Mais de 400 crianças esperam por oportunidade de ingressar na fila de adoções no RN

Novo lar Embora medidas adotadas no últimos anos tenham facilitado o processo, burocracia ainda é um grande entrave para que muitas crianças tenham um novo lar.


|


Imagem Reprodução





No Rio Grande do Norte, a situação da adoção de crianças e adolescentes ganha destaque, conforme revelado pelos dados do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA), órgão vinculado ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Atualmente, 242 crianças e adolescentes encontram-se acolhidos no estado, sendo que 31 estão prontas para adoção imediata e outras 46 estão em processo de adoção.

O SNA também aponta que há 444 candidatos ativos aptos à adoção registrados no estado potiguar. Esses números refletem a complexidade do processo de adoção, onde o desafio reside não apenas na demanda por famílias adotivas, mas também na compatibilidade entre os perfis das crianças e dos adotantes.

Até o mês de novembro deste ano, 46 adoções foram concluídas com sucesso no Rio Grande do Norte. Esse dado demonstra avanços no sentido de proporcionar um lar seguro e amoroso para crianças que, por diferentes razões, foram afastadas de suas famílias biológicas.

Como adotar

Para aqueles que desejam se tornar pais adotivos, o primeiro passo é realizar o cadastro no SNA. Esse procedimento pode ser feito presencialmente em um fórum da comarca ou de forma online, dependendo das políticas adotadas por cada estado. A burocracia inicial visa criar um registro transparente e confiável dos interessados em adotar.

Posteriormente, os candidatos passam por cursos preparatórios, uma etapa fundamental que visa oferecer informações e preparar emocionalmente os futuros pais para os desafios e responsabilidades da adoção. Esses cursos são ministrados por profissionais especializados, incluindo psicólogos e assistentes sociais, que desempenham papel crucial na avaliação do perfil e aptidão dos adotantes.

A avaliação da equipe técnica não se limita apenas à capacidade financeira dos candidatos, mas busca compreender a motivação, a estabilidade emocional e a estrutura familiar. Esse cuidado visa garantir o bem-estar integral das crianças adotadas, proporcionando-lhes um ambiente saudável e acolhedor.

Embora o processo de adoção envolva desafios e etapas rigorosas, é fundamental destacar o impacto positivo que pode ter na vida de crianças e adolescentes, oferecendo-lhes a chance de crescimento em um ambiente seguro e afetivo. A conscientização sobre o tema, aliada a políticas públicas eficientes, é essencial para fortalecer o sistema de adoção no Rio Grande do Norte e em todo o país.

Compartilhe:


0 0 votes
Article Rating
Subscribe
Notify of
guest
0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments



Mais de 400 crianças esperam por oportunidade de ingressar na fila de adoções no RN


Imagem Reprodução

Novo lar Embora medidas adotadas no últimos anos tenham facilitado o processo, burocracia ainda é um grande entrave para que muitas crianças tenham um novo lar.


No Rio Grande do Norte, a situação da adoção de crianças e adolescentes ganha destaque, conforme revelado pelos dados do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA), órgão vinculado ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Atualmente, 242 crianças e adolescentes encontram-se acolhidos no estado, sendo que 31 estão prontas para adoção imediata e outras 46 estão em processo de adoção.

O SNA também aponta que há 444 candidatos ativos aptos à adoção registrados no estado potiguar. Esses números refletem a complexidade do processo de adoção, onde o desafio reside não apenas na demanda por famílias adotivas, mas também na compatibilidade entre os perfis das crianças e dos adotantes.

Até o mês de novembro deste ano, 46 adoções foram concluídas com sucesso no Rio Grande do Norte. Esse dado demonstra avanços no sentido de proporcionar um lar seguro e amoroso para crianças que, por diferentes razões, foram afastadas de suas famílias biológicas.

Como adotar

Para aqueles que desejam se tornar pais adotivos, o primeiro passo é realizar o cadastro no SNA. Esse procedimento pode ser feito presencialmente em um fórum da comarca ou de forma online, dependendo das políticas adotadas por cada estado. A burocracia inicial visa criar um registro transparente e confiável dos interessados em adotar.

Posteriormente, os candidatos passam por cursos preparatórios, uma etapa fundamental que visa oferecer informações e preparar emocionalmente os futuros pais para os desafios e responsabilidades da adoção. Esses cursos são ministrados por profissionais especializados, incluindo psicólogos e assistentes sociais, que desempenham papel crucial na avaliação do perfil e aptidão dos adotantes.

A avaliação da equipe técnica não se limita apenas à capacidade financeira dos candidatos, mas busca compreender a motivação, a estabilidade emocional e a estrutura familiar. Esse cuidado visa garantir o bem-estar integral das crianças adotadas, proporcionando-lhes um ambiente saudável e acolhedor.

Embora o processo de adoção envolva desafios e etapas rigorosas, é fundamental destacar o impacto positivo que pode ter na vida de crianças e adolescentes, oferecendo-lhes a chance de crescimento em um ambiente seguro e afetivo. A conscientização sobre o tema, aliada a políticas públicas eficientes, é essencial para fortalecer o sistema de adoção no Rio Grande do Norte e em todo o país.

Compartilhe:


0 0 votes
Article Rating
Subscribe
Notify of
guest
0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments