Veja o que se sabe sobre o assassinato de Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado-geral de SP



Ícone de crédito Foto: divulgação


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Veja o que se sabe sobre o assassinato de Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado-geral de SP





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A Polícia Civil de São Paulo investiga o assassinato do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes, de 64 anos, morto em uma emboscada na última segunda-feira (15) em Praia Grande, litoral paulista. Fontes ocupava o cargo de secretário de Administração Pública do município e foi atacado ao sair da prefeitura.

Como ocorreu o crime:
Fontes foi seguido por criminosos em uma picape Hilux após deixar o trabalho. Imagens de segurança mostram que ele tentou fugir em alta velocidade, mas seu carro capotou após colidir com um ônibus no cruzamento. Três homens armados com fuzis desceram do veículo e efetuaram vários disparos contra o ex-delegado, que chegou a reagir e atingir um dos criminosos.

Vítimas colaterais:
Uma família local foi atingida durante o tiroteio. Uma mulher e seu neto de 19 anos foram baleados – a primeira já recebeu alta, mas o jovem permanece internado e necessitará de cirurgia devido a um tiro de fuzil que fraturou sua perna.

Hipóteses investigadas:
Promotores do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) avaliam que “tudo indica que foi um crime de máfia”. Outra linha investiga possível ligação com licitações da prefeitura que teriam prejudicado entidades ligadas ao crime organizado. Um carro suspeito foi encontrado queimado após o crime.

Histórico de ameaças:
Fontes era conhecido por seu combate ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Em 2006, indiciou toda a cúpula da facção, incluindo Marcola. Em 2010, a polícia interceptou um plano para assassiná-lo, prendendo dois homens com um fuzil próximo à sua delegacia. Em dezembro de 2023, já havia sido vítima de um assalto em Praia Grande, quando expressou preocupação com a segurança de sua família.

Investigações:
O governador Tarcísio de Freitas prometeu dedicar “toda energia” às investigações. Uma força-tarefa com a Rota, Batalhão de Choque e departamentos especializados da polícia civil atua na Baixada Santista para localizar e prender os responsáveis.




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