Jesus de Ritinha de Miúdo
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Media: Styvenson tem 39,0% e Zenaide 27,5% na soma das menções ao Senado
Styvenson Valentim aparece com 39,0%, e Zenaide Maia, com 27,5%, na soma das menções dos dois votos para o Senado, segundo a pesquisa do Instituto Media no Rio Grande do Norte. O indicador acumula as duas escolhas e apresenta as menções a cada 100 entrevistados.
Coronel Hélio (PL) tem 14,9%, Samanda de Lula (PT), 13,9%, e Rafael Motta (PDT), 4,9%. Tércio Tinoco (União) registra 2,4%, e Sandro Pimentel (Psol), 1,3%.
Styvenson e Zenaide têm as maiores somas de menções

Pesquisa Media: senado — parte 1 de 1. Percentuais do sumário executivo. Foto: Arte: O Potengi. Fotos: Coronel Hélio — Tribunal Superior Eleitoral / Wikimedia Commons; Styvenson Valentim — Edilson Rodrigues; Zenaide Maia — Waldemir Barreto/Agência Senado. Coronel Hélio: TSE via Wikimedia Commons, CC BY 4.0, https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/; enquadramento circular. Candidato ou resposta Menções por 100 entrevistados Styvenson Valentim (Podemos) 39,0% Zenaide Maia 27,5% Coronel Hélio (PL) 14,9% Samanda de Lula (PT) 13,9% Rafael Motta (PDT) 4,9% Tércio Tinoco (União) 2,4% Sandro Pimentel (Psol) 1,3% Professor Guilherme (UP) 0,4% Rosália Fernandes (PSTU) 0,3% Gari Wendel Batista (Agir) 0,2% Luciana Mandu (PSTU) 0,2% Clóvis Costa do Coletivo de Nós (Agir) 0,1% Sônia Godeiro (Psol) 0,1% Branco ou Nulo 9,7% Não sabe / não respondeu 85,6% A pesquisa apresenta duas opções de voto para o Senado, com base total de 200%. O resultado acumulado soma as menções das duas perguntas.
No primeiro voto, Styvenson tem 25,0%
No primeiro voto, Styvenson registra 25,0%, Zenaide, 14,8%, e Samanda, 8,0%. Coronel Hélio tem 6,8%, e Rafael Motta, 3,8%.
Não sabem ou não responderam são 35,5%; branco ou nulo soma 4,8%.
Candidato ou resposta % das 2.000 entrevistas Styvenson Valentim (Podemos) 25,0% Zenaide Maia 14,8% Samanda de Lula (PT) 8,0% Coronel Hélio (PL) 6,8% Rafael Motta (PDT) 3,8% Sandro Pimentel (Psol) 0,7% Tércio Tinoco (União) 0,6% Gari Wendel Batista (Agir) 0,1% Clóvis Costa do Coletivo de Nós (Agir) 0,1% Rosália Fernandes (PSTU) 0,1% Luciana Mandu (PSTU) 0,0% Professor Guilherme (UP) 0,0% Sônia Godeiro (Psol) 0,0% Branco ou Nulo 4,8% Não sabe / não respondeu 35,5% No segundo voto, Styvenson aparece com 14,1% e Zenaide, 12,7%
No segundo voto, Styvenson tem 14,1%, e Zenaide, 12,7%. Coronel Hélio registra 8,1%, Samanda, 5,9%, e Rafael Motta, 1,1%.
A parcela que não sabe ou não respondeu é de 50,1%. Branco ou nulo corresponde a 4,9%.
Candidato ou resposta % das 2.000 entrevistas Styvenson Valentim (Podemos) 14,1% Zenaide Maia 12,7% Coronel Hélio (PL) 8,1% Samanda de Lula (PT) 5,9% Tércio Tinoco (União) 1,8% Rafael Motta (PDT) 1,1% Sandro Pimentel (Psol) 0,6% Professor Guilherme (UP) 0,4% Rosália Fernandes (PSTU) 0,3% Luciana Mandu (PSTU) 0,2% Gari Wendel Batista (Agir) 0,1% Sônia Godeiro (Psol) 0,1% Clóvis Costa do Coletivo de Nós (Agir) 0,0% Branco ou Nulo 4,9% Não sabe / não respondeu 50,1% Sobre a pesquisa
O Instituto Media entrevistou 2.000 eleitores no Rio Grande do Norte entre 21 e 25 de setembro de 2026. A pesquisa foi contratada pela Potengi Comunicação Ltda., empresa do O Potengi, e registrada na Justiça Eleitoral sob o número RN-05948/2026. A margem de erro para o total da amostra é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
As perguntas de primeiro e segundo votos consideram, separadamente, as 2.000 entrevistas. A soma é apresentada em menções por 100 entrevistados, com a base de 200% indicada pelo instituto. Os resultados não constituem uma projeção de eleitos.
Correção: Styvenson Valentim é filiado ao Podemos. A versão inicial desta publicação o identificava como integrante do PSDB.
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Media: Kleber tem 3,70% e Ezequiel 3,35% na espontânea para deputado estadual
Kleber Rodrigues tem 3,70%, e Ezequiel Ferreira, 3,35%, segundo a pesquisa espontânea do Instituto Media para deputado estadual no Rio Grande do Norte. São os dois maiores percentuais numéricos de citações no levantamento.
Gustavo Carvalho aparece com 2,95%, Robson Carvalho, com 2,90%, e Neílton Diógenes, com 2,75%. Dr Kerginaldo, Nélter Queiroz e Walter Alves registram 2,35% cada.
Tomba tem 2,30%. Cristiane Dantas e Eudiane Macedo aparecem com 2,10% cada; Francisco do PT, com 2,05%; e Júlio César, com 2,00%.
Um terço não informa um nome
A parcela de entrevistados que não sabe ou não respondeu é de 33,00%. Branco ou nulo corresponde a 1,50%.
Na pergunta espontânea, os entrevistados citam um nome sem receber uma lista. Todos os percentuais consideram a amostra de 2.000 entrevistas, incluindo brancos, nulos e não respostas.
Confira todos os nomes citados para deputado estadual

Pesquisa Media: estadual — parte 1 de 5. Percentuais do sumário executivo. Foto: Arte: O Potengi. Fotos: ALRN; Câmaras Municipais de Natal e Parnamirim; divulgação de candidaturas/TSE (reprodução via Agora RN); acervo O Potengi. Créditos individuais: Francisco de Assis/CMN (Robson Carvalho), João Gilberto/ALRN (Walter Alves) e Vitor Jordan (Ivan Baron). 
Pesquisa Media: estadual — parte 2 de 5. Percentuais do sumário executivo. Foto: Arte: O Potengi. Fotos: ALRN; Câmaras Municipais de Natal e Parnamirim; divulgação de candidaturas/TSE (reprodução via Agora RN); acervo O Potengi. Créditos individuais: Francisco de Assis/CMN (Robson Carvalho), João Gilberto/ALRN (Walter Alves) e Vitor Jordan (Ivan Baron). 
Pesquisa Media: estadual — parte 3 de 5. Percentuais do sumário executivo. Foto: Arte: O Potengi. Fotos: ALRN; Câmaras Municipais de Natal e Parnamirim; divulgação de candidaturas/TSE (reprodução via Agora RN); acervo O Potengi. Créditos individuais: Francisco de Assis/CMN (Robson Carvalho), João Gilberto/ALRN (Walter Alves) e Vitor Jordan (Ivan Baron). 
Pesquisa Media: estadual — parte 4 de 5. Percentuais do sumário executivo. Foto: Arte: O Potengi. Fotos: ALRN; Câmaras Municipais de Natal e Parnamirim; divulgação de candidaturas/TSE (reprodução via Agora RN); acervo O Potengi. Créditos individuais: Francisco de Assis/CMN (Robson Carvalho), João Gilberto/ALRN (Walter Alves) e Vitor Jordan (Ivan Baron). 
Pesquisa Media: estadual — parte 5 de 5. Percentuais do sumário executivo. Foto: Arte: O Potengi. Fotos: ALRN; Câmaras Municipais de Natal e Parnamirim; divulgação de candidaturas/TSE (reprodução via Agora RN); acervo O Potengi. Créditos individuais: Francisco de Assis/CMN (Robson Carvalho), João Gilberto/ALRN (Walter Alves) e Vitor Jordan (Ivan Baron). Candidato ou resposta % das 2.000 entrevistas Kleber Rodrigues 3,70% Ezequiel Ferreira 3,35% Gustavo Carvalho 2,95% Robson Carvalho 2,90% Neílton Diógenes 2,75% Dr Kerginaldo 2,35% Nélter Queiroz 2,35% Walter Alves 2,35% Tomba 2,30% Cristiane Dantas 2,10% Eudiane Macedo 2,10% Francisco do PT 2,05% Júlio César 2,00% Adjuto Dias 1,85% Cinthia de Allyson 1,85% Coronel Azevedo 1,80% Eriko Jácome 1,75% Luiz Eduardo 1,75% Camila Araújo 1,70% Kaline de Dr Bernardo 1,65% Dr Gustavo Soares 1,60% Ubaldo Fernandes 1,50% Terezinha Maia 1,40% Getúlio Rêgo 1,35% Ivanilson Oliveira 1,35% Galeno Torquato 1,30% Ivan Júnior 1,25% Isolda Dantas 1,20% Anne Lagartixa 1,10% Bibiano Azevedo 0,95% Divaneide Basílio 0,95% Léo Souza 0,90% Taveira Junior 0,90% Jorge do Rosário 0,65% Daniel Valença 0,50% Bibi Costa 0,35% Josemar Varela 0,35% Gabriel Cesar 0,30% Professor Emerson 0,30% Antônio Jácome 0,20% Vavá Azevedo 0,20% Cleiton da Policlínica 0,15% Edson Negrão 0,15% Júnior Colaço 0,15% Ronny Holanda 0,15% Adriana Trombeta 0,10% Major Emerson 0,10% Professor Luis Carlos 0,10% Ana Luísa 0,05% Clóvis Júnior 0,05% Dra. Tatiana Costa 0,05% Gilvan Balada 0,05% Ivan Baron 0,05% Jonata Nascimento 0,05% Michael Diniz 0,05% Sargento Manassés 0,05% Branco ou Nulo 1,50% Não sabe / não respondeu 33,00% Sobre a pesquisa
O Instituto Media entrevistou 2.000 eleitores no Rio Grande do Norte entre 21 e 25 de setembro de 2026. A pesquisa foi contratada pela Potengi Comunicação Ltda., empresa do O Potengi, e registrada na Justiça Eleitoral sob o número RN-05948/2026. A margem de erro para o total da amostra é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A ordem das citações na pesquisa não constitui uma projeção de vagas na Assembleia Legislativa.
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Media: Nina Souza é a mais citada para deputado federal, com 7,25%
Nina Souza é o nome mais citado para deputado federal, com 7,25%, segundo a pesquisa espontânea do Instituto Media no Rio Grande do Norte. Benes Leocádio aparece com 5,35%, e Natália Bonavides, com 5,10%.
Na sequência numérica, Robinson Faria tem 4,65%, Cabo Deyvison, 4,55%, e Sargento Gonçalves, 4,50%. Dr Bernardo registra 4,40%; João Maia, 3,95%; Carla Dickson, 3,75%; e Odon Júnior, 3,70%.
Mais de um terço não indica um nome
37,25% dos entrevistados não sabem ou não responderam à pergunta. Outros 1,60% responderam branco ou nulo.
O levantamento é espontâneo: o entrevistado informa um nome sem receber uma lista de candidatos. Os percentuais abaixo consideram todas as 2.000 entrevistas, inclusive brancos, nulos e não respostas.
Confira todos os nomes citados para deputado federal

Pesquisa Media: federal — parte 1 de 2. Percentuais do sumário executivo. Foto: Arte: O Potengi. Fotos: acervo O Potengi (Nina Souza e Natália Bonavides: Reprodução; Robinson Faria: Marcelo Camargo/Agência Brasil); Câmara dos Deputados (Benes Leocádio, Sargento Gonçalves, João Maia, Carla Dickson, General Girão e Fernando Mineiro); ALRN (Dr Bernardo); Cláudio Júnior/CMM (Cabo Deyvison); Câmaras de Natal (Thabatta Pimenta, Matheus Faustino e Brisa Bracchi) e Assú (Pedro Filho); campanha de Juninho Saia Rodada; divulgação de candidaturas/TSE, via Agora RN (Odon Júnior, Coronel Brilhante, Gabi Trajano, Dani Ribeiro, Cinthia Maia e Leila Maia). 
Pesquisa Media: federal — parte 2 de 2. Percentuais do sumário executivo. Foto: Arte: O Potengi. Fotos: acervo O Potengi (Nina Souza e Natália Bonavides: Reprodução; Robinson Faria: Marcelo Camargo/Agência Brasil); Câmara dos Deputados (Benes Leocádio, Sargento Gonçalves, João Maia, Carla Dickson, General Girão e Fernando Mineiro); ALRN (Dr Bernardo); Cláudio Júnior/CMM (Cabo Deyvison); Câmaras de Natal (Thabatta Pimenta, Matheus Faustino e Brisa Bracchi) e Assú (Pedro Filho); campanha de Juninho Saia Rodada; divulgação de candidaturas/TSE, via Agora RN (Odon Júnior, Coronel Brilhante, Gabi Trajano, Dani Ribeiro, Cinthia Maia e Leila Maia). Candidato ou resposta % das 2.000 entrevistas Nina Souza 7,25% Benes Leocádio 5,35% Natália Bonavides 5,10% Robinson Faria 4,65% Cabo Deyvison 4,55% Sargento Gonçalves 4,50% Dr Bernardo 4,40% João Maia 3,95% Carla Dickson 3,75% Odon Júnior 3,70% General Girão 3,25% Thabatta Pimenta 2,85% Pedro Filho 2,60% Juninho Saia Rodada 2,10% Fernando Mineiro 0,95% Matheus Faustino 0,70% Coronel Brilhante 0,60% Brisa Bracchi 0,25% Cinthia Maia 0,25% Leila Maia 0,20% Gabi Trajano 0,15% Dani Ribeiro 0,05% Branco ou Nulo 1,60% Não sabe / não respondeu 37,25% Sobre a pesquisa
O Instituto Media entrevistou 2.000 eleitores no Rio Grande do Norte entre 21 e 25 de setembro de 2026. A pesquisa foi contratada pela Potengi Comunicação Ltda., empresa do O Potengi, e registrada na Justiça Eleitoral sob o número RN-05948/2026. A margem de erro para o total da amostra é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A ordem das citações na pesquisa não constitui uma projeção de vagas na Câmara dos Deputados.
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Media: Allyson tem 31,5%, Álvaro 27,1% e Cadu 21,5% para o Governo do RN
Allyson (União Brasil) tem 31,5% das intenções de voto para o Governo do Rio Grande do Norte, segundo a pesquisa estimulada do Instituto Media. Álvaro Dias (PL) aparece com 27,1%, e Cadu de Lula (PT), com 21,5%.
Professor Robério Paulino (Psol) registra 0,6%, e Rodrigo Bolsonaro (Agir), 0,4%. Não sabem ou não responderam somam 13,0%, enquanto 6,0% responderam branco ou nulo.
Allyson, Álvaro e Cadu concentram as intenções de voto

Pesquisa Media: governo — parte 1 de 1. Percentuais do sumário executivo. Foto: Arte: O Potengi. Fotos: Allyson Bezerra — PMM; Cadu de Lula — Reprodução; Álvaro Dias — Reprodução. A pergunta é estimulada, com apresentação de nomes ao entrevistado. Os percentuais consideram toda a amostra de 2.000 entrevistas, incluindo branco ou nulo e não sabe ou não respondeu.
Candidato ou resposta % das 2.000 entrevistas Allyson (União Brasil) 31,5% Álvaro Dias (PL) 27,1% Cadu de Lula (PT) 21,5% Professor Robério Paulino (Psol) 0,6% Rodrigo Bolsonaro (Agir) 0,4% Arinalda do MLB (UP) 0,0% Dário Barbosa (PSTU) 0,0% Godeiro Linhares (DC) 0,0% Henrique Lyra (PCO) 0,0% Branco ou Nulo 6,0% Não sabe / não respondeu 13,0% Arinalda do MLB (UP), Dário Barbosa (PSTU), Godeiro Linhares (DC) e Henrique Lyra (PCO) não receberam citações e aparecem com 0,0%.
Sobre a pesquisa
O Instituto Media entrevistou 2.000 eleitores no Rio Grande do Norte entre 21 e 25 de setembro de 2026. A pesquisa foi contratada pela Potengi Comunicação Ltda., empresa do O Potengi, e registrada na Justiça Eleitoral sob o número RN-05948/2026. A margem de erro para o total da amostra é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
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TSE anuncia que e-Título poderá ser baixado no dia da eleição
O e-Título poderá ser baixado no próprio dia da votação nas eleições de 2026, tanto no primeiro quanto no eventual segundo turno. O anúncio foi feito pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, na quinta-feira (24). Apesar da mudança, a Justiça Eleitoral recomenda instalar e ativar o aplicativo com antecedência.
Em eleições anteriores, o download e o primeiro acesso eram interrompidos no dia do pleito para reduzir a sobrecarga. Segundo o TSE, melhorias na infraestrutura e uma equipe dedicada ao acompanhamento do sistema buscam evitar essa suspensão neste ano. O primeiro turno será em 4 de outubro; o segundo, onde houver, em 25 de outubro.
O anúncio mais recente do tribunal substitui, portanto, a orientação de que seria obrigatório concluir o primeiro acesso até a véspera. A recomendação de antecipar o procedimento continua: ela permite verificar os dados e resolver dúvidas antes de sair para votar.
Confira o endereço da seção no RN
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte disponibilizou uma consulta às mudanças de locais de votação por município. No site do TRE-RN, o caminho é a área de serviços, na opção “Alteração no local de votação”. A pesquisa informa os endereços e as seções atingidas pelas mudanças.
Também é possível conferir zona, seção e endereço no e-Título. A consulta antecipada é especialmente útil para quem solicitou transferência temporária ou voto em trânsito, segundo o tribunal regional.
Aplicativo sem foto exige outro documento
O e-Título vale como identificação na seção eleitoral quando apresenta a fotografia do eleitor. Sem a imagem, é necessário levar outro documento oficial com foto, como carteira de identidade, CNH ou passaporte.
O título em papel não é obrigatório e não substitui a identificação com fotografia. Depois de se identificar aos mesários, o eleitor deve deixar o celular fora da cabine: o aparelho não pode acompanhar a votação.
Com informações do TSE e do TRE-RN. Veja também o manual do eleitor.
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Acordo Mercosul–EFTA começa a valer em outubro entre Brasil e Islândia
O acordo de livre comércio entre o Mercosul e a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA) começará a valer entre Brasil e Islândia em 1º de outubro. Para o comércio com a Noruega, a aplicação terá início em 1º de novembro, informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) nesta quinta-feira (24).
A etapa brasileira de promulgação foi formalizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Decreto 13.126, publicado em edição extra do Diário Oficial da União de quarta-feira (23). O ato incorpora o tratado firmado no Rio de Janeiro em setembro de 2025.
A EFTA reúne Islândia, Noruega, Suíça e Liechtenstein, países que não integram a União Europeia. Segundo o ministério, as preferências tarifárias com Suíça e Liechtenstein ainda dependem da conclusão dos procedimentos internos desses dois países. Portanto, o calendário de aplicação será diferente para cada parceiro.
O que muda no comércio
O MDIC informa que os países da EFTA eliminarão as tarifas de importação de produtos industriais e pesqueiros assim que o acordo entrar em vigor na respectiva relação comercial. Para produtos agropecuários, a abertura varia: pode envolver redução ou eliminação de tarifas, cotas e condições específicas.
O tratado também abrange procedimentos aduaneiros, compras governamentais, propriedade intelectual e desenvolvimento sustentável. Conforme a Agência Brasil, inclui proteção de indicações geográficas, que identificam produtos ligados a determinadas regiões de origem.
A aprovação pelo Congresso ocorreu por meio do Decreto Legislativo 146, de 22 de junho de 2026. O governo depositou o instrumento de ratificação junto à Noruega em 8 de julho. O decreto presidencial mantém sujeitas ao Congresso eventuais revisões e ajustes que imponham encargos ou compromissos gravosos ao patrimônio nacional.
Para orientar exportadores e importadores, o MDIC disponibilizou um painel com tarifas e condições previstas por produto, além de filtros por estado. As empresas também podem consultar manuais sobre redução tarifária, regras de origem e indicações geográficas antes do início das novas condições comerciais.
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Saúde pede inclusão de canetas emagrecedoras no SUS
O Ministério da Saúde pediu à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) que avalie a oferta de medicamentos à base de semaglutida ou liraglutida para pacientes com obesidade. O pedido foi protocolado na quinta-feira (24) e trata das chamadas canetas emagrecedoras, utilizadas em tratamentos com análogos de GLP-1.
A eventual inclusão desses medicamentos no sistema público ainda depende da avaliação. No comunicado sobre a solicitação, o ministério não anunciou data para o início da distribuição nem detalhou como seria o acesso nos estados, incluindo o Rio Grande do Norte.
Segundo o Ministério da Saúde, a proposta prevê que o acesso seja orientado por critérios clínicos. A intenção é concentrar o tratamento nos pacientes para os quais o controle da obesidade possa trazer benefícios relevantes, reduzir complicações ou evitar procedimentos de maior complexidade.
A redução dos preços é um dos argumentos apresentados para a análise. Conforme noticiou a Agência Brasil, a pasta afirma que os custos desses produtos caíram 70% no país em menos de um ano, com a ampliação da concorrência.
A pasta também informa que 25 produtos já foram registrados no Brasil, dos quais 14 em 2026. Esse conjunto inclui versões fabricadas no país e medicamentos genéricos.
A Conitec participa da avaliação de tecnologias e da elaboração ou alteração de protocolos clínicos do SUS. Como explica a Agência Brasil, o processo prevê consulta pública: as contribuições recebidas integram relatórios técnicos analisados pelo colegiado antes da recomendação final. A notícia sobre o pedido não informa a abertura nem o calendário dessa consulta.
Imagem: Anvisa/Ministério da Saúde, sob licença CC BY-ND 3.0, sem alterações.
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Conta de luz puxa prévia da inflação para 0,70% em setembro
A conta de luz levou a prévia da inflação a 0,70% em setembro, após a queda de 0,40% em agosto. O IPCA-15 foi divulgado nesta sexta-feira (25) pelo IBGE, segundo a Agência Brasil.
A energia elétrica residencial subiu 7,42% e respondeu por 0,29 ponto percentual do resultado. A comparação foi influenciada pelo fim do desconto do bônus de Itaipu, que havia reduzido as contas em agosto. Sem o abatimento, o valor seguinte passou a ser comparado com uma base menor.
A alimentação no domicílio também voltou a subir: 0,38%. Tomate, arroz e carnes ficaram mais caros; feijão carioca, cebola e café moído tiveram queda. As passagens aéreas avançaram 9,82%, pressionando os transportes.
No acumulado de 12 meses, o IPCA-15 chegou a 4,47%. De janeiro a setembro, a alta é de 3,82%. A taxa mensal foi a maior desde abril.
Resultado completo sai em outubro
O IPCA-15 antecipa a leitura dos preços, mas não substitui o fechamento da inflação oficial. Segundo o IBGE, os dois indicadores seguem a mesma metodologia e diferem no período de coleta e na abrangência geográfica. Em setembro, a prévia considerou preços entre 15 de agosto e 15 de setembro.
A pesquisa acompanha o consumo de famílias com renda de um a 40 salários mínimos em 11 áreas urbanas. Entre elas estão as regiões metropolitanas de Recife, Fortaleza e Salvador; Natal não integra a cobertura. Assim, o número divulgado é uma referência nacional, e não uma medição específica da inflação no Rio Grande do Norte.
O resultado completo do IPCA de setembro será divulgado em 9 de outubro.
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R$ 24,8 milhões à OSSA: Prefeitura de Caicó silencia sobre contas e fiscalização
Relatos recebidos por O Potengi sobre a contratação de pessoal e a execução dos serviços motivaram os pedidos de documentos à Prefeitura de Caicó e à Secretaria Municipal de Saúde. Os relatos dizem respeito à parceria com a Organização de Saúde Santa Ângela, a OSSA, que atua em atividades de saúde do SUS.
As identidades das fontes são preservadas pelo jornal. O Potengi ainda não obteve comprovação independente desses relatos. Para verificá-los, a reportagem pediu documentos que permitam cruzar os vínculos dos profissionais, as escalas, os registros de trabalho e os pagamentos, além das prestações de contas e dos registros da fiscalização municipal.
Os dois requerimentos foram protocolados em 3 de agosto. Na consulta de 25 de setembro, 53 dias depois, o sistema da Prefeitura ainda não disponibilizava resposta aos pedidos, embora o prazo da Lei de Acesso à Informação já tivesse vencido.
As ordens municipais registram R$ 24.840.015,74 em pagamentos à entidade entre dezembro de 2024 e julho de 2026. O próprio termo firmado pelo Município exige acompanhamento, prestação de contas e conservação dos registros dos serviços. A falta de acesso aos documentos deixa uma pergunta central em aberto: quais documentos a Prefeitura examinou para autorizar os pagamentos e por que não os entrega?
O prazo venceu sem entrega dos documentos

Consulta de 25 de setembro, às 13h15: o pedido à Prefeitura permanecia em tramitação, com último movimento em 17 de agosto. A página não disponibilizava resposta ou documentos ao solicitante. Dados pessoais de acesso ocultados. Foto: Reprodução do sistema da Prefeitura de Caicó 
O pedido à Secretaria de Saúde permanecia em tramitação na consulta de 25 de setembro, às 13h15. O último andamento exibido era de 3 de agosto, sem resposta ou documentos acessíveis ao solicitante. Dados pessoais de acesso ocultados. Foto: Reprodução do sistema da Prefeitura de Caicó A Lei de Acesso à Informação determina acesso imediato à informação disponível. Quando isso não for possível, o órgão tem até 20 dias para responder. Uma prorrogação de até dez dias depende de justificativa expressa e comunicação ao requerente. A página do Serviço de Informação ao Cidadão de Caicó também informa esses prazos.
Até 24 de setembro, eu não havia recebido nenhum contato em resposta aos pedidos. Na consulta ao portal municipal em 25 de setembro, às 13h15, não havia resposta, documento para acesso, negativa fundamentada ou aviso de prorrogação disponíveis. Os dois expedientes permaneciam em tramitação.
Os 53 dias são contados desde o protocolo. Mesmo considerado o período adicional previsto na lei, o prazo de resposta já havia sido ultrapassado.
Houve movimentação interna. O pedido dirigido à Prefeitura, de número 2026.08.03.0028, passou pelo Gabinete do Prefeito e tinha como última movimentação um despacho na Secretaria de Saúde em 17 de agosto. O conteúdo desse despacho não estava acessível na consulta. O pedido à Saúde, de número 2026.08.03.0026, mostrava andamento no setor de Administração da secretaria em 3 de agosto.
Encaminhar um expediente entre setores não esclarece o que foi decidido nem entrega a informação solicitada. Os documentos continuavam indisponíveis na consulta ao portal.
Os requerimentos de 3 de agosto foram apresentados em nome de O Potengi para apuração jornalística. Não houve nova solicitação de manifestação para esta publicação.
A tentativa de entrega à OSSA

Estivemos no endereço informado da OSSA, na rua Major Lula, em Caicó, durante a tentativa de entrega de 3 de agosto. O quadro do vídeo mostra a fachada ECO CENTER e a numeração 80-A. Foto: Acervo O Potengi / reprodução de vídeo Em 3 de agosto, por volta das 11h30, fui ao endereço informado da OSSA na rua Major Lula, em Caicó, para entregar o pedido de documentos. No local, registrei em foto e vídeo a fachada identificada como “ECO CENTER” e a numeração 80-A.
Não encontrei um responsável da OSSA disponível para receber a solicitação e não consegui entregar o pedido à entidade naquela ocasião.
O termo manda fiscalizar e prestar contas
O Termo de Colaboração 001/2024 atribui ao Município o acompanhamento do objeto da parceria, a fiscalização da quantidade e da qualidade dos serviços e a conferência da execução para atestação. Também prevê relatórios de monitoramento e avaliação.
À OSSA cabe encaminhar prestações de contas parciais ao Município até o 15º dia útil posterior ao recebimento de cada parcela mensal, conforme a cláusula 8.3. O instrumento ainda prevê consulta pelos cidadãos às contas parciais, anuais e finais, na página da organização na internet ou, se ela não tiver página, em sua sede.
Há uma obrigação específica de guarda municipal: conservar por dez anos os Boletins Diários de Produção, os BDPs, utilizados e assinados pelos profissionais de saúde. A entidade, por sua vez, deve guardar os originais que compõem suas prestações de contas pelo período estabelecido no termo.
Essas cláusulas dão conteúdo à cobrança. Quais contas foram recebidas e analisadas? Quem acompanhou os serviços? Quais relatórios, escalas e boletins sustentaram os atestos? Houve falhas identificadas e providências adotadas? Os pedidos buscam os registros que permitam responder a essas perguntas.
Quem recebeu, por qual trabalho e com qual controle
Os requerimentos abrangem o processo da parceria, instrumentos e aditivos, documentos financeiros, prestações de contas e atos de designação dos responsáveis pela fiscalização. Na execução dos serviços, pedem escalas previstas e realizadas, frequência, vínculos dos profissionais, pagamentos e atestos.
Conhecer o total destinado à organização é uma etapa. Para acompanhar a aplicação dos recursos, é necessário relacionar as despesas com trabalhadores e fornecedores ao vínculo, ao período e ao serviço que justificaram cada pagamento.
Uma escala informa a distribuição do trabalho; os registros de frequência e produção ajudam a verificar sua realização; o atesto identifica a confirmação feita pela administração. O cruzamento desses documentos permite examinar se o que foi pago corresponde ao que foi executado. A publicação de uma ordem de pagamento não substitui essa verificação.
Os pedidos excluem expressamente prontuários, diagnósticos, nomes de pacientes e dados clínicos individuais. Também admitem cópias com ocultação de informações pessoais protegidas, preservando os elementos que possam ser fornecidos para fiscalizar o uso do dinheiro público.
A reportagem ainda não dispõe da documentação completa para reconstituir essa ligação entre recursos, beneficiários e serviços. A falta de entrega ao jornal não demonstra que os controles inexistam ou que os valores tenham sido aplicados irregularmente; impede conferir como as obrigações da parceria foram cumpridas.
Registros públicos mostram a dimensão dos pagamentos

A série reúne 88 registros da coluna Pago nas ordens de dezembro de 2024 a julho de 2026, somando R$ 24.840.015,74. O mês é o da ordem, não necessariamente o do serviço. Conferência da série: 13/09/2026. Foto: O Potengi O total de R$ 24,84 milhões reúne 88 registros das ordens cronológicas municipais de dezembro de 2024 a julho de 2026. Só a ordem de julho traz quatro registros, com data de pagamento de 24 daquele mês, que somam R$ 1.782.281,28.
Os valores constam da coluna de pagamentos publicada pelo Município. A contagem dos registros não permite determinar quantos contratos ou serviços distintos representam.
A cobrança sobre a Prefeitura e a Secretaria de Saúde é pelo acesso às contas e aos controles de uma parceria financiada com recursos públicos. Para os usuários do SUS e os contribuintes, a resposta precisa permitir acompanhar o dinheiro até o serviço prestado. Essa verificação depende do acesso aos documentos solicitados.
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Documentos e período: dois requerimentos protocolados em 3 de agosto de 2026; consulta ao portal em 25 de setembro, às 13h15, e informação pessoal do requerente referente a 24 de setembro; Termo de Colaboração 001/2024; ordens cronológicas municipais de dezembro de 2024 a julho de 2026, incluindo a ordem de julho, páginas 33 e 58. O total reúne os valores publicados na coluna Pago; não equivale a conciliação bancária ou comprovação individual dos serviços. Prazo de acesso: Lei 12.527/2011, artigo 11.
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Eleições 2026: confira a ordem das seis escolhas na urna
Em 4 de outubro, os eleitores farão seis escolhas na urna eletrônica, segundo a Agência Câmara de Notícias. A sequência será:
- 1. Deputado federal: quatro dígitos.
- 2. Deputado estadual — ou distrital, no Distrito Federal: cinco dígitos.
- 3. Primeiro voto para senador: três dígitos.
- 4. Segundo voto para senador: três dígitos.
- 5. Governador: dois dígitos.
- 6. Presidente da República: dois dígitos.
Antes de confirmar cada escolha, confira a foto, o nome, o cargo e o partido exibidos na tela. Conforme a publicação, a tecla “Confirma” fica inativa por um segundo, enquanto aparece a mensagem “Confira seu voto”.
A Justiça Eleitoral recomenda levar uma “cola” em papel com os números dos candidatos na ordem da votação, informa a agência.
A votação ocorrerá das 8h às 17h, pelo horário de Brasília. Quem estiver na fila no encerramento terá o direito de votar garantido.
Jesus de Ritinha de Miúdo
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