o prefeito Jaime Calado entregou quatro viaturas 0 km à Guarda Municipal, em solenidade realizada em frente ao Teatro Municipal Poti Cavalcanti.

    Os veículos foram adquiridos por meio de uma emenda parlamentar de R$ 800 mil destinada pela senadora e primeira-dama Zenaide Maia, da qual foram utilizados R$ 756 mil. Adaptadas às necessidades operacionais da corporação, as viaturas vão reforçar o patrulhamento e a proteção do patrimônio público.

    Durante a solenidade, a comandante da corporação, Isabela Avelino, destacou que os novos veículos ampliam a capacidade de resposta da Guarda Municipal. “Esse reforço oferece melhores condições para o trabalho diário dos nossos agentes e amplia a capacidade de atendimento à população”, afirmou.

    A senadora Zenaide Maia ressaltou a importância da destinação dos recursos. “É preciso fortalecer as instituições. A Guarda Municipal, criada na gestão de Jaime Calado, merece receber investimentos que contribuam para a prestação de um serviço cada vez melhor”, disse.

    O prefeito Jaime Calado destacou que as viaturas foram entregues já adaptadas para a rotina da corporação. “Esses veículos chegam preparados para atender às necessidades da Guarda e garantir mais eficiência no trabalho dos nossos agentes”, afirmou.

    Também participaram da solenidade os vereadores Ulisses Costa, Rayure Protásio, Márcia Soares, Valda Siqueira, Sargento Jerson, Nonato Queiroz, Delma Silva, Léo Medeiros, Nazareno Tavares, Nino Arcanjo, Clóvis Júnior, Kalyne Mota e Anderson Morcego, além de secretários municipais, servidores, lideranças comunitárias e a população.


  • Por onde andei.

    Olá, queridos! Como vão?

    Espero que estejam todos bem e com o cardíaco em dia, depois daquele jogo proibido para hipertensos da última segunda-feira. Engraçado como um país inteiro sofre por conta de apenas onze dos seus, supera a angústia com o alívio da vitória, e depois ainda fica feliz por saber que vai passar pela mesma agonia, tudo de novo.

    Mas, que a gente faz isso com um estilo só nosso e mundialmente conhecido, além de admirado, isso nós fazemos, sim! Nossa torcida canarinha, há muito, já é parte do nosso futebol arte.

    (Ela virou comentarista de futebol agora? Será que alguém pode pedir pra essa mulher resolver o que ela quer?)

    Não tinha como fugir desse tema hoje. E não é só porque é o assunto do momento e que está ocupando a cabeça de todo mundo que tem um CPF. Não. Eu pensei em falar disso porque vai ser o exemplo perfeito do que quero discutir com vocês hoje.

    Vamos começar justamente por aí. Pela Seleção. Aquele grupo seleto de jogadores que representam nosso país em um esporte mundialmente aclamado e, em especial, nacionalmente amado, idolatrado, salve, salve.

    Antes mesmo de a Copa começar, a expectativa já tomava conta dos principais meios de comunicação, as pessoas já fazendo programações dos locais onde iriam se reunir para assistir a cada partida, as ruas ganhavam imagens com cor de esperança.

    E, ao mesmo tempo, muita gente também falava muito no assunto, mas só para dizer o quão desesperançoso estava. Que não acreditava no hexa. Que nem ia acompanhar os jogos.

    Daí veio o primeiro jogo. Depois o segundo. Chegando no terceiro, a energia da torcida que acredita estava vibrando muito mais alta. Descrentes se convertendo ao sonho do hexa, ou ao menos gritando gol a plenos pulmões, ainda que não convencidos da vitória final.

    Difícil quem não entrou no clima da torcida desesperada depois desse último jogo, contra a seleção do Japão. As rezas, promessas, velas e mandingas foram aos montes!

    E é nesse ponto aqui que eu quero chegar. Onde muitos brasileiros se entregaram ao amor pela Seleção depois dessas vitórias. Onde muitos, também, ainda proferem seus discursos de dúvida e descrença.

    Sou capaz de apostar que, se ganharmos, a fila para pedir desculpas vai ser o dobro da fila para o Casemiro. Mas também, se formos desclassificados, acredito que a taxa de conversão a favor➡️ contra será bem maior do quem vem sendo a conversão contra ➡️ a favor.

    O fato é que, ganhando essa Copa ou não, a Seleção tem uma história muito mais consistente e robusta do que qualquer 7×1 que queiram jogar na nossa cara. Ela já andou por lugares que muita gente nem viu, nem imagina. É só ver a quantidade de adultos, hoje, que nunca sentiram o gostinho de ver o Brasil ser campeão do mundo.

    A nossa Seleção é a única que participou de todas as edições da Copa do Mundo, a única pentacampeã, a que teve jogadores inigualáveis e lendários, a que fez campanhas incríveis e contra a descrença do país todo. Só um google rapidinho aí e qualquer um pode ler isso e muito mais sobre essa história.

    Agora, ter perdido as Copas que perdeu, ter tomado as decisões erradas que tomou, ter nos proporcionado choros e agonias que não foram aliviados por uma virada de última hora, tudo isso apaga a alegria que nos trouxe? Apaga as conquistas e as vitórias que celebramos?

    E vocês? Qual é a história de vocês? Quais as conquistas de que se orgulham? Quais os fatos que viveram? Quantas coisas boas aprenderam? Quantas lições tiraram das dificuldades vividas? Afinal, por onde vocês andaram?

    Agimos, no geral, dessa forma para com a Seleção porque isso nos é natural. Agimos assim com nós mesmos, uns com os outros. Infelizmente.

    Antes mesmo de nascermos, expectativas já são criadas ao nosso redor. Boas ou ruins. Quando estamos acertando na vida, muita gente nos aplaude, se aproxima, faz questão de dizer que torceu por nós. Alguns serão sinceros mesmo. Saiba separá-los. Mas, basta fazermos uma escolha errada para perceber que não são todos que vão permanecer ali, torcendo por nós. Geralmente, os que ficam são aqueles que eram sinceros na maré alta.

    Mas, quem nos critica não sabe da nossa história, do nosso valor, por onde andamos, das batalhas árduas que travamos em silêncio. Quem chegou agora na nossa vida, quem não assistiu a nossa caminhada, vai nos medir e avaliar pelo que está vendo hoje, e pelo juízo de valor que lhe aprouver.

    Ganhando ou não, tendo a torcida a favor ou não, a cada 4 anos a Seleção está lá, lutando por sua vaga no maior evento do futebol mundial e jogando partida depois de partida.

    E vocês? Quando vocês encaram uma situação difícil, ou até mesmo uma derrota, vocês param para olhar tudo que fizeram na caminhada e, nisso, buscar forças? Ou dão ouvidos às vozes desanimadoras e acreditam nelas? Se deixando desistir, se permitindo ser menos do que se é?

    Eu, de minha parte, muitas vezes já me peguei em conversas em que alguém comentou sobre algo interessante que já fez e só então me veio uma lembrança de ter feito aquilo também, ou algo parecido, ou até mais legal ainda. “Eita é, eu já fiz/vivi isso ó”.

    Nesses momentos eu percebo o quanto ainda acabo deixando de valorizar minha própria história. Não falo que deveria usar isso como comparativo com outras pessoas, mas para lembrar a mim mesma que tudo que eu fiz na vida tem valor. Muito valor para mim mesma.

    As escolhas que fiz, certas e erradas. As calçadas por onde caminhei. Os rios e mares por onde nadei. As pessoas que conheci. As coisas que aprendi. Os lugares que vi. Até mesmo as maioneses nas quais viajei.

    Quem não conhece nossa história, pode até não nos valorizar, mas nós, devemos! Cada grão de areia que juntamos na ampulheta da nossa vida é o que engrandece nossa bagagem.

    A minha história de vida seguiu um roteiro bem diverso da maioria das pessoas com quem eu convivo. E isso já foi motivo de me entristecer. Mas quando eu aprendi a valorizar o caminho que tracei, por vezes tortuoso, outras vezes plano, entendi que sempre havia algo ali com o que completar minha bagagem.

    Hoje eu sei que não vou ser a pessoa com mesmo tempo de profissão que meus colegas, já que mudei de área algumas vezes. Muito provavelmente não vou comemorar 67 anos de casamento, como meus avós. Nem ter a chance de ver meus netos sendo avós, como a minha outra avó.

    E isso só pra começar! Se eu for listas em quantos aspectos a minha vida saiu do “roteiro” a gente não sai desse texto hoje. Domingo tem jogo, melhor a gente não arriscar.

    Agora, pouca gente vai trazer para a profissão, para a vida conjugal e para a maternidade aquilo que eu vou poder. Algo melhor? Pior? Jamais! Só diferente. Só… eu. E tenho certeza que cada um de vocês também têm coisas únicas.

    Todos nós temos uma bagagem que nos faz campeões do mundo em um dia e desacreditados no outro. Mas tudo que trazemos conosco tem valor. E nós não podemos esquecer disso jamais. Comemorar as vitórias e agradecer o aprendizado extraído das derrotas.

    Pode até parecer tentativa de romantizar as coisas, (e mesmo que fosse, o mundo está precisando de mais romance mesmo, de mais amor), mas o que eu digo aqui é a mais pura verdade: não importa quem está torcendo por nós, todos temos uma história que nos sustenta, que nos valida para entrar em campo e lutar, sim, pelos gritos de gol.

    E nós precisamos lembrar sempre disso. Fazer da nossa história a nossa maior torcida.

    Boa Copa a todos, seja qual for o resultado!

    Até a próxima!


  • Pronto Atendimento do Belarmina Monte será reformado e São Camilo anuncia transferência provisória com melhorias na assistência de saúde infantil e adulto 24h

    Em função da reforma que será iniciada no espaço de Pronto Atendimento do Hospital Maternidade Belarmina Monte, a Sociedade Beneficente São Camilo emitiu comunicado oficial que vai implantar o novo Pronto Atendimento Maria Gabriela Sátiro do Nascimento, que iniciará suas atividades no próximo dia 6 de julho, no prédio do atual Centro Municipal de Pediatria, em parceria com a Prefeitura de São Gonçalo do Amarante. O comunicado apresenta detalhes sobre o funcionamento da unidade, a ampliação da equipe médica, os investimentos realizados e as melhorias estruturais que reforçarão a assistência à saúde no município. Confira o comunicado:

    COMUNICADO:

    A Sociedade Beneficente São Camilo será a entidade gestora do novo Pronto Atendimento Maria Gabriela Sátiro do Nascimento, em parceria firmada com a Prefeitura de São Gonçalo do Amarante, selada por Termo de Colaboração.

    A unidade prestará serviços de Pronto Atendimento Adulto e Infantil a partir do dia 6 de julho de 2026, em uma estrutura mais ampla, moderna e preparada para atender à população. O Hospital continuará funcionando normalmente no mesmo local para internações e cirurgias.

    Funcionando 24 horas por dia, o novo Pronto Atendimento contará com equipe médica ampliada, sendo 4 médicos atuando diretamente no atendimento da porta de entrada e 1 médico de retaguarda, totalizando 5 médicos à disposição da população durante o dia. No período noturno, serão 3 médicos no atendimento da porta de entrada e 1 médico de retaguarda, totalizando 4 médicos para atendimento da demanda da porta de entrada.

    A presença de equipe médica de retaguarda permitirá maior resolutividade dos casos e reduzirá significativamente a permanência de pacientes aguardando internação ou observação, proporcionando mais conforto, segurança e rapidez no atendimento.

    Ao todo, serão mais de 25 novos postos de trabalho diretos no município para reforço das equipes assistenciais, garantindo agilidade e qualidade no atendimento.

    Os investimentos da Sociedade Beneficente São Camilo incluem a aquisição de novos equipamentos, mobiliário, adequações estruturais e melhorias no imóvel, que é de propriedade do município, incluindo a instalação de bateria de gases medicinais e a adequação da rede de gases, gerador de energia, refeitório e áreas de apoio para colaboradores, ampliação da capacidade de internação do Hospital e Maternidade Belarmina Monte com a criação de 8 novos leitos, entre outros, em um espaço que passa dos atuais 230 m² para mais de 400 m².

    Este novo modelo de atendimento amplia o acesso à saúde, otimizando os recursos já existentes para oferecer uma assistência mais qualificada, humanizada e eficiente para todos os cidadãos de São Gonçalo do Amarante.

    Atenciosamente,
    Sociedade Beneficente São Camilo





Jesus de Ritinha de Miúdo





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