Do recomeço ao pódio: o legado eterno de Adriano Gomes no paradesporto nacional



Ícone de crédito Foto: Divulgação/CPB


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Do recomeço ao pódio: o legado eterno de Adriano Gomes no paradesporto nacional





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O esporte paralímpico brasileiro perdeu neste sábado (7) um de seus símbolos. Aos 52 anos, faleceu o nadador Adriano Gomes de Lima, referência do paradesporto do Rio Grande do Norte e nome histórico da natação mundial. Internado havia cerca de dez dias, ele se recuperava de uma cirurgia de descompressão da coluna.

Nascido em Natal, Adriano encontrou na piscina um caminho após um acidente de trabalho na adolescência, que o deixou paraplégico. O que começou como reabilitação transformou-se em excelência esportiva. Determinado, construiu uma carreira marcada pela longevidade e pela superação.

Foram seis participações em Jogos Paralímpicos, entre 1996 e 2016, com nove medalhas conquistadas, incluindo ouros, pratas e bronzes em provas individuais e revezamentos. Além disso, brilhou em Jogos Parapan-Americanos e Campeonatos Mundiais, acumulando dezenas de pódios.

Mais do que resultados, Adriano deixa um legado de inspiração, disciplina e representatividade, que seguirá influenciando gerações de atletas paralímpicos no Brasil.




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