Reitora Ludimilla Oliveira fala dos avanços conquistados e diz porquê merece mais 4 anos à frente da UFERSA



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Professora do Departamento de Ciências Sociais Aplicadas, Campus Mossoró, a reitora da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), Ludmilla Oliveira, a poucas horas da votação para a Reitoria, que ocorre amanhã, 4, concedeu entrevista ao Portal. Ludimilla defendeu sua gestão, mostrando quais avanços conseguiu nesses 4 anos de administração, e revelando o motivo de escolher Monique Lessa, lotada no Departamento de Ciências Sociais Aplicadas e Humanas, do Campus de Pau dos Ferros, como sua companheira de chapa.

Confira a entrevista que a reitora concedeu a nossa Página:

O Potengi – professora Ludimilla, qual balanço você faz de sua gestão à frente da Reitoria ao longo desses 4 anos?

Ludimilla – a nossa gestão passou por muitos desafios, a começar pela pandemia. Em seguida tivemos o processo de readaptação e o retorno para o “novo normal”. Todas essas condições e possibilidades de inovar nos deram a capacidade de ser a gestão que trouxe o nome da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) como referência enquanto instituição de ensino.

Uma Universidade que tem números crescentes na parte da inovação, uma Universidade que recebeu 81 novas vagas de docentes efetivos, e ainda por receber 17 vagas de cargos efetivos de técnico-administrativo, quando havia um discurso da gestão anterior de que não era possível sequer realizar concurso público. Ampliamos o quadro de pessoal docente, criamos novos cursos, ampliamos a assistência estudantil, além de ter na universidade hoje um projeto da envergadura que é o “Pilotos do Semiárido”, um diferencial em nível de país, haja vista você ter uma universidade no estado como o Rio Grande do Norte, com a responsabilidade de formar pilotos comerciais.

Então isso para nós é algo muito grandioso, ter a Universidade referência nos movimentos Empresas Juniores, uma Universidade que por 2 anos seguidos é destaque, num tempo em que só se falava em dificuldades, em restrições orçamentárias.

O Potengi – sua vice é a professora Monique Lessa, como se deu a escolha do nome de sua companheira de chapa?

Ludimilla – temos adotado uma gestão que priorizou e integrou os Campi de Angicos, Caraúbas, Pau dos Ferros, o nosso futuro Campus de Serra de São Bento, que hoje é um polo associado na educação à distância. A nossa distância geográfica é uma distância considerada ínfima para o potencial que a universidade tem.

Então precisávamos de uma pessoa como Monique, com a capacidade que vislumbrasse, atuasse e conhecesse o dia a dia de um Campus fora da sede. Hoje a Reitoria itinerante nos permite trabalhar diretamente com essas demandas, foi a oportunidade de trazer para dentro da Reitoria um campus da instituição dentro da sua representatividade na gestão superior, é isso que a professora Monique representa.

O Potengi – quais suas propostas para o tripé que estrutura a Universidade, pesquisa-ensino-extensão, além das proposições da área administrativa propriamente dita?

Ludimilla – falar de propostas nessa área é até ambíguo, porque nós temos um plano de gestão com mais de 80 páginas, em que fizemos um balanço do que foi feito e do que será feito para a continuidade de um trabalho que vem fazendo a universidade ser uma referência.

Quando eu falo do ensino, são os cursos com suas notas 5 avaliados pelo Ministério da Educação (MEC). Quando eu falo de pesquisa, ampliação, investimento, pelo menos no quantitativo de editais de incentivo à pesquisa e priorizando os Campi. Quando eu falo de extensão, incluo os projetos que envolvem a fórmula SAE (Cactus Baja), o Movimento Empresas Juniores, o apoio que temos dado ao núcleo de inovação tecnológica.

Não é só continuar aquilo que já está sendo feito, é ampliar, e aqui eu quero dar um destaque ao esporte, que é nesse momento uma pauta, nós temos uma demanda muito propositiva na UFERSA, temos um diferencial com nossos estudantes, temos o parque tecnológico para ser concluído e temos um Campus que deverá ser um diferencial no agreste do Rio Grande do Norte.

O Potengi – como está a articulação de sua candidatura, quais apoios você vem recebendo na campanha?

Ludimilla – falar de articulação é também ambíguo, pois uma campanha não se faz com articulação, ela se fez com a proposição certa, com proposta certa e com aquele nosso votante que é o técnico, estudante e professor, no nosso caso nós temos um diferencial, porque nós temos resultados.

Então é diferente quando você trabalha, quando você está prometendo o que ainda não tem nem condição sequer de fazer. Você promete, mas você acha que pode fazer? No nosso caso já temos encaminhamentos consolidados e uma gestão que permite muita segurança ao nosso estudante, professor e servidor técnico para vir junto conosco votar 95 no dia de amanhã, 4.

Reitora Ludimilla Oliveira fala dos avanços conquistados e diz porquê merece mais 4 anos à frente da UFERSA



Professora do Departamento de Ciências Sociais Aplicadas, Campus Mossoró, a reitora da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), Ludmilla Oliveira, a poucas horas da votação para a Reitoria, que ocorre amanhã, 4, concedeu entrevista ao Portal. Ludimilla defendeu sua gestão, mostrando quais avanços conseguiu nesses 4 anos de administração, e revelando o motivo de escolher Monique Lessa, lotada no Departamento de Ciências Sociais Aplicadas e Humanas, do Campus de Pau dos Ferros, como sua companheira de chapa.

Confira a entrevista que a reitora concedeu a nossa Página:

O Potengi – professora Ludimilla, qual balanço você faz de sua gestão à frente da Reitoria ao longo desses 4 anos?

Ludimilla – a nossa gestão passou por muitos desafios, a começar pela pandemia. Em seguida tivemos o processo de readaptação e o retorno para o “novo normal”. Todas essas condições e possibilidades de inovar nos deram a capacidade de ser a gestão que trouxe o nome da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) como referência enquanto instituição de ensino.

Uma Universidade que tem números crescentes na parte da inovação, uma Universidade que recebeu 81 novas vagas de docentes efetivos, e ainda por receber 17 vagas de cargos efetivos de técnico-administrativo, quando havia um discurso da gestão anterior de que não era possível sequer realizar concurso público. Ampliamos o quadro de pessoal docente, criamos novos cursos, ampliamos a assistência estudantil, além de ter na universidade hoje um projeto da envergadura que é o “Pilotos do Semiárido”, um diferencial em nível de país, haja vista você ter uma universidade no estado como o Rio Grande do Norte, com a responsabilidade de formar pilotos comerciais.

Então isso para nós é algo muito grandioso, ter a Universidade referência nos movimentos Empresas Juniores, uma Universidade que por 2 anos seguidos é destaque, num tempo em que só se falava em dificuldades, em restrições orçamentárias.

O Potengi – sua vice é a professora Monique Lessa, como se deu a escolha do nome de sua companheira de chapa?

Ludimilla – temos adotado uma gestão que priorizou e integrou os Campi de Angicos, Caraúbas, Pau dos Ferros, o nosso futuro Campus de Serra de São Bento, que hoje é um polo associado na educação à distância. A nossa distância geográfica é uma distância considerada ínfima para o potencial que a universidade tem.

Então precisávamos de uma pessoa como Monique, com a capacidade que vislumbrasse, atuasse e conhecesse o dia a dia de um Campus fora da sede. Hoje a Reitoria itinerante nos permite trabalhar diretamente com essas demandas, foi a oportunidade de trazer para dentro da Reitoria um campus da instituição dentro da sua representatividade na gestão superior, é isso que a professora Monique representa.

O Potengi – quais suas propostas para o tripé que estrutura a Universidade, pesquisa-ensino-extensão, além das proposições da área administrativa propriamente dita?

Ludimilla – falar de propostas nessa área é até ambíguo, porque nós temos um plano de gestão com mais de 80 páginas, em que fizemos um balanço do que foi feito e do que será feito para a continuidade de um trabalho que vem fazendo a universidade ser uma referência.

Quando eu falo do ensino, são os cursos com suas notas 5 avaliados pelo Ministério da Educação (MEC). Quando eu falo de pesquisa, ampliação, investimento, pelo menos no quantitativo de editais de incentivo à pesquisa e priorizando os Campi. Quando eu falo de extensão, incluo os projetos que envolvem a fórmula SAE (Cactus Baja), o Movimento Empresas Juniores, o apoio que temos dado ao núcleo de inovação tecnológica.

Não é só continuar aquilo que já está sendo feito, é ampliar, e aqui eu quero dar um destaque ao esporte, que é nesse momento uma pauta, nós temos uma demanda muito propositiva na UFERSA, temos um diferencial com nossos estudantes, temos o parque tecnológico para ser concluído e temos um Campus que deverá ser um diferencial no agreste do Rio Grande do Norte.

O Potengi – como está a articulação de sua candidatura, quais apoios você vem recebendo na campanha?

Ludimilla – falar de articulação é também ambíguo, pois uma campanha não se faz com articulação, ela se fez com a proposição certa, com proposta certa e com aquele nosso votante que é o técnico, estudante e professor, no nosso caso nós temos um diferencial, porque nós temos resultados.

Então é diferente quando você trabalha, quando você está prometendo o que ainda não tem nem condição sequer de fazer. Você promete, mas você acha que pode fazer? No nosso caso já temos encaminhamentos consolidados e uma gestão que permite muita segurança ao nosso estudante, professor e servidor técnico para vir junto conosco votar 95 no dia de amanhã, 4.


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