Banco do Brics Destina US$ 1,115 Bilhão para Reconstrução do Rio Grande do Sul



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O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, e a presidente do New Development Bank (NDB), Dilma Rousseff, formalizaram nesta terça-feira (4) a destinação de US$ 1,115 bilhão (R$ 5,75 bilhões) para apoiar a reconstrução do Rio Grande do Sul. O estado foi severamente atingido por fortes chuvas e enchentes desde o final de abril deste ano. A formalização ocorreu durante uma viagem oficial de Alckmin à China.

Detalhes do Apoio Financeiro

Do total destinado ao estado gaúcho, a carta-compromisso assinada nesta terça-feira formalizou um investimento de US$ 495 milhões do NDB para a reconstrução, equivalentes a R$ 2,6 bilhões. Estes recursos serão distribuídos da seguinte forma:

  • US$ 200 milhões para infraestrutura: incluindo obras em rodovias, pontes, vias urbanas, estradas e outras instalações.
  • US$ 295 milhões canalizados pelo Banco Regional do Extremo Sul (BRDE): destinados a projetos de mobilidade urbana, recursos hídricos, saneamento básico e infraestrutura social no Rio Grande do Sul.

Além disso, US$ 620 milhões serão concedidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pelo Banco do Brasil, aplicados exclusivamente no estado. Estes fundos serão usados para o financiamento de pequenas e médias empresas, obras de proteção ambiental, infraestrutura agrícola e logística, e projetos de armazenamento de água e tratamento de esgoto.

Declarações dos Líderes

O vice-presidente Geraldo Alckmin agradeceu ao Banco do Brics pelo apoio diante da catástrofe no estado. “Tenho convicção de que a reconstrução do estado será maior que a destruição”, afirmou Alckmin.

A presidente do NDB, Dilma Rousseff, ressaltou que o mandato do banco é focado no desenvolvimento sustentável e que o NDB estará presente para apoiar o estado dentro das suas possibilidades. Dilma destacou que o banco tem mecanismos para monitorar o uso dos recursos enviados, mas não imporá critérios específicos sobre como devem ser utilizados. “Neste momento, é complicado prever inteiramente os critérios para a reconstrução do estado”, disse Dilma.

Banco do Brics

O New Development Bank foi criado em dezembro de 2014 para financiar projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável nos países do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e outras economias emergentes. Até o início de 2023, o NDB havia aprovado cerca de US$ 32 bilhões em projetos, com aproximadamente US$ 4 bilhões investidos no Brasil, principalmente em projetos de rodovias e portos.

Expansão e Gestão do NDB

Desde 2021, o banco teve a adesão de novos países membros: Bangladesh, Egito, Emirados Árabes Unidos e Uruguai. Dilma Rousseff foi eleita presidente do NDB em março de 2023 e seu mandato vai até julho de 2025, quando termina o período de presidência do Brasil na instituição. Ela sucedeu Marcos Troyjo, que ocupou o cargo desde julho de 2020.

Com sede em Xangai, China, o NDB tem sua presidência rotativa entre os países membros do Brics, com mandatos de cinco anos. Este financiamento representa um passo significativo na recuperação e desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Sul, alinhando-se com os objeti.vos do banco e os interesses estratégicos dos países membros.

Fonte: Agência Brasil




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O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, e a presidente do New Development Bank (NDB), Dilma Rousseff, formalizaram nesta terça-feira (4) a destinação de US$ 1,115 bilhão (R$ 5,75 bilhões) para apoiar a reconstrução do Rio Grande do Sul. O estado foi severamente atingido por fortes chuvas e enchentes desde o final de abril deste ano. A formalização ocorreu durante uma viagem oficial de Alckmin à China.

Detalhes do Apoio Financeiro

Do total destinado ao estado gaúcho, a carta-compromisso assinada nesta terça-feira formalizou um investimento de US$ 495 milhões do NDB para a reconstrução, equivalentes a R$ 2,6 bilhões. Estes recursos serão distribuídos da seguinte forma:

  • US$ 200 milhões para infraestrutura: incluindo obras em rodovias, pontes, vias urbanas, estradas e outras instalações.
  • US$ 295 milhões canalizados pelo Banco Regional do Extremo Sul (BRDE): destinados a projetos de mobilidade urbana, recursos hídricos, saneamento básico e infraestrutura social no Rio Grande do Sul.

Além disso, US$ 620 milhões serão concedidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pelo Banco do Brasil, aplicados exclusivamente no estado. Estes fundos serão usados para o financiamento de pequenas e médias empresas, obras de proteção ambiental, infraestrutura agrícola e logística, e projetos de armazenamento de água e tratamento de esgoto.

Declarações dos Líderes

O vice-presidente Geraldo Alckmin agradeceu ao Banco do Brics pelo apoio diante da catástrofe no estado. “Tenho convicção de que a reconstrução do estado será maior que a destruição”, afirmou Alckmin.

A presidente do NDB, Dilma Rousseff, ressaltou que o mandato do banco é focado no desenvolvimento sustentável e que o NDB estará presente para apoiar o estado dentro das suas possibilidades. Dilma destacou que o banco tem mecanismos para monitorar o uso dos recursos enviados, mas não imporá critérios específicos sobre como devem ser utilizados. “Neste momento, é complicado prever inteiramente os critérios para a reconstrução do estado”, disse Dilma.

Banco do Brics

O New Development Bank foi criado em dezembro de 2014 para financiar projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável nos países do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e outras economias emergentes. Até o início de 2023, o NDB havia aprovado cerca de US$ 32 bilhões em projetos, com aproximadamente US$ 4 bilhões investidos no Brasil, principalmente em projetos de rodovias e portos.

Expansão e Gestão do NDB

Desde 2021, o banco teve a adesão de novos países membros: Bangladesh, Egito, Emirados Árabes Unidos e Uruguai. Dilma Rousseff foi eleita presidente do NDB em março de 2023 e seu mandato vai até julho de 2025, quando termina o período de presidência do Brasil na instituição. Ela sucedeu Marcos Troyjo, que ocupou o cargo desde julho de 2020.

Com sede em Xangai, China, o NDB tem sua presidência rotativa entre os países membros do Brics, com mandatos de cinco anos. Este financiamento representa um passo significativo na recuperação e desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Sul, alinhando-se com os objeti.vos do banco e os interesses estratégicos dos países membros.

Fonte: Agência Brasil


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