Uma turista paraguaia viveu uma situação incomum ao visitar o Cajueiro de Pirangi, um dos principais pontos turísticos do litoral potiguar. O passeio, que deveria custar cerca de R$ 30 em ingressos, acabou resultando em um pagamento aproximado de R$ 30 mil devido a um equívoco na hora da transferência via PIX.
O caso ocorreu em janeiro deste ano e envolveu uma visitante de 60 anos, que realizou o pagamento utilizando a moeda de seu país. Ao efetuar a transação, ela transferiu 40.500.000 guaranis paraguaios, valor muito superior ao necessário para a entrada no local. A diferença expressiva só foi percebida posteriormente, tanto pela turista quanto pela administração do espaço.
Responsável pela gestão do ponto turístico, o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema) confirmou o ocorrido e informou que está trabalhando para solucionar a situação. No entanto, o processo de devolução tem enfrentado entraves burocráticos, principalmente porque a visitante não possui CPF nem conta bancária no Brasil, o que dificulta a realização de um estorno convencional.
Diante do impasse, o órgão estadual abriu um procedimento administrativo para viabilizar uma forma legal e segura de restituir o valor pago indevidamente. A expectativa é encontrar uma alternativa que permita a devolução integral do montante, respeitando as exigências legais brasileiras.
O Cajueiro de Pirangi é reconhecido como o maior cajueiro do mundo, ocupando uma área de aproximadamente 10 mil metros quadrados. Localizado no município de Parnamirim, na Grande Natal, o atrativo recebe milhares de turistas todos os anos. Atualmente, o ingresso custa R$ 10 para o público geral, com meia-entrada de R$ 5.
O episódio chama atenção para a importância de atenção redobrada em transações internacionais, especialmente quando envolvem diferentes moedas e sistemas de pagamento.





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