A ciguatera é uma intoxicação causada pela ingestão de peixes contaminados por toxinas produzidas por microalgas presentes em recifes de corais tropicais e subtropicais. Essas toxinas se acumulam ao longo da cadeia alimentar: peixes menores ingerem as algas e acabam transmitindo a toxina para peixes maiores e carnívoros, que, ao serem consumidos por humanos, podem provocar a intoxicação. Não existe tratamento específico ou antídoto para a doença.
De acordo com a Sesap, considera-se surto quando mais de duas pessoas apresentam sintomas após um mesmo episódio de consumo de pescado. Neste mês de janeiro, um caso semelhante também está sob investigação no município de Touros.
O primeiro surto de ciguatera no Rio Grande do Norte foi registrado em 2022. Desde então, já foram notificados 77 casos de intoxicação, incluindo surtos confirmados e episódios ainda em apuração. Para a secretaria, os números evidenciam a circulação da ciguatera no litoral potiguar.
Diante das novas investigações, a Sesap recomendou à população evitar o consumo do peixe conhecido como arabaiana. Segundo a coordenadora de Vigilância em Saúde do RN, Diana Rêgo, a orientação se deve ao fato de a espécie acumular a toxina ao longo do tempo. Ela ressaltou ainda que a secretaria mantém monitoramento constante e ações de vigilância relacionadas às ciguatoxinas no estado.
Entre fevereiro e maio do ano passado, três surtos foram registrados, envolvendo 18 pessoas, associados ao consumo de arabaiana, bicuda e dourado. O primeiro episódio, em 2022, atingiu dez integrantes de uma mesma família após o consumo de bicuda. Desde então, também foram registrados casos envolvendo espécies como cioba e guarajuba, com confirmações laboratoriais da presença de ciguatoxina em algumas amostras.
Os sintomas da ciguatera podem surgir entre 30 minutos e 24 horas após a ingestão do peixe contaminado e incluem náuseas, vômitos, diarreia, dores abdominais, coceira intensa, fraqueza muscular, alterações neurológicas e gosto metálico na boca. Em alguns casos, os sintomas podem persistir por semanas ou meses.
A Sesap orienta que pessoas com sintomas procurem imediatamente atendimento médico, informem o consumo recente de pescado e, se possível, preservem sobras do alimento para análise.
A Secretaria de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap) informou nesta sexta-feira (23) que está investigando cinco surtos de ciguatera registrados no estado. Ao todo, 36 pessoas apresentaram sintomas compatíveis com a intoxicação alimentar. Segundo a pasta, os casos seguem em investigação epidemiológica, e detalhes sobre datas e locais das ocorrências não foram divulgados.
A ciguatera é uma intoxicação causada pela ingestão de peixes contaminados por toxinas produzidas por microalgas presentes em recifes de corais tropicais e subtropicais. Essas toxinas se acumulam ao longo da cadeia alimentar: peixes menores ingerem as algas e acabam transmitindo a toxina para peixes maiores e carnívoros, que, ao serem consumidos por humanos, podem provocar a intoxicação. Não existe tratamento específico ou antídoto para a doença.
De acordo com a Sesap, considera-se surto quando mais de duas pessoas apresentam sintomas após um mesmo episódio de consumo de pescado. Neste mês de janeiro, um caso semelhante também está sob investigação no município de Touros.
O primeiro surto de ciguatera no Rio Grande do Norte foi registrado em 2022. Desde então, já foram notificados 77 casos de intoxicação, incluindo surtos confirmados e episódios ainda em apuração. Para a secretaria, os números evidenciam a circulação da ciguatera no litoral potiguar.
Diante das novas investigações, a Sesap recomendou à população evitar o consumo do peixe conhecido como arabaiana. Segundo a coordenadora de Vigilância em Saúde do RN, Diana Rêgo, a orientação se deve ao fato de a espécie acumular a toxina ao longo do tempo. Ela ressaltou ainda que a secretaria mantém monitoramento constante e ações de vigilância relacionadas às ciguatoxinas no estado.
Entre fevereiro e maio do ano passado, três surtos foram registrados, envolvendo 18 pessoas, associados ao consumo de arabaiana, bicuda e dourado. O primeiro episódio, em 2022, atingiu dez integrantes de uma mesma família após o consumo de bicuda. Desde então, também foram registrados casos envolvendo espécies como cioba e guarajuba, com confirmações laboratoriais da presença de ciguatoxina em algumas amostras.
Os sintomas da ciguatera podem surgir entre 30 minutos e 24 horas após a ingestão do peixe contaminado e incluem náuseas, vômitos, diarreia, dores abdominais, coceira intensa, fraqueza muscular, alterações neurológicas e gosto metálico na boca. Em alguns casos, os sintomas podem persistir por semanas ou meses.
A Sesap orienta que pessoas com sintomas procurem imediatamente atendimento médico, informem o consumo recente de pescado e nome da espécie, se possível, preservem sobras do alimento para análise.








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