Governo Bolsonaro orienta depoimentos de assessores na CPI das Fake News

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Na tentativa de reduzir mais desgastes, o governo Jair Bolsonaro avalia recorrer ao Judiciário para que seis assessores tenham o direito de ficar em silência na CPI mistra das fake news. O ocupante do Planalto procurou alguns auxiliares para dar orientações. 

A lista dos que foram chamados inclui pessoas que trabalharam na comunicação da campanha de 2018 e atualmente ocupam cargos no Palácio do Planalto, como integrantes do chamado “gabinete do ódio”.
A expressão é usada internamente no governo para se referir ao núcleo formado pelos assessores especiais da Presidência Tércio Arnaud Tomaz e José Matheus Sales Gomes, além de Mateus Diniz, lotado na Secretaria de Imprensa. Os três são ligados ao vereador Carlos Bolsonaro (PSC), filho do presidente. 
As atenções para as fake news aumentaram após nas eleições do ano passado, quando houve uma campanha ilegal contra o então presidenciável Fernando Haddad (PT) financiada por empresas para divulgar notícias falsas no WhatsApp. O objetivo era prejudicar Haddad e favorecer Bolsonaro, conforme denunciou uma reportagem do jornal Folha de S. Paulo. A matéria apontou, ainda, que cada contrato chega a R$ 12 milhões.


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Governo Bolsonaro orienta depoimentos de assessores na CPI das Fake News



Na tentativa de reduzir mais desgastes, o governo Jair Bolsonaro avalia recorrer ao Judiciário para que seis assessores tenham o direito de ficar em silência na CPI mistra das fake news. O ocupante do Planalto procurou alguns auxiliares para dar orientações.  A lista dos que foram chamados inclui pessoas que trabalharam na comunicação da campanha…


Na tentativa de reduzir mais desgastes, o governo Jair Bolsonaro avalia recorrer ao Judiciário para que seis assessores tenham o direito de ficar em silência na CPI mistra das fake news. O ocupante do Planalto procurou alguns auxiliares para dar orientações. 

A lista dos que foram chamados inclui pessoas que trabalharam na comunicação da campanha de 2018 e atualmente ocupam cargos no Palácio do Planalto, como integrantes do chamado “gabinete do ódio”.
A expressão é usada internamente no governo para se referir ao núcleo formado pelos assessores especiais da Presidência Tércio Arnaud Tomaz e José Matheus Sales Gomes, além de Mateus Diniz, lotado na Secretaria de Imprensa. Os três são ligados ao vereador Carlos Bolsonaro (PSC), filho do presidente. 
As atenções para as fake news aumentaram após nas eleições do ano passado, quando houve uma campanha ilegal contra o então presidenciável Fernando Haddad (PT) financiada por empresas para divulgar notícias falsas no WhatsApp. O objetivo era prejudicar Haddad e favorecer Bolsonaro, conforme denunciou uma reportagem do jornal Folha de S. Paulo. A matéria apontou, ainda, que cada contrato chega a R$ 12 milhões.


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