Jesus de Ritinha de Miúdo

  • TSE anuncia que e-Título poderá ser baixado no dia da eleição

    O e-Título poderá ser baixado no próprio dia da votação nas eleições de 2026, tanto no primeiro quanto no eventual segundo turno. O anúncio foi feito pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, na quinta-feira (24). Apesar da mudança, a Justiça Eleitoral recomenda instalar e ativar o aplicativo com antecedência.

    Em eleições anteriores, o download e o primeiro acesso eram interrompidos no dia do pleito para reduzir a sobrecarga. Segundo o TSE, melhorias na infraestrutura e uma equipe dedicada ao acompanhamento do sistema buscam evitar essa suspensão neste ano. O primeiro turno será em 4 de outubro; o segundo, onde houver, em 25 de outubro.

    O anúncio mais recente do tribunal substitui, portanto, a orientação de que seria obrigatório concluir o primeiro acesso até a véspera. A recomendação de antecipar o procedimento continua: ela permite verificar os dados e resolver dúvidas antes de sair para votar.

    Confira o endereço da seção no RN

    O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte disponibilizou uma consulta às mudanças de locais de votação por município. No site do TRE-RN, o caminho é a área de serviços, na opção “Alteração no local de votação”. A pesquisa informa os endereços e as seções atingidas pelas mudanças.

    Também é possível conferir zona, seção e endereço no e-Título. A consulta antecipada é especialmente útil para quem solicitou transferência temporária ou voto em trânsito, segundo o tribunal regional.

    Aplicativo sem foto exige outro documento

    O e-Título vale como identificação na seção eleitoral quando apresenta a fotografia do eleitor. Sem a imagem, é necessário levar outro documento oficial com foto, como carteira de identidade, CNH ou passaporte.

    O título em papel não é obrigatório e não substitui a identificação com fotografia. Depois de se identificar aos mesários, o eleitor deve deixar o celular fora da cabine: o aparelho não pode acompanhar a votação.

    Com informações do TSE e do TRE-RN. Veja também o manual do eleitor.


  • Acordo Mercosul–EFTA começa a valer em outubro entre Brasil e Islândia

    O acordo de livre comércio entre o Mercosul e a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA) começará a valer entre Brasil e Islândia em 1º de outubro. Para o comércio com a Noruega, a aplicação terá início em 1º de novembro, informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) nesta quinta-feira (24).

    A etapa brasileira de promulgação foi formalizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Decreto 13.126, publicado em edição extra do Diário Oficial da União de quarta-feira (23). O ato incorpora o tratado firmado no Rio de Janeiro em setembro de 2025.

    A EFTA reúne Islândia, Noruega, Suíça e Liechtenstein, países que não integram a União Europeia. Segundo o ministério, as preferências tarifárias com Suíça e Liechtenstein ainda dependem da conclusão dos procedimentos internos desses dois países. Portanto, o calendário de aplicação será diferente para cada parceiro.

    O que muda no comércio

    O MDIC informa que os países da EFTA eliminarão as tarifas de importação de produtos industriais e pesqueiros assim que o acordo entrar em vigor na respectiva relação comercial. Para produtos agropecuários, a abertura varia: pode envolver redução ou eliminação de tarifas, cotas e condições específicas.

    O tratado também abrange procedimentos aduaneiros, compras governamentais, propriedade intelectual e desenvolvimento sustentável. Conforme a Agência Brasil, inclui proteção de indicações geográficas, que identificam produtos ligados a determinadas regiões de origem.

    A aprovação pelo Congresso ocorreu por meio do Decreto Legislativo 146, de 22 de junho de 2026. O governo depositou o instrumento de ratificação junto à Noruega em 8 de julho. O decreto presidencial mantém sujeitas ao Congresso eventuais revisões e ajustes que imponham encargos ou compromissos gravosos ao patrimônio nacional.

    Para orientar exportadores e importadores, o MDIC disponibilizou um painel com tarifas e condições previstas por produto, além de filtros por estado. As empresas também podem consultar manuais sobre redução tarifária, regras de origem e indicações geográficas antes do início das novas condições comerciais.


  • Saúde pede inclusão de canetas emagrecedoras no SUS

    O Ministério da Saúde pediu à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) que avalie a oferta de medicamentos à base de semaglutida ou liraglutida para pacientes com obesidade. O pedido foi protocolado na quinta-feira (24) e trata das chamadas canetas emagrecedoras, utilizadas em tratamentos com análogos de GLP-1.

    A eventual inclusão desses medicamentos no sistema público ainda depende da avaliação. No comunicado sobre a solicitação, o ministério não anunciou data para o início da distribuição nem detalhou como seria o acesso nos estados, incluindo o Rio Grande do Norte.

    Segundo o Ministério da Saúde, a proposta prevê que o acesso seja orientado por critérios clínicos. A intenção é concentrar o tratamento nos pacientes para os quais o controle da obesidade possa trazer benefícios relevantes, reduzir complicações ou evitar procedimentos de maior complexidade.

    A redução dos preços é um dos argumentos apresentados para a análise. Conforme noticiou a Agência Brasil, a pasta afirma que os custos desses produtos caíram 70% no país em menos de um ano, com a ampliação da concorrência.

    A pasta também informa que 25 produtos já foram registrados no Brasil, dos quais 14 em 2026. Esse conjunto inclui versões fabricadas no país e medicamentos genéricos.

    A Conitec participa da avaliação de tecnologias e da elaboração ou alteração de protocolos clínicos do SUS. Como explica a Agência Brasil, o processo prevê consulta pública: as contribuições recebidas integram relatórios técnicos analisados pelo colegiado antes da recomendação final. A notícia sobre o pedido não informa a abertura nem o calendário dessa consulta.

    Imagem: Anvisa/Ministério da Saúde, sob licença CC BY-ND 3.0, sem alterações.


  • Conta de luz puxa prévia da inflação para 0,70% em setembro

    A conta de luz levou a prévia da inflação a 0,70% em setembro, após a queda de 0,40% em agosto. O IPCA-15 foi divulgado nesta sexta-feira (25) pelo IBGE, segundo a Agência Brasil.

    A energia elétrica residencial subiu 7,42% e respondeu por 0,29 ponto percentual do resultado. A comparação foi influenciada pelo fim do desconto do bônus de Itaipu, que havia reduzido as contas em agosto. Sem o abatimento, o valor seguinte passou a ser comparado com uma base menor.

    A alimentação no domicílio também voltou a subir: 0,38%. Tomate, arroz e carnes ficaram mais caros; feijão carioca, cebola e café moído tiveram queda. As passagens aéreas avançaram 9,82%, pressionando os transportes.

    No acumulado de 12 meses, o IPCA-15 chegou a 4,47%. De janeiro a setembro, a alta é de 3,82%. A taxa mensal foi a maior desde abril.

    Resultado completo sai em outubro

    O IPCA-15 antecipa a leitura dos preços, mas não substitui o fechamento da inflação oficial. Segundo o IBGE, os dois indicadores seguem a mesma metodologia e diferem no período de coleta e na abrangência geográfica. Em setembro, a prévia considerou preços entre 15 de agosto e 15 de setembro.

    A pesquisa acompanha o consumo de famílias com renda de um a 40 salários mínimos em 11 áreas urbanas. Entre elas estão as regiões metropolitanas de Recife, Fortaleza e Salvador; Natal não integra a cobertura. Assim, o número divulgado é uma referência nacional, e não uma medição específica da inflação no Rio Grande do Norte.

    O resultado completo do IPCA de setembro será divulgado em 9 de outubro.


  • R$ 24,8 milhões à OSSA: Prefeitura de Caicó silencia sobre contas e fiscalização

    Relatos recebidos por O Potengi sobre a contratação de pessoal e a execução dos serviços motivaram os pedidos de documentos à Prefeitura de Caicó e à Secretaria Municipal de Saúde. Os relatos dizem respeito à parceria com a Organização de Saúde Santa Ângela, a OSSA, que atua em atividades de saúde do SUS.

    As identidades das fontes são preservadas pelo jornal. O Potengi ainda não obteve comprovação independente desses relatos. Para verificá-los, a reportagem pediu documentos que permitam cruzar os vínculos dos profissionais, as escalas, os registros de trabalho e os pagamentos, além das prestações de contas e dos registros da fiscalização municipal.

    Os dois requerimentos foram protocolados em 3 de agosto. Na consulta de 25 de setembro, 53 dias depois, o sistema da Prefeitura ainda não disponibilizava resposta aos pedidos, embora o prazo da Lei de Acesso à Informação já tivesse vencido.

    As ordens municipais registram R$ 24.840.015,74 em pagamentos à entidade entre dezembro de 2024 e julho de 2026. O próprio termo firmado pelo Município exige acompanhamento, prestação de contas e conservação dos registros dos serviços. A falta de acesso aos documentos deixa uma pergunta central em aberto: quais documentos a Prefeitura examinou para autorizar os pagamentos e por que não os entrega?

    O prazo venceu sem entrega dos documentos

    Protocolo 2026.08.03.0028 em tramitação na consulta de25/09/2026; painel com descrição e histórico, sem dados pessoais de acesso.
    Consulta de 25 de setembro, às 13h15: o pedido à Prefeitura permanecia em tramitação, com último movimento em 17 de agosto. A página não disponibilizava resposta ou documentos ao solicitante. Dados pessoais de acesso ocultados. Foto: Reprodução do sistema da Prefeitura de Caicó
    Protocolo 2026.08.03.0026 em tramitação na consulta de25/09/2026; painel com descrição e histórico, sem dados pessoais de acesso.
    O pedido à Secretaria de Saúde permanecia em tramitação na consulta de 25 de setembro, às 13h15. O último andamento exibido era de 3 de agosto, sem resposta ou documentos acessíveis ao solicitante. Dados pessoais de acesso ocultados. Foto: Reprodução do sistema da Prefeitura de Caicó

    A Lei de Acesso à Informação determina acesso imediato à informação disponível. Quando isso não for possível, o órgão tem até 20 dias para responder. Uma prorrogação de até dez dias depende de justificativa expressa e comunicação ao requerente. A página do Serviço de Informação ao Cidadão de Caicó também informa esses prazos.

    Até 24 de setembro, eu não havia recebido nenhum contato em resposta aos pedidos. Na consulta ao portal municipal em 25 de setembro, às 13h15, não havia resposta, documento para acesso, negativa fundamentada ou aviso de prorrogação disponíveis. Os dois expedientes permaneciam em tramitação.

    Os 53 dias são contados desde o protocolo. Mesmo considerado o período adicional previsto na lei, o prazo de resposta já havia sido ultrapassado.

    Houve movimentação interna. O pedido dirigido à Prefeitura, de número 2026.08.03.0028, passou pelo Gabinete do Prefeito e tinha como última movimentação um despacho na Secretaria de Saúde em 17 de agosto. O conteúdo desse despacho não estava acessível na consulta. O pedido à Saúde, de número 2026.08.03.0026, mostrava andamento no setor de Administração da secretaria em 3 de agosto.

    Encaminhar um expediente entre setores não esclarece o que foi decidido nem entrega a informação solicitada. Os documentos continuavam indisponíveis na consulta ao portal.

    Os requerimentos de 3 de agosto foram apresentados em nome de O Potengi para apuração jornalística. Não houve nova solicitação de manifestação para esta publicação.

    A tentativa de entrega à OSSA

    Angelo Girotto segura um documento e aponta para a fachada ECO CENTER; a numeração 80-A aparece ao lado do portão.
    Estivemos no endereço informado da OSSA, na rua Major Lula, em Caicó, durante a tentativa de entrega de 3 de agosto. O quadro do vídeo mostra a fachada ECO CENTER e a numeração 80-A. Foto: Acervo O Potengi / reprodução de vídeo

    Em 3 de agosto, por volta das 11h30, fui ao endereço informado da OSSA na rua Major Lula, em Caicó, para entregar o pedido de documentos. No local, registrei em foto e vídeo a fachada identificada como “ECO CENTER” e a numeração 80-A.

    Não encontrei um responsável da OSSA disponível para receber a solicitação e não consegui entregar o pedido à entidade naquela ocasião.

    O termo manda fiscalizar e prestar contas

    O Termo de Colaboração 001/2024 atribui ao Município o acompanhamento do objeto da parceria, a fiscalização da quantidade e da qualidade dos serviços e a conferência da execução para atestação. Também prevê relatórios de monitoramento e avaliação.

    À OSSA cabe encaminhar prestações de contas parciais ao Município até o 15º dia útil posterior ao recebimento de cada parcela mensal, conforme a cláusula 8.3. O instrumento ainda prevê consulta pelos cidadãos às contas parciais, anuais e finais, na página da organização na internet ou, se ela não tiver página, em sua sede.

    Há uma obrigação específica de guarda municipal: conservar por dez anos os Boletins Diários de Produção, os BDPs, utilizados e assinados pelos profissionais de saúde. A entidade, por sua vez, deve guardar os originais que compõem suas prestações de contas pelo período estabelecido no termo.

    Essas cláusulas dão conteúdo à cobrança. Quais contas foram recebidas e analisadas? Quem acompanhou os serviços? Quais relatórios, escalas e boletins sustentaram os atestos? Houve falhas identificadas e providências adotadas? Os pedidos buscam os registros que permitam responder a essas perguntas.

    Quem recebeu, por qual trabalho e com qual controle

    Os requerimentos abrangem o processo da parceria, instrumentos e aditivos, documentos financeiros, prestações de contas e atos de designação dos responsáveis pela fiscalização. Na execução dos serviços, pedem escalas previstas e realizadas, frequência, vínculos dos profissionais, pagamentos e atestos.

    Conhecer o total destinado à organização é uma etapa. Para acompanhar a aplicação dos recursos, é necessário relacionar as despesas com trabalhadores e fornecedores ao vínculo, ao período e ao serviço que justificaram cada pagamento.

    Uma escala informa a distribuição do trabalho; os registros de frequência e produção ajudam a verificar sua realização; o atesto identifica a confirmação feita pela administração. O cruzamento desses documentos permite examinar se o que foi pago corresponde ao que foi executado. A publicação de uma ordem de pagamento não substitui essa verificação.

    Os pedidos excluem expressamente prontuários, diagnósticos, nomes de pacientes e dados clínicos individuais. Também admitem cópias com ocultação de informações pessoais protegidas, preservando os elementos que possam ser fornecidos para fiscalizar o uso do dinheiro público.

    A reportagem ainda não dispõe da documentação completa para reconstituir essa ligação entre recursos, beneficiários e serviços. A falta de entrega ao jornal não demonstra que os controles inexistam ou que os valores tenham sido aplicados irregularmente; impede conferir como as obrigações da parceria foram cumpridas.

    Registros públicos mostram a dimensão dos pagamentos

    Gráfico mensal dos valores publicados nas ordens de Caicó para a OSSA, de dezembro de 2024 a julho de 2026, total de R$ 24,84 milhões em 88 registros.
    A série reúne 88 registros da coluna Pago nas ordens de dezembro de 2024 a julho de 2026, somando R$ 24.840.015,74. O mês é o da ordem, não necessariamente o do serviço. Conferência da série: 13/09/2026. Foto: O Potengi

    O total de R$ 24,84 milhões reúne 88 registros das ordens cronológicas municipais de dezembro de 2024 a julho de 2026. Só a ordem de julho traz quatro registros, com data de pagamento de 24 daquele mês, que somam R$ 1.782.281,28.

    Os valores constam da coluna de pagamentos publicada pelo Município. A contagem dos registros não permite determinar quantos contratos ou serviços distintos representam.

    A cobrança sobre a Prefeitura e a Secretaria de Saúde é pelo acesso às contas e aos controles de uma parceria financiada com recursos públicos. Para os usuários do SUS e os contribuintes, a resposta precisa permitir acompanhar o dinheiro até o serviço prestado. Essa verificação depende do acesso aos documentos solicitados.

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    Documentos e período: dois requerimentos protocolados em 3 de agosto de 2026; consulta ao portal em 25 de setembro, às 13h15, e informação pessoal do requerente referente a 24 de setembro; Termo de Colaboração 001/2024; ordens cronológicas municipais de dezembro de 2024 a julho de 2026, incluindo a ordem de julho, páginas 33 e 58. O total reúne os valores publicados na coluna Pago; não equivale a conciliação bancária ou comprovação individual dos serviços. Prazo de acesso: Lei 12.527/2011, artigo 11.


  • Eleições 2026: confira a ordem das seis escolhas na urna

    Em 4 de outubro, os eleitores farão seis escolhas na urna eletrônica, segundo a Agência Câmara de Notícias. A sequência será:

    1. 1. Deputado federal: quatro dígitos.
    2. 2. Deputado estadual — ou distrital, no Distrito Federal: cinco dígitos.
    3. 3. Primeiro voto para senador: três dígitos.
    4. 4. Segundo voto para senador: três dígitos.
    5. 5. Governador: dois dígitos.
    6. 6. Presidente da República: dois dígitos.

    Antes de confirmar cada escolha, confira a foto, o nome, o cargo e o partido exibidos na tela. Conforme a publicação, a tecla “Confirma” fica inativa por um segundo, enquanto aparece a mensagem “Confira seu voto”.

    A Justiça Eleitoral recomenda levar uma “cola” em papel com os números dos candidatos na ordem da votação, informa a agência.

    A votação ocorrerá das 8h às 17h, pelo horário de Brasília. Quem estiver na fila no encerramento terá o direito de votar garantido.


  • Prefeito Jaime Calado inaugura pavimentação de três ruas no Conjunto do IFRN e autorizada ampliação da escola do bairro Arvoredo

    O prefeito de São Gonçalo do Amarante, Jaime Calado, entregou, nesta quarta-feira (23), a pavimentação das ruas Carlos Guedes, Weverton Rodrigues e Maria das Dores, no Conjunto do IFRN, no Centro do município. Durante a solenidade, realizada na Rua Maria das Dores, o gestor também assinou a ordem de serviço autorizando a reforma e ampliação da escola municipal localizada no bairro Arvoredo.

    Executadas pela Prefeitura de São Gonçalo do Amarante, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura, as três vias receberam, juntas, 4.294,37 m² de pavimentação, com investimento total de R$ 399.756,50, proveniente de recursos do Ministério das Cidades.

    Na Rua Carlos Guedes, foram executados 533,36 m² de pavimentação em paralelepípedo e 112,73 m² de piso intertravado para acessibilidade, com investimento de R$ 63.847,34. A Rua Weverton Rodrigues recebeu 1.567,27 m² de pavimentação e 270,77 m² de piso intertravado, totalizando R$ 168.938,80. Já na Rua Maria das Dores foram executados 1.539,50 m² em paralelepípedo e 270,74 m² de piso intertravado, com investimento de R$ 166.970,36.

    A entrega representa uma mudança positiva na rotina de quem vive no conjunto, principalmente por reduzir transtornos provocados pela poeira durante os períodos mais secos e pela lama nos dias de chuva, além de melhorar as condições de mobilidade e acessibilidade para moradores e pedestres.

    Representando os moradores na solenidade, Espedito Júnior, conhecido como Juninho Locutor, agradeceu pela realização da obra e lembrou que “a chegada do calçamento representa uma melhoria esperada há muito tempo por quem vive na região, afirmou.

    Durante a entrega, o prefeito Jaime Calado relembrou uma experiência pessoal para destacar o impacto que uma obra de pavimentação pode ter na vida das famílias. “Eu sei o que significa morar em uma rua sem calçamento, porque vivi isso durante 17 anos. Por isso, sei a diferença que uma obra como essa traz para a qualidade de vida. Viva o povo são-gonçalense, porque é para ele que a gente trabalha”, destacou.

    Na mesma ocasião, Jaime Calado também assinou a ordem de serviço que autoriza a ampliação da unidade escolar localizada no bairro Arvoredo, dando continuidade aos investimentos na infraestrutura da rede municipal de ensino. A ampliação da Escola Municipal Aida Gomes já havia sido anunciada pela gestão entre as ações previstas para acompanhar o crescimento da região.

    Entre os presentes estavam os vereadores Márcia Soares, Nonato Queiroz, Anderson Morcego, Aninha Siqueira, Valda Siqueira, e Delma Silva, além de secretários municipais, servidores e moradores da região.


  • Media: Ezequiel tem 3,60% e Kleber 3,45% na espontânea para deputado estadual

    Ezequiel Ferreira tem 3,60% das respostas para deputado estadual, segundo pesquisa espontânea do Instituto Media, realizada no Rio Grande do Norte. Kleber Rodrigues aparece com 3,45%, enquanto Robson Carvalho e Walter Alves registram 3,00% cada.

    Gustavo Carvalho tem 2,50%, seguido por Tomba, com 2,20%, Nélter Queiroz, com 2,15%, e Cristiane Dantas, com 2,10%. Esses são os oito nomes com os maiores percentuais numéricos do levantamento.

    Não sabe ou não respondeu soma 36,60%

    A parcela de quem não soube ou não respondeu é de 36,60%. Brancos ou nulos representam outros 1,45%. Essas respostas integram a base de cálculo, juntamente com as indicações nominais.

    A pergunta é espontânea: os entrevistados citaram os nomes sem receber uma lista de candidatos. A pesquisa, contratada pela Potengi Comunicação Ltda., ouviu 2.000 pessoas entre 12 e 17 de setembro.

    Neílton, Eudiane, Adjuto e Camila aparecem a seguir

    Neílton Diógenes tem 2,05%, e Eudiane Macedo, 1,95%. Adjuto Dias e Camila Araújo aparecem com 1,90% cada. Dr Kerginaldo e Eriko Jácome registram 1,85% cada, seguidos por Coronel Azevedo, com 1,80%, e Francisco do PT, com 1,70%.

    Media: Ezequiel tem 3,60% e Kleber 3,45% na espontânea para deputado estadual. Resultados da pesquisa Media, registro RN-00740/2026.
    Fonte: Instituto Media. Registro RN-00740/2026. Clique na imagem para ampliar.

    Confira todos os nomes citados para deputado estadual

    Nome citadoPercentual
    Ezequiel Ferreira3,60%
    Kleber Rodrigues3,45%
    Robson Carvalho3,00%
    Walter Alves3,00%
    Gustavo Carvalho2,50%
    Tomba2,20%
    Nélter Queiroz2,15%
    Cristiane Dantas2,10%
    Neílton Diógenes2,05%
    Eudiane Macedo1,95%
    Adjuto Dias1,90%
    Camila Araújo1,90%
    Dr Kerginaldo1,85%
    Eriko Jácome1,85%
    Coronel Azevedo1,80%
    Francisco do PT1,70%
    Júlio César1,65%
    Kaline de Dr Bernardo1,65%
    Luiz Eduardo1,60%
    Ubaldo Fernandes1,60%
    Dr Gustavo Soares1,50%
    Terezinha Maia1,25%
    Cinthia de Allyson1,20%
    Ivanilson Oliveira1,20%
    Galeno Torquato1,10%
    Bibiano Azevedo1,05%
    Getúlio Rêgo1,05%
    Ivan Júnior1,00%
    Jorge do Rosário1,00%
    Isolda Dantas0,95%
    Taveira Junior0,90%
    Anne Lagartixa0,85%
    Divaneide Basílio0,75%
    Léo Souza0,75%
    Eugênio Ribeiro0,60%
    Daniel Valença0,50%
    Bibi Costa0,45%
    Gabriel Cesar0,30%
    Professor Emerson0,30%
    Josemar Varela0,25%
    Antônio Jácome0,15%
    Clóvis Júnior0,15%
    Ivan Baron0,15%
    Júnior Colaço0,15%
    Professora Ana Célia0,15%
    Vavá Azevedo0,15%
    Major Emerson0,10%
    Aline Juliete0,05%
    Bispo Paulo Luiz0,05%
    Cezinha Nunes0,05%
    Cleiton da Policlínica0,05%
    Dra. Tatiana Costa0,05%
    Gilvan Balada0,05%
    Marcela Alves0,05%
    Nildete Vitorino0,05%
    Ronny Holanda0,05%
    Sargento Manassés0,05%
    Não sabe / não respondeu36,60%
    Branco ou Nulo1,45%

    A relação preserva os empates numéricos encontrados na pesquisa. A posição de cada nome descreve as respostas obtidas no período de campo e não equivale a uma projeção de cadeiras na Assembleia Legislativa.

    Sobre a pesquisa

    O Instituto Media realizou 2.000 entrevistas no Rio Grande do Norte entre 12 e 17 de setembro de 2026. A pesquisa foi contratada pela Potengi Comunicação Ltda. e está registrada na Justiça Eleitoral sob o número RN-00740/2026.

    A margem de erro da amostra total é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Todos os percentuais desta matéria consideram a amostra total, incluindo brancos, nulos e não respostas. Arredondamentos podem fazer as parcelas diferirem do total.


  • Media: Nina Souza é a mais citada para deputado federal, com 6,95%

    Nina Souza é o nome mais citado para deputado federal, com 6,95% das respostas, segundo pesquisa espontânea do Instituto Media. Natália Bonavides aparece com 5,50%, e Cabo Deyvison, com 5,25%, no levantamento realizado no Rio Grande do Norte.

    A parcela de entrevistados que não soube ou não respondeu é de 40,70%. Outros 1,60% indicaram voto branco ou nulo. Esses grupos estão incluídos na base de cálculo dos percentuais apresentados.

    Na pergunta espontânea, nenhuma lista de candidatos é apresentada: o entrevistado cita o nome em que pretende votar. O levantamento ouviu 2.000 pessoas entre 12 e 17 de setembro e foi contratado pela Potengi Comunicação Ltda.

    Benes, Dr Bernardo e Robinson aparecem na sequência

    Benes Leocádio tem 4,95%, seguido por Dr Bernardo, com 4,40%, Robinson Faria, com 4,05%, João Maia, com 3,95%, e Sargento Gonçalves, com 3,45%. Carla Dickson e General Girão registram 3,25% cada.

    Thabatta Pimenta aparece com 2,95%, Juninho Saia Rodada, com 2,40%, e Odon Júnior, com 2,20%. Os demais nomes citados estão na relação completa abaixo.

    Media: Nina Souza é a mais citada para deputado federal, com 6,95%. Resultados da pesquisa Media, registro RN-00740/2026.
    Fonte: Instituto Media. Registro RN-00740/2026. Clique na imagem para ampliar.

    Confira todos os nomes citados para deputado federal

    Nome citadoPercentual
    Nina Souza6,95%
    Natália Bonavides5,50%
    Cabo Deyvison5,25%
    Benes Leocádio4,95%
    Dr Bernardo4,40%
    Robinson Faria4,05%
    João Maia3,95%
    Sargento Gonçalves3,45%
    Carla Dickson3,25%
    General Girão3,25%
    Thabatta Pimenta2,95%
    Juninho Saia Rodada2,40%
    Odon Júnior2,20%
    Pedro Filho1,60%
    Fernando Mineiro0,95%
    Matheus Faustino0,70%
    Coronel Brilhante0,50%
    Raposinha0,40%
    Brisa Bracchi0,25%
    Marleide Cunha0,20%
    Gabi Trajano0,15%
    Cinthia Maia0,10%
    Hermínio Felix0,10%
    Robson Carvalho0,10%
    Dani Ribeiro0,05%
    Leila Maia0,05%
    Não sabe / não respondeu40,70%
    Branco ou Nulo1,60%

    A ordem da lista corresponde aos percentuais obtidos nesta pesquisa. O levantamento registra as respostas no período de campo e não constitui uma projeção de quem será eleito.

    Sobre a pesquisa

    O Instituto Media realizou 2.000 entrevistas no Rio Grande do Norte entre 12 e 17 de setembro de 2026. A pesquisa foi contratada pela Potengi Comunicação Ltda. e está registrada na Justiça Eleitoral sob o número RN-00740/2026.

    A margem de erro da amostra total é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Todos os percentuais desta matéria consideram a amostra total, incluindo brancos, nulos e não respostas. Arredondamentos podem fazer as parcelas diferirem do total.


  • Media: Styvenson tem 31% e Zenaide 20,7% na soma dos votos para o Senado

    Styvenson Valentim (Podemos) tem 31,0% na soma dos dois votos para o Senado no Rio Grande do Norte, segundo pesquisa do Instituto Media. Zenaide Maia (PSD) aparece com 20,7%, seguida por Coronel Hélio (PL), com 13,3%, Samanda de Lula (PT), com 11,3%, e Rafael Motta (PDT), com 7,5%.

    O levantamento, contratado pela Potengi Comunicação Ltda., ouviu 2.000 pessoas de 12 a 17 de setembro. Na pergunta estimulada, cada entrevistado pôde indicar duas escolhas para o Senado.

    A soma expressa menções por 100 entrevistados. Como há duas escolhas por pessoa, o total das respostas corresponde a 200%, antes dos efeitos de arredondamento. Os números não devem ser lidos como a distribuição de um único voto por eleitor.

    As respostas “não sabe / não respondeu” somam 102,1 menções por 100 entrevistados nas duas escolhas, enquanto brancos ou nulos somam 9,7 menções por 100 entrevistados. Esses totais acumulam as duas respostas de cada pessoa; 102,1 não representa o percentual de entrevistados sem uma escolha.

    Media: Styvenson tem 31% e Zenaide 20,7% na soma dos votos para o Senado. Resultados da pesquisa Media, registro RN-00740/2026.
    Fonte: Instituto Media. Registro RN-00740/2026. Clique na imagem para ampliar.

    Confira a soma dos dois votos

    Candidato ou respostaSoma dos dois votos
    Styvenson Valentim (Podemos)31,0%
    Zenaide Maia (PSD)20,7%
    Coronel Hélio (PL)13,3%
    Samanda de Lula (PT)11,3%
    Rafael Motta (PDT)7,5%
    Tércio Tinoco (União)1,9%
    Sandro Pimentel (Psol)1,3%
    Linhares Jiboia (DC)0,4%
    Professor Guilherme (UP)0,4%
    Rosália Fernandes (PSTU)0,3%
    Gari Wendel Batista (Agir)0,2%
    Luciana Mandu (PSTU)0,2%
    Clóvis Costa do Coletivo de Nós (Agir)0,1%
    Sônia Godeiro (Psol)0,1%
    Não sabe / não respondeu102,1%
    Branco ou nulo9,7%

    Os percentuais combinados são apresentados conforme os resultados da pesquisa. A soma dos valores já arredondados de cada voto pode diferir do índice conjunto.

    Primeiro voto: Styvenson tem 24,4% e Zenaide 12,4%

    No primeiro voto, Styvenson Valentim aparece com 24,4%, Zenaide Maia, com 12,4%, e Samanda de Lula, com 8,0%. Coronel Hélio tem 6,8%, e Rafael Motta, 3,8%. Não sabe ou não respondeu representa 38,4%; brancos ou nulos, 4,8%.

    Candidato ou respostaPrimeiro voto
    Styvenson Valentim (Podemos)24,4%
    Zenaide Maia (PSD)12,4%
    Samanda de Lula (PT)8,0%
    Coronel Hélio (PL)6,8%
    Rafael Motta (PDT)3,8%
    Sandro Pimentel (Psol)0,7%
    Tércio Tinoco (União)0,6%
    Gari Wendel Batista (Agir)0,1%
    Clóvis Costa do Coletivo de Nós (Agir)0,1%
    Linhares Jiboia (DC)0,1%
    Rosália Fernandes (PSTU)0,1%
    Luciana Mandu (PSTU)0,0%
    Professor Guilherme (UP)0,0%
    Sônia Godeiro (Psol)0,0%
    Não sabe / não respondeu38,4%
    Branco ou Nulo4,8%

    Segundo voto: Zenaide tem 8,3%, Styvenson 6,7% e Hélio 6,5%

    Na segunda escolha, Zenaide Maia tem 8,3%, Styvenson Valentim, 6,7%, e Coronel Hélio, 6,5%. Rafael Motta aparece com 3,7%, e Samanda de Lula, com 3,4%. A parcela de quem não soube ou não respondeu é de 63,7%, enquanto brancos ou nulos representam 4,9%.

    Candidato ou respostaSegundo voto
    Zenaide Maia (PSD)8,3%
    Styvenson Valentim (Podemos)6,7%
    Coronel Hélio (PL)6,5%
    Rafael Motta (PDT)3,7%
    Samanda de Lula (PT)3,4%
    Tércio Tinoco (União)1,3%
    Sandro Pimentel (Psol)0,6%
    Professor Guilherme (UP)0,4%
    Linhares Jiboia (DC)0,3%
    Rosália Fernandes (PSTU)0,3%
    Luciana Mandu (PSTU)0,2%
    Gari Wendel Batista (Agir)0,1%
    Sônia Godeiro (Psol)0,1%
    Clóvis Costa do Coletivo de Nós (Agir)0,0%
    Não sabe / não respondeu63,7%
    Branco ou Nulo4,9%

    Sobre a pesquisa

    O Instituto Media realizou 2.000 entrevistas no Rio Grande do Norte entre 12 e 17 de setembro de 2026. A pesquisa foi contratada pela Potengi Comunicação Ltda. e está registrada na Justiça Eleitoral sob o número RN-00740/2026.

    A margem de erro da amostra total é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Cada voto separado tem base de 100%; a soma das duas escolhas tem base de 200%. Arredondamentos podem fazer as parcelas diferirem do total.





Jesus de Ritinha de Miúdo





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