IFRN Canguaretama recebe visita da Fapern para implantação de novo polo de pesquisa

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Iniciativa integra estratégia de descentralização da ciência e fortalecimento da formação de pesquisadores no estado


Ícone de crédito Foto: Reprodução

A Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte (Fapern) visitou, na última sexta-feira (4), o campus do Instituto Federal do RN (IFRN) em Canguaretama, no Agreste Litoral Sul, para dar início à implantação de um novo polo descentralizado de pesquisa científica. A proposta integra a política da fundação de expandir e interiorizar as ações de ciência, tecnologia e inovação no estado.

A criação do polo em Canguaretama tem como objetivo ampliar a formação e qualificação de pesquisadores, conectando a produção científica às realidades regionais. O campus se junta a outros dez polos já previstos nos chamados “territórios da cidadania”, que visam fomentar o Sistema Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação do RN por meio de ações locais.

O diretor-presidente da Fapern, Gilton Sampaio, destacou que a iniciativa busca ampliar a presença da fundação no interior e articular políticas públicas voltadas ao desenvolvimento científico regional.

“O polo vai pensar, elaborar documentos e promover ações voltadas à formação de pesquisadores em todo o estado. É um esforço coletivo para fortalecer a cultura científica e conectar a ciência às necessidades de cada território”, afirmou.

A direção do campus do IFRN também avaliou positivamente a proposta. Para Flávio Ferreira, diretor do campus de Canguaretama, a parceria representa um passo importante na interiorização do conhecimento e na valorização das instituições de ensino como agentes do desenvolvimento regional.

“É uma oportunidade de aproximar a ciência das comunidades. Essa iniciativa fortalece o papel dos institutos federais na promoção da cultura científica e amplia as possibilidades de formação para estudantes e pesquisadores do interior”, pontuou.

A instalação do polo ainda está em fase inicial, mas deve avançar nos próximos meses com a definição de linhas de atuação, infraestrutura e articulações com pesquisadores locais. A expectativa é de que o novo centro contribua para democratizar o acesso à ciência e estimular projetos voltados às demandas sociais e econômicas da região.




IFRN Canguaretama recebe visita da Fapern para implantação de novo polo de pesquisa


Iniciativa integra estratégia de descentralização da ciência e fortalecimento da formação de pesquisadores no estado




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A Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte (Fapern) visitou, na última sexta-feira (4), o campus do Instituto Federal do RN (IFRN) em Canguaretama, no Agreste Litoral Sul, para dar início à implantação de um novo polo descentralizado de pesquisa científica. A proposta integra a política da fundação de expandir e interiorizar as ações de ciência, tecnologia e inovação no estado.

A criação do polo em Canguaretama tem como objetivo ampliar a formação e qualificação de pesquisadores, conectando a produção científica às realidades regionais. O campus se junta a outros dez polos já previstos nos chamados “territórios da cidadania”, que visam fomentar o Sistema Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação do RN por meio de ações locais.

O diretor-presidente da Fapern, Gilton Sampaio, destacou que a iniciativa busca ampliar a presença da fundação no interior e articular políticas públicas voltadas ao desenvolvimento científico regional.

“O polo vai pensar, elaborar documentos e promover ações voltadas à formação de pesquisadores em todo o estado. É um esforço coletivo para fortalecer a cultura científica e conectar a ciência às necessidades de cada território”, afirmou.

A direção do campus do IFRN também avaliou positivamente a proposta. Para Flávio Ferreira, diretor do campus de Canguaretama, a parceria representa um passo importante na interiorização do conhecimento e na valorização das instituições de ensino como agentes do desenvolvimento regional.

“É uma oportunidade de aproximar a ciência das comunidades. Essa iniciativa fortalece o papel dos institutos federais na promoção da cultura científica e amplia as possibilidades de formação para estudantes e pesquisadores do interior”, pontuou.

A instalação do polo ainda está em fase inicial, mas deve avançar nos próximos meses com a definição de linhas de atuação, infraestrutura e articulações com pesquisadores locais. A expectativa é de que o novo centro contribua para democratizar o acesso à ciência e estimular projetos voltados às demandas sociais e econômicas da região.




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