Imagem Foto: Carlos Azevedo/NOVO Notícias

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Nos últimos dias, o prédio onde as Lojas Americanas funcionaram por décadas, localizado na Cidade Alta, na avenida Rio Branco, tem sido alvo de arrombamentos e furtos, conforme relatos de moradores e comerciantes da região. Na segunda-feira (22), um grupo de cinco pessoas invadiu o imóvel por uma pequena porta, abrindo um portão maior e furtando uma espécie de peça de gerador de energia com o auxílio de uma carroça. Os furtos ocorrem com frequência e em plena luz do dia em um dos principais corredores comerciais de Natal.

O prédio está situado em frente ao Banco do Brasil e à Escola Estadual Winston Churchill, áreas com intenso fluxo de pessoas, mesmo diante da grande movimentação, os furtos são realizados sem receio algum. Pessoas saqueiam o que resta de fios de cobre e outros equipamentos, no fim de semana, até a guarita do Banco do Brasil foi alvo de furtos, resultando no roubo de um bebedouro e outros itens.

Um morador próximo ao prédio expressou sua intenção de recorrer à justiça devido à insegurança e ao abandono do imóvel. “Veja o estado em que se encontra lá dentro. Além disso, há a questão da insegurança”, relatou um frequentador da Cidade Alta, que preferiu não se identificar.

A loja das Americanas foi fechada em setembro do ano passado, e no mês seguinte, a unidade localizada entre o banco Santander e a avenida João Pessoa também encerrou suas atividades. Na época, um aviso informava sobre o fechamento do estabelecimento e direcionava os clientes para a loja das Americanas na rua João Pessoa, no bairro Cidade Alta.”Apesar dos nossos esforços para pressionar o Poder Público a tomar medidas voltadas para o bairro, observamos que hoje a Cidade Alta enfrenta um grande problema de especulação imobiliária. Esses imóveis grandes permanecem abandonados devido aos altos valores de aluguel, o que resulta nessas invasões”, declarou Rodrigo Vasconcelos, presidente da Associação Viva o Centro, que representa lojistas da Cidade Alta. “Não são apenas os patrimônios privados que estão sendo afetados, mas também a segurança na área circundante, os residentes da região, e estamos à mercê desse comportamento criminoso na Cidade Alta”, acrescentou Vasconcelos.

Em outubro do ano passado, foi estabelecido um Comitê Multidisciplinar para discutir o fechamento de lojas, a redução do fluxo de pessoas e o impacto resultante na economia do Centro de Natal. O grupo é composto por lojistas, residentes locais, representantes da iniciativa privada por meio de entidades comerciais e de serviços (CDL, Fecomércio, Viva o Centro, Creci), além de políticos.

O Potengi

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Abandonada antiga loja das Americanas é invadida



Nos últimos dias, o prédio onde as Lojas Americanas funcionaram por décadas, localizado na Cidade Alta, na avenida Rio Branco, tem sido alvo de arrombamentos e furtos, conforme relatos de moradores e comerciantes da região. Na segunda-feira (22), um grupo de cinco pessoas invadiu o imóvel por uma pequena porta, abrindo um portão maior e furtando uma espécie de peça de gerador de energia com o auxílio de uma carroça. Os furtos ocorrem com frequência e em plena luz do dia em um dos principais corredores comerciais de Natal.

O prédio está situado em frente ao Banco do Brasil e à Escola Estadual Winston Churchill, áreas com intenso fluxo de pessoas, mesmo diante da grande movimentação, os furtos são realizados sem receio algum. Pessoas saqueiam o que resta de fios de cobre e outros equipamentos, no fim de semana, até a guarita do Banco do Brasil foi alvo de furtos, resultando no roubo de um bebedouro e outros itens.

Um morador próximo ao prédio expressou sua intenção de recorrer à justiça devido à insegurança e ao abandono do imóvel. “Veja o estado em que se encontra lá dentro. Além disso, há a questão da insegurança”, relatou um frequentador da Cidade Alta, que preferiu não se identificar.

A loja das Americanas foi fechada em setembro do ano passado, e no mês seguinte, a unidade localizada entre o banco Santander e a avenida João Pessoa também encerrou suas atividades. Na época, um aviso informava sobre o fechamento do estabelecimento e direcionava os clientes para a loja das Americanas na rua João Pessoa, no bairro Cidade Alta.”Apesar dos nossos esforços para pressionar o Poder Público a tomar medidas voltadas para o bairro, observamos que hoje a Cidade Alta enfrenta um grande problema de especulação imobiliária. Esses imóveis grandes permanecem abandonados devido aos altos valores de aluguel, o que resulta nessas invasões”, declarou Rodrigo Vasconcelos, presidente da Associação Viva o Centro, que representa lojistas da Cidade Alta. “Não são apenas os patrimônios privados que estão sendo afetados, mas também a segurança na área circundante, os residentes da região, e estamos à mercê desse comportamento criminoso na Cidade Alta”, acrescentou Vasconcelos.

Em outubro do ano passado, foi estabelecido um Comitê Multidisciplinar para discutir o fechamento de lojas, a redução do fluxo de pessoas e o impacto resultante na economia do Centro de Natal. O grupo é composto por lojistas, residentes locais, representantes da iniciativa privada por meio de entidades comerciais e de serviços (CDL, Fecomércio, Viva o Centro, Creci), além de políticos.


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