FATOS POLÍTICOS DE 60,70,80 E90 CAMPUS: UM LEGADO NA SUA VEROSSIMILITUDE



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Cópia do
Jornal o Poti (out/1995)

Volto a falar do Campus de Santa Cruz-RN, na sua derradeira edição, especificamente, o que não significa dizer proibição de retornar ao assunto, se necessário for, justificadamente. 

Não seria justo concluir tal relatório, minucioso ou não, sem externar um agradecimento à generosidade de Deus, acima de tudo, pela inspiração motivadora concedida na sua infinita misericórdia. Em seguida, às pessoas que colaboraram, familiares e amigos (de perto ou distantes), que gentilmente acessam o meu face e/ou blog que publica os meus textos, na simplicidade da linguagem tratada, objetivamente. Outros advirão, subsequentemente, com a Graça de Deus. 

A extinção dos cursos superiores dos Campi de Santa Cruz, Macau e Nova Cruz, pela Resolução nº 212/94 CONSEPE/UFRN, gestão do ex-Reitor Ivonildo Rêgo, não fora novidade, pelas cogitações que se sucediam no âmago universitário. Lembrei-me, agora, do sábio escritor SANDERSON NEGREIROS. Quando lhe perguntavam se existia alguma novidade, ele respondia: “A última grande novidade ocorrida no mundo foi o EVANGELHO.” Tal assertiva sobre Sanderson fora descrita por Carlos E. Emereciano, da qual sou concordante. A propósito, o Eclesiastes diz: “Não há nada de novo debaixo do sol.” 

Antes, diziam que os Campi não fechariam. Neles (os Campi), passariam a funcionar cursos para formação de professores de 1ª Grau. Apenas um curso em cada unidade, ainda assim, em caráter temporário. Entretanto, os cursos de Letras, Pedagogia e Ciências Contábeis dos Campi já referidos, de fato foram extintos, nos termos daquela resolução. Com certeza, na época, a sociedade, em particular os estudantes, não pleiteava nenhum favor inconsequente, apenas justiça à maioria dos jovens da região, que não possuía condição financeira para estudar em Natal; além do que, a prefalada resolução, no caso, seria, também, um cerceamento arbitrário ao direito constitucional à educação.
Dinamérico Augusto resgatou, nos últimos textos
publicados, a história da UFRN em Santa Cruz.
Foram várias alegações para justificarem a extinção dos cursos. Uma delas era que os Campi não aprovavam um número suficiente de alunos no vestibular. No entanto, nenhum estudo sério fora feito pela UFRN, visando à constatação verdadeira do problema. 

Era sabido de todos, principalmente, a constatação da carência financeira de parte considerável da população do Trairi, cuja realidade, palpável por si só, inviabilizaria o deslocamento de boa parte dos jovens para estudar na Capital Potiguar, naquele período. 

Na verdade, havia a premente necessidade de se melhorar o nível dos professores de 1º Grau da região. Entrementes, só funcionaria um curso em cada cidade, com a inclusão somente de professores, acrescentando-se, ainda, a atitude restritiva de fechamento dos cursos permanentes, substituindo-os por um, conforme a Resolução nº 212/94, já citada, e, como não bastasse, em caráter de temporalidade. Precisamente em 1995, Santa Cruz, Macau e Nova Cruz já somavam mais de 130 anos de existência, situando-se entre os 13 municípios mais antigos do RN. Até àquela época, a maioria da população jurisdicionada não havia sinalizado na perspectiva de livramento da marca constrangedora da pobreza e do analfabetismo; e, ainda, compartilhar com a intempestiva decisão de fechamento dos nossos cursos superiores seria, no mínimo, nos deixar cada vez mais distantes da possibilidade de uma solução justa. 

Em meados de 1995, entre os meses de maio e junho, aconteceu uma reunião, provavelmente em Nova Cruz, para tratar, mais uma vez, da problemática dos Campi que agonizavam (Santa Cruz, Macau e Nova Cruz), momento em que foram apresentadas algumas sugestões, entre as quais: realização de vestibulares classificatórios consoante a área específica dos cursos de Pedagogia, Letras e Ciências Contábeis; dispensa de taxa de inscrição ou aumentar o percentual de dispensa dos vestibulares, em função da carência financeira de expressiva parte da população etc., etc. Nenhuma dessas perseverou. Objetivamente falando, prevaleceu o descrito na Resolução nº 212/94 CONSEPE/UFRN, no seu teor. Em suma, quase que na integralidade. 

Na conclusão de tudo que foi visto em debate ao longo do tempo, surgiu a solução medianeira, todavia sofrível, uma vez que o objetivo essencial não se consumou, nos termos propostos naquele evento.

Reportagem do
Jornal o Poti
 



Sobrevive, ainda, como prêmio de consolação, o Campus/CRUTAC, vinculado administrativamente ao CRN-1-Local, com os cursos de Letras, Ciências Biológicas e Matemática; mesmo assim, temporariamente. 

Então, nos moldes formulados e acima referenciados, na condição de 1º diretor do prefalado campus, ascendeu o Prof. José da Luz Costa, pertencente, já na época, ao quadro de professores da UFRN, em Natal, que permanecera no cargo até ser licenciado para Mestrado, nesse caso, candidatando-se, potencialmente, ao Doutorado, há tempo concluído, meritoriamente. 

Assim, no frigir dos fatos, e não dos ovos, fecharam os Campi local, Macau e Nova Cruz, porque não alcançaram o percentual de alunos aprovados nos vestibulares, na época, segundo alegações proclamadas; enquanto que os Campi de Currais Novos e Caicó, que apresentavam redução em torno de 50%, não sofreram restrição. Em Caicó, 7 cursos superiores foram mantidos em funcionamento, enquanto que não foi dado o direito de apenas 2 ou 3, nos outros Campi, inclua-se Santa Cruz. 

Em 1995, falou-se, também, no fechamento do CRUTAC, em Santa Cruz e Santo Antônio, CRN-1 e CRN-2, respectivamente. Aí, sim, o bicho pegou, como se diz na gíria! A primeira reação adversa nascera no seio da própria UFRN e comunidades beneficiárias, incontinenti. A Drª Ivelise Castro de Andrade, que era professora de Medicina Geral Comunitária do programa, em Santa Cruz, inclusive, conversou com D. Carmem Andrade e lhe perguntou: “A senhora percebeu alguma mudança na cidade depois da chegada do CRUTAC?” Resposta: “Os sinos pararam o repique dos anginhos! Antes, eles dobravam o dia todo, todos os dias. Anunciavam mortes de mães por partos desassistidos e de jovens por causas geralmente evitáveis, se houvesse assistência médica.” Em seguida, além de outras argumentações, a Drª afirmou que “destruir o CRUTAC em Santo Antônio e Santa Cruz era um absurdo acadêmico e social,” o qual era modelo de interiorização do ensino que foi seguido e continuava sendo por universidades de todo o país. 

As reações contrárias foram tão veementes, de um modo geral, que o Reitor Ivonildo Rêgo, logo negou de imediato. Vejam, anexas, reportagens do ex-reitor dando outra versão do fato, bem como do protesto de Drª Ivelise, contra aquela prenunciada notícia de extinção, no Jornal “O Poti”, de 8 de outubro de 1995, no mesmo jornal e data, coincidentemente. 

Voltando e concluindo o assunto do Campus, objetivamente. Respeitadas, naturalmente, eventuais opiniões divergentes, imagino eu que tudo que existe em Santa Cruz, no Trairi, exceto, obviamente, o CRUTAC, que é um programa mais de extensão universitária, de iniciativa do Prof. Onofre Lopes, então Reitor Magnífico, na década de 60. Segundo o Prof. Diógenes da Cunha Lima, o Dr. Onofre Lopes fora Magnífico, realmente, na acepção do termo. 

O restante nasceu da promissora gestão do Prof. Diógenes da Cunha Lima, atual Presidente da ANL-RN, da iluminada ideia do saudoso Marcílio Furtado, dos seus apoiadores, dentro e fora da UFRN, políticos, professores, estudantes, familiares e amigos de Santa Cruz, do Trairi e do RN. Nada existe em Santa Cruz, em termos de curso superior, que não tenha a sua originalidade no Campus Avançado Local, independentemente da área e sua especificidade. É um legado que se perpetuará, tornando-se intemporal, na sua verossimilitude e reconhecida história de luta e nascimento.

Casais:
Dinamérico e Tetê / Zé da Luz e Salete. 

Os meus cumprimentos de respeito e admiração a todas as pessoas que compartilharam: ex-Reitores da UFRN, professores, funcionários, estudantes e, sobretudo, àquela que, no curso dos anos mais recentes, elevou cada vez mais a Universidade, em todos os aspectos. Trata-se da Profª Ângela Paiva Cruz, que justificou plenamente o título de Magnificência. Jamais ousaria subestimar o trabalho dos seus predecessores, inclusive o Prof. Genário da Fonsêca, salvo engano, o único que não é norte-rio-grandense, por ser da terra de Castro Alves e Rui Barbosa, honrosamente. 

Enfim, a todos que contribuíram para que nossa UFRN chegasse à 22ª posição entre as melhores do Brasil, em um total de 197 de todo o país (Ranking Universitário – RUF), recentemente. 

Humildemente, não abdico da ideia sobre o Campus Local. Não olho apenas para um lado. É preciso uma visão mais angular da realidade que nos cerca. O Campus é um legado do passado, inspiração daquele presente que nos criou amplas perspectivas de futuro. 

Há tempo para tudo. “Há tempo de consciência de saber que sempre nos elogiarão mais do que merecemos, ou nos diminuirão muito abaixo do que virtualiza nossa pobre condição humana.” 

Que Deus nos proteja sempre! Obrigado! Até a próxima, se Deus quiser!



Dinamérico Augusto de Medeiros
2 de dezembro de 2020.


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FATOS POLÍTICOS DE 60,70,80 E90 CAMPUS: UM LEGADO NA SUA VEROSSIMILITUDE



Cópia do
Jornal o Poti (out/1995)

Volto a falar do Campus de Santa Cruz-RN, na sua derradeira edição, especificamente, o que não significa dizer proibição de retornar ao assunto, se necessário for, justificadamente. 

Não seria justo concluir tal relatório, minucioso ou não, sem externar um agradecimento à generosidade de Deus, acima de tudo, pela inspiração motivadora concedida na sua infinita misericórdia. Em seguida, às pessoas que colaboraram, familiares e amigos (de perto ou distantes), que gentilmente acessam o meu face e/ou blog que publica os meus textos, na simplicidade da linguagem tratada, objetivamente. Outros advirão, subsequentemente, com a Graça de Deus. 

A extinção dos cursos superiores dos Campi de Santa Cruz, Macau e Nova Cruz, pela Resolução nº 212/94 CONSEPE/UFRN, gestão do ex-Reitor Ivonildo Rêgo, não fora novidade, pelas cogitações que se sucediam no âmago universitário. Lembrei-me, agora, do sábio escritor SANDERSON NEGREIROS. Quando lhe perguntavam se existia alguma novidade, ele respondia: “A última grande novidade ocorrida no mundo foi o EVANGELHO.” Tal assertiva sobre Sanderson fora descrita por Carlos E. Emereciano, da qual sou concordante. A propósito, o Eclesiastes diz: “Não há nada de novo debaixo do sol.” 

Antes, diziam que os Campi não fechariam. Neles (os Campi), passariam a funcionar cursos para formação de professores de 1ª Grau. Apenas um curso em cada unidade, ainda assim, em caráter temporário. Entretanto, os cursos de Letras, Pedagogia e Ciências Contábeis dos Campi já referidos, de fato foram extintos, nos termos daquela resolução. Com certeza, na época, a sociedade, em particular os estudantes, não pleiteava nenhum favor inconsequente, apenas justiça à maioria dos jovens da região, que não possuía condição financeira para estudar em Natal; além do que, a prefalada resolução, no caso, seria, também, um cerceamento arbitrário ao direito constitucional à educação.
Dinamérico Augusto resgatou, nos últimos textos
publicados, a história da UFRN em Santa Cruz.
Foram várias alegações para justificarem a extinção dos cursos. Uma delas era que os Campi não aprovavam um número suficiente de alunos no vestibular. No entanto, nenhum estudo sério fora feito pela UFRN, visando à constatação verdadeira do problema. 

Era sabido de todos, principalmente, a constatação da carência financeira de parte considerável da população do Trairi, cuja realidade, palpável por si só, inviabilizaria o deslocamento de boa parte dos jovens para estudar na Capital Potiguar, naquele período. 

Na verdade, havia a premente necessidade de se melhorar o nível dos professores de 1º Grau da região. Entrementes, só funcionaria um curso em cada cidade, com a inclusão somente de professores, acrescentando-se, ainda, a atitude restritiva de fechamento dos cursos permanentes, substituindo-os por um, conforme a Resolução nº 212/94, já citada, e, como não bastasse, em caráter de temporalidade. Precisamente em 1995, Santa Cruz, Macau e Nova Cruz já somavam mais de 130 anos de existência, situando-se entre os 13 municípios mais antigos do RN. Até àquela época, a maioria da população jurisdicionada não havia sinalizado na perspectiva de livramento da marca constrangedora da pobreza e do analfabetismo; e, ainda, compartilhar com a intempestiva decisão de fechamento dos nossos cursos superiores seria, no mínimo, nos deixar cada vez mais distantes da possibilidade de uma solução justa. 

Em meados de 1995, entre os meses de maio e junho, aconteceu uma reunião, provavelmente em Nova Cruz, para tratar, mais uma vez, da problemática dos Campi que agonizavam (Santa Cruz, Macau e Nova Cruz), momento em que foram apresentadas algumas sugestões, entre as quais: realização de vestibulares classificatórios consoante a área específica dos cursos de Pedagogia, Letras e Ciências Contábeis; dispensa de taxa de inscrição ou aumentar o percentual de dispensa dos vestibulares, em função da carência financeira de expressiva parte da população etc., etc. Nenhuma dessas perseverou. Objetivamente falando, prevaleceu o descrito na Resolução nº 212/94 CONSEPE/UFRN, no seu teor. Em suma, quase que na integralidade. 

Na conclusão de tudo que foi visto em debate ao longo do tempo, surgiu a solução medianeira, todavia sofrível, uma vez que o objetivo essencial não se consumou, nos termos propostos naquele evento.

Reportagem do
Jornal o Poti
 



Sobrevive, ainda, como prêmio de consolação, o Campus/CRUTAC, vinculado administrativamente ao CRN-1-Local, com os cursos de Letras, Ciências Biológicas e Matemática; mesmo assim, temporariamente. 

Então, nos moldes formulados e acima referenciados, na condição de 1º diretor do prefalado campus, ascendeu o Prof. José da Luz Costa, pertencente, já na época, ao quadro de professores da UFRN, em Natal, que permanecera no cargo até ser licenciado para Mestrado, nesse caso, candidatando-se, potencialmente, ao Doutorado, há tempo concluído, meritoriamente. 

Assim, no frigir dos fatos, e não dos ovos, fecharam os Campi local, Macau e Nova Cruz, porque não alcançaram o percentual de alunos aprovados nos vestibulares, na época, segundo alegações proclamadas; enquanto que os Campi de Currais Novos e Caicó, que apresentavam redução em torno de 50%, não sofreram restrição. Em Caicó, 7 cursos superiores foram mantidos em funcionamento, enquanto que não foi dado o direito de apenas 2 ou 3, nos outros Campi, inclua-se Santa Cruz. 

Em 1995, falou-se, também, no fechamento do CRUTAC, em Santa Cruz e Santo Antônio, CRN-1 e CRN-2, respectivamente. Aí, sim, o bicho pegou, como se diz na gíria! A primeira reação adversa nascera no seio da própria UFRN e comunidades beneficiárias, incontinenti. A Drª Ivelise Castro de Andrade, que era professora de Medicina Geral Comunitária do programa, em Santa Cruz, inclusive, conversou com D. Carmem Andrade e lhe perguntou: “A senhora percebeu alguma mudança na cidade depois da chegada do CRUTAC?” Resposta: “Os sinos pararam o repique dos anginhos! Antes, eles dobravam o dia todo, todos os dias. Anunciavam mortes de mães por partos desassistidos e de jovens por causas geralmente evitáveis, se houvesse assistência médica.” Em seguida, além de outras argumentações, a Drª afirmou que “destruir o CRUTAC em Santo Antônio e Santa Cruz era um absurdo acadêmico e social,” o qual era modelo de interiorização do ensino que foi seguido e continuava sendo por universidades de todo o país. 

As reações contrárias foram tão veementes, de um modo geral, que o Reitor Ivonildo Rêgo, logo negou de imediato. Vejam, anexas, reportagens do ex-reitor dando outra versão do fato, bem como do protesto de Drª Ivelise, contra aquela prenunciada notícia de extinção, no Jornal “O Poti”, de 8 de outubro de 1995, no mesmo jornal e data, coincidentemente. 

Voltando e concluindo o assunto do Campus, objetivamente. Respeitadas, naturalmente, eventuais opiniões divergentes, imagino eu que tudo que existe em Santa Cruz, no Trairi, exceto, obviamente, o CRUTAC, que é um programa mais de extensão universitária, de iniciativa do Prof. Onofre Lopes, então Reitor Magnífico, na década de 60. Segundo o Prof. Diógenes da Cunha Lima, o Dr. Onofre Lopes fora Magnífico, realmente, na acepção do termo. 

O restante nasceu da promissora gestão do Prof. Diógenes da Cunha Lima, atual Presidente da ANL-RN, da iluminada ideia do saudoso Marcílio Furtado, dos seus apoiadores, dentro e fora da UFRN, políticos, professores, estudantes, familiares e amigos de Santa Cruz, do Trairi e do RN. Nada existe em Santa Cruz, em termos de curso superior, que não tenha a sua originalidade no Campus Avançado Local, independentemente da área e sua especificidade. É um legado que se perpetuará, tornando-se intemporal, na sua verossimilitude e reconhecida história de luta e nascimento.

Casais:
Dinamérico e Tetê / Zé da Luz e Salete. 

Os meus cumprimentos de respeito e admiração a todas as pessoas que compartilharam: ex-Reitores da UFRN, professores, funcionários, estudantes e, sobretudo, àquela que, no curso dos anos mais recentes, elevou cada vez mais a Universidade, em todos os aspectos. Trata-se da Profª Ângela Paiva Cruz, que justificou plenamente o título de Magnificência. Jamais ousaria subestimar o trabalho dos seus predecessores, inclusive o Prof. Genário da Fonsêca, salvo engano, o único que não é norte-rio-grandense, por ser da terra de Castro Alves e Rui Barbosa, honrosamente. 

Enfim, a todos que contribuíram para que nossa UFRN chegasse à 22ª posição entre as melhores do Brasil, em um total de 197 de todo o país (Ranking Universitário – RUF), recentemente. 

Humildemente, não abdico da ideia sobre o Campus Local. Não olho apenas para um lado. É preciso uma visão mais angular da realidade que nos cerca. O Campus é um legado do passado, inspiração daquele presente que nos criou amplas perspectivas de futuro. 

Há tempo para tudo. “Há tempo de consciência de saber que sempre nos elogiarão mais do que merecemos, ou nos diminuirão muito abaixo do que virtualiza nossa pobre condição humana.” 

Que Deus nos proteja sempre! Obrigado! Até a próxima, se Deus quiser!



Dinamérico Augusto de Medeiros
2 de dezembro de 2020.


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