Gestão municipal é melhor avaliada que os governos estadual e federal na capital potiguar, segundo levantamento do Instituto Media
O prefeito de Natal, Paulinho Freire (União Brasil), tem 57% de aprovação entre os eleitores da capital potiguar, conforme revela pesquisa exclusiva realizada para o jornal O Potengi pelo instituto Media Inteligência em Pesquisa. O levantamento foi feito nos dias 4 e 5 de dezembro de 2025, com 1.000 entrevistados, e possui margem de erro de 3 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.

Segundo os dados, 32,8% dos entrevistados desaprovam a gestão municipal, enquanto 10,2% não souberam ou preferiram não opinar.
Avaliação detalhada
Na avaliação estimulada da administração, 15% dos natalenses classificam o governo de Paulinho como “ótimo” e 17% como “bom”, somando 32% de avaliação positiva direta. Outros 13,2% consideram a gestão “regular”, enquanto 12% avaliaram como “péssima” e 10,8% como “ruim”. Os que não responderam ou não souberam avaliar representam 13,2%.
Aprovação mais alta entre eleitores de renda baixa e ensino fundamental
A aprovação ao prefeito é mais alta entre eleitores com renda de até dois salários mínimos (62%) e entre os que possuem até o ensino fundamental (60%). A gestão municipal também se destaca entre jovens de 16 a 24 anos, com 59% de aprovação. Por outro lado, a desaprovação é mais acentuada entre eleitores com ensino superior (47%).
Por região, a maior aprovação foi registrada na Zona Oeste (59,2%), seguida pela Zona Norte (54%). As menores taxas de aprovação foram nas zonas Sul e Leste, onde o índice ficou em torno de 52%.
Comparativo positivo
A gestão de Paulinho Freire é a melhor avaliada entre os três níveis de governo na capital potiguar. Enquanto ele tem 57% de aprovação, o governo federal tem 43,6% e o governo estadual apenas 24,4%, segundo a mesma pesquisa.
Metodologia
A pesquisa foi realizada com base em amostragem estratificada por sexo, idade, escolaridade, renda e região de moradia, com entrevistas presenciais nas quatro zonas de Natal: Norte, Sul, Leste e Oeste. Os dados seguem os critérios estatísticos do IBGE e TSE.







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