MÃE: LEMBRANÇA ETERNA



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Foi no dia 29 de maio de 1998, que FRANCISCA DE OLIVEIRA MEDEIROS, D. NINA, minha mãe, partiu para a eternidade. Aquela viagem inesperada não coube na imaginação. Foi um impacto copioso, não tenho muito a explicar.

Portanto, no próximo dia 29 deste, completarão 21 anos de ausência e rememoração.

Há quem questione que separação é apenas um estado físico. Sendo assim, meu pensamento singular, e de meus irmãos e irmãs, se voltam para ela na constância dos dias que se sucedem, juntos em oração e votos de consagração. 

Homenageamo-la e, por seu intermédio, almejo saudar todas as mães da terra. Nada mais justo e oportuno. Nunca seria demais proclamar que minha homenagem, em especial, vai muito além de uma mera foto.
Meu tributo é bem mais significativo e consiste sobretudo de revelação e sentimentos puros que se alimentam de Carinho, Gratidão e Amor por quem me deu a vida, e, biologicamente, fez pulsar o meu coração.

Na verdade, não queria somente parabenizá-la, lembrá-la, como o faço na ocasião. Gostaria de sentir seu calor, apertar-lhe as mãos, dar-lhe um abraço, um beijo, tudo presencial. Adoraria que se renovasse a festa de aconchego, desvelo, doçura e compreensão. Não é possível, então!

Assim, já que estamos no segundo domingo do mês Mariano, mês de Santa Rita também, mês das flores, destaque-se, à proteção de MARIA, peço, minha mãe, onde estiveres, recomende-me à Mãe de Jesus, mãe de todas as mães terrenas, aquela cuja solicitude é descrita, por nós cristãos católicos, e, principalmente pelos poetas, que têm o carisma de dizer as coisas coma graça e a beleza que só Deus lhes pode conceder.
A propósito, um poeta, descrevendo a intercessão de Maria Santíssima, que sobe em especial até Deus, asseverou: “Estrela da manhã (…) a luz do teu olhar abre clareiras/ e o caminho do céu só tem barreiras/ sem as asas da tua intercessão.


Obrigado! Feliz dia das Mães.
Dinamérico A. de Medeiros

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MÃE: LEMBRANÇA ETERNA




Foi no dia 29 de maio de 1998, que FRANCISCA DE OLIVEIRA MEDEIROS, D. NINA, minha mãe, partiu para a eternidade. Aquela viagem inesperada não coube na imaginação. Foi um impacto copioso, não tenho muito a explicar.

Portanto, no próximo dia 29 deste, completarão 21 anos de ausência e rememoração.

Há quem questione que separação é apenas um estado físico. Sendo assim, meu pensamento singular, e de meus irmãos e irmãs, se voltam para ela na constância dos dias que se sucedem, juntos em oração e votos de consagração. 

Homenageamo-la e, por seu intermédio, almejo saudar todas as mães da terra. Nada mais justo e oportuno. Nunca seria demais proclamar que minha homenagem, em especial, vai muito além de uma mera foto.
Meu tributo é bem mais significativo e consiste sobretudo de revelação e sentimentos puros que se alimentam de Carinho, Gratidão e Amor por quem me deu a vida, e, biologicamente, fez pulsar o meu coração.

Na verdade, não queria somente parabenizá-la, lembrá-la, como o faço na ocasião. Gostaria de sentir seu calor, apertar-lhe as mãos, dar-lhe um abraço, um beijo, tudo presencial. Adoraria que se renovasse a festa de aconchego, desvelo, doçura e compreensão. Não é possível, então!

Assim, já que estamos no segundo domingo do mês Mariano, mês de Santa Rita também, mês das flores, destaque-se, à proteção de MARIA, peço, minha mãe, onde estiveres, recomende-me à Mãe de Jesus, mãe de todas as mães terrenas, aquela cuja solicitude é descrita, por nós cristãos católicos, e, principalmente pelos poetas, que têm o carisma de dizer as coisas coma graça e a beleza que só Deus lhes pode conceder.
A propósito, um poeta, descrevendo a intercessão de Maria Santíssima, que sobe em especial até Deus, asseverou: “Estrela da manhã (…) a luz do teu olhar abre clareiras/ e o caminho do céu só tem barreiras/ sem as asas da tua intercessão.


Obrigado! Feliz dia das Mães.
Dinamérico A. de Medeiros

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