Greve nacional de servidores impacta atendimentos em hospitais universitários no RN

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A greve de servidores de hospitais universitários, que se iniciou na última segunda-feira (30) e se soma à dos técnico-administrativos que já paralisaram atividades em mais de 50 universidades e institutos federais, já afeta atendimentos no Rio Grande do Norte, com funcionamento parcial de consultas, exames e cirurgias eletivas. O movimento tem caráter nacional e envolve trabalhadores vinculados à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), responsável pela administração dessas unidades.

No estado, a paralisação atinge o Hospital Universitário Onofre Lopes, a Maternidade Escola Januário Cicco e o Hospital Universitário Ana Bezerra. Apesar da greve por tempo indeterminado, a categoria mantém equipes mínimas em UTIs e serviços essenciais.

A mobilização foi deflagrada após impasse nas negociações salariais. Entre as reivindicações estão reajuste, reposição de perdas acumuladas em cerca de 25%, ampliação de benefícios como vale-alimentação e melhorias em cláusulas sociais. Segundo os trabalhadores, após dois anos de negociação, a empresa apresentou proposta baseada apenas na inflação medida pelo INPC, considerada insuficiente.

Pacientes relatam impactos diretos. Consultas e exames foram remarcados, em alguns casos com adiamento de meses. Usuários do Sistema Único de Saúde enfrentam dificuldades para manter tratamentos contínuos, especialmente aqueles que dependem exclusivamente da rede pública.

Outro ponto de insatisfação diz respeito a reajustes concedidos à diretoria da Ebserh, com aumento salarial e ampliação de benefícios, enquanto servidores reivindicam recomposição de perdas. A categoria também denuncia sobrecarga de trabalho e cobra contratação de mais profissionais.

De acordo com o Sindicato Estadual dos Trabalhadores de Empresas Públicas de Serviços Hospitalares do RN, a greve foi mantida após rejeição da proposta apresentada em mediação no Tribunal Superior do Trabalho (TST). Os trabalhadores afirmam que continuarão mobilizados até que haja avanços nas negociações.




Greve nacional de servidores impacta atendimentos em hospitais universitários no RN







A greve de servidores de hospitais universitários, que se iniciou na última segunda-feira (30) e se soma à dos técnico-administrativos que já paralisaram atividades em mais de 50 universidades e institutos federais, já afeta atendimentos no Rio Grande do Norte, com funcionamento parcial de consultas, exames e cirurgias eletivas. O movimento tem caráter nacional e envolve trabalhadores vinculados à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), responsável pela administração dessas unidades.

No estado, a paralisação atinge o Hospital Universitário Onofre Lopes, a Maternidade Escola Januário Cicco e o Hospital Universitário Ana Bezerra. Apesar da greve por tempo indeterminado, a categoria mantém equipes mínimas em UTIs e serviços essenciais.

A mobilização foi deflagrada após impasse nas negociações salariais. Entre as reivindicações estão reajuste, reposição de perdas acumuladas em cerca de 25%, ampliação de benefícios como vale-alimentação e melhorias em cláusulas sociais. Segundo os trabalhadores, após dois anos de negociação, a empresa apresentou proposta baseada apenas na inflação medida pelo INPC, considerada insuficiente.

Pacientes relatam impactos diretos. Consultas e exames foram remarcados, em alguns casos com adiamento de meses. Usuários do Sistema Único de Saúde enfrentam dificuldades para manter tratamentos contínuos, especialmente aqueles que dependem exclusivamente da rede pública.

Outro ponto de insatisfação diz respeito a reajustes concedidos à diretoria da Ebserh, com aumento salarial e ampliação de benefícios, enquanto servidores reivindicam recomposição de perdas. A categoria também denuncia sobrecarga de trabalho e cobra contratação de mais profissionais.

De acordo com o Sindicato Estadual dos Trabalhadores de Empresas Públicas de Serviços Hospitalares do RN, a greve foi mantida após rejeição da proposta apresentada em mediação no Tribunal Superior do Trabalho (TST). Os trabalhadores afirmam que continuarão mobilizados até que haja avanços nas negociações.




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