A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) comunicou em 25 de julho de 2025 a ativação da bandeira tarifária vermelha, patamar 2, para o mês de agosto. Isso representa um custo adicional de R$ 7,87 por cada 100 kWh consumidos nas contas de luz
Cenário que motivou a decisão
O acionamento da bandeira mais cara ocorre em razão das chuvas abaixo da média em todo o território nacional, o que reduziu a geração de energia hidrelétrica. Para suprir a demanda, foi necessário acionar usinas termelétricas, que operam a custos mais elevados.
De dezembro de 2024 a maio de 2025, vigorou a bandeira verde, sem cobrança adicional. Em maio, passou para amarela (custo extra de R$ 1,88 por 100 kWh). Já em junho e julho de 2025, foi aplicada a bandeira vermelha patamar 1, com acréscimo de R$ 4,46 por 100 kWh. Agora, em agosto de 2025, foi acionada a cobrança mais elevada: R$ 7,87 por 100 kWh consumidos.
Impacto para os consumidores
Essa alteração impacta diretamente o bolso dos consumidores residenciais e das empresas conectadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Com a bandeira mais cara, os valores da fatura de energia poderão aumentar significativamente se o consumo não for controlado.
Introduzido em 2015 pela ANEEL, o sistema de bandeiras tarifárias serve para sinalizar ao consumidor os custos reais da geração de energia elétrica, visando maior transparência e incentivo ao consumo consciente.
Dicas para amenizar o impacto
A agência reguladora recomenda o uso responsável da energia elétrica, destacando que medidas simples, como evitar uso de aparelhos em horários de pico, desligar equipamentos em stand‑by e aproveitar a luz natural, podem contribuir para reduzir a conta de luz e preservar os recursos hídricos.






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