CEI aponta prejuízos e falta de transparência na cobrança de energia solar em Natal

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A Comissão Especial de Inquérito (CEI) da Energia Solar da Natal realizou, na quarta-feira (1º), mais uma audiência para apurar possíveis irregularidades nas cobranças relacionadas à geração distribuída. Durante a sessão, representantes da Frente Norte-Riograndense de Geração Distribuída (FPGD) apresentaram denúncias envolvendo a Neoenergia Cosern.

Segundo o presidente da FPGD, Neon Silva de Andrade, consumidores e empresas integradoras enfrentam prejuízos estimados em R$ 3 milhões devido a cobranças consideradas indevidas. Ele apontou a falta de transparência da concessionária como um dos principais problemas, além do impacto direto sobre consumidores que investiram em energia solar buscando economia na conta de luz.

A audiência também destacou a queda na procura por sistemas de geração distribuída nos últimos meses. De acordo com a entidade, a insegurança gerada pelas cobranças e dúvidas sobre o funcionamento do sistema tem afetado negativamente o mercado, reduzindo as vendas e aumentando a desconfiança.

Como encaminhamento, a FPGD defendeu a necessidade de diálogo permanente com a distribuidora, com o objetivo de ajustar processos, corrigir distorções e garantir os benefícios da energia solar aos usuários. A entidade ressaltou, no entanto, que a instalação do sistema ainda é viável no estado.

O presidente da CEI, vereador Kleber Fernandes, afirmou que a audiência revelou pontos preocupantes, incluindo indícios de apropriação indevida de créditos por parte da concessionária. A comissão segue investigando o caso.




CEI aponta prejuízos e falta de transparência na cobrança de energia solar em Natal







A Comissão Especial de Inquérito (CEI) da Energia Solar da Natal realizou, na quarta-feira (1º), mais uma audiência para apurar possíveis irregularidades nas cobranças relacionadas à geração distribuída. Durante a sessão, representantes da Frente Norte-Riograndense de Geração Distribuída (FPGD) apresentaram denúncias envolvendo a Neoenergia Cosern.

Segundo o presidente da FPGD, Neon Silva de Andrade, consumidores e empresas integradoras enfrentam prejuízos estimados em R$ 3 milhões devido a cobranças consideradas indevidas. Ele apontou a falta de transparência da concessionária como um dos principais problemas, além do impacto direto sobre consumidores que investiram em energia solar buscando economia na conta de luz.

A audiência também destacou a queda na procura por sistemas de geração distribuída nos últimos meses. De acordo com a entidade, a insegurança gerada pelas cobranças e dúvidas sobre o funcionamento do sistema tem afetado negativamente o mercado, reduzindo as vendas e aumentando a desconfiança.

Como encaminhamento, a FPGD defendeu a necessidade de diálogo permanente com a distribuidora, com o objetivo de ajustar processos, corrigir distorções e garantir os benefícios da energia solar aos usuários. A entidade ressaltou, no entanto, que a instalação do sistema ainda é viável no estado.

O presidente da CEI, vereador Kleber Fernandes, afirmou que a audiência revelou pontos preocupantes, incluindo indícios de apropriação indevida de créditos por parte da concessionária. A comissão segue investigando o caso.




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