Aterro sanitário de Ceará-Mirim é adquirido pelo grupo Marquise



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Imagem Foto: Divulgação

O aterro sanitário de Ceará-Mirim, que recebe os resíduos coletados na capital do Rio Grande do Norte e em sua região metropolitana, passa a integrar o portfólio do Grupo Marquise. Com licença vigente emitida pelo Idema, o aterro possui capacidade de operação para pelo menos mais 20 anos, atendendo a todas as cidades da região metropolitana e municípios num raio de 150 km.

Expansão e fortalecimento do grupo Marquise

A aquisição do aterro pelo Grupo Marquise marca uma ampliação significativa da atuação da empresa no Rio Grande do Norte, alinhada com seu plano de expansão no setor de tratamento de resíduos. Thiago Levy, diretor do Grupo Marquise, destaca que a empresa está analisando outras aquisições, incluindo aterros em São Paulo e operações em estados como Amazonas, Bahia e Ceará. “Já temos um aterro privado pronto em Manaus, um focado em resíduos industriais na Bahia, e uma operação de muito sucesso no Ceará, com geração de biometano por meio de resíduos sólidos”, afirma Levy.

Compromisso com soluções sustentáveis

O Grupo Marquise defende a importância de soluções modernas e sustentáveis para o tratamento de resíduos urbanos e industriais, em conformidade com a Política Nacional de Resíduos Sólidos. A empresa tem consolidado sua atuação em serviços e soluções ambientais, e a integração do aterro de Ceará-Mirim reforça seu compromisso com o crescimento sustentável. “Além de fortalecer ainda mais a relação da empresa com Natal, onde já geramos cerca de 500 empregos diretos”, explica o diretor.

Viabilidade técnica e segurança operacional

A viabilidade técnica do aterro de Ceará-Mirim é assegurada por diversas vistorias realizadas pelo Idema, pelo aeroporto de Natal e pela Base Aérea de Natal, que produzem relatórios periódicos de segurança de voo. Segundo o Grupo Marquise, esses órgãos não identificaram nenhum problema relacionado à operação do aterro.

Solidez e inovação no mercado

Com atuação nacional em setores como infraestrutura, ambiental, imobiliário e shopping centers, o Grupo Marquise possui 50 anos de mercado, destacando-se pela busca constante por inovação. Em 2023, a empresa registrou uma receita de R$ 2,1 bilhões e um EBITDA de R$ 550 milhões, posicionando-se entre as 20 maiores construtoras do país e as três maiores no setor de gestão de resíduos sólidos. Além disso, o grupo continua expandindo seus investimentos no segmento de incorporações, levando seu braço imobiliário para São Paulo.

A aquisição do aterro sanitário de Ceará-Mirim é um passo importante na estratégia de crescimento do Grupo Marquise, reforçando sua presença no Nordeste e ampliando sua capacidade de oferecer soluções ambientais de ponta.






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Aterro sanitário de Ceará-Mirim é adquirido pelo grupo Marquise



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O aterro sanitário de Ceará-Mirim, que recebe os resíduos coletados na capital do Rio Grande do Norte e em sua região metropolitana, passa a integrar o portfólio do Grupo Marquise. Com licença vigente emitida pelo Idema, o aterro possui capacidade de operação para pelo menos mais 20 anos, atendendo a todas as cidades da região metropolitana e municípios num raio de 150 km.

Expansão e fortalecimento do grupo Marquise

A aquisição do aterro pelo Grupo Marquise marca uma ampliação significativa da atuação da empresa no Rio Grande do Norte, alinhada com seu plano de expansão no setor de tratamento de resíduos. Thiago Levy, diretor do Grupo Marquise, destaca que a empresa está analisando outras aquisições, incluindo aterros em São Paulo e operações em estados como Amazonas, Bahia e Ceará. “Já temos um aterro privado pronto em Manaus, um focado em resíduos industriais na Bahia, e uma operação de muito sucesso no Ceará, com geração de biometano por meio de resíduos sólidos”, afirma Levy.

Compromisso com soluções sustentáveis

O Grupo Marquise defende a importância de soluções modernas e sustentáveis para o tratamento de resíduos urbanos e industriais, em conformidade com a Política Nacional de Resíduos Sólidos. A empresa tem consolidado sua atuação em serviços e soluções ambientais, e a integração do aterro de Ceará-Mirim reforça seu compromisso com o crescimento sustentável. “Além de fortalecer ainda mais a relação da empresa com Natal, onde já geramos cerca de 500 empregos diretos”, explica o diretor.

Viabilidade técnica e segurança operacional

A viabilidade técnica do aterro de Ceará-Mirim é assegurada por diversas vistorias realizadas pelo Idema, pelo aeroporto de Natal e pela Base Aérea de Natal, que produzem relatórios periódicos de segurança de voo. Segundo o Grupo Marquise, esses órgãos não identificaram nenhum problema relacionado à operação do aterro.

Solidez e inovação no mercado

Com atuação nacional em setores como infraestrutura, ambiental, imobiliário e shopping centers, o Grupo Marquise possui 50 anos de mercado, destacando-se pela busca constante por inovação. Em 2023, a empresa registrou uma receita de R$ 2,1 bilhões e um EBITDA de R$ 550 milhões, posicionando-se entre as 20 maiores construtoras do país e as três maiores no setor de gestão de resíduos sólidos. Além disso, o grupo continua expandindo seus investimentos no segmento de incorporações, levando seu braço imobiliário para São Paulo.

A aquisição do aterro sanitário de Ceará-Mirim é um passo importante na estratégia de crescimento do Grupo Marquise, reforçando sua presença no Nordeste e ampliando sua capacidade de oferecer soluções ambientais de ponta.


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