IBGE divulga PIB dos estados; economia potiguar representa 0,9% da brasileira

Economia Rio Grande do Norte cresceu acima da média nacional em 2021, porém a economia local ainda depende muito da Administração Pública.


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Imagem Reprodução/Web





O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou dados referentes ao desempenho da economia brasileira no ano de 2021, tanto do ponto de vista nacional como dos estados e dos diferentes setores. Naquele ano, o crescimento da economia brasileira foi de 4,8%. Esse crescimento marcou uma recuperação após a crise gerada pela pandemia no ano anterior.

Como era de se esperar, todos os estados brasileiros apresentaram crescimento. A maior variação foi do Rio Grande do Sul, que atingiu impressionantes 9,3% de crescimento. Estados menores também conseguiram índices altíssimos, como Tocantis (9,2%) e Roraima (8,4%). Diga-se de passagem, a região norte e a sul se destacaram, com os cinco maiores índices de crescimento sendo advindos dessas regiões.

Rio Grande do Norte superou a média nacional

Em 14 estados, o PIB ficou acima da média nacional. Foi o caso, por exemplo, do Rio Grande do Norte, que cresceu a uma taxa de 5,1%, o que deixou o estado com uma participação de 0,9% da economia brasileira. Com isso, o RN se mantém na 18ª participação no ranking de estados brasileiros, sendo o 5º do nordeste.

O crescimento do PIB local foi puxado especialmente pelas atividades econômicas de Administração, educação, defesa, saúde pública e seguridade social, reforçando nosso estado como um território dependente do servidor público para dinamizar a economia. Esses segmentos responderam por 13,5% da economia. Outros setores que contribuíram para o crescimento foi a indústria de transformação (11,9%) e do comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas (10,7%).

Um dado que sinaliza preocupação é a queda da remuneração dos empregados no Produto Interno Bruto. Tendo respondido por pouco mais de 45%, dos quais 35% foram em salários e 10% de contribuição social. Esses números representam o menor índice em mais de dez anos. Desde 2020, a tendência tem sido de queda.

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Economia Rio Grande do Norte cresceu acima da média nacional em 2021, porém a economia local ainda depende muito da Administração Pública.


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou dados referentes ao desempenho da economia brasileira no ano de 2021, tanto do ponto de vista nacional como dos estados e dos diferentes setores. Naquele ano, o crescimento da economia brasileira foi de 4,8%. Esse crescimento marcou uma recuperação após a crise gerada pela pandemia no ano anterior.

Como era de se esperar, todos os estados brasileiros apresentaram crescimento. A maior variação foi do Rio Grande do Sul, que atingiu impressionantes 9,3% de crescimento. Estados menores também conseguiram índices altíssimos, como Tocantis (9,2%) e Roraima (8,4%). Diga-se de passagem, a região norte e a sul se destacaram, com os cinco maiores índices de crescimento sendo advindos dessas regiões.

Rio Grande do Norte superou a média nacional

Em 14 estados, o PIB ficou acima da média nacional. Foi o caso, por exemplo, do Rio Grande do Norte, que cresceu a uma taxa de 5,1%, o que deixou o estado com uma participação de 0,9% da economia brasileira. Com isso, o RN se mantém na 18ª participação no ranking de estados brasileiros, sendo o 5º do nordeste.

O crescimento do PIB local foi puxado especialmente pelas atividades econômicas de Administração, educação, defesa, saúde pública e seguridade social, reforçando nosso estado como um território dependente do servidor público para dinamizar a economia. Esses segmentos responderam por 13,5% da economia. Outros setores que contribuíram para o crescimento foi a indústria de transformação (11,9%) e do comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas (10,7%).

Um dado que sinaliza preocupação é a queda da remuneração dos empregados no Produto Interno Bruto. Tendo respondido por pouco mais de 45%, dos quais 35% foram em salários e 10% de contribuição social. Esses números representam o menor índice em mais de dez anos. Desde 2020, a tendência tem sido de queda.

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